19 março, 2009

Professores

Alguem dá por eles?

Que se fiquem pelas escolas, onde muitos deles ainda poderaão fazer um trabalho honesto no sentido da modernização do sistema de ensino e na melhoria das habilitações dos "seus alunos".

Aconteceu o mesmo ao professores que ao "crédito bancário" – o descrédito

Professores exigem «propostas concretas» sobre estatuto

Manuela Ferreira Leite – foi à bruxa

Só pode ter ido à bruxa.

Nestas suas viagens relâmpago que agor vai fazendo dia a dia, na tentativa de que as TV lhes apanhe um angulo que a possa beneficiar na fotogenia, continua a dizer umas tantas "larachas" para auto-alimentar o seu ego.

Esta foi o cumulo.

Para quem queria acabar por 6 meses com a democracia, dizer que já agnhou as eleições antes de elas se realizarem, não cabe na cabeça de nunguem.

Que se cuidem os portugueses . . .

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, afirmou-se esta quinta-feira, em Bruxelas «segura» de que vai chefiar o próximo Governo português, concordando com um «prognóstico» avançado instantes antes pelo presidente do Parlamento Europeu.

Poeta Alegre

Os poetas tambem, para alem de deputados, podem ser cobardes e hipócrates.

Alegre deveria ter dito tudo isto e muito mais, não há muito tempo atrás. E não o fez.

Foi cobardia, oportunismo, fuga da realidade, medo do confronta com os seus "antigos" companheiros do PS.

Quem assim age, não pode merecer confiança.

O ex-candidato presidencial Manuel Alegre deixou, esta quarta-feira, avisos ao Governo, dizendo que coragem não pode confundir-se com obsessão e que são precisos aumentos de salários para evitar o colapso da economia e uma explosão social, escreve a Lusa.

Dia do Pai

Esta invenção dos dias disto e daquilo, tem a sua piada.

Porque hoje é dia do Pai, não de todos os pais, mas daqueles que sempre o souberam ser.

Há pais bons e maus, com bom feitio e mau feitio, brancos, ciganos e pretos.

Há pais que já morreram, e há filhos de alguns pais, que jamais os virão a conhecer, por terem morrido antes dos filhos terem nascido.

Há pais emigrados e há pais presos e desaparecidos, há pais ao serviço da guerra e da paz.

Há casados, solteiros e divorciados.

Há pais esquecidos e pais recordados.

Há pais que abandonaram os filhos.

Há pais, para serem recordados por todos os motivos.

Há pais e há pais.

18 março, 2009

Alerta – Palavra do Poeta Alegre


 

Tantos anos "calado". Então só tinha "tempo" para "contabilizar" poesia.

Agora tanto fala – (por bastos interesses imediatos ou a prazo)

Lá diz o velho ditado – não há fome que não dê em fartura

 
 

No dia em que José Sócrates vai ao Parlamento debater os apoios às famílias em tempo de crise, é esse o tema do debate quinzenal agendado esta tarde, Manuel Alegre alerta para o risco dos sacrifícios pedidos aos portugueses nos últimos três anos terem sido inúteis.

Manuel Alegre alerta para risco de sacrifícios inúteis <TSF>

Av Sergio Viera de Melo - Porto Salvo




Desde Setembro, quando foi denunciada esta situação, tudo continua na mesma.
Perigo para quem, "não veja o buraco"
Não terá havido "responsável camarário ou da Freguesia ( se ainda por lá existir alguem que se interesse pela Freguesia) que não tivesse passado por este local?
Não cremos que tal não tivesse acontecido . . .

17 março, 2009

O Poeta e o Passarinho

O Poeta Alegre


O passarinho contente

Cada qual com o seu poema "musical"

Paço de Arcos e Oeiras










Pinos para todos os gostos . . .
Em vez de se multarem os prevaricadores que usurpam a seu belo prazer os passeios, as areas de passagem de peões, etc., etc.,, gastam-se milhões com estas sementeiras de aço por tudo o que é sítio.
(A PSP e a Municipal, passam, mas não terão "tempo" ou vontade de penalizar quem não tem considerção pelo seu semelhante)

Manuela Ferreira Leite - inventa novo significado para

Manuela Ferreira Leite deixou de estar calada, para falar" por dá cá aquela palha"
Vai daí, em cada beco ou esquina, bota palavra.
Agora deu para "inventar" novo sentido para algumas palavras.
Diz então que a "teimosia" é o que mais de errado existe no actual governo.
Enquanto não lê as notícias do dia que dizem, por exemplo, que a retoma nos Estados Unidos, depois das profundas acções aplicadas por Obama, só darão resultados dentro de 6 meses, chama de teimosia a tudo o que não dá o seu aval ou é contra.
Como não é ela que está no Governo e o Governo não é Ela e, sendo assim, quem está no Governo, não satisfaz as suas vontades ou os seus caprichos, vai de chamar teimoso.
Pois bem, ao que se sabe, um teimoso, nunca teima sózinho, não será? Mesmo assim, veremos quem terá razão.

"Teimosia" é o que "de mais errado existe no actual governo"
17h22m
A presidente do PSD considerou que a "teimosia" em seguir determinadas políticas é "o que de mais errado existe no actual governo" e apelou aos autarcas para centrarem a campanha eleitoral nas questões sociais.
"O que está errado neste momento é que, perante resultados claramente negativos, em que o país não progride, teimamos, insistimos nas mesmas politicas", referiu Ferreira Leite.
A líder social-democrata falava numa recepção na Câmara da Covilhã, cidade que hoje visita, e onde comparou Portugal a um doente sem melhoras e cujo Governo insiste "nas mesmas receitas".

16 março, 2009

Hipoteca

Ou não será que os bancos andaram a vender e os que acreditaram, a comprar gato por lebre?

E em Portugal, é diferente?

Cidadão médio demora 61 anos a pagar a sua hipoteca

Terminar de pagar o empréstimo habitação em Madrid, Catalunha e País Basco é praticamente impossível

Afinal em que ficamos?

Este americano, nem consultou a "inteligência lusitana" para fazer uma afirmação destas?

Não mencionou na sua bibliografia – Ferreira Leite, Cavaco Silva, Medina Carreira, Bagão Felix, Louçã ou . . . etc, etc

Fed: recessão económica pode terminar em 2009

A recessão nos EUA deverá terminar no final de 2009 e a retoma começará no próximo ano, afirmou esta segunda-feira o Presidente da Reserva Federal Americana (FED), afirmando que o perigo de uma depressão igual à de 1929 está agora afastada.

Há mais poetas para além do Alegre

Sobre a manifestação.

