26/05/2017

Islão - Winston Churchill e a religião muçulmana



Winston Churchill anteviu isto há mais de 100 anos (ver nota no final)


IRÃO 1970
 
IRÃO 2012

AFEGANISTÃO

EGIPTO (Universidade do Cairo) 1959

EGIPTO (Universidade do Cairo) 2012

HOLANDA (Amesterdão) 1980

HOLANDA (Amesterdão) 2012

... E algumas pessoas todavia não vêem uma razão para se preocuparem.

Winston Churchill disse em 1899: 

"Os muçulmanos podem mostrar qualidades esplêndidas, mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Não existe nenhuma força tão retrógrada mais forte no mundo".


Ainda mais surpreendente é que nunca tenham sido publicadas mais cedo.
CHURCHILL sobre o Islão... Incrível, mas o seguinte discurso foi escrito em 1899.
(Abstraindo-nos da sua nacionalidade)

O breve discurso feito por Winston Churchill, data de 1899, quando ele ainda era um jovem soldado e jornalista.
Seguramente, este discurso exprime a opinião actual de muitos, e está expresso na sua maravilhosa fraseologia, utilizando obviamente o idioma Inglês, do qual ele era um ilustre mestre.
Sir Winston Churchill foi sem dúvida um dos maiores homens dos séculos XIX e XX. E foi um valente e jovem soldado, e um jornalista brilhante, um político, um grande líder, um extraordinário estadista durante a segunda guerra mundial, e um excelente Primeiro-Ministro. 
Além disso, foi como que um profeta no seu tempo. Faleceu em 24 de Janeiro de 1965, com a idade de 90 anos, e depois de uma vida de serviço ao seu país, foi-lhe concedido um funeral de chefe de Estado.
 
E aqui está o seu discurso:

Quão terríveis são as maldições que o maometismo dedica aos seus devotos!
Além do frenesim fanático, que é tão perigoso num homem como o é a hidrofobia num cão, não existe neles a apatia fatalista do medo.
Os efeitos são evidentes em muitos dos seus países: hábitos imprevisíveis, desleixados, inexistência de sistemas modernos para a agricultura, métodos lentos de comércio, e insegurança da propriedade são sempre características com que os seguidores do Profeta se defrontam, ou sob as quais vivem.
O sensualismo degradante priva as suas vidas de graça e de requinte, e afasta-os da dignidade e de qualquer santidade.
O facto de que, no direito muçulmano, cada mulher deve pertencer a um homem como sua propriedade absoluta, seja ela uma criança, uma mulher  adulta, ou uma concubina, faz atrasar a extinção final da escravidão dos dogmas da fé do Islão e contribui para que o islamismo não consiga ser um grande poder entre os homens.
Os muçulmanos individualmente podem mostrar qualidades esplêndidas, mas a influência da sua religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que o seguem. Não existe nenhuma força retrógrada mais forte no mundo.
Longe de ser moribundo, o islamismo é uma fé militante e proselitista.
E já se espalhou por toda a África Central, criando guerreiros destemidos a cada passo e, se não se cuidar, o cristianismo, que está abrigado nos braços fortes da ciência, ciência contra a qual eles lutaram em vão, e toda a civilização da Europa moderna podem soçobrar, tal como soçobrou a civilização da Roma antiga.


Sir Winston Churchill; (Fonte: "O rio da guerra", primera edição, Vol II, páginas 248-250 Londres).ê


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