19 novembro, 2008

Sindicalistas – CTT – 81 pagos com o dinheirinho dos “selos”

A "profissão" de sindicalista com os vencimentos pagos pelos contribuintes ou por outrem, não pelos "sindicatos", deve acabar.

Ora aqui está um bom exemplo.

- "Pagos pelo Ministério da Educação, "pelos contribuintes", quantos serão?
Já foram mais de 1 000. A maiorias desses "tachos" acabaram, mas ainda terão ficado umas centenas"

"Cinco dos 14 sindicatos não assinaram Acordo de Empresa

CTT põem fim a isenção de horário de 81 dirigentes sindicais


19.11.2008 - 14h43 Ana Brito
Os CTT – Correios de Portugal comunicaram hoje a cinco dos sindicatos representados na empresa que 81 dos seus dirigentes sindicais deverão voltar a apresentar-se ao trabalho, na sequência da caducidade do anterior Acordo de Empresa (AE) e da aplicação do Código do Trabalho.
Numa nota divulgada hoje, os Correios explicam que a convocatória terá efeito a partir de 1 de Dezembro e que a escolha dos dirigentes sindicais (81 de um total de 103) que deverão regressar aos postos de trabalho será da responsabilidade de cada sindicato.
A empresa liderada por Estanislau Mata Costa revela ainda que a medida afecta os cinco sindicatos "com os quais não foi possível negociar um novo AE", que substituísse o anterior, caducado a 7 de Novembro.
Quanto aos restantes nove sindicatos que assinaram o AE, os Correios explicam que "os créditos sindicais de que usufruem são regidos por esse documento assinado entre as partes, como previsto legalmente."
Só as relações com os sindicatos que ficaram fora do novo AE são regidas pelo Código do Trabalho.
Este é mais um episódio do braço de ferro entre a administração dos Correios e os sindicatos que contestaram a extinção do anterior AE. Um deles, o SNTCT, entregou na segunda-feira em tribunal uma providência cautelar contra a sua caducidade.
O SNTCT vai ainda apresentar queixa contra os CTT (por alegadas pressões a colaboradores para adesão ao novo AE e ilegalidades nas adesões individuais) e tem agendada uma manifestação nacional para o próximo sábado, em Lisboa, além das greves gerais convocadas para os dias 2, 3, 4 e 5 de Dezembro."


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