PARQUE DOS POETAS
...nem poetas nem poemas
13 julho, 2026
12 julho, 2026
12 de Julho de 1969 - como deram cabo da nossa vida ( i) continua
Mensagem recordando aquele dia
12 de Julho de 1969
Horas antes da partida
Dos que foram e voltaram. Nem a todos tal aconteceu
Estima-se que cerca de 1 milhão e 400 mil militares tenham participado na Guerra Colonial (Guerra de África) entre 1961 e 1974. Deste total, cerca de um milhão eram soldados portugueses mobilizados a partir da Metrópole e cerca de 400 mil eram recrutas naturais das colónias (africanos recrutados localmente).
Os conflitos decorreram em três frentes principais: Angola, Guiné-Bissau e Moçambique. Os números flutuaram ao longo dos anos, sendo que na fase final da guerra (por volta de 1970), as Forças Armadas Portuguesas chegaram a ter cerca de 163 mil operacionais destacados em simultâneo nos três territórios.
Na Guerra do Ultramar (Guerra Colonial), o número total de militares portugueses mortos oscila entre 8 830 e mais de 10 000, dependendo da investigação e dos relatórios oficiais. Os dados históricos dividem-se da seguinte forma: Mortes por ramo/origem: Cerca de 6 300 eram oriundos da metrópole e mais de 2 400 do recrutamento local.
Vítimas Civis: Estima-se que mais de 100 mil civis tenham falecido nos teatros de operações em África.
Baixas adicionais: O conflito provocou ainda mais de 15 000 militares com deficiência permanente.
A caminho da guerra o exercito sempre treinava e mentalizada cada militar para a sua adaptação ao futuro.
Foi assim comigo, morava em Paço de Arcos - Tavira, Caldas da Rainha, Porto e finalmente Porto Brandão, na margem esquerda do rio Tejo até... 12 de Julho de 1969, menos uns dias de fazer um ano se serviço militar, rumava a Região Militar de Angola no então paquete Vera Cruz com escala no Funchal para finalmente aportar a Luanda a 22 de Julho na mesma data que o primeiro homam chegava a Lua
Esta foi a primeira fase em que comecei a sentir o cheiro da guerra. So passado um dia ou dois ficamos a saber qual era o nosso destino naquele imenso territorio 14 vezes maior que Portugal
07 junho, 2026
30 maio, 2026
Justiça da Escola Salazarista-Cavaquista ressuscita, adia, arquiva ou abafa: Caso BPN adiado e arquivado. Sócrates, ressuscitado em todos os atos eleitorais. A bancarrota do BPN motivou a nacionalização do banco e a injeção de perto de cinco mil milhões de euros, a maior parte dos quais provenientes da Caixa Geral dos Depósitos ou por esta caucionados. E deu origem a 18 inquéritos, depois de sucessivos adiamentos, acabou arquivado.
Este um titulo de noticia: BPN adiado para depois das presidenciais 19 de Janeiro de 2011
O Folhtim Sócrates, arrasta-se há vários anos, sobre diversos titulos. O último denominado Operação Marquês, foi "ressuscitado" por um "lapso de escrita" e "artimanhas do sistema judicial", buscando reverter decisões, suspender sessões e unificar processos secundários para anular o julgamento principal, apesar dos recursos.
Operação Marquês: Relação anula decisão do juiz Ivo Rosa na "mini" pronúncia a José Sócrates- (( e não desistem de o perseguir)
Tribunal da Relação declara nula a decisão de Ivo Rosa e manda o processo regressar ao tribunal de instrução criminal para ser proferida nova decisão instrutória, relativamente a estes factos
Juiz Ivo Rosa foi seguido e teve as contas devassadas- Uma denúncia anónima, com “descritas inconsistências”, foi usada para abrir um processo-crime e quebrar os sigilos bancário e fiscal. E terá servido para aceder à faturação telefónica detalhada e à localização do telemóvel para seguir e vigiar o então juiz de instrução Ivo Rosa.
