19 dezembro, 2011

Há uns piores que outros, muito piores

 Este último conselho, dito de ministros e de concelho, pouco mais terá servido do que, serem servidos uns cafés e um almoço, fornecido por umas das habituais firmas da especialidade. Pena que Passos Coelho, não se tivesse lembrado da austeridade e não tivesse tomado a peito a nossa sugestão de com um pequeno passeio pela beira Tejo, irem almoçar ao Inatel ali a Santo Amaro de Oeiras.
Não, como todos os bons políticos, passado pouco tempo desse assenhoriarem do Governo, passam a estar nas tintas e deixam a austeridade para os seus "súbditos".
Tantas horas de reunião e findas as contas, nada de novo?
Foi só propaganda: trabalhar em dia de Domingo?
Foi só para dar a oportunidade ao Ministro Relvas voltar a dizer aquilo que todos sabemos - austeridade, mas cortes em quem trabalha e iniciativas para devolver ao crescimento a economia, nada.
Será que este Governo, que age aos empurrões admite que o Zé Povinho ainda não se apercebeu  e acredita que esta tramóia de dizer que se vai passar isto e aquilo, não passa de maquinação psicológica, procurando moldar a espaços a mente dos mais incautos?
Pensando nós, que ainda antes da campanha eleitoral e mesmo depois, estes partidos então na oposição, tinha na manga a solução para todos os "problemas que foram criados pelo governo Sócrates" e hoje mesmo, passados mais de 6 meses, nem uma ideia nova para o rejuvescimento da economia?
Agora, admitem que o Povo pense que durante este dia de ontem, estiveram a resolver, a arranjar soluções para debelar a crise?
Se admitem, pela nossa parte estão mesmo enganados-
Continuamos a pensar que todos os políticos mentem, são incompetentes, não zelam pelos interesses do mais pobres e desfavorecidos, mas, há uns, e neste Governos em especial há muitos, que são muitos piores que outros.
A mim não me enganas tu... uma velha e popular cantiga que se aplica perfeitamente, nos dias de hoje.
 

18 dezembro, 2011

Alenquer - Presépio em 2011



 
 

Inglaterra - novo ultimato tipo Mapa Cor de Rosa?

Passos Coelho e Paulo Portas que actitude vão tomar?
E os portugueses?
 
" As autoridades do Reino Unido estão a preparar-se para a eventualidade de retirarem cidadãos britânicos de Portugal e de Espanha, num cenário em que fiquem sem acesso às suas contas bancárias nos países ibéricos, em caso de colapso dos bancos, noticiou hoje a imprensa inglesa." ( publico )
 

Actualidades(?)



Muitos pais bem precisam - as escolas não são o depósito de filhos mal educados e desrerados

O que se antevia, está a suceder

Falta saber o universo, mas é uma boa notícia, em especial porque desde que o PS saiu do Governo já não há bébés a nascer nas ambulãncias!!!

Pode ser que sim, mas se soubesse?

Com o Conselho de Ministros de hoje, a copisa ainda se vai agravar mais

Tanto dinheirinho deitado ao "lixo"

Talvez? Com certeza que sim.

 Vai reunir em S Julião da Barra, com alomoço no Inatel de Santo Amaro de Oeiras.
Bem podem fazer o passeio a pé, pela "marginal de Isaltino, tomar um aperitivo nos bares da Marina de Oeiras e regressar pelo mesmo caminho, depois de nos tramarem ainda mais

Podem tambem fazer uns "sermões aos peixinhos" do Governo, enquanto esperam por clocação(')
A propósito, onde anda o chefe? - Mário Nogueira

Votos para que não te aguentes nos balanços, mas que o barco (Portugal) não se afunde irremediavelmente

Boas notícias antes do almoço?

17 dezembro, 2011

Crise

Tragédia final aproxima-se
 
"Agora imaginem Portugal no final de 2012: recessão profunda, contas deficitárias e uma dívida já bem acima dos 100% do PIB. Acham que alguém nos vai financiar o défice de 2012 mais a parte da dívida que se vence em 2013? É óbvio que não. O que deixa o país ligado à máquina: o prognóstico é reservado e o desenlace pode ocorrer a qualquer momento. Nessa altura, os passivos continuarão em euros e os activos serão convertidos em escudos e depois objecto de uma profunda desvalorização.
É um cenário trágico." (Daniel Amaral em economico)


16 dezembro, 2011

Imprensa Hoje

Mário Nogueira, mais um desaparecido

Será desta que a Nova Lei das Rendas vai resultar?