Sempre vão aparecendo, ao sabor da "moda" de ocasião uns adjectivos que. Tão usados por alguns políticos, até parece que se tornam como uma verdade adquirida por quem os arremeça.

Com matemáticos e politólogos destes, não se sabe porque Portugal anda pela cauda da Europa.

E o Manuel Alegre está à espera do quê?

Depois desta manifestação de arrogância e de desnorte do chefe do seu partido, ainda tem dúvidas?

Não se atrase, forme já o seu movimento, vão à europeias. Depois, com o vosso milhão de votos, mais os 600 000 do BE, mais os 500 000 do PCP, vemo-nos livres de vez, do inginheirooooo. Nem maioria simples consegue. E ainda bem. Estamos fartos de PS.

Professores do 1º Ciclo - Que atrazos . . .

Quem tira os professores da sua pasmaceira, tira-lhes tudo.

Tudo o que não seja continuar na "vaca fria" está contra os seus principios.

Não devem ter filhos, sobrinhos, afilhados ou netos, com jogos de computadores e computadores em casa.

Aqui está uma das muitas razões porque o nosso ensino tem andado pela rua s da amargura.

Professores não querem ensinar, alunos não sabem que estão a ser mal ensinados e assim temos andado anos e anos de braço dado com todo este "faz que anda, mas não anda"

Meus senhores, aprendam e ensinem, é para isso que foram para essa profissão e é para isso que uma parte dos impostos do Zé Povinho servem.

São mesmo contra o progresso. Já começa a enjoar (enojar) este tipo de contestação e de queixinhas

«Os professores do 1.º ciclo começam a revelar impaciência com as solicitações diárias a que têm de responder devido aos registos, actualizações e rectificações do computador Magalhães. As queixas têm sido muitas, e cresceram após o anúncio de que serão enviadas às escolas pen drives para corrigir os erros de Português detectados num programa.»

Paço de Arcos - Zona Histórica


Palácio dos Arcos
(Futuro Hotel)

15 março, 2009

Paço de Arcos - Zona histórica


Paço de Arcos também é assim . . .
No 1º andar, em tempos foi uma Escola Primária

BE – Louçã

Louça esqieceu-se que por muito menos, "correu" com Sá Fernandes da Camara de Lisboa.

Ora aqui está um sinal bem expressivo da coerencia revoluvionária – o velho funil.

Quem pode acreditar em políticos destes?

«Manuel Alegre tem tido actos de coragem, de coerência, que mostram o seu valor e carácter".

A frase é do líder do BE, Francisco Louçã, para quem a tese de uma aproximação do deputado do PS aos bloquistas "é uma especulação sem qualquer sentido".»<Correio da Manhã>

Governo – 4 anos

Manuela Ferreira Leite acordou tarde e como passou todo o tempo que não presidiu ao PSD a dormir, fala, fala por falar. Uma maneira hipócrita e indecorosa de fazer política

Como uma boa parte destas verdades, se contraria a "mentira" propalada obstinadamente por Manuela Ferreira leite

«Excepção feita à crítica às grandes obras públicas com que José Sócrates espera disfarçar a crise e o desemprego e deixar marca na geografia e na despesa de Portugal, não há nada mais, no balanço feito por Manuela Ferreira Leite aos quatro anos de Governo socialista, que eu subscreva. Não é verdade que tenha sido a governação financeira dos três primeiros anos a razão da crise hoje vivida. É redondamente falso: foi a política de contenção do défice público (com crescimento económico reduzido, mas, apesar de tudo, positivo), que permitiu que o país não fosse apanhado de calças na mão, quando toda a economia mundial implodiu, arrastada pelo estouro do sector financeiro e imobiliário americano. Esses três anos dedicados a pôr um travão ao grande deboche financeiro dos Governos Durão Barroso e Santana Lopes (de que ela fez parte, como ministra das Finanças) é o que hoje consente ao Estado ainda ter alguma capacidade de intervenção contra a crise e de endividamento externo.

Também não é verdade que o Governo de José Sócrates tenha adoptado uma política de "conflito e humilhação" com largos sectores do funcionalismo público, como professores, médicos, juízes, polícias, militares. Pelo contrário: o conflito e o papel de vítimas humilhadas foi a atitude adoptada por todos os sectores corporativos que se sentiram pela primeira vez ameaçados por um Governo que finalmente ousou desafiar privilégios adquiridos sem justificação. É certo que muitas vezes o Governo se precipitou na ânsia de fazer rapidamente reformas que esperavam desde o salazarismo e o PREC a oportunidade de serem feitas (ainda há dias a Comissão Europeia chamava a atenção para a morosidade dessas reformas), e que outras vezes lhe faltou humanamente a paciência para tentar convencer quem supostamente serve o Estado que não tem de se servir primeiro a si próprio. Manuela Ferreira Leite (que já foi ministra da Educação) deve saber que o Governo tem toda, toda a razão no conflito com os professores; deve saber que as reformas do ex-ministro Correia de Campos na Saúde revelavam coragem e reflexão adequada e que acabaram derrotadas pela demagogia local e corporativa; deve saber que a reforma do financiamento da Segurança Social (que Cavaco Silva e depois Guterres tinham jurado ter assegurado até ao século XXII) salvou o sistema de uma bancarrota iminente, tornada inevitável pela simples evolução demográfica; deve saber que, se alguma coisa falhou, na reforma da legislação laboral, foi a timidez motivada pelo medo de enfrentar a contestação generalizada dos sindicatos, não se ousando ainda quebrar a funesta aliança entre a lei e a jurisprudência, num sistema que protege os trabalhadores maus, afasta o emprego jovem e asfixia as pequenas e médias empresas. Assim como deve saber, inversamente, que foi a total ausência de ousadia em reformar a Justiça de alto a baixo (excepto uma nova e mal amanhada legislação penal) que contribuiu para que a Justiça seja a coisa mais injusta que existe em Portugal e o ministro Alberto Costa a figura mais decorativa deste Governo. Mas, curiosamente ou não, é nas áreas onde o Governo tem sido pior que o PSD mais tem estado ausente nas críticas: na política para a comunicação social (a inacreditável e até suspeita abertura a um 5º canal de televisão, a suposta lei contra as ameaças à liberdade de imprensa, agora vetada por Cavaco Silva), protagonizada pelo espalha-brasas do ministro Santos Silva; a política externa a que preside o sempre popular MNE (neste caso, Luís Amado, que só passará à história pelo insustentável reconhecimento do Kosovo); a política de Segurança Interna, onde um ministro de ocasião flutua sem rumo; ou a política predadora do Ambiente, encabeçada por um ministro verbo-de-encher. Sobre tudo isto, o PSD não tem política alternativa, não tem críticas a fazer, acha, como Sócrates, que não tem grande importância porque não é aí que se decidem votos.

