29/05/2017

Vila Fria - Avda 25 de Abril

Vila Fria - Avda 25 de Abril


Esta mensagem fol colocada em 11/04/2010Já lá vão mais de 10 anos e tudo está igual sem os passeios arranjados


Pormenor da "Calçada à Portuguesa" no entroncamento da Av 25 de Abril com a Estrada Porto Salvo - Leceia

28/05/2017

Vila Fria - Isaltino Morais promessa da treta


Pois é.
Gastam-se rios de dinheiro em cartazes só para promover promessas da treta.
Isaltino Morais, entre tantas, aqui está mais uma.
Dizia ele e terá sido escrito em algum lado, que o local do antigo aterro sanitário, que tantos problemas trouxe a Vila Fria e que até obrigou à intervenção da Delegação de Saúde, seria para a construção de um parque de ócio para a população.
Para alem do campo de Futebol, das instalações da Camara, do Moto Clube, que em nada colidem com o planato que resultou do fecho do aterro sanitário, aé está um parque de estacionamento das viaturas da Camara.
Nem Isaltino, nem o seu sucessor Paulo Vistas cumpriram a promessa.

27/05/2017

Vila Fria - Transito de pesados


Em tantos lugares de Oeiras, existe este sinal de transito que proibe a passagem de veículos pesados.  Em locais, onde as vias são largas, com os passeios para peões bem largos, onde a circulação rodoviária se faz em condições normais de segurança para automobilistas e para peões.
Em Vila Fria, parte da Avenida 25 de Abril, é estreita e sinuosa, não tem passeios e onde a circulação de peões, especialmente se torna perigosa, nunca a Camara acedeu à proibição de circulação de veículos pesados, porquê?
Talvez não tenha verba no orçamento para a aquisição do respectivo sinal?


26/05/2017

Islão - Winston Churchill e a religião muçulmana



Winston Churchill anteviu isto há mais de 100 anos (ver nota no final)


IRÃO 1970
 
IRÃO 2012

AFEGANISTÃO

EGIPTO (Universidade do Cairo) 1959

EGIPTO (Universidade do Cairo) 2012

HOLANDA (Amesterdão) 1980

HOLANDA (Amesterdão) 2012

... E algumas pessoas todavia não vêem uma razão para se preocuparem.

Winston Churchill disse em 1899: 

"Os muçulmanos podem mostrar qualidades esplêndidas, mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Não existe nenhuma força tão retrógrada mais forte no mundo".


Ainda mais surpreendente é que nunca tenham sido publicadas mais cedo.
CHURCHILL sobre o Islão... Incrível, mas o seguinte discurso foi escrito em 1899.
(Abstraindo-nos da sua nacionalidade)

O breve discurso feito por Winston Churchill, data de 1899, quando ele ainda era um jovem soldado e jornalista.
Seguramente, este discurso exprime a opinião actual de muitos, e está expresso na sua maravilhosa fraseologia, utilizando obviamente o idioma Inglês, do qual ele era um ilustre mestre.
Sir Winston Churchill foi sem dúvida um dos maiores homens dos séculos XIX e XX. E foi um valente e jovem soldado, e um jornalista brilhante, um político, um grande líder, um extraordinário estadista durante a segunda guerra mundial, e um excelente Primeiro-Ministro. 
Além disso, foi como que um profeta no seu tempo. Faleceu em 24 de Janeiro de 1965, com a idade de 90 anos, e depois de uma vida de serviço ao seu país, foi-lhe concedido um funeral de chefe de Estado.
 