E agora, Sócrates ainda  é o único 
 responsável pela crise

Fora do contexto, este título.
Mas o que este cavalheiro disse, não deixa de ser verdade.
Quando um credor, não recebe o que lhe devem, não fica com as calças na mão?
Ora bem....
 Tanta asneira que Passos Coelho diz e não causa tanto borburinho. Porquê?
A senhora da Agricultura e afins, que vai fazer a pouco mais de uma dezena de barcos que vão ficar encalhados em Portugal. Em Espanha são 7 dezenas.

Pode ser verdade, pode ser mentira, mas não esuqcer que não há fumo sem fogo.

Os militares pertencem a uma das diversas castas de portugueses. Ministro tem razão - proteger as castas.

Estou como diz o outro: O dinheiro que a maioria dos portugueses tem no banco, a esses, pouco lhes deve incomodar esta lei

15 dezembro, 2011

Isaltino Morais, ainda ele

Os recursos servem para alterar, protelar, aclarar, modificar, reformular, ilibar, condenar, etc, etc.
No caso de Isaltino, apenas está em causa a prescrição, não será? Mas a prescrição nada tem a ver com o crime cometido e esse está aclarado e até transitou em julgado, de acordo com o acórdão do Supremo Tribunal.
Assim sendo, sobre o enriquecimento, os Euros na Suiça e mais outras tantas coisas, ficou provado que Isaltino só foi descoberto e condenado porque utilizou-se das suas funções como presidente duma autarquia para  produzia tais crimes.
Porque razão não existe perca ou suspensão imediata de mandato para situações deste tipo?
Claro que as leis quando são "confeccionadas", "cozinhadas", os seu artificies não querem que a "paparoca" se esturre e deixam ficar atempadamente em "banho Maria" situações como esta.  Lindo

Passos Coelho - ri-te. ri-te


JUSTIÇA

Com uma Justiça assim, não seria bom, uma reciclagem geral

Afinal Isaltino tem razão?
Condenado, vai ser, mas prisão, NÂO
Uma outra vergonha - o tempo não volta para trás nas prescrições
A culpa é do arguido que de contestação em contestação vai protelando a aplicação da pena?
O Supremo diz e a Relação diz que não? Onde ficamos?

Senhora Ministra, acabou o seu estado de graça
Só tem dado prejuízo ao Governo


Sabemos que por este lados também há nódoas, muitas delas escondidas.







CRISE abolida

Os artistas da palavra, os que tudo resolvem e nada concretizam.
Uma frase na Constituição, resolve tudo. Até a Crise?

"«Bruxelas decidiu há dias um limite para o défice estrutural: 0,5% do PIB. Tudo bem, défice estrutural soa a coisa má, é bom que lhe ponham rédeas curtas (0,5% parece razoável). PSD, CDS e PS estão de acordo, não é bom? É. Questão resolvida, podemos passar a outro problema? Népias. Em Portugal nada está resolvido sem se articular, muito bem articuladozinho, na Constituição. Ora, não constam nela, nas cerca de 32 mil palavras constitucionais, nem o termo "défice estrutural" nem o cabalístico "0,5%". Na Constituição desta República até há a palavra "coroando", mas "défice estrutural", não. É grave, porque em Portugal pode faltar trabalho para metalúrgicos e para pescadores de tainhas mas nunca para constitucionalistas (e de Coimbra, meu Deus!). Daí que a boa vontade dos governantes e oposicionistas portugueses acerca da ordem de Bruxelas tenha emperrado. Passos quer a "regra de ouro", como ele lhe chama, na Constituição; Seguro quer a coisa numa lei paraconstitucional. Discute-se e parece que será longo. Vocês vão dizer-me: mas se se trata de pôr um limite ao défice porque é que não se faz por isso e conversa acabada? Homens de pouca fé! Porque estando na Constituição fica garantido. Por exemplo, no art. 20, diz-se: "A lei define e assegura a adequada protecção do segredo de justiça." E não é que bastou a lei dizer? Então, põe-se "0,5%" na Constituição, é tiro e queda. Já agora, porque não pôr "acabou a crise"?» [DN]" Ferreira Fernandes escreve

Pedro Passos Coelho

"Isto não é um governo, é uma organização terrorista governamental.