Os quatro anos de Governo Sócrates têm, para mim, dois períodos claramente distintos: o primeiro período de três anos, em que José Sócrates fez planos para arrumar as contas públicas e ensaiar um mínimo de reformas no aparelho de Estado, de modo a que, tendo servido à partida a parte má — como mandam os livros — poder depois viver um ano de descompressão e benesses que lhe garantiriam tranquilamente uma maioria absoluta. E tão mais tranquila, quanto a verdadeira oposição só existiu nas franjas da direita (PP) e da esquerda (BE): o PCP manteve-se no eterno sono leninista, não acreditando já em poder tomar o poder a partir da rua, mas acreditando ainda que a rua podia impedir qualquer Governo de governar, mesmo um de maioria absoluta; e o PSD, entre Marques Mendes, Filipe Menezes, Ferreira Leite e o fantasma de Marcelo Rebelo de Sousa, viveu na deliquescência fútil em que sempre mergulha longe do poder. Se as eleições tivessem sido há um ano, e ainda no rescaldo do grande êxito pessoal que foi a presidência europeia e a cimeira de Lisboa, José Sócrates teria ganho com perto de 50% dos votos.

A partir daí, começaram os sarilhos: as manifestações de professores, a Universidade Independente, os projectos da Guarda do jovem engenheiro Sócrates, a impaciência de Manuel Alegre com o 'seu' milhão de votos. Mas para tudo isso ele chegava de carrinho: só uma tempestade poderia fazer alterar radicalmente as coisas. Não seguramente a oposição — fosse a do Parlamento, a interna ou a da rua. E aconteceu a tempestade. Desencadeada lá longe, graças à irresponsabilidade do sr. Greenspan, à cobiça insane dos Madoff dos EUA e à imbecilidade decisiva do sr. Bush. E graças à irracionalidade e amoralidade de um sistema financeiro especulativo que se apoderou da economia — e que, internamente, Sócrates tanto consentiu e estimulou também.

Quando as nuvens negras pressagiando uma tormenta nunca vista se começaram a acumular no horizonte, Sócrates e Teixeira dos Santos (que tão bem tinham sabido gerir em tempos de problemas habituais e conhecidos), começaram por não acreditar que o tufão que se desenhava pudesse chegar a este lado do Atlântico. Nisso, estiveram, aliás, muito bem acompanhados por toda a gente — aqui, na Europa e no resto do mundo. Quem disser que previu e que aconselhou a tempo, que se candidate ao próximo Nobel de Economia. E ainda terá de demonstrar que, mesmo avisado e reagindo antes, alguém, algum país, poderia ter escapado à crise actual. Sócrates não foi excepção, mas deixou a desagradável impressão de ter começado por ceder ao pânico inicial, precipitando-se a despejar dinheiro do Estado para cima de todo e qualquer sobressalto (como o BPP e o BPN), anunciando uma nova obra pública a cada nova notícia de despedimentos, distribuindo tantos milhões por toda a gente que já ninguém consegue fazer contas e perceber de onde vem tanto dinheiro, até onde durará e até quando será necessário pagá-lo mais tarde.

Agora, a sensação que tenho é de que José Sócrates governa à vista e tem uma vela acesa ao Senhor dos Aflitos cada dia que acorda. Está sem rumo, claro: está o mundo inteiro sem rumo e não é Obama qualquer um. A capacidade de reunir os povos em tempos de crise, mesmo "tendo apenas para prometer sangue, suor e lágrimas" é o que distingue um estadista de um simples político. Desgraçadamente, o tempo dos estadistas já morreu na Europa: basta pensar que Durão Barroso é presidente da Comissão Europeia e está tudo dito. » [Expresso assinantes]

Ribeiro e Castro

Ao que se sabe, Ribeiro e Castro nunca fez nada na vida, a não ser política.


 

Antigo dirigente e militante histórico do CDS-PP

Narana Coissoró: candidatura de Ribeiro e Castro às europeias seria "merecida" 

Professores

Cada dia que passa, se fica com a sensação de que os professores são "gente rara".

Qualquer ignorante, analfabeto, estúpido ou não, como eles costumam chamar a todos os que não concordam com as suas tomadas de posição e ideias, há-de pensar?

Depois de mais de 2 anos:

  • a discutir a AVALIAÇÂO e mais não se sabe bem o quê ;
  • Manifestações para aqui, ali e acolá;
  • Chamarem todos os nomes possíveis e imaginários ao Governo, Primeiro Ministro e Miniustra da Educação.
  • Plenários da de todas as estruturas sindicais;
  • "Boleias" para aparecerem em tudo o que é programa de rádio, TV e primeira páginas dos jornais
  • Em que a grande maioria, falou em tudo, menos nos alunos e nas escolas, etc, etc.

Decobriram agora que vão fazer propaganda contra o Governo? Então já não o têm feito durante todo estes anos?

Vão fazer plenários nas escolas, discutir os problemas, as formas de luta?

Mas que é isto?
Então e o NOGUEIRA, não diz nada ? Já foi destituido, ou já causava enjoo a quem o via quase diariamente?

Senhores professores. Basta.

Sabem que na maioria dos casos, não há razão nenhuma para todas as atitudes que tem vindo a tomar.

Não lhes interessa os alunos, as escolas, as matérias a dar – apenas lhes interessa o fim do mês e um ordenado chorudo e pouco suado, mas sempre certo. Sorte que a grande maioria dos pais dos alunos que deveriam ensinar com profissionalismo dedicação e dignidade, não o têm. Muitos desses pais de alunos, não sabem se no dia seguinte tem trabalho, muito menos salário.

Tende vergonha e um pouco de siso, que ficando bem a qualquer, ficará muito melhor a um professor.

Movimentos de professores aprovam crachá contra voto no PS e em Sócrates

Os cinco movimentos independentes de professores reunidos hoje, em Leiria, aprovaram por maioria a proposta de realização de um crachá com inscrições "Sou professor não voto neste PS" e "Sou professor não voto em Sócrates".

No Encontro Nacional de Professores em Luta, foi ainda decidido solicitar aos sindicatos que junto das escolas "discutam as acções a encetar até ao final do ano", revelou o responsável do Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores, Ilídio Trindade.

Segundo o docente, o objectivo é que os sindicatos "discutam nas escolas com propostas concretas, nomeadamente, se se há-de fazer uma greve às avaliações ou uma greve prolongada, de três dias no mínimo".