E aqui está o seu discurso:

Quão terríveis são as maldições que o maometismo dedica aos seus devotos!
Além do frenesim fanático, que é tão perigoso num homem como o é a hidrofobia num cão, não existe neles a apatia fatalista do medo.
Os efeitos são evidentes em muitos dos seus países: hábitos imprevisíveis, desleixados, inexistência de sistemas modernos para a agricultura, métodos lentos de comércio, e insegurança da propriedade são sempre características com que os seguidores do Profeta se defrontam, ou sob as quais vivem.
O sensualismo degradante priva as suas vidas de graça e de requinte, e afasta-os da dignidade e de qualquer santidade.
O facto de que, no direito muçulmano, cada mulher deve pertencer a um homem como sua propriedade absoluta, seja ela uma criança, uma mulher  adulta, ou uma concubina, faz atrasar a extinção final da escravidão dos dogmas da fé do Islão e contribui para que o islamismo não consiga ser um grande poder entre os homens.
Os muçulmanos individualmente podem mostrar qualidades esplêndidas, mas a influência da sua religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que o seguem. Não existe nenhuma força retrógrada mais forte no mundo.
Longe de ser moribundo, o islamismo é uma fé militante e proselitista.
E já se espalhou por toda a África Central, criando guerreiros destemidos a cada passo e, se não se cuidar, o cristianismo, que está abrigado nos braços fortes da ciência, ciência contra a qual eles lutaram em vão, e toda a civilização da Europa moderna podem soçobrar, tal como soçobrou a civilização da Roma antiga.


Sir Winston Churchill; (Fonte: "O rio da guerra", primera edição, Vol II, páginas 248-250 Londres).ê


Vila Fria - continua assim


Desde, pelo menos esta data que o dito largo António Vinagre, que até tem uma placa indicando o local, continua completamente abandonado.
Desdev2010, já lá vão 7 anos, não houve Presidente, vereador ou cantoneiro da limpeza que desse conta da situação.
E os moradores que vivem fremte ao largo? Não dizem nada? Não pressionam a Camara?Tem afinal o que merecem.
Veja aqui a mensagem de 14/04/2010  PARQUE DOS POETAS: Vila Fria - Largo António Vinagre

23/05/2017

Marcelo Rebelo de Sousa, assim... não.

Marcelo Rebelo de Sousa, atribuindo os méritos da saída do deficit excessivo ao anterior Governo de Passos Coelho e ao actual de António Costa, está a cometer uma enorme injustiça, metendo no mesmo saco algo que é incompatível.

o Governo de Passos Coelho aniquilou a economia, retirou aos pensionistas e aos trabalhadores em geral parte dos seus rendimentos, combateu o Tribunal Constitucional procurando com a ilegalidade promover ainda mais a austeridade que foi a grande pedra de toque do seu Governo. A arrogância e a incompetência da maioria dos seus ministros, alguns, que ainda hoje mantém nos seus discursos, não podem ser comparáveis à actitude e  dos objectivos do Governo de António Costa. Abaixa dos rendimentos, o desemprego, a falência das empresas, para alem do muito mais que aconteceu por obra de Pedro Passos Coelho, em nada pode ser comparado entre os dois Governos, como o faz Marclo Rebelo de Sousa..
O empobrecimento da grande maioria dos portugueses deve-se à actitude do governo de Passos Coelho em colocar em execução as "ordens" de Bruxelas, não as saber tornear e ainda mais, as aumentar em quantidade e e energia.
O Presidente da República, ao atribuir esse mérito por igual, demonstra que está a tentar fazer esquecer o mal que os portugueses passaram.
Assim, não

22/05/2017

Não há milagres

Não, não há milagres

(Miguel Sousa Tavares, in Expresso, 20/05/2017)

                              Miguel Sousa Tavares

Ouvir Maria Luís Albuquerque a querer dar lições de economia ou finanças públicas a este Governo (ou a qualquer outro); ouvi-la prever catástrofes, em tom catedrático, e depois, quando as anunciadas catástrofes se revelam afinal sucessos, reclamar para si os louros dos mesmos; ouvi-la criticar as políticas de contenção de despesa pública que anunciou fazer e não fez e preconizar agora o contrário daquilo que defendeu quando no Governo, tudo isso me tira do sério.

