18/01/2018

Estoril 1 - FC Porto 0

 

O FCPorto a perder ao intervalo, nada melhor que um “alarme” que a bancada estava a derrocar.

Onde estão as fotos ou notícia de que houve abatimento da estrutura de pilares e vigas que suportam a bancada?

São as fissuras nas casas de banho que poem em perigo de derrocada da bancada?

A Direcção do Estoril deixou-se embalar?

 

 

15/01/2018

Tondela - a culpa morre solteira

De que foi a responsabilidade de aprovar a construção do edifício com aquelas falhas de segurança?

Se a construção e a gestão do edifício tivesse a responsabilidade dum departamento do Estado, que brados andariam aí pela comunicação social.

Pedia-se a responsabilidade do Primeiro-ministro até ao porteiro da Assembleia da Republica.

E o nosso Presidente, tão hábil nas suas declarações, nada disse desta vez, para alem dos habituais afectos, abraço e palavras comovidas

 

“A tragédia ocorrida em Tondela, num centro recreativo onde se realizava um torneio de sueca, resultou na morte de oito pessoas e fez 38 mortos. Muito tem sido dito em relação às possíveis causas, tanto no que toca ao incêndio, como aos acessos para abandonar o local. Mas o que aconteceu, de facto, em Vila Nova da Rainha na noite de sábado?

Com o intuito de ajudar a perceber mais claramente o que se passou, a Associação Portuguesa de Segurança (APSEI) - "a maior associação portuguesa de especialistas de segurança contra incêndio - explica que, apesar de a investigação ainda estar em curso, há “três factos [que] parecem estar fortemente ligados à ignição e ao desenvolvimento do incêndio”.

Trata-se da “instalação incorreta da salamandra com tubagens que atravessavam o teto falso, a existência de materiais altamente inflamáveis e produtores de gases tóxicos no teto e saídas de emergência bloqueadas”.

“A legislação prevê que a grande maioria dos edifícios, inclusive edifícios como este onde está sediada a associação recreativa, seja sujeita a inspeções regulares, a realizar pela ANPC ou por entidade por ela credenciada, para verificação da manutenção das condições de Segurança Contra Incêndio em Edifícios (SCIE) aprovadas e da execução das medidas de autoproteção. No entanto, estas inspeções apenas são efetuadas a pedido do responsável de segurança das instalações ou mediante denúncia, ou seja, não são efetuadas de uma forma continuada e regular pelas autoridades. No caso dos edifícios de baixa categoria de risco, a responsabilidade de fiscalização é dos municípios, na sua área territorial”, explica a associação na nota informativa enviada às redações.

Nesta senda, a secretária geral da APSEI ressalva que é fundamental “impedir a repetição deste terrível incidente e perceber o que é que correu mal”, para que se evitem ocorrências semelhantes.

“Até ao momento, duas lições parecem poder ser aprendidas: a importância da prevenção e a importância da definição e implementação de medidas preventivas de SCI por parte dos responsáveis por edifícios e estabelecimentos, especialmente dos que recebem público e a seleção de materiais e produtos de construção, levando também em conta a sua contribuição para o incêndio, sempre que se decida construir ou renovar instalações.”, explica Maria João Conde.

Desta forma, a associação em causa que há medidas simples a serem tidas em conta, “como verificar regularmente se as saídas de evacuação estão desimpedidas e devidamente sinalizadas e se as portas de emergência estão funcionais”, o que poderia ter tido “um impacto importante na mitigação das consequências deste incêndio”.

In “Noticias ao minuto  “

 

 

23/11/2017

Eu sou da Emídio

 

 

Sinopse

O presente livro é um case study de uma escola técnica histórica, que se apresenta nos anos 50, 60 e 70 como uma referência no distrito de Setúbal e que, após a extinção das escolas técnicas e dos liceus, em 1978, soube preservar a identidade e a herança de ciência e tecnologia na sua oferta formativa. A publicação assenta numa análise socio-histórica de 60 anos da escola, alicerçada numa investigação documental diversificada, da qual faz parte um conjunto alargado de testemunho de professores e alunos, devidamente enquadrada nas mudanças e permanências do trabalho escolar decorrentes das diversas políticas educativas, reformas curriculares e correntes pedagógicas.