Depois de se candidatar ao Nobel da ignorância ao inventar o conceito de mínimo denominador comum parece que o primeiro-ministro deste pobre país que não merecia tão triste figura inventou mais um conceito aritmético, esperava-se que o défice fosse de 2,9% e que a dívida aumentasse na mesma proporção, mas graças a um negócio muito provavelmente duvidoso o défice será de 4,%. E o que descobriu tão brilhante personagem? Em vez de descobrir que a dívida soberana aumentou 4,5% chegou á conclusão absurda de que sobraram 3 mil milhões para gastar onde bem entender. Aumentados os impostos e eliminados os subsídios o governo já se gaba de nadar em dinheiro e vai a correr dá-lo aos seus amigos.

O problema é que não sobrou dinheiro nenhum, o que Passos coelho está fazendo é desbaratar o dinheiro da segurança social inviabilizando-a no futuro, gasta agora o dinheiro das pensões dos bancários e daqui a uns anos vai dizer que a segurança social é inviável, defendendo a sua privatização e mais cortes nas pensões." ( In O Jumento )

14 dezembro, 2011

Folga orçamental pode chegar aos 3 mil milhões

Passos Coelho: Folga orçamental pode chegar aos 3 mil milhões

 A cada dia que passa fica mais evidente a irresponsabilidade política de Passos Coelho. Antes e durante o processo da votação do Orçamento do Estado, não havia margem, folga, qualquer possibilidade, a não ser: cortes no subsídio de Férias e Natal, cortes na Saúde, cortes na Educação, cortes na Segurança Social, em suma: cortes.

 Tudo, por causa de uma política europeia, com sentido, na austeridade - é preciso ter regras e disciplina -, mas totalmente irresponsável, como é, actualmente, no que concerne ao crescimento e emprego; pois a direita europeia, com o acólito Passos Coelho a fazer suas as determinações de Angela Merkel, é preciso impor sanções e penalizar os incumpridores, como se em período de recessão, como o que atravessamos, pudéssemos adoptar as mesmas regras de um período de expansão económica.

 Há poucos dias, qual novidade - depois do PS ter dito que havia almofadas que permitiam desagravar as condições de milhares de famílias, perante a negação constante do Governo, razão pela qual um dos subsídios não devia ser retirado -, havia uma folga de 2 mil milhões de euros.

 Ontem, para maior surpresa, pois afinal não é uma almofada, é um travesseiro, há uma margem 3 mil milhões, e o Primeiro-Ministro ainda disse que era necessário poupar mais na Saúde, tudo isto no preciso momento em que se apresenta um aumento brutal nas taxas moderadoras, como se a Saúde fosse uma área irrelevante para a vida de uma sociedade e merecesse um tratamento apenas baseado no lucro. Tudo ao arrepio dos novos desafios contemporâneos, que carecem de uma aposta integrada e concertada de diferentes actores, no qual o Estado tem um papel crucial, para lidar com um conjunto de novas enfermidades que ameaçam a nossa sociedade.

 Por este andar, acaba-se com o sector público, taxa-se tudo, por tudo e por nada, e ficamos com as contas em ordem. Porém, um país não são só números, e se este Governo já lida mal com números (não havia margem, mas há folga!), com as pessoas a relação e tratamento das pessoas tende a ser cada vez pior.

 Passos demonstra nem ter a cura, que dizia ter, nem faz o tratamento, uma vez que conduz o paciente (Portugal) a um estado ainda mais vulnerável, e sem necessidade, como as suas palavras demonstram.


Por onde andam...?

 

Passos Coelho


Boa... Passos Coelho, todos estamos contigo! 
( a caminho do precepício)

Ouro

13 dezembro, 2011

banca derrapa


"A banca foi o sector que mais penalizou a sessão de hoje da bolsa de Lisboa. Os quatro grupos bancários com presença no PSI-20 (BCP, BPI, BES e Banif) terminaram nos últimos lugares do índice, com quedas entre os 5% e mais de 6%."
 
 

Défice baixa com "roubo e fundo das" pensões

Com as calças do meu pai, tambem eu sou um homem

"Défice fica abaixo dos 4,5 por cento

Primeiro-ministro revela em primeira mão ao CM os números do défice. Fundo de pensões da Banca determinantes para o bom desempenho das contas públicas." ( cmjornal )

 

Ministros explicam...

