18 novembro, 2009

Sócrates

Suspeitas, escutas e acusações




A razão porque a justiça funciona mal ou não funciona:




...

Mas não é só Sócrates que não pode estar acima de qualquer suspeita, também os magistrados não estão pois, tanto quanto se sabe, o Centro de Estudos Judiciários ainda não ministra aos seus pupilos qualquer vacina que os torne imunes aos males humanos. Aliás, o comportamento de confraria, o convencimento de que são uma casta superior da sociedade, o compadrio dos colegas e uma organização em auto-gestão favorece a existência de dúvidas sobre se os magistrados merecem confiança.

Se ainda não foi provado qualquer crime contra Sócrates é um facto de que foram cometidos muitos crimes de violação de segredo de justiça que tiveram como objectivo destruir personalidades políticas. Tanto quanto se sabe estes crimes vão ficar tão impunes como as ofensas recentemente feitas por um magistrado do MP que ofendeu um polícia e foi “perdoado” por um colega. O país não pode confiar numa instituição que tem por objectivo assegurar que há justiça mas fecha os olhos quando os crimes são praticados pelos seus....





E continua:

“Se Sócrates tiver cometido um crime deve ser levado a tribunal?

É evidente que sim, é no tribunal que se prova a culpa ou a inocência, é no tribunal que o acusador tem que provar a acusação que fez e demonstrar que obteve as provas por métodos ilegais, assim como o arguido tem o direito de se defender e provar a sua inocência. São direitos que a humanidade conquistou ao longo de anos e que no caso português apenas existem há trinta anos.

Ao longo da história foram muitos os casos de justiça sumária, de tribunais que obtinham as provas com recurso à tortura ou onde os arguidos não podiam exercer direito à defesa. Portugal tem um passado triste neste domínio, não só a Santa Inquisição dominou por muitos anos como, mais recentemente, tivemos os tribunais plenários onde os arguidos eram agredidos em plena sala de audiências por agentes da PIDE mediante a complacência dos magistrados, os mesmos magistrados que nunca foram julgados pelos seus crimes, que a ditadura alimentou a cobardia com mordomias e que a democracia não reeducou.

O segredo de justiça faz sentido?

Não é só as polícias, com estatuto de magistrado ou não, que estão sujeitas ao segredo de justiça, os suspeitos também o estão. Com o segredo de justiça pretende-se preservar o bom nome dos cidadãos e assegurar que a investigação não pode ser perturbada. Se são os investigadores que promovem a fuga ao segredo de justiça isso significa uma de duas coisas ou mesmo as duas: que não estão muito interessados em preservar o bom nome dos cidadãos de que suspeita e que não estão muito interessados no sucesso da sua investigação.

Então teremos de concluir que as fugas ao segredo de justiça visam substituir o papel dos tribunais, muito antes de qualquer acusação o suspeito, que até pode nem sequer ser arguido, já viu o seu bom nome destruído na praça pública. Ainda antes de qualquer acusação o suspeito, eleito enquanto tal por polícias, já carrega o estigma da culpa, a vergonha do crime que não cometeu, sentimentos que passam para familiares incluindo crianças.

Esta prática tem um nome, fascismo, e os que a praticam são fascistas e como todos os fascistas são igualmente cobardes pois fazem-no de forma sistemática sem darem a cara e ainda se protegem com um dos valores mais queridos da democracia, a protecção do segredo de jornalistas, neste caso jornalistas que não o são, são bandalho que asseguram o seu ordenado vendendo papel sujo.

Aliás, estamos perante uma prática pior do que a dos tempos do fascismo, dantes os acusados ainda tinham direito a uma farsa de julgamento onde podia contar com advogados corajosos que tinham de enfrentar a PIDE e os magistrados. Agora as polícias julgam na praça pública sem respeitarem quaisquer direitos dos visados, aliás, se algum arguido abrir a boca é logo acusado de violar o segredo de justiça a que está sujeito, ou arrisca-se à vingança das magistraturas no momento do julgamento.

Deve haver limites à investigação?

Nas democracias modernas as polícias estão sujeitas a medidas rigorosas de controlo interno, existem mesmo polícias de costumes dentro dessas organizações com o objectivo de evitar os abusos policiais. Em Portugal não há nada disso, a prática é a do encobrimento corporativo, o que se come em casa não se diz na rua.