É igualmente um exercício de preservação da memória, do quotidiano escolar, do clima de escola, das práticas educativas e do ofício de ser aluno e de ser professor, ao longo do tempo. É ainda uma oportunidade para alertar para a necessidade e urgência de cuidar da relação memória e arquivo em educação.

 

 

Eu sou da Emídio - História(s) da Escola Secundária Emídio Navarro

·         Autor: Carlos Abreu

·         Data de publicação: Novembro de 2017

·         Número de páginas: 436

·         ISBN: 978-989-52-1256-9

·         Colecção: Compendium

·         Género: Ensaio

·         Idioma: Pt

 

06/11/2017

Miss Eucalipta

Miss Eucalipta,
FA tal que cortou em 20 milhões o orçamento para defesa de florestas.
FA tal que liberalizou a plantação de eucaliptos e dificultou a plantação de árvores autóctones como o sobreiro.
Nota: ela é dona duma das maiores explorações de sobreiro do país.....
FA tal cujo governo fez uma lei que proíbe a PJ de investigar os culpados em caso de mão criminosa nos incêndios.
FA tal que antes de ir para o governo do Passos Coelho, trabalhava na empresa de advogados que defende a Monsanto.
FA tal que humilhou Portugal ao votar contra o fim dos neonicotinoides junto com mais 4 países pequenos da União Europeia.
FA tal que agora culpa todos pelos incêndios e o abandono da floresta.
FPodia continuar mas as pessoas ainda ficam a pensar que me refiro a um personagem de ficção e não a uma ex-ministra.

01/11/2017

SLBenfica- mulher séria não responde a varina

“Mulher séria não responde a varina”

Que me perdoem as varinas, mas este velho ditado é muito antigo e contínua actual.

Apanhado na desgraça e aproveitado pelo FCP para poder comer uma “bucha”, este dito jornalista não passa de mais um arregimentado e intelectualmente emparedado por Pinto da Costa, vomitando a sua própria bílis,  para esconder aquilo que os “portistas” não querem ou não sabem ver.

“Os cães ladram e a caravana passa”

 

Marcelo e os petardos?

O chefe supremo das forças armadas, não tem mesmo dado nenhum afecto aos petardos devolvidos.

Foram gastos noutros temas mais popularuchos?

 

“Assaltantes de Tancos devolveram uma caixa a mais de material

O chefe do Estado-Maior do Exército revelou hoje que apareceu uma caixa de petardos a mais na relação do material furtado nos paióis de Tancos recuperado pela Polícia Judiciária Militar.”

 

FW: António Barreto e actual Comunicação Social.

 António Barreto sobre a Actual Comunicação Social,

 ANTÓNIO BARRETO

 

É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática. A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno. A submissão ao poder e aos partidos é democracia. A falta de cultura e de inteligência é isenção profissional.

Os serviços de notícias de uma hora ou hora e meia, às vezes duas, quase únicos no mundo, são assim porque não se pode gastar dinheiro, não se quer ou não sabe trabalhar na redacção, porque não há quem estude nem quem pense. Os alinhamentos são idênticos de canal para canal. Quem marca a agenda dos noticiários são os partidos, os ministros e os treinadores de futebol. Quem estabelece os horários são as conferências de imprensa, as inaugurações, as visitas de ministros e os jogadores de futebol.

Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo. Figurão no aeroporto, comboio atrasado, treinador de futebol maldisposto, incêndio numa floresta, assassinato de criança e acidente com camião: sai um directo, com jornalista aprendiz a falar como se estivesse no meio da guerra civil, a fim de dar emoção e fazer humano.

Jornalistas em directo gaguejam palavreado sobre qualquer assunto: importante e humano é o directo, não editado, não pensado, não trabalhado, inculto, mal dito, mal soletrado, mal organizado, inútil, vago e vazio, mas sempre dito de um só fôlego para dar emoção! Repetem-se quilómetros de filme e horas de conversa tosca sobre incêndios de florestas e futebol. É o reino da preguiça e da estupidez.

É absoluto o desprezo por tudo quanto é estrangeiro, a não ser que haja muitos mortos e algum terrorismo pelo caminho. As questões políticas internacionais quase não existem ou são despejadas no fim. Outras, incluindo científicas e artísticas, são esquecidas. Quase não há comentadores isentos, ou especialistas competentes, mas há partidários fixos e políticos no activo, autarcas, deputados, o que for, incluindo políticos na reserva, políticos na espera e candidatos a qualquer coisa! Cultura? Será o ministro da dita. Ciência? Vai ser o secretário de Estado respectivo. Arte? Um director-geral chega.