 
Quem não se  consegue fazer entender para fora, será que o consegue fazer para dentro?
 
"PSD pediu a ministros e secretários de Estado que fossem para o terreno explicar aos militantes as duras medidas de austeridade que estão a implementar e preconiza um governo de diálogo e proximidade. "É importante as pessoas e os militantes estarem cara a cara com os ministros. É fundamental haver esta proximidade", diz ao i o presidente da distrital do Porto, Fernando Virgílio Macedo, que é um dos adeptos de "um governo de proximidade".

O Orçamento do Estado levou o PSD a realizar mais de uma dezena de acções com militantes do partido em vários pontos do país. O guião foi coordenado pelos sociais-democratas a nível nacional e contou com a colaboração dos ministros Miguel Macedo, da Administração Interna, e Vítor Gaspar, das Finanças.

A intenção é que o contacto entre os militantes e os governantes seja "permanente" e estão já agendadas para Janeiro acções – abertas aos militantes e à restante população – com o ministro da Saúde, Paulo Macedo, e o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, no Porto. "O objectivo é que todos os ministros percorram o país para prestarem contas", diz o secretário-geral adjunto do PSD, Luís Vales, com a convicção de que os militantes ficam "mais tranquilos" depois das explicações dadas pelos governantes."

 

Assunção Esteves, também tu?

A presidente da Assembleia da República condenou hoje o "modelo soberanista" de "cada um por si" da União Europeia, que está "sem coragem e sem rumo" numa altura em que a pobreza e o desemprego alastram.

 
 

Desvio Colossal ? As contas estão aí

Desvio colossal.2

10/12/2011 | 20:41 | Dinheiro Vivo

Volto à mais básica das aritméticas (os leitores que me perdoem.). O Governo obteve receitas extraordinárias este ano, por duas vias: 6.000 milhões de euros dos fundos de pensões da banca; e mais 850 milhões, da sobretaxa sobre o 13º mês. 

Tudo somado, 6.850 milhões de euros. Viu-se forçado a fazê-lo, afirma, devido ao "desvio colossal" de 2.000 milhões, nas contas do 1º semestre de 2011 – pesada herança do governo anterior do PS. 

Soube-se, entretanto, que esse desvio se deveu, em grande parte, a motivos irrepetíveis: encargos com o BPN + despesa adicional revelada na Madeira, num total de 1.100 milhões. Além destas despesas extraordinárias concluiu-se, assim, a primeira metade do ano com uma quebra parcial de receita, conjugada com gastos correntes e de capital a mais, de 900 milhões de euros.     

E o que terá acontecido, entretanto, na segunda metade do ano? Se a receita extraordinária soma 6.850 milhões, mas existem disponibilidades, no montante de 2.000 milhões, para pagar a fornecedores do Estado, isso significa que 4.850 milhões terão de ser usados para tapar o défice existente a mais até ao fim do ano. 

Entretanto, as más surpresas, oriundas da RAM (Região Autónoma da Madeira), não param: surgiram, em Outubro passado, mais 200 milhões de encargos adicionais.

Recapitulando: dos 4.850 mil milhões de défice em excesso (2,9% do PIB), 1.300 (1.100 + 200) são despesa extraordinária ( 0,8% do PIB) e os restantes 3.550 resultam da actividade "ordinária" de todas as organizações do Estado ( 900, no 1º semestre; e mais 2.650, no 2º semestre de 2011).

Seria irresponsável desconhecer o efeito, nas receitas e nas despesas do OE2011, das medidas de ajustamento, levadas a cabo desde a tomada de posse do actual Governo. Em boa parte, acordadas com a troika, logo, incontornáveis. 

Mas a explicação aos cidadãos deste "desvio colossal.2", da responsabilidade política do Governo PSD/CDS-PP, está por dar. As coisas são o que são. A crise acelera tudo: encurta o período de graça de qualquer Executivo e obriga a tomar medidas a uma cadência superior ao normal. Não vale a pena é tapar o sol com a peneira de slogans, como a  entrada em cena de um festejado "excedente". Só para ocultar que, em termos regulares, continua a haver um défice excessivo, equivalente a 2,1% do PIB. ( dinheirovivo )