Ouvir a desfaçatez com que o governante cujas decisões mais caras nos saíram desde o 25 de Abril pretende dar sermões morais sobre o dinheiro mal gasto dos contribuintes é puro desplante. Ver quem (juntamente com Carlos Costa e Passos Coelho) espetou mil milhões no Banif, para no fim essa banqueta insular ir à falência e custar mais três mil; quem andou anos a fio a assistir impavidamente ao acumular de prejuízos na Caixa Geral de Depósitos; quem se decidiu a experimentar a receita (até hoje, única) de espetar cinco mil milhões na Resolução do BES e na criação do Novo Banco (que rapidamente tratou de os fazer desaparecer), vir agora chorar pelos contribuintes que serão prejudicados pela prorrogação do prazo de pagamento dos quatro mil milhões que o Estado lá meteu pelo Fundo de Resolução (e cuja exigência de pagamento agora levaria à falência o que resta de banca), é verdadeiramente gozar com a nossa cara. Ver a senhora cuja teimosia em enfrentar o Santander na questão dos swaps nos custou mais umas centenas de milhões de euros atrever-se a falar em más decisões contratuais por parte do actual Governo, reflecte bem o seu sentido de responsabilidade política. Ver a senhora que, juntamente com Vítor Gaspar e Passos Coelho, conduziu políticas que forçaram a falência de milhares de empresas viáveis, que mandou para o desemprego 400 mil pessoas e metade disso para a emigração, ter a suprema lata de vir reclamar, por pretensas reformas que não fez, a paternidade da queda da taxa de desemprego abaixo da marca dos 10% e a criação de 120 mil postos de trabalho desde que tivemos a felicidade de nos vermos livres do Governo de que a senhora fazia parte, é apostar na amnésia colectiva. Se tivesse um pingo de pudor político, já se teria há muito calado de vez ou teria emigrado daqui — lá para onde os seus revelados talentos de economista sejam reconhecidos, como fez o seu antecessor. E se o PSD ainda conseguisse manter alguma lucidez de espírito no meio do desnorte em que navega, há muito que a teria reduzido ao silêncio, em lugar de a manter como porta-voz do partido para as questões económicas. Quantos portugueses imagina o PSD que votariam agora num governo chefiado por Passos Coelho, com Maria Luís Albuquerque a ministra das Finanças, Rui Machete a ministro dos Estrangeiros, Miguel Relvas a ministro da Presidência, e por aí fora?

Compreendo que não seja fácil a posição do PSD. Para começar, em circunstâncias bem difíceis, conseguiu ganhar as eleições mas viu-se desapossado do poder que já festejava por uma jogada de mestre de António Costa e uma insólita conspiração de contrários. Mas foi também assim, recorde-se, alinhando numa ainda mais antinatural conspiração de contrários, que PSD e CDS chegaram ao poder, derrubando o Governo do PS. Depois, todas as previsões de desastre anunciadas pelo PSD, o Diabo encomendado por Passos Coelho, o insucesso “matematicamente” garantido por Maria Luís Albuquerque no cumprimento dos 2,5% de défice previstos pelo actual Governo e a anunciada inevitabilidade de um orçamento rectificativo, algures a meio de 2016, tudo saiu, não apenas furado, mas ridicularizado. O défice foi de 2%, o mais baixo da democracia (com o saldo primário mais alto da zona euro); ao contrário do que aconteceu com todos os orçamentos do Governo PSD-CDS, não houve necessidade de qualquer orçamento rectificativo por desacerto entre as previsões e a execução; e, quanto ao Diabo, estamos assim, actualmente: a maior taxa de criação de emprego da zona euro e o a terceira maior taxa de crescimento do PIB na Europa. Enfim, e mais traumático do que tudo, deve ser perceber que isto aconteceu devido a uma combinação entre as medidas virtuosas que o anterior Governo anunciou e não fez (a contenção da despesa pública, que substituiu pelo “enorme aumento de impostos”) e a adopção de outras medidas que eles haviam jurado estarem erradas, como a aposta no relançamento do consumo privado, através da devolução parcial de alguns dos rendimentos mais baixos, que o anterior Governo cortara. Ou seja: de fio a pavio, os factos e os números (que valem bem mais do que os estados de alma ou as promessas eleitorais) provaram que a política económica do anterior Governo estava errada e foi um desastre para o país e para a vida concreta de milhões de portugueses. Não o reconhecer, não aprender com os factos e manter o mesmo discurso, pretendendo ainda que os portugueses lhes reconheçam os méritos das melhoria da conjuntura devido a ter-se feito exactamente o oposto do que preconizavam, ou é desespero ou é má fé.