Repetem-se as cenas pungentes, com lágrima de mãe, choro de criança, esgares de pai e tremores de voz de toda a gente. Não há respeito pela privacidade. Não há decoro nem pudor. Tudo em nome da informação em directo. Tudo supostamente por uma informação humanizada, quando o que se faz é puramente selvagem e predador. Assassinatos de familiares, raptos de crianças e mulheres, infanticídios, uxoricídios e outros homicídios ocupam horas de serviços.

A falta de critério profissional, inteligente e culto é proverbial. Qualquer tema importante, assunto de relevo ou notícia interessante pode ser interrompido por um treinador que fala, um jogador que chega, um futebolista que rosna ou um adepto que divaga.

Procuram-se presidentes e ministros nos corredores dos palácios, à entrada de tascas, à saída de reuniões e à porta de inaugurações. Dá-se a palavra passivamente a tudo quanto parece ter poder, ministro de preferência, responsável partidário a seguir. Os partidos fazem as notícias, quase as lêem e comentam-nas. Um pequeno partido de menos de 10% comanda canais e serviços de notícias.

A concepção do pluralismo é de uma total indigência: se uma notícia for comentada por cinco ou seis representantes dos partidos, há pluralismo! O mesmo pode repetir-se três ou quatro vezes no mesmo serviço de notícias! É o pluralismo dos papagaios no seu melhor!

Uma consolação: nisto, governos e partidos parecem-se uns com os outros. Como os canais de televisão.

 Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico.

 

 

31/10/2017

Isaltino Morais

 

IN-OV

39,60%

2.858 votos

 

 

Na Freguesia de Porto Salvo 39,60 % dos eleitores votaram no ex-recluso

Marcelo versus Costa

“Entrevista de Costa vista em Belém como mais uma oportunidade perdida

Não houve novidades, não houve medidas concretas nem sentimento, consideram sectores próximos do Presidente. Primeiro-ministro falhou a reconstrução da sua imagem junto dos portugueses.”

Será que Marcelo e os seus próximos não andam a brincar com o “fogo”?

A ver vamos!

 

 

29/10/2017

Politiquices


Os Lordes são assim…

Nos momento as  de aflição há sempre quem ajude


 António Costa dá sinal…

 Há sempre alunos que sabem mais que  professores

27/10/2017

Vasco Lourenço - Até parece que vale tudo…

Até parece que vale tudo…

Alguns dos meus amigos consideram que sou dos que praticam a teoria da
conspiração.

E eu sou levado, muitas vezes, mais do que gostaria, a dar-lhes razão.

Com efeito, face a acontecimentos diversos, seja em Portugal seja no
estrangeiro, são muitas as vezes que os entendo não como resultado de
fenómenos naturais, não como resultado de acções próprias das
circunstâncias dos homens, dos colectivos ou da vida real, mas sim
como resultado de planeamentos levados à prática por indivíduos, e
principalmente por grupos organizados (do mais baixo ao mais alto
escalão) para provocarem acontecimentos que lhes permitam actuar de
forma justificada para atingir os fins que, de outra forma, teriam
dificuldade em fazer passar.

São conhecidos factos conspirativos que ficaram célebres na História,
também pelas enormes e desastrosas consequências que tiveram,
recordando aqui nomeadamente o incêndio do Reichstag, que levou Hitler
ao poder, ou o deixar que se consumasse o massacre do ataque a Pearl
Harbor, que abriu as portas à entrada dos EUA na 2.ª Guerra Mundial.

Ultimamente, temos o caso do ataque às Torres Gémeas, e em especial o
pseudo ataque ao Pentágono, em 11 de Setembro de 2001, que justificou
os ataques desenfreados que os EUA lideraram a partir daí.

Em Portugal também existirão alguns exemplos significativos.

Evoco tudo isto, precisamente a propósito do que se está a passar
actualmente em Portugal?

Há pouco mais de dois anos, as eleições parlamentares permitiram uma
solução de governo que muitos consideravam contranatura.

Contrariamente ao que a oposição então profetizou, a solução vingou e
apresentou resultados.

De tal maneira que a Europa inteira se admirou e o mundo neoliberal,
que faz do capital financeiro especulativo a sua bíblia, estremeceu de
pavor.