Nesta condições quem nos assegura que não há cidadãos a serem investigados ilegalmente e que após se ter produzido uma qualquer suspeita recorre-se a uma carta anónima forjada ou a qualquer outro expediente para que um juiz autorize a investigação? Recorde-se que foi com uma carta anónima forjada que foi iniciada a investigação do Freeport.

Se uma qualquer conversa ao telefone pode servir de suspeita de que pode haver um crime então todos seremos suspeitos. Tal como no caso Freeport, em que já foram constituídos arguidos sem que tenha sido provado qualquer crime, isto é, são arguidos por terem cometido um crime que a polícia imagina, suspeita ou desconfia de que foi cometido, podemos a partir de agora ser suspeitos de crimes só porque a polícia ou um qualquer magistrado desconfia da existência do crime.

Há o risco evidente de uma investigação em vez de servir para cometer um crime poder ser usada para forjar as provas de um crime que não existiu. A história da justiça está cheia de casos destes e se não há qualquer controlo externo sobre o comportamento dos polícias e investigadores nada nos garante que tal não possa ser feito.

Devem as escutas de Sócrates ser tornadas públicas?

Se o processo está em segredo de justiça, se todos acham que um primeiro-ministro pode ser investigado como qualquer cidadão, porque razão desde o militante esganiçado ao professor de direito mais mediático, acham agora que deve haver uma excepção. Se quando os processos suscitam dúvidas ao cidadão comum e todos nos dizem que devemos confiar na justiça (quantas vezes ouvi esta declaração quando o processo Casa Pia estava na berra?) agora que foi o Supremo Tribunal de Justiça e o Procurador-Geral da República a tomarem uma decisão não devemos confiar? Isto é, os que defendem a confiança na justiça agora acham que devemos desconfiar do presidente do Supremo e do Procurador-Geral para passarmos a confiar nos polícias de Aveiro e num juiz de comarca.

Em matéria de justiça não podemos ter dois critérios.

Quais as consequências de todo este processo?

É evidente que muitos dos nossos “democratas” acham que por estar em causa um adversário político, detestável porque os humilhou em duas eleições, devem fechar os olhos a práticas fascistas só porque isso lhes pode trazer benefícios políticos. Ferreira Leite foi mais inteligente, talvez por andar bem aconselhada pelo filósofo da Marmeleira, começou por defender os magistrados, assegurando-lhes que discordava que perdessem mordomias, para agora aproveitar as fugas ao segredo de justiça para fazer discurso político no Parlamento.

Para os políticos da oposição os 10.000 euros que Armando Vara poderá ter recebido são mais importantes do que a democracia, o respeitos dos direitos elementares dos cidadãos ou, pior ainda, quando estão em causa os seus adversários políticos todos os princípio elementares da democracia podem ser esquecidos. Enganam-se, mais tarde chegará a sua vez.

Sócrates é um vigarista?

A nova estratégia de alguns grupos políticos passa agora por passar a ideia de que se Sócrates está envolvido em tantos casos então é porque é um grande malandro. Isto é, lançam-se suspeitas sistemáticas, não provam nada e depois dizem que esteve envolvido em muitos casos como se tivesse sido sempre condenado. Pior ainda, cria-se um ambiente de intimidação de tal forma que sempre que alguém se opõe a estes truques é logo apelidado de conivente, no processo Casa Pia todos os que ousavam desconfiar do processo eram pedófilos, agora são corruptos.

Se Sócrates é corrupto provem-no e se o fizerem então que se demita e seja condenado, mas até que o provem defenderei Sócrates, da mesma forma que teria defendido Sá Carneiro ou Pinto Balsemão. A verdade é que nenhum político português foi tão investigado como Sócrates, teve tanto ódio por parte dos magistrados e das polícias e foi tão vilipendiado por bandalhos fascistas.