Ministério Público assegurou que as diligências efetuadas no âmbito da investigação ao juiz Ivo Rosa, entre 2021 e 2024, respeitaram os direitos, liberdades e garantias previstos na lei e não incluíram interceções telefónicas.
O juiz Ivo Rosa afirma que foi investigado em quatro processos ao longo de três anos. Porém, esclarece que "nunca" tomou conhecimento formal da existência dos referidos inquéritos" e nunca foi notificado ou informado do arquivamento dos mesmos"
Marques Mendes ataca Ivo Rosa. Este juiz "é um perigo à solta ..11/04/2021 — Ex-líder do PSD e conselheiro de Estado critica duramente decisão do juiz de instrução Ivo Rosa sublinhou uma "ideia de impunidade", mostrando que os "fortes e poderosos se safam sempre".
Marques Mendes ataca Ivo Rosa. Este juiz "é um perigo à solta ..11/04/2021 —Marques Mendes, no espaço habitual de comentário na SIC, teceu duras críticas ao juiz Ivo Rosa após a decisão instrutória sobre o processo Operação Marquês. , mostrando que os "fortes e poderosos se safam sempre"
Operação Marquês: Supremo decidiu impedir o juiz desembargador Rui Rangel de tomar qualquer decisão no âmbito da 'Operação Marquês', segundo o acórdão a que agência Lusa teve acesso., por considerar existir motivo sério e grave, adequado a gerar desconfiança sobre a imparcialidade do magistrado judicial"
JUSTIÇA ESTILO SALAZARISTA - BPN - A FRAUDE DO SÉCULO ARQUIVADA.Folhetim Sócrates retomado em periodo eleitoral -Propaganda subsidiária ativada para depois das eleições a cortarem
Ministério Público arquiva processo contra Dias Loureiro e Oliveira e Costa - Ou és do nosso regime ou estás queimado.
Tribunal mantém decisão de juiz de negar a Sócrates acesso a escutas telefónicas - O Tribunal da Relação de Lisboa rejeitou um recurso do ex-primeiro-ministro José Sócrates contra a decisão do juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal Carlos Alexandre de lhe negar o acesso a escutas telefónicas da Operação Marquês
Justiça portuguesa arquiva caso dos submarinos
18 de dezembro 2014 - Na Alemanha e na Grécia houve condenações a penas de prisão por corrupção por parte da Ferrostaal. Em Portugal, o processo foi arquivado.
.Ministério Público diz que desapareceu «grande parte» dos elementos referentes ao concurso público de aquisição
O Ministério da Defesa não sabe onde está «grande parte» da documentação do concurso público de aquisição dos submarinos, como os registos das posições que a antiga equipa ministerial de Paulo Portas assumiu na negociação
Os arguidos no caso dos submarinos não vão ser acusados e julgados, tendo o caso sido arquivado
CDS satisfeito com arquivamento do caso dos submarinos
Centristas mostram agrado por arquivamento e defendem o presidente do partido, Paulo Portas.
Recorde-se que Paulo Portas fotocopiou 61 mil documentos quando saiu do ministério em 2005
Ministério Público reconhece que documentação do concurso público de aquisição dos submarinos não está na Defesa e desconhece-se o seu paradeiro.
MP arquivou suspeitas na venda do Pavilhão Atlântico ao genro de Cavaco -Durante quatro anos de investigação, a PJ queixou-se da falta de meios e o Ministério Público não ouviu nenhum dos intervenientes no negócio: Luís Montez, Ricardo Salgado, Maria Luís Albuquerque, Assunção Cristas e Zeinal Bava.
Ministério Público arquiva processo contra Dias Loureiro e Oliveira e Costa - O ex-ministro e ex-deputado do PSD e o antigo presidente do BPN e ex-secretário de Estado estavam indiciados pelos crimes de burla qualificada, branqueamento e fraude fiscal qualificada
O Ministério Público justifica, numa comunicação publicada no portal da internet, o despacho de arquivamento com o não ter sido possível identificar, "de forma conclusiva, todos os factos suscetíveis de integrar os crimes imputados aos arguidos"
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