"Terá de ser feito o levantamento da vontade dos professores para se saber qual é a forma de luta mais dura a tomar até ao final do ano", explicou Ilídio Trindade, sublinhando que uma greve de três dias "tem alguns prós e alguns contras", não podendo ser decidida "como fazer uma manifestação", pelo que defendeu a sua ponderação, insistindo na "auscultação dos professores".

"Gostaria que essa sugestão, a ser dada, a ser decidida, fosse feito pelo conjunto de professores", declarou. Os cerca de 150 professores presentes decidiram ainda realizar um encontro ou um fórum nacional no qual os partidos políticos vão ser desafiados a fazer um compromisso educativo. "Para nós sabermos claramente quais são as suas posições para quando se apresentarem às eleições", disse o dirigente.

Sindicatos

A tropa de choque do PCP e do BES. Afinal tanto que eles se odeiam?

Para que servem os Sindicatos?

Para fazerem manifestações? 15 mil sindicalistas erguem "Manif" . Ora aqui está para onde vai parte do nosso dinheirinho, pago a essa gentalha que anos e anos seguidos, no Estado, nos CTT, na PT, nas Escolas, por tudo o que é funcionalismo público, gozam da regalia de ter os vencimentos pagos pelos contribuintes e defendem sempre em primeiro lugar os paridos que apoiam.

"Numa altura em que o desemprego é o maior problema com que a nossa comunidade se debate, mais do que nunca seriam necessários sindicatos fortes e preocupados em encontrar soluções e não dispostos a ser instrumento de forças partidárias". <Diário de Notícias>

13 março, 2009

Homem fora da prisão. Porquê

Pois, só não foi explicada razão porque o "homem" andava na rua – à solta, a monte, como?

De quem foi a culpa?

Afinal que noticia é esta?

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Vila do Conde e conduziu ao Estabelecimento Prisional de Guimarães um homem que devia estar a cumprir pena de prisão há quatro anos, disse à Lusa uma fonte policial.

A fonte explicou que o homem, de 37 anos, foi detido quarta-feira por efectivos do Departamento de Investigação Criminal de Braga da PJ.

Os crimes que lhe foram imputados são de roubo, furto qualificado e ofensa à integridade física grave.


 

Manifestação da CGTP

Será que alguem já perguntou a Carvalho da Silva o que a manif vai resolver?

Será que por causa da manif as empresas vão facturar mais?

Vão ter mais encomendas nacionais e do estrangeiro.

Vamos deixar de importar e produzir em Portugal mais frutas e legumes em vez de as importarmos da estranja?

Os Jornalistas que fazem as reportagem não sabem quantos colegas foram despedidos nos últimos tempos ? Não conseguiram resolver a situação, pois não?

Será que a maioria do Zé Povinho acredita que as manifestações de rua, obrigam os empresários a ser mais honestos e os banqueiros a não ganharem tanto dinheiro?

Será que esse mesmo Zé Povinho não sabe como são e donde são mobilizados a maioria desses "trabalhadores"?

Ou vamos voltar aos tempos da Cintura Industrial de Lisboa e à reforma agrária que tanto desenvolvimento e lucro deu a este país?

Maior manifestação em Lisboa

Manifestação ultrapassou as 200 mil pessoas, afirma secretário-geral da CGTP

Professores

Lá se vai uma boa parte da cotização para os sindicatos e para a CGTP – menos dinheiro para a organização das manifestações.

Não será esse o problema?

Alguem acredita nestes números da FENPROF ?

Estão previstas 20.603 vagas, mas apenas 2600 serão novas entradas no sistema

Sindicatos
entregam abaixo-assinado contra regras do concurso de professores
 

Poeta - Alegre

O poeta anda com delírios.

O carnaval já passou e se não fosse o estarmos na Quaresma, sinal de luto, seria uma óptima altura de umas estridentes gargalhadas.

O Poeta Alegre, vai ter que pedir desculpas a muitos milhares de portugueses por tudo o que nos ultimos tempos tem feito contra o PS e vai ter que dar contas, do muito pouco ou nada que tem feito enquanto deputado.

Terão que ser contabilizadas as faltas sistemáticas aos plenarios e comissões do Parlamento.

Arrota a postas de pescada e anda de buço emproado como os perús em vesperas de Natal.

Que se cuide com a água benta, pois do resto já tem de sobra.

Manuel Alegre exige que José Sócrates se demarque das declarações de José Lello 

O deputado Manuel Alegre exigiu hoje uma demarcação da direcção e do secretário-geral, José Sócrates, das declarações de José Lello, caso queira contar com ele nas listas de deputados às próximas legislativas.

Associação Nacional de Freguesias

Mais uns milhões, para uns tantos "autarcas" que pouco mais fazem que "assinar papelada" e aumentar os seus vencimentos no final de cada mês.

Veja-se, em Porto Salvo, como o dinheiro dos contribuintes é gasto por um Presidente que nem se dá por ele.

Qunatas centenas não haverá por esse país fora?


 

A Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE)
deverá esta sexta-feira entregar uma acção contra o Estado pelo incumprimento da legislação na remuneração dos presidentes de junta que exercem
a tempo inteiro, escreve a Lusa.

A garantia do processo foi dada na terça-feira pelo presidente da ANAFRE, Armando Vieira, que referiu que a acção poderá ser entregue também em outros pontos do país.

Esta decisão vem no seguimento da reclamação dos autarcas junto do Governo e dos grupos parlamentares, para a inclusão de uma verba de cinco milhões de euros no Orçamento de Estado de 2009, para pagamento de salários dos presidentes das 330 maiores juntas de freguesia do país, que exercem o cargo a tempo inteiro.

Este ano, segundo a ANAFRE, o Governo entendeu que a verba em causa poderia ser retirada do Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF), o que a associação considera ilegal face à legislação em vigor, que enquadra o regime aplicável ao exercício do mandato em termos de remunerações

Professores

Se a Fenprof continua a pensar que o ME é uma instituição de caridade para dar guarida a todos aqueles que quizeram ou querem ser professores, deve estar enganada. Já basta o pagamento dos vencimentos das centenas de sindicalistas que não deram nem dão uma única aula e estão a ser "alimentados" pelos bolsos dos contribuintes.

Como as avaliações e tudo o resto já deram o que tinham a dar, agora trouxeram mais esta bandeira para a opinião pública.

Já chega.


 

O Ministério da Educação negou a intenção de despedir professores em consequência das novas regras de concursos, uma acusação feita pelos sindicatos e reiterada pelo PCP na Assembleia da República.