Até que se prove o que quer que seja Sócrates é mais do que presumivelmente inocente, é inocente e não serei eu que por oportunismo ou porque as minhas capacidades ou projecto político não convencem os eleitores vou prescindir dos meus valores, desrespeitar os mais elementares princípios da democracia ou destruir qualquer adversário político só para chegar ao poder. E o pior é que alguns dos que têm tanta fome de poder estão na verdade a sofrer da síndrome da abstinência porque há muito que sentem a falta das comissões e dos financiamentos ilegais, como os da Somague que ajudaram Durão Barros e Manuela Ferreira Leite a ganharem as eleições. Pior ainda, escolheram um dirigente com uma doença grave para culpado de ter recebido o financiamento.






Portugal-Brasil - Bósnia

Futebol


Bandeira a apresentar pela FPF



A equipa Luso-brasileira  (Portugal/Brasil) defrontra hoje a Bósnia para tentar o último lugar no avião do Mundial  de futebol da África do Sul.
O Brasil ficará a ganhar porque terá uma dupla representação - um terço da antiga seleção das Quinas´fala brasileiro e só deverá saber cantar o Hino Nacional com uma cábula à frente dos olhos.
(O Sindicato do Profissionais da "Bola" não diz nada sobre o tema.  Porquê?)

                                                                                              Mario Pinho, Futebol e Fisco

Um bom “treinador” na area da fuga aos impostos.

Sem mais comentários

 

“Na sua carreira de funcionário do Fisco, numa altura em que acumulava as funções de adjunto em Ovar com a presidência de um clube de futebol local, o Arrifanense, Mário Sousa Pinho foi acusado de abuso de confiança fiscal, crime pelo qual acabaria por ser julgado e condenado com pena suspensa. Em causa estavam retenções de impostos, que o clube fazia e não entregava aos cofres do Estado.” (IOL)

 

                                                    Comissão para ouvir Armando Vara

A oposição ainda distraída.

Ainda não requereu uma comissão para ouvir  a “Face Oculta” de Armando Vara.

Ou terá receio que em troca se crie outra para ouvir Paulo Portas sobre os “submarinos”?

 

“O ex-ministro socialista Armando Vara pretende «esclarecer tudo» quando quarta-feira for ouvido, como arguido, pelo juiz de instrução criminal de Aveiro no processo «Face Oculta», disse esta terça-feira à Lusa um dos advogados de defesa”  (IOL)

Juizes – estudar as leis e a sua aplicação

Mal vai a Justiça, todos sabemos, mas não fica nada bem a um juiz, desconhecer a Lei e a sua aplicação.  Deixa dúvidas a todos – foi por desconhecer? Conhecia mas tentou passar a violação da Lei para tramar alguêm? Foi excesso de zelo?

E agora, não é penalizado?

“No dia do interrogatório de José e Paulo Penedos em Aveiro, o juiz-presidente da Comarca do Baixo Vouga, Paulo Brandão, disse ao DN que a comarca não extrapolou as suas funções ao ter validado a extracção de cópias das gravações de escutas de conversas telefónicas entre Armando Vara e José Sócrates.

O DN perguntou ao juiz-presidente da Comarca do Baixo Vouga, Paulo Brandão, se a imagem da comarca não fica afectada com o envolvimento na questão das escutas. Paulo Brandão considera que tal não afecta a comarca e que esta continua a trabalhar normalmente.

Questionado sobre se a comarca extrapolou as suas funções no mesmo caso, Paulo Brandão respondeu que "se alguém extrapolou as suas funções não foi a comarca".

O Procurador Geral da República (PGR) emitiu, no dia 14 de Novembro, um comunicado em que explicava que o despacho do presidente do Supremo Tribunal de Justiça anula o despacho do juiz de instrução criminal de Aveiro que autorizou e validou a extracção de cópias das gravações de escutas de conversas telefónicas entre Armando Vara e José Sócrates.” (DN)

 

                    Cópia de Email que recebemos como propaganda:

                                               pró-professores

                                               contra pais e encarregados de educação                        

 

*SUPER ESCOLA PORTUGUESA*

O melhor disto tudo é que este e-mail foi-nos enviado por um amigo
que não é PROFESSOR!!