É certo que a conjuntura internacional, em parte, tem ajudado este Governo. Mas também ajudou antes: o petróleo estava igualmente barato, o BCE já comprava dívida portuguesa, as taxas de juro estavam igualmente baixas para os privados e o Estado estava protegido da sua subida pelas condições do resgate da troika e dispondo ainda dos 78 mil milhões que esta nos havia emprestado (e que poderiam e deveriam ter sido usados para sanear a tempo a banca). Não, o que falhou foram as políticas e a teimosia, feita altivez, em insistir nelas e “ir ainda além da troika”, logo que se começou a verificar o efeito devastador que elas tinham sobre toda a economia. Como então aqui escrevi, quem tinha falido era o Estado e, para acorrer à falência do Estado, liquidou-se a economia, sem ao menos reformar o Estado — garantindo aquilo que Paulo Portas havia solenemente prometido: que no final do mandato teriam criado condições para que Portugal nunca mais tivesse de pedir para ser resgatado. Esse perigo mantém-se, porque, infelizmente, também não é este Governo, dependente de dois partidos que só pensam em aumentar a despesa pública, que irá reformar a administração pública e as mentalidades. Em estado de necessidade, quase em rigor mortis, como estávamos em 2011, Passos Coelho e Paulo Portas tinham as condições e o dever de o fazer — o país, grande parte dele, tê-lo-ia compreendido e aceitado. Mas não o fizeram e raras vezes se pode reescrever a história. Hoje, quando o próprio FMI e a Comissão Europeia reconhecem os erros cometidos em Portugal e na Grécia, a posição de trincheira do PSD não tem nada de estóico, apenas teimosia irracional e orgulho suicidário.

É verdade que Passos e Portas governaram em condições de extremas dificuldades — herdadas e que a sua estratégia ainda agravou mais. Mas também isso não serve de desculpa, pois eles quiseram governar, sabendo ao que iam. No momento em que os dois partidos da direita se juntaram aos dois de extrema-esquerda para chumbarem o PEC4 de José Sócrates (que fora aprovado em Bruxelas e Berlim), eles sabiam três coisas: que a única alternativa que restava era um pedido de resgate à troika; que José Sócrates se demitiria; e que era muito provável que, nessas condições, PSD e CDS ganhassem as eleições e assumissem o governo. Não foram, pois, ao engano nem por sacrifício patriótico: foram por vontade de poder. O que é legítimo, mas não pode depois ser usado como desculpa para as dificuldades da governação.

(Miguel Sousa Tavares escreve de acordo com a antiga ortografia)

 

12/05/2017

Vila Fria - Oeiras - Estacionamento anárquico


Rua Carlos Paião – cada um deixa o carro como quer em prejuízo de todos os que por aí passam


  
Na Rua Carlos Paião há pinos do lado poente. 
Do lado nascente não há. Porquê?


Outro exemplo na esquina com a rua Carlos Paião

05/05/2017

Paço de Arcos - Escola Secundária Luís Freitas Branco


Quem projectou este mamarracho?


Quem aceitou o projecto?



Quem autorizou a sua construção, será que verificou os seus custos?
E para que serve?
Onde para o relógio?

01/05/2017

Vila Fria - Largo António Vinagre


Esta placa não caiu do céu


Foi aqui colocada pela Camara Municipal de Oeiras


Não honra ninguém


Ou reparam o “largo” ou retiram a placa

Mais uma das muitas “vergonhas” da gestão da Camara Municipal de Oeiras

30/04/2017

Oposição e Governo

 

Não há ponto ou vírgula ou palavra do Governo que a Oposição não questione.

Há falta de ideias, nada mais fazem que falar, palrar.

Triste

29/03/2017

A melhor definição de Europa que já ouvi

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                  A melhor definição de Europa que já ouvi

 Intervenção de Esteban González Pons do PPE no Parlamento Europeu