Um comunicado do ministério divulgado esta tarde «desmente categoricamente a existência de qualquer despedimento de professores», apresentada «como resultante das novas regras para o concurso de professores».

Na quarta-feira, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirmou que o concurso que começa sexta-feira será «o maior despedimento de sempre de professores», estimando em 20 mil o número de lugares a extinguir, uma vez que há 33 mil docentes dos quadros de zona pedagógica (QZP), mas o ministério só vai abrir 18 mil lugares para os professores transitarem para os quadros de agrupamento ou escola

12 março, 2009

GNR - Bósnia

En busca de pistas sobre Mladic

Soldados portugueses, miembros de la misión de la UE en Bosnia, montan vigilancia durante el registro de la vivienda de un ex aliado del fugitivo Ratko Mladic en Banja Luka

Obama – mal na Europa

Lá diz o velho ditado popular – cada cabeça sua sentença


 

Los líderes europeos rechazan los planes de Obama contra la crisis

Sarkozy y Merkel creen que superar el deterioro no es cuestión de más gasto, si no de regulación

Devedores do Fisco

Muitos destes, chamados Xicos Espertos, pensavam que não seriam "apanhados". Afinal, foram.

O Fisco
actualizou hoje a lista de devedores com a entrada de mais de 3.753 novos devedores, ultrapassando agora os 18 mil.

Desde que se iniciou a publicitação da "lista negra" em Julho de 2006, o Fisco já arrecadou 689 milhões de euros. Do total, 58 milhões foram pagos pelos contribuintes faltosos em 2006, 243 milhões em 2007, 351 milhões em 2008 e 37 milhões já este ano

Balsemão - prejuízos no seu grupo empresarial

Será que Balsemão não se aconselhou com Manuela Ferreira Leite?

Ou Balsemão não acredita na "Bíblia" de Ferreira Leite para a resolução dos problemas das empresas e do país?

A Impresa
sofreu prejuízos de 26,9 milhões de euros em 2008, contra os lucros alcançados no ano anterior.

Os resultados são muito piores do que o esperado pelo mercado.

Os analistas consultados pelo Diário Económico e pela Bloomberg apontavam para prejuízos de 8,7 milhões de euros.

A empresa de Francisco Pinto Balsemão explica, em comunicado, que os prejuízos se devem a custos de reestruturação de 11,6 milhões de euros e a imparidades de 14,1 milhões de euros.

Face a estes resultados, a dona da SIC vai reduzir em 10% os salários dos membros do conselho de administração.

Louçã e a sua varinha mágica

Louça, tem envelhecido muito nos últimos tempo. Terá sido pelo violento esforço de muito falar? Terá sido pela dificuldade em encontrar a "varinha mágica" que resolveria todos os problemas de Portugal?

BE: «Mais desemprego, mais dificuldades para licenciados»

O líder do Bloco Esquerda (BE), Francisco Louçã, criticou hoje o Governo socialista por em quatro anos de governação existir «mais desemprego, mais dificuldades para jovens licenciados e menos subsídios de desemprego».

Socrates em Cabo Verde

A diferença. Como reagem os que têm pouco . . .

Sócrates recebido em festa numa escola da Cidade da Praia

O primeiro-ministro, José Sócrates, foi hoje recebido em ambiente de festa por centenas de crianças numa escola em que prometeu ajudar o Governo cabo-verdiano no seu programa de distribuição de computadores a alunos do Ensino Básico.

Magalhães

Sem comentários

 

Magalhães: Mais 200 trabalhadores
A JP Sá Couto prevê contratar em 2009 mais 200 pessoas e produzir até ao final do ano 2,7 milhões de computadores Magalhães, disse hoje, em Matosinhos, o director de marketing da empresa

Baptista Bastos


 

Gente que assim escreve, mesmo quando "velhos", de corpo e alma, deixa de merecer respeito.

Como os antigos devotos da unicidade comunista, hoje, são assim . . .

Baptista Bastos escreve:

" Nas últimas semanas temos ouvido e lido uma palavra que, de repetida, se torna numa fastidiosa obstinação: "estabilidade." Há uma falsa serenidade, uma ilusória mansuetude no bojo desta palavra solitária. Lembrou-me, com as distâncias que a sensatez recomenda, a famosa "paz dos cemitérios", de António Sérgio. A sua utilização sempre me sugeriu, por associação de ideias, algumas frases intranscendentes que, rigorosamente, a explicam e justificam: "tenha paciência", "coma e cale-se", "quietinho no seu cantinho."

Há um tédio recíproco entre o partido que nos pede o voto na "estabilidade" e nós, amolgados pelo triste horror do dia-a-dia, e desalentados com a nossa própria imprevidência, que, um pouco levianamente, lhe deu, há quatro anos, a maioria absoluta.

Por outro lado, no conclave de Espinho foi demonstrado que existe um fervor militante espantoso, o qual permitiu, à maneira de Kim Jong-il, um unanimismo jubiloso e compacto a apoiar o líder." In Diário de Notícias"

Paço de Arcos - "Chafariz Velho"








11 março, 2009

Munique - Arena

Local de má memória para o Sporting
Vista do auto-estrada que liga Munique ao aeroporto

11 de Março de 1975

À distãn para se compreender melhor

Vasco Gonçalves pouco mais tempo esteve no Governo. Em Almada "terminou" como Primeiro Ministro

Há 34http://barnabe.weblog.com.pt/arquivo/078352.html anos, o General Spínola tentou um golpe de Estado. Seria derrotado e dessa derrota nasceria um contra-golpe. É dos dias mais confusos que Portugal viveu nos últimos 30 anos. E dos mais contraditórios.

Deste dia resultaria um início do processo de nacionalizações, que seria fundamental para contrariar a descapitalização e o abandono das empresas e alguns fenómenos de sabotagem económica por parte de uma oligarquia protegida durante décadas pelo Estado Novo, habituada a viver num ambiente de monopólio que concentrava a economia nas mãos de meia dúzia de famílias. As nacionalizações, como garantia de uma efectiva mudança de regime, não eram uma novidade na Europa. Em França, com De Gaulle, e em Itália, elas seriam o instrumento fundamental de regeneração de um tecido empresarial intimamente ligado ao poder colaboracionista e fascista, que resistia ao processo de democratização.

Mas, com o 11 de Março, começaria também o afunilamento do processo revolucionário, a concentração de poderes políticos nos militares e o reforço do poder do PCP nos sucessivos governos e nas chefias militares. O Pacto partidos/MFA garantiria que os resultados eleitorais que saissem das eleições de 25 de Abril de 1975 não criariam uma nova legitimidade democrática. O PCP já sabia, nesse momento, que o seu peso eleitoral dificilmente lhe daria a legitimidade de que precisava para comandar o processo revolucionário que então se vivia.