A SUPERESCOLA ou o retrato da escola portuguesa

Onde estão as melhores escolas do mundo?
Claro! Está certo! Em... Portugal
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7º ano de
escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os
filhos de toda a gente! DISCIPLINAS / ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
1. Língua Portuguesa
2. História
3. Língua Estrangeira I - Inglês
4. Língua Estrangeira II - Francês
5. Matemática
6. Ciências Naturais
7. Físico-Químicas
8. Geografia
9. Educação Física
10. Educação Visual
11. Educação Tecnológica
12. Educação Moral R.C.
13. Estudo Acompanhado
14. Área Projecto
15. Formação Cívica
É ISSO - CONTARAM BEM - SÃO 15
Carga horária = 36 tempos lectivos
Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o
Portugal?
Somos demais, mesmo bons!
MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!!
A Escola ainda:
Integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos
professores não terem formação para isso;
Integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a
espécie e feitio, apesar dos professores não terem formação para isso;
Não pode esquecer os outros alunos,'atestado-médico- excluídos' que também
têm enormes dificuldades de aprendizagem;
Integra alunos oriundos de outros países que, por as mais das vezes não
falam um cu de Português, ou melhor, nem sequer sabem o que quer dizer cu;

Tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos,
como:
*     Currículos Alternativos

*     Percursos Escolares Próprios

*     Percursos Curriculares Alternativos

*     Cursos de Educação e Formação

 

MAS AINDA HÁ MAIS...
A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais
variados domínios:

*     Educação sexual
*     Prevenção rodoviária
*     Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc.
*     Preservação do meio ambiente
*     Prevenção da toxicodependência
*     Etc, etc...

'peço desculpa por interromper, mas... em Portugal são todos órfãos?'
(possível interpolação do ministro da educação da Finlândia)
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores.
Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham,
trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm
muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir
os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao
cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as
aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de
aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao
respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!


Vale a pena divulgar ao maior número de pessoas (de preferência não
professores) para que uma visão mais realista se comece a sedimentar
.É bom
que as pessoas percebam que ter filhos acarreta muita responsabilidade - não
só a de os alimentar, vestir, comprar telemóveis, mp3, pc, como também, e
principalmente : EDUCÁ-LOS!!!!!

 

 

 

 

Muros da Vergonha










Exposição em Geneve

Campo Maior


17 novembro, 2009

Suiça


Montreaux - Lago Lemans

Professores




PROFESSORES – uma opinião




Basicamente o camarada Mário Nogueira critica tudo:
- Quando não é ouvido
- Quando é ouvido
- O que fazem
- e o que não fazem
- Critica a antiga ministra por alegada falta de diálogo
- critica a nova pelo diálogo

As obras nas escolas, o investimento nas novas tecnologias, as crianças nas escolas com aulas, os adultos que estão a regressar às escolas, as colocações por 4 anos, a abertura atempada das escolas, são tudo coisas menores para o camarada.

Enfim o que dava mesmo jeito ao camarada Mario Nogueira e a alguns professores, que não querem fazer nenhum, era a auto avaliação para continuarem no regabofe e chegaram confortavelmente e sem chatices ao topo da carreira.

e depois os arrogantes são os outros...
  (SOL)

Professores

PROFESSORES




FENPROF – estes sindicalsitas são mesmo giros.

Ainda o Governo e a Ministra não tinham tomado posse, exigiam que até  sexta-feira,  fosse o “bota abaixo” nas avaliações e estatuto da carreira.

Agora, estão com a preocupação de não ter tempo.

Já não há pressa.




“A Fenprof, entretanto, emitiu um comunicado, em que se queixou de ter sido avisada da reunião apenas hoje. O encontro realiza-se amanhã, pelas 12:00, e terá a duração máxma de 45 minutos. Em agenda está a apresentação de uma proposta de calendário para a revisão do Estatuto da Carreira Docente.
«A FENPROF já fez saber que, dada a urgência de avançar com este processo de revisão, estará presente, mas referiu que, tratando-se de uma reunião negocial, nos termos da lei, deverá ser convocada com 5 dias de antecedência. É que, sendo convocada de véspera, poderá impedir a presença de alguns Presidentes de Sindicatos, nomeadamente os que terão de se deslocar das regiões autónomas», refere o comunicado, em que também existem críticas à curta duração do encontro”  (IOL – Diário)





Empresas Públicas

Os cartões de crédito das empresas públicas




Os meninos andam distraídos, só falam por falar, isto porque sobre o “falar barato” ainda não se paga imposto.

