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17 dezembro, 2014

Justiça... nas palavras


  • Que dizer deste "cavalheiro" após estas palavras?


"se não aparece nada na comunicação social, parece que não estamos a fazer nada, se aparece somos acusados de violação de segredo de justiça", disse o magistrado Rui Cardoso [presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público] num programa de televisão. E depois não querem que andemos preocupados com o estado da Justiça.»

  • Proibir de falar? Mais um tiro no pé!
"Ao proibir José Sócrates de dar a entrevista pedida pelo Expresso, a justiça deu um novo tiro no pé. Quer calar Sócrates mas não o tira de cena.
Para um cidadão comum, não jurista, a proibição é absurda e irracional. Pois se Sócrates pode responder a perguntas dos jornais, como foi o caso das chamadas “cartas” que mais não são do que respostas a perguntas do Público, da TSF, e do Diário de Notícias, não se percebe porque razão não pode responder a perguntas do Expresso, em forma de entrevista.
Ao recusar que Sócrates fale com um jornalista – aí reside a diferença entre as ditas “cartas” e uma entrevista – o juiz e o procurador que a proibiram estão a impedir não que Sócrates fale mas que um jornalista lhe faça perguntas.
Ora, parecendo pormenor irrelevante, não o é e faz mesmo toda a diferença. É que uma entrevista pressupõe diálogo e contraditório entre entrevistador e entrevistado. Sócrates seria confrontado com os elementos que têm vindo a público e.naturalmente, seria “obrigado” pelo entrevistador a esclarecê-los ou pelo menos a dar sobre eles a sua versão.
Acresce que a credibilidade conferida a uma entrevista jornalística e ao seu conteúdo, precisamente pelo contraditório exercido pelo jornalista, é muito maior do que quaisquer declarações de Sócrates aos jornais, nas quais, naturalmente, ele expõe as suas posições."
  • TAP vendida a patacos - Mário Soares
«Na fúria de vender o país a qualquer preço, o governo resolveu vender também a TAP, que é um dos grandes símbolos nacionais. Fá-lo porque só tem por objetivo obter receitas a qualquer preço. É o único critério que o move. Contudo, a TAP é um instrumento fundamental de afirmação da nossa política interna e de todos os países lusófonos."

  • José Sócrates preso
"É inacreditável que se prenda preventivamente alguém tão importante como um antigo primeiro-ministro, e ainda que o não fosse, sem que se saibam as causas e com graves ofensas ao segredo de justiça. Ora, o caso, em si, mais do que inacreditável, é infame."
  • Cavaco Silva
"...um Presidente da República que pertence ao partido maioritário e desconhece que tem deveres para com todos os portugueses. Por isso, na sondagem do último Expresso, Cavaco Silva continua a descer e os portugueses, na sua generalidade, não o levam a sério. Como acontece especialmente com o seu etemo protegido, primeiro-ministro... A verdade é que são vaiados quando saem à rua, apesar de sempre terem um largo conjunto de polícias à sua volta. Que tristeza para quem devia ser como sempre foram todos os anteriores presidentes"
  • Abuso de autoridade
Abuso de autoridade (8)
Publicado por Vital Moreira
"A proibição de Sócrates dar entrevistas é mais uma peça do tratamento persecutório dado ao antigo primeiro-ministro. Sujeito às mais vis imputações nos media, alimentadas seletivamente pela acusação, Sócrates vê-se privado de se defender no mesmo terreno. Ora, o direito de defesa não vale somente contra as acusações no processo.
O juiz de instrução, que devia ser o garante das liberdades e dos direitos dos detidos contra a acusação, torna-se um puro instrumento da arbitrariedade autoritária do Ministério Público."

23 novembro, 2014

Ministra da Justiça - a impunidade não acabou

Só não vê quem não quer.
O lamentável continua a acontecer, nas barbas de quem ufanamente disse que a impunidade acabou.
Não, senhora Ministra, não acabou.
A prova está em que as televisões  e os jornais foram ”convocados” para estarem presentes no aeroporto de Lisboa, para em directo assistirem à detenção, na manga de saída do avião que trouxe José Sócrates de Paris.
Desde há muito que toda a gente sabe, que as fugas ao segredo de justiça são direccionadas e tem caixa de correio certo e em momentos cert5os.
Não pode a senhora ministra, tentar vir agora esconder o Sol com uma peneira, escusando-se a responder ao que se passa e  mandar alguém tirar responsabilidades pelo sucedido.
A senhora Procuradora, igualmente  responsável do departamento donde saem as informações, devria não passar tanto tempo a mandar difundir comunicados que nada adiantam ao que os jornais publicas e procura investigar e castigar os responsável pelas sistemáticas fugas de informação ao segredo de Justiça.

Afinal a impunidade continua

13 maio, 2009

Magistrados

Quizeram tapar-se uns aos outros.

Seria uma vergonha se o caso fosse arquivado.

Afinal os senhores magistrados são mal educados e prepotentes.
Tambem há muitos que não se portam bem.
Apenas este foram "apanhados". Não haverá muitos mais? Certamente que sim.

Por ordem do vice-procurador-geral da República foi reaberto um processo-crime a um magistrado acusado de injúria e ameaça contra um agente da PSP que o autuou.