Com o 11 de Março, a extrema-direita foi definitivamente derrotada, as tentativas de regresso ao passado também. Algumas das conquistas fundamentais, que hoje temos como adquiridas, foram institucionalizadas. Mas também foi ali que a revolução deixou de ser apenas uma festa. E foi então que começou a preparar-se o inevitável 25 de Novembro.

Há 29 anos deu-se um importante facto histórico. Contraditório, como quase todos. Há quem prefira rescrever a história e procure em cada data a bandeira que não teve então. Durão Barroso diz hoje que não é do 11 de Março. A questão é esta: qual 11 de Março? O de Spínola? O do PCP? O dos que, estando longe do PCP, resistiram a um golpe que contava, entre as suas fileiras mais activas, com uma extrema-direita que viria a mostrar, no Verão quente, até onde estava disposta a ir na violência e no assassinato como armas políticas? Recorde-se que o então PPD não só condenou violentamente a tentativa de golpe spinolista como apoiou as acções militares para o deter. Como se vê, houve muitas esquerdas e direitas, muitos erros e acertos, nestes tempos conturbados. Escolher, agora, é um processo de desonestidade política.

Por mim, que tinha cinco anos e tenho desses dois anos as memórias contraditórias de outros, prefiro pensar que tanto o 11 de Março como o 25 de Novembro foram indispensáveis. Cada um deles travou os perigos que o outro transportava. Recuso-me a escolher datas e refazer a história. Limito-me a achar que Portugal viveu, naqueles dois anos, um dos mais empolgantes momentos históricos do seu Século XX. Um sobressalto cívico de quem vivera 48 anos de mediocridade e repressão. E recordar que tudo isto aconteceu sem que uma guerra civil tivesse começado. E sentir que, se há coisas que ainda hoje não aceitamos, se há abusos e prepotências que não toleramos, se há direitos que temos como inatacáveis, é porque os conquistámos, enquanto povo, na rua. Ninguém os deu a ninguém. E não aceitar, por parte daqueles que são sempre tão benevolentes para com uma ditadura de 48 anos, dedos apontados a todos os que, nos vários quadrantes políticos, procuraram o caminho nos primeiros dias de liberdade.

Não, o PREC não foi uma infelicidade. Foi uma inevitabilidade. Como canta Sérgio Godinho, que deu o nome ao nosso blogue, «só quer a vida cheia quem teve a vida parada».

Para rever o dia, segue no link em baixo uma cronologia dos acontecimentos de há 29 anos.

00:00: (Tancos) Começam a chegar à B.A.3 mais elementos conspiradores que se reúnem em casa do major Martins Rodrigues.
08:00: O coronel Moura dos Santos reúne alguns oficiais e sargentos da unidade, aos quais dá conhecimento do que se vai desenrolar. Simultaneamente o mesmo é feito por alguns oficiais, comandantes esquadra, major Mira Godinho, major Neto Portugal, e capitão Brogueira em relação aos pilotos das suas esquadras, atribuindo-lhes em seguida as missões respectivas.
09:00: O general Spínola faz uma alocução aos pilotos dos helicópteros e dos T-6, em que se afirma estar a assistir-se à prostituição das Forças Armadas e ser necessário intervir para manter a continuidade e a pureza do processo desencadeado no 25 de Abril. Os meios aéreos destinados a atacar o R.A.L.1, aviões T-6, helicópteros e helicanhões começam a ser municiados.
09:40: (Montijo) Por ordem do comandante da B.A.6, coronel Moura de Carvalho são postos de alerta todos os meios aéreos.
10:45: (Tancos) Começam a descolar os primeiros meios aéreos destinados a atacar o R.A.L.1.
11:30: (Monte Real) Aterra o avião Aviocar vindo de Tancos (B.A.3), o qual transporta o coronel Orlando Amaral e o tenente-coronel Quintanilha. Estes vão à presença do comandante da B.A.5 a quem, na presença dos majores Simões e Ayala, anunciam a existência de uma operação comandada superiormente pelo general Spínola e pelo C.E.M.F.A., no caso da Força Aérea, a qual pretende repor a pureza do espírito do 25 de Abril. O tenente-coronel Quintanilha revela que a operação já se terá iniciado com um ataque aéreo ao R.A.L.1 e pede então ao coronel Velhinho que envie aviões F-86F para fazer passagens baixas de intimidação sobre o R.A.L.1, Avenida da Liberdade e COPCON. O comandante da base hesita, telefona para os seus superiores em Lisboa donde não obtém esclarecimentos.
Entretanto o major Simões faz uma sessão de esclarecimento aos pilotos da esquadra dos F-86F, explicando-lhes por sua vez aquilo que ouvira no gabinete do comandante da base. Nessa sessão alguns oficiais manifestam-se abertamente desconfiados e descrentes do que lhes é dito, opondo-se a colaborar naquilo que consideram um golpe da direita.
11:50: O R.A.L.1 é atacado e são atingidas as casernas dos soldados e os principais edifícios do aquartelamento, resultando na morte do soldado Joaquim Carvalho Luís e 14 feridos.
12:00: (Aeroporto de Lisboa) É encerrado o tráfego civil.
(Quartel do Carmo) Oficiais da G.N.R. no activo e outros já afastados do serviço, comandados pelo general Damião, prendem o comandante-geral e outros oficiais.
12:20: (Tancos) Descolam 3 Allouette, transportando 12 elementos para uma acção armada contra as antenas do R.C.P., em Porto Alto.
12:50: (Lisboa) A 5.a Divisão do E.M.G.F.A. emite a seguinte mensagem a todas as Unidades do Exército, Armada, Força Aérea, G.N.R., P.S.P. e G.F.
"O COPCON, a Comissão Coordenadora do M.F.A. e a 5.a Divisão do E.M.G.F.A. alertam todas as unidades para se colocarem em estado de mobilização para destruir forças rebeldes contra-revolucionárias que neste momento atacam unidades do M.F.A.."
13:00: (Porto Alto) Um grupo de civis armados e comandados por 2 militares atacam o emissor do Rádio Clube Português, interrompendo a emissão desta estação em onda média.
Os atacantes faziam-se transportar em 2 helicópteros seguindo num o major Silva Marques, António Simões de Almeida, João Alarcão Carvalho Branco e José Carlos Champalimaud e no outro o 1°tenente Nuno Barbieri, José Maria Vilar Gomes, Eurico José Vilar Gomes, António Ribeiro da Cunha e Miguel Champalimaud.
O general Spínola tenta aliciar, pelo telefone, o major Jaime Neves, comandante do Batalhão de Comandos nº 11, que lhe responde só obedecer à hierarquia a que está sujeito, o COPCON, com quem aliás já tinha estado em contacto. O general Spínola procura, ainda, falar com o tenente-coronel Almeida Bruno que está presente, mas que se esquiva.
Pouco antes ou depois desta diligência o general Spínola estabelece contacto com o tenente-coronel Ricardo Durão tentando obter por via deste e do capitão Salgueiro Maia, a adesão da E.P.C. O capitão Salgueiro Maia não atende este telefonema.
13:10: (Lisboa) A Emissora Nacional interrompe a sua programação normal e passa a transmitir directamente do Centro de Esclarecimento de Informação Pública da 5.a Divisão do E.M.G.F.A., aconselhando a população de Lisboa a manter-se calma e vigilante em união com o M.F.A. e seus órgãos representativos
13:20: O major Rosa Garoupa telefona para o major Casanova Ferreira comandante da P.S.P. de Lisboa, a pedir-lhe a ocupação do Rádio Renascença e que pusesse "no ar" esta Emissora (na altura em greve) com o fim de emitir comunicados dos revolucionários, acções que se não concretizam.
13:30: (Lisboa) É transmitido pela E.N. o primeiro comunicado da 5.a Divisão.
13:50: (Tancos) Descola um helicóptero Allouette III, pilotado pelo tenente-coronel Quintanilha o qual se desloca com o major Cóias à B.A.5, seguido por dois aviões Aviocar transportando pára-quedistas. Aí tenta garantir a neutralidade da base, ameaçando, inclusivamente, que os pára-quedistas a ocupariam. Em seguida, quando alguns sargentos, alertados por camaradas de Lisboa, tentam prender o tenente-coronel Quintanilha, este evade-se no helicóptero acompanhado pelos Aviocar com pára-quedistas que, entretanto, se tinham mantido sobrevoando a base de Monte Real. As três aeronaves regressam então a Tancos.
14:45: É transmitido o primeiro comunicado emanado do Gabinete do Primeiro-Ministro do seguinte teor:
"Esclarece-se a população terem-se verificado hoje, de manhã, incidentes envolvendo forças militares reaccionárias em tentativa desesperada de travar o processo revolucionário Iniciado a 25 de Abril. Tais incidentes consistiram numa tentativa de ocupação do R.A.L.1, envolvendo meios aéreos e terrestres. A situação encontra-se sob controle, pelo que se apela para que a população se mantenha calma, sem abrandar contudo a sua vigilância. A aliança entre o Povo e as Forças Armadas demonstrará, agora como sempre, que a revolução é irreversível".
15:00: (Tancos) Soldados e sargentos da B.A.3 amotinam-se contra os conspiradores e arrombam as viaturas civis utilizadas pelos elementos estranhos donde retiram armamento.
15:15: A grande maioria dos pára-quedistas que atacaram o R.A.L.1 depõem as armas e juntam-se aos militares desta Unidade. O brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho dá conta ao País da normalização da situação.
17:15: O primeiro-ministro, brigadeiro Vasco Gonçalves, dirige, pela TV e Rádio, uma alocução ao povo português na qual denuncia a acção como tendo sido "um golpe contra-revolucionário"
19:00: (Badajoz) O general Spínola, acompanhado de sua mulher, chega à Base Aérea de Talavera la Real.