Como era possível que Portugal, um velho mas pequeno país periférico,
que já tivera a ousadia de, em 25 de Abril de 1974, praticar um acto
que continua a ser único na História universal, viesse de novo
espantar o mundo e demonstrar que havia alternativa, que era possível
governar o País de forma democrática e em defesa dos mais pobres, dos
mais desprotegidos!?

Sim, como era possível um governo governar à esquerda, sem necessidade
de repressão?

De início, os que viam perigar o seu divino poder, os seus divinos
privilégios, puseram-se a clamar que vinha aí o diabo, que o Zé
Povinho esperasse pela demora, que nem sonhava o que o esperava, como
castigo por não ter mantido o apoio aos seus senhores iluminados.

O tempo passou, o diabo não apareceu à população, terá aparecido aos
seus apóstolos, mas a criação de fenómenos que enfraqueçam a
"geringonça" tornou-se a primeira prioridade.

Cavalgando a tragédia dos incêndios em Pedrógão e demais localidades,
explorando as suas consequências, como se fosse caso inédito em
Portugal (demissão do ministro da Agricultura, clama com vigor a sua
antecessora que atacara os incêndios do seu mandato com rezas à
Senhora de Fátima para que fizesse chover), quase que transformaram os
membros do Governo nos verdadeiros incendiários (há que confessar que
algumas actuações de responsáveis facilitaram esses ataques).

De seguida, criam a farsa de um "assalto aos paióis de Tancos" e,
queira-se ou não, o facto é que provocaram alguma mossa no Governo.

Não chegou, foram desmascarados, viram o diabo nas eleições
autárquicas, de onde a solução governativa saiu reforçada e, vendo que
não conseguem abrir brechas significativas entre os vários componentes
dessa solução, não hesitam: avançam para uma avalancha de incêndios,
numa acção criminosa que nos traz à memória a sucessão de ataques a
sedes do PCP e de outros partidos da mesma área, nos idos do Verão
Quente de 1975.

Exagero?

Penso que não!

Basta ver os exércitos de comentadores, os anúncios de "manifestações
contra os incêndios" (!!??), o anúncio de uma moção de censura ao
Governo!

Mais uma vez me vêm à lembrança os anos do pós 25 de Abril, com a
manifestação da "Maioria Silenciosa". Só que desta vez até conseguiram
fazer a manifestação, mas ela foi muito pouco maioria e silenciosa…

Pessoalmente, estou convicto que estamos numa guerra, onde há
combatentes que não hesitam nas armas a que deitam mão. Estarão
desesperados, por isso há que não os ignorar, combatendo-os com
determinação.

Apesar de várias opiniões em contrário, quero acreditar que o
Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa continuará a ser um
Presidente que defende o estado democrático e de direito em Portugal.

Confio que se não deixará embalar pelos cantos da sereia, incluindo
muitos da sua família política e continue a comportar-se como o
Presidente de todos os Portugueses.

Contrariamente a alguns amigos, não critico a sua intervenção pública
do dia 17 de Outubro. Pelo contrário, subscrevo o essencial das suas
posições.

A questão que levanto, no entanto, é que considero que o Governo e a
Assembleia da República, nomeadamente o primeiro-ministro e os
partidos apoiantes desta solução governativa, terão de ser capazes de
responder, clara e determinadamente, ao repto que o Presidente da
República lhes lançou.

Em primeiro lugar, terão de ser capazes de levar à prática as medidas
necessárias e indispensáveis que, adiadas várias décadas, são
inevitáveis para que o paradigma se altere.

Não vou aqui pormenorizar as medidas que defendo, mas tem de haver
coragem e força para alterar, entre outros pontos, o ordenamento da
propriedade agrícola, a restruturação da floresta, a estrutura da
Protecção Civil e dos Bombeiros, o ataque ao "negócio dos fogos" em
Portugal.

Vai haver enormes oposições? Os interesses postos em causa são
demasiados fortes para se lhes conseguir fazer frente?

É um facto, mas aí terá de haver coragem e força políticas!

E, nesse caso, o Presidente da República terá, como confio que terá,
de apoiar determinantemente as medidas que, adiadas por décadas, se
impõe concretizar.

E, de uma coisa estou certo: não serão as forças do passado, que nada
fizeram de positivo para alterar a situação, pelo contrário
contribuíram para o actual estado calamitoso, que poderão ser agentes
das transformações inadiáveis.