Então e todas as outras despesas – compras pessoais, viagens, etc, etc., isso não conta?

Não há pedido de explicação dos plafonds e do sentido de utilização dos cartões?




“O Bloco de Esquerda pediu explicações ao Governo sobre o uso de cartões de crédito da CP e da Refer para pagar um almoço de homenagem à ex-Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, em vésperas de final de mandato do governo anterior.”  (Publico)




Professores

“O pesadelo!

Todos, um após outro, vão deixando cair a máscara da hipócrisia politica, oportunista, em que os profs, cinicamente se deixaram enredar! Resta o Paulinho da lavoura e o Jerónimo afinador de máquinas.Os profs,a reboque das organizações folclóricas do mario-fenprof-comunista, " grandiosas manifestações de massas", entoaram insultos injuriosos á ministra, e ao governo, assobiaram quando o animador mário pedia e , de mãos dadas, todos exigiram a suspensão já! Em algumas escolas, os profs na sombra, instigaram alunos e funcionários a insultar a ministra e o governo,em deplorável exemplo indisciplina.Argumentam hoje com a ausência de autoridade perdida nas escolas. Os " melhores exemplos", de educação, respeito, disciplina foram transmitidos por eles, não se lamentem. Agora, com os votos contados, governo em funções, o tão agitado " fantasma" da minoria na Assembleia desapareceu.Os Srs que encabeçaram o desfile na Av. recuam em toda a linha.Os profs estão sós. Substituir, deixar cair, negociar, são as palavras mais escutadas.Até o agitador profissional Mário parece ter perdido a exuberância estalinista.Os profs têm o que merecem e é bem feito! Avaliação sim! E mais surpresas aí virão..”  ( in Publico)

 

Os Betinhos deixaram de ir à Guerra.

Que honestidade política. Com os professores? Com os Sindicatos?

Poderiam ter aranjado outro tipo de argumento – a gripe A, por exemplo.

 

“O Bloco de Esquerda deixou cair o projecto de lei que estabelecia um modelo integrado de avaliação das escolas e dos professores, por considerar inoportuna a sua votação quando sindicatos e Governo estão em negociações.  In O Publico

O tudo ou nada  in O Jumento

Há cada vez mais motivos para desconfiar para desconfiar da forma como alguns processos são geridos, basta acompanhar casos como a Operação Furacão, o BPN, e Freeport e agora a Face Oculta para se perceber que ou não há qualquer critério ou a forma como as fugas ao segredo de justiça são bufadas para a comunicação social obedecem a critérios políticos. Até fico com a impressão de que a nossa justiça trata os que têm muito dinheiro com luvas de pelica, ao mesmo tempo que tudo faz para dizer que os políticos são corruptos.

O caso Freeport só foi importante e urgente enquanto rendeu matéria ao Sol e à TVI, alimentado suspeitas sobre José Sócrates, agora ficamos com a impressão de que ninguém sabe como arquivá-lo ou como sustentar as acusações que foram feitas a arguidos. Por aquilo que se sabe os arguidos são-no por conta da suspeita de um crime cuja realização não terá sido ainda provada, isto é, temos criminosos que terão praticado um crime imaginário.

É evidente que anda muita gente empenhada em destruir um partido e mais recentemente em levar Sócrates a bater com a porta ou a perder eleições. A questão está em saber se o conseguem.

Se estes processos fossem suficientes para derrubar Sócrates o primeiro-ministro teria perdido as eleições. Tenho muitas dúvidas de que a perda de votos do PS tenham resultado das tropelias da justiça ou da atoardas esganiçadas da Manuela Moura Guedes. Há muito que os portugueses não confiam na justiça e são cada vez mais os que desconfiam dela. Afinal, já não somos tão parvos que embarquemos em golpadas e toda a gente sabe que há sectores da justiça tão infiltrados politicamente como a Fenprof. Sócrates perdeu a maioria absoluta devido a uma crise económica que teria sido suficiente para derrubar qualquer governo.

Mas há por aí quem tenha concluído que afinal a dose do Freeport não tenha sido suficiente e o caso Face oculta foi tirado da manga, até parece que há quem não tenha concorrido a deputado que teve mais dificuldades em aceitar os resultados eleitorais do que os próprios políticos da oposição. Compreende-se, a inexperiência e a postura de sacerdócio de alguns anónimos leva-os a ter mau perder.