11 de Março de 1975


 


 

À data e só dois dias depois


 

Sobre os acontecimentos do 11 de Março -Comunicado da Comissão Política do Comité Central do PCP

    

Quinta, 13 Março 1975

1. Tal como afirmámos no nosso comunicado de anteontem, no dia 11 de Março a reacção sofreu uma grande derrota na tentativa de subverter, através duma criminosa acção armada, o regime democrático instaurado em 25 de Abril. Mais uma vez as forças interessadas em repor no poder o fascismo derrotado jogaram forte e perderam. Muitos dos conspiradores foram presos, os seus objectivos postos a nu. É preciso que sejam severamente castigados. A aliança Povo-MFA saiu reforçada e as forças progressistas viram reforçadas as suas influência e autoridade.

2. Seria, contudo, um erro pensar que a reacção, mais uma vez derrotada, desarmou em definitivo e não tentará novos golpes contra as conquistas democráticas do nosso povo. A vigilância popular deve manter-se, e a todos os manejos suspeitos e subversivos detectados deve ser dada a resposta adequada.

As forças reaccionárias procuram manter no Pais um estado de tensão artificial através duma onda de boatos e da intensificação de actos atentatórios da tranquilidade pública. Grupos esquerdistas pseudo-revolucionários estão levando à prática assaltos e ocupações a residências e incitam ao agravamento de conflitos e a acções irresponsáveis com o início objectivo de manter um clima de agitação propicio às iniciativas contra-revolucionárias e em absoluto contrárias aos interesses das classes trabalhadoras.

3. O nosso povo quer construir em paz um Estado verdadeiramente democrático, mas não pode deixar à solta e sem resposta aqueles que querem criar no País esse clima de tensões favorável aos intentos da reacção interna e internacional. As acções irresponsáveis dos inimigos do processo democrático devem encontrar pela frente a vigilância, a reprovação e a resistência firmes das massas populares em estreita colaboração com o MFA. Os movimentos e actos suspeitos devem ser prontamente levados ao conhecimento das autoridades militares do MFA ou rapidamente anulados — se tal se tornar necessário — pela própria iniciativa das massas.

A vitória do 11 de Março deve ser consolidada e as conquistas democráticas preservadas da acção dos sabotadores, sejam eles direitistas ou pseudo-revolucionários.

4. O 11 de Março comprova que, se as forças populares e democráticas e o MFA se mantiverem unidos, o processo revolucionário é irreversível.

O PCP reafirma a sua inabalável confiança na unidade das massas populares e na sua aliança com o MFA, factores determinantes e decisivos para a vitória da democracia cm Portugal.

   


 

10 março, 2009

Justiça no seu melhor

Pois assim vai a nossa justiça.

O senhor juiz conselheiro, sabia que havia corrupção e, nada.

Claro, ainda mantêm o "tacho" na Uefa,


 

Denúncia:

"500 contos era pouco para a bitola da época", disse António Mortágua

Juiz acusa árbitros de corrupção

António Mortágua é um juiz conselheiro actualmente jubilado que passou por vários cargos na justiça desportiva.

Foi presidente da Comissão Disciplinar da Liga e do Conselho de Justiça da Federação.

