17/02/2016

Pedro Passos Coelho e os chineses


E ao décimo sexto dia de fevereiro do ano da graça do Senhor de dois mil e dezasseis os profetas continuam a prever que raios e coriscos se abaterão sobre esta terra por causa das loucuras do falso messias, que nos governa e cujo pacto com os diabos vermelhos causaram tanto transtorno nas bolsas mundiais a começar pelas asiáticas e estendendo-se até às verdejantes terras alemãs.
Inquieta-os de sobremaneira, que um italiano com nome igual ao de outro tenebroso falso salvador destas paragens, tenha a capacidade de aparentar milagres, que só escondem a malvadez que lhes vai na índole.
Nesses círculos proféticos especula-se ainda sobre o colossal buraco aberto no chão frutuoso do Deustche Bank e ainda não se descobriu como o mesmo falso messias o conseguiu causar, mas que ele é o culpado nenhum deles duvida. Se havia um florescente banco regional, que dava lucros fartos e, da noite para o dia, murchou como se a tormenta trazida por ele tivesse subitamente emurchecido o que tão pujante se revelava!
Mas maior ainda foi o escândalo dos verdadeiros apóstolos ao descobrirem haver dinheiro chinês no negócio das geringonças voadoras. Será que o falso messias estendeu a sua conspurcadora mão a quem nada tinha de seu para as comprar e se socorrera de tal solução para as conseguirem comprar sem nelas investirem um tostão de seu?
Nos círculos do falso messias acenam com notícias do outro lado do Atlântico em como se sabia isso há muito tempo, mas o escândalo continua a contorcer as faces dos iluminados... In ( Ventos semeados)

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