Só que um dia quer o Freeport, quer o Face Oculta terão de chegar ao seu termo, por mais que sejam exprimidos ou, como fez a TVI, por mais que o filme do DVD seja repetido em diversas versões, chegará o momento em que a nossa justiça terá de provar as acusações que tem propalado ou concluir da inocência de Sócrates. Se conseguirem provar a culpa poderão festejar, mas se não o conseguirem (e com um primeiro-ministro não é fácil fazer acusações da treta só para justificar o processo) o país tirará as suas conclusões. Estou de acordo com Jerónimo de Sousa quando tudo fosse investigado a fundo e com celeridade, só duvido que quando o Face Oculta se esfumar como sucedeu com o Freeport o líder do PCP repita a exigência pois ninguém o ouve exigir a conclusão do Freeport.

O país precisa que tudo seja investigado a fundo e com celeridade porque temos problemas maiores do que eventuais tropelias do Armando Vara ou a má digestão de alguns agentes da justiça que nunca deveriam ter passado de serventes de pedreiro, com o devido repeito por uma classe profissional que tem demonstrado mais competência do que parte da nossa magistratura. Depois veremos se a estratégia dos anónimos da justiça foi inteligente ou se o reverso da maré vai conduzir a resultados inversos aos pretendidos.

Quando estes processos forem concluídos ou os factos provam a acusação e lavam os crimes cometidos por quem abandalhou a justiça com violações rascas do segredo de justiça, ou terão de ser os justiceiros a irem à barra do tribunal responder pelos crimes e tentativa de golpe de Estado que terão cometido. Só podem ser estas as consequências do tudo ou nada que estão a conduzir, desta vez tudo deve ir até às últimas consequências.

 

Cabo Espichel - Sesimbra


16 novembro, 2009

                                                                                  Jerónimo de Sousa

 

Jerónimo de Sousa passou a acumular as funções de Secretário Geral do PCP com a de Sindicalista do Ministério Público.

Será que se esqueceu de fazer o mesmo pedido para todos os outros casos que por aí andam esquecidos e há muito mais tempo?

Poderia ter pedido tambem “principios” e “fins”.

 

“O secretário-geral do PCP exigiu hoje meios para que o Ministério Público possa investigar o caso "Face Oculta" até ao fim, “sem ingerências do poder político e económico”, e defendeu a necessidade de legislação para combater a corrupção.” (Publico)

 

                                         O Presidente do STJ foi Convocado ou a audiência foi concedida a seu pedido?

A PR gosta destes tabus.

 

“O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, recebe terça-feira ao final da tarde em audiência o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha Nascimento, segundo a agenda do Chefe de Estado divulgada no ‘site’ da Presidência.”

 

                                  O crime existe

 

Pois e o próprio Procurador diz que não há hipótese de controlar a quebra do segredo de justiça, isso significa que o crime está instalado no próprio orgão que o deveria combater.

E agora? Quem não consegue descobrir criminoso na sua própria casa pode descobrir criminosao em casa alheia?

Benalmadena Praia


PROFESSORES

Para ser lido com calma, atenção e respeito pela verdade dos factos
Fica claro que muitos professores sempre se acharam ter o  Rei na barriga.  As vacas gordas, acabaram.
Oxalá Alçada não dê uam "facada nas costas" do trabalho feito pela anterior Ministra.
A grande maioria do Povo Português aceitou o seu trabalho no Ministério ou será que há dúvidas?

Coisas do Circo



Ver... como S.Tomé


Oxalá Isabel Alçada consiga esse milagre, sem deitar para a valeta o esforço de milhares de professores.

Há quatro anos, quem ousasse falar numa reforma do ensino em Portugal era considerado "persona non grata" pela corporação, que estava "gorda e anafada" gozando os seus privilégios, sem nexo. Os relatórios das instituições internacionais especializadas davam conta da existência de um sistema de ensino anacrónico, um dos mais atrasados da Europa, com índices de aproveitamento escolar de bradar aos céus, com faltas de assiduidade dos professores em percentagens elevadas. O ensino profissionalizante tinha sido condenado à insuficiência, o parque escolar mantinha-se degradado, o começo dos anos lectivos nunca se verificava a tempo e horas.