Hoje faz parte do Comité de Apelo da UEFA

Moralistas (oportunistas)de ocasião

Todo o comum mortal sabe que isso se fazia. Todos os bancos o faziam. A febre do lucro bolsista era igual para quem emprestava como para quem "apostava"

A crise levantou o véu e agora, aqueles que deviam estar calados e ter denunciado esta situação a seu tempo, estão a lançar pedras para o ar.

Estes críticos deveriam ter a única moral possível – estar calados

"Grave é a CGD ter andado anos a financiar especuladores bolsistas, alguns dos quais para intervirem na luta interna do BCP".

Francisco Sarsfield Cabral, PÚBLICO, 09-03-2009

Ilha da Madeira – da impunidade

A impunidade continua a vomitar em sons vocais o estrume que medra no espírito de alguns madeirenses

«A Nação Madeirense durante quatro anos foi roubada, espoliada e perseguida pelo primeiro-ministro de Portugal»

Giribita - Paço de Arcos

Pormenor do Forte da Giribita

Crise

Sócrates, o culpado, como a oposião por cá vai dizendo. . .


 

Ligeira retoma no segundo semestre de 2010

Juncker diz que a crise económica é "absolutamente catastrófica"

O ministro luxemburguês das Finanças, Jean-Claude Juncker, declarou que a crise financeira global é "absolutamente catastrófica" para as economias da Europa e do resto do mundo.

Banqueiros ?

Enquanto Merrill afundava, dez executivos ganharam US$ 209 mi

Enquanto a Merrill Lynch cambaleava, 11 executivos de alto escalão receberam cada um mais de US$ 10 milhões em dinheiro e ações no ano passado, disseram pessoas a par da situação.

09 março, 2009

Poeta Alegre - ofendido

Faz o mal e acaramunha.

De facto foi grande a ofensa de Lello a Alegre.

Até dá uma certa vontade de rir, não será?

Depois de tudo o que Alegre tem por aí andado a fazer, merecia muito mais do que Lello lhe disse.

Lello, tal como Alegre diz, pensa pela sua cabeça. E agora ?

Porque será que Alegre se acobardou e não foi ao Congresso do PS ?

Não seria aí que poderia medir o peso das suas ideias?

Alegre está a parir umas estrofes sem qualquer rima ou sentido.

A Corrente de Opinião Socialista (Ops!) manifestou este domingo a sua «perplexidade» com as acusações do dirigente do PS José Lello contra Manuel Alegre, acusando-o de «ofender» quem quer debate e pluralidade política.

Socrates corajoso

A diferença entre corajoso e arrogante?

Talvez ainda haja quem queira distinguir a diferença.


 

O presidente da Lipor (Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto) e da Câmara da Póvoa do Varzim, eleito pelo PSD, fez esta segunda-feira rasgados elogios à «coragem», «determinação» e à política ambiental do primeiro-ministro, refere a Lusa.

«Penso que o primeiro-ministro é um homem determinado, corajoso, mas isto nada tem a ver com os partidos», declarou o autarca social-democrata Macedo Vieira, depois de ter sido recebido em São Bento por José Sócrates, encontro que durou cerca de uma hora

Paço de Arcos - marginal - Domingo à tarde







Alegre e Roseta

Manuel Alegre, passou dos limites. O PS estará a fazer bem em não lhe dar muita atenção, em não utilizar o confronto político. Alegre não pensará certamente que o tal milhão de votos que recebeu nas presidenciais tem hoje o mesmo peso neste tipo de eleições. Até ao momento, Alegre não tem discutido ideias, tem isso sim, procurado no confronto com o PS, utilizando a chantagem e a hipocrisia pessoal e política, tentar colocar o PS contra si e contra aquilo que chama de "os seus apoiantes".

Tornou-se ainda mais daquilo que sempre foi, vaidoso e petulante.

Hoje está ainda mais gordo de físico e de soberba e cada vez mais vazio, mais leve de ideias.

A sua mente está toldada pela estranha visão da chegada a Belem – o seu grande e final objectivo de toda esta actitude.

Por isso, ao melhor estilo da Roma antiga, não tem qualquer pejo em morder a mão de quem durante muitos anos lhe deu o comer.

A politica, sendo ou não sendo uma ciência, exacta, nunca será. Razão porque dentro de um qualquer partido democrático e isso tem sido feito no PS, diversas correntes de opinião podem manifestar-se, serem ouvidas e discutidos todos os seus temas.

Alegre, movido pelos seus interesses pessoais, tem fugido a que dentro do seu partido, sejam discutidas sus suas ideias, se as tiver.

Entre um PS e um governo estável capaz de fazer sair este país da beira do abismo em que se encontra e um governo de direita, Alegre e os seus companheiros da vereda da chantagem, preferem, a troco das suas vaidades, protagonismo e interesses pessoais, dar a mão a um possível governo de direita. Então, no futuro, por mais mea culpa carpida já nada haverá a fazer.

Helena Roseta, volta aos bons velhos tempos do PPD. Tem procurado tambem o seu protagonismo pessoal defendendo ora sim, ora não, uma filosofia politica qure apenas se enquadra e pretende trazer à ribalta os seus interesses pessoais mais imediatos e as suas vaidades.

Helena Roseta, não sendo caso único no nosso panorama de politicos vaidosos e egocentricos que apenas vislumbram o seu umbigo, passou a ser um optimo exemplo do que na política não se deve fazer. Tem passado de partido para partido, pondo sempre na sua frente o protagonismo e a sua arrogância e vaidade pessoal. Tal como o poeta Alegre, apenas dará trunfos à direita, a troco, apenas, dos seus interesses pessoais imediatos.

Mais do que qualquer valor ideológico, o Poeta Alegre e Helena Roseta, não hesita em favorecer a direita para chegarem aos seus objectivos.

Sondagens – Sócrates à frente

Mesmo contra ventos e marés ...

Sondagem:

Secretário-geral do PS foi o único líder a subir em Março

Sócrates à frente

As expectativas sobre o desempenho do Governo de José Sócrates não são as melhores. Quase metade dos inquiridos (49,6%) numa sondagem CM/Aximage considera que a governação está "pior do que esperava".

Mesmo assim, o primeiro-ministro é o único líder partidário que viu a sua avaliação subir em Março.

E destaca-se de Manuela Ferreira Leite de forma significativa quando se pergunta em qual dos dois líderes se tem mais confiança para o cargo de primeiro-ministro: Sócrates subiu 0,4% e merece a confiança de 48,3% dos inquiridos.

A líder do PSD continua em queda, com apenas 20,5% a admitirem confiar nela para o cargo. Menos 1,8% do que em Fevereiro.