Se assim for, se a democracia continuar a funcionar e o Governo
mantiver a rota que encetou há dois anos, conseguir-se-á desmascarar
os incendiários (sejam os propriamente ditos, sejam os outros…) e a
consolidação de um Portugal mais livre, democrático, justo e em Paz
será um facto.

Abril continuará a cumprir-se.

É nisso que acredito, é nisso que aposto.

Lisboa, 18 de Outubro de 2017

Vasco Lourenço

 

 

24/10/2017

Isaltino Morais


Será que a experiência do passado garante que não volta a ser apanhado nas malhas da Lei?
Não quisemos acreditar que fosse possível um autarca que não conseguiu justificar o dinheiro que colocou fora do país e que de recurso em recurso prolongou a sentença em julgado na esperança de que, com o tempo, deixasse de cumprir a pena.
Vamos voltar aos charutos, às viagens, às almoçaradas, etc., etc.

Rui Rio ataca Santana


Rui Rio qual abutre aguardando a morte lenta de Passos Coelho aproveita-se agora e ataca o inimigo número um

Marcelo beijoqueiro


Marcelo… mas que exagero de actos e de palavras.
A Presidência da Republica não deve estar constantemente em “festa”.

Neto Moura - Juiz medieval

 

Como é possível este juiz continuar em funções?

23/10/2017

MANIFESTAÇÕES CONTRA OS INCÊNDIOS

ALFBARROSOFACEBOOKNEWSLETTER
«MANIFESTAÇÕES CONTRA OS INCÊNDIOS» SÃO MAIS UMA ORIGINALIDADE DA DIREITA LUSITANA ULTRA-REACCIONÁRIA
- comentário de Alfredo Barroso
A SIC Notícias está a anunciar com grande entusiasmo a realização de «manifestações contra os incêndios» (sic) em todo o país, subentendendo-se que os «incendiários» só podem ser os políticos «vermelhos» que estão no Governo e na Assembleia da República, ou seja, o «esquerdalho» acusado de ser o responsável por estar a fazer de Portugal um verdadeiro «churrasco».
«Manifestações contra os incêndios» (sic) são mais uma originalidade da direita e extrema-direita lusitanas. Como é que alguém se manifesta contra os incêndios? Com auto-tanques, mangueiras, agulhetas e baldes? Empunhando bisnagas e pistolas de água? Seria para rir, se não estivéssemos perante um pretexto político miserável que está a ser aproveitado, entre outros, pela ex-ministra da Agricultura de Passos Coelho e actual líder do CDS/PP para propor a demissão do Governo através de uma moção de censura na Assembleia da República! Como já disse, com graça, Jerónimo de Sousa, Assunção Cristas parece-se com aquele sapo (ou rã) que, de tanto querer ser tão grande como um boi (ou vaca) acaba por rebentar com grande estrondo.
Não me surpreenderá mesmo nada que, à frente dessas estranhíssimas «manifestações contra os incêndios» apareçam - além do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do Arcebispo Primaz de Braga, Jorge Urtiga, e de Assunção Cristas - os «pontas-de-lança» do comentário político de direita e extrema-direita nos diversos órgãos de informação controlados pela plutocracia - como por exemplo Miguel Sousa Tavares, José Miguel Júdice, Marques Mendes, José Manuel Fernandes, José Gomes Ferreira, Camilo Lourenço, David Diniz, Joana Petiz, Alberto Gonçalves e outros que tais - em representação de uma «minoria nada silenciosa» que não se conforma com a permanência de um Governo de Esquerda a exercer legitimamente o poder, ainda por cima com óptimos resultados, do ponto de vista económico, financeiro e social. A direita portuguesa não consegue disfarçar o seu lado «salazarento» e impiedoso que lhe vem da memória da ditadura do Estado Novo que durou 40 anos. E quer porventura reeditar, contra a Esquerda, a ridícula estratégia «spinolista» da «maioria silenciosa», de triste memória, no imediato pós-25 de Abril. É uma estratégia estúpida e canalha que urge denunciar!
Campo d' Ourique, 17 de Outubro de 2017
- comentário de Alfredo Barroso




Incêndios que paga?

 

Lá vai o Zé Povinho mais uma vez pagar através do OGE as despesas resultantes do desleixo, da incúria e da falta de aplicação das leis.

Os proprietários tem muita culpa, as autarquias e o Governo-

Mas o Zé?