Sócrates tomou posse como primeiro-ministro de um Governo de maioria absoluta e anunciou ao País que a modernização do ensino era uma prioridade do Governo.

Maria de Lurdes Rodrigues assumiu a pasta da Educação e começou então uma longa e difícil batalha para mudar aquilo que era uma evidência. Passados quatro anos não se pode sequer comparar a situação que este Governo herda com aquilo que Maria de Lurdes Rodrigues recebeu. As mudanças foram em todas as áreas. Nenhuma foi fácil. Todas encontraram resistências tremendas. No entanto, como a determinação era grande, as alterações foram-se sucedendo.

Obviamente que nada disto poderia ir por diante sem a criação de uma carreira docente e de um sistema de avaliação consequente. Tocou-se nos privilégios, e aí foi o ‘inferno’.

Os sindicatos, que são puras correias de transmissão dos partidos, envenenaram todo o ambiente e desencadearam uma guerra ao Governo e ao ministério, a propósito, sobretudo, do sistema de avaliação. Não aceitavam que fosse adoptada uma solução séria que premiasse os bons e punisse os maus. Maria de Lurdes Rodrigues foi embora, e eu, que não a conheço de lado nenhum, só posso, como cidadão, agradecer-lhe o que fez pela modernização do ensino em Portugal.

Temos agora uma nova ministra neste Governo de maioria simples de Sócrates. Isabel Alçada já distribui muitos sorrisos e garante que numa semana se põe de acordo com as 14 organizações sindicais a propósito da carreira profissional e de um sistema de avaliação que sirva mesmo para avaliar. Oxalá Isabel Alçada consiga esse milagre, sem deitar para a valeta o esforço de milhares de professores que cumpriram a lei. "CM"

Sindicatos

Em cada dia que passa, o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público atraves do seu Presidente, passa a ter cada vez mais,  uma intervenção que não tem nada a ver com questões sindicais. O Sr Palma pouco se importa, com direitos laborais dos magistrados do MP, com as suas condições de trabalho, as suas remunerações, etc.


Passou a vedeta de primeira água nas televisões e até apareceu, para criticar e ameaçar um Ministro do Governo de Sócrates por este ter falado em espionagem política.

Dá a sensação de que o seu sindicato se transformou numa organização politica deitando às urtigas a sua função sindical.

Crucifixos

Crucifixos.

Vai continuar a dar muita conversa.

""
A Igreja católica passou séculos amancebada com o Estado, ditando reis, dinastias, territórios, usos e costumes, regimes, tribunais e condenações. Era a religião oficial do Estado. Esse tempo acabou há muito. Aliás, segundo o cónego João Seabra, num livro recentemente publicado, intitulado O Estado e a Igreja no início do século XX, foi a Igreja que, em Portugal, sugeriu a separação da Igreja do Estado, em 1910. Escreve o sacerdote que o arcebispo de Évora da altura, D. Augusto Eduardo Nunes, manifestou a Teófilo Braga e a Afonso Costa a abertura da Igreja para rever o estatuto de que gozava na Monarquia e «que não se podia manter». Seja com for, a publicação da Lei de Separação do Estado das Igrejas data de Abril de 1911. A existência de crucifixos nalgumas salas de aula é uma reminiscência do estatuto da Igreja católica até ao início do século XX (reminiscências que depois de 1933 voltaram a ser acarinhadas). Mas estas questões não devem ser tratadas como uma «guerra ideológico-religiosa», mas sim com bom senso e com tolerância. Nestas situações, a patetice – um dos mais sólidos substratos culturais do radicalismo – solta-se: uns dizem que Pol Pot é um menino de coro ao pé destes malandros que querem tirar os crucifixos das salas de aulas; outros, em resposta ao mesmo nível, querem transformar um facto irrelevante na vida das pessoas numa cruzada de «mata-padres». O melhor é deixá-los, a ambos os lados, sozinhos, a exercer o seu direito à patetice. ""  (veja o artigo aqui)





(Publicado aqui).

Professores - Avaliação

Professores - a Lei é para ser cumprida.  Até foi assinada pelo Presidente da República.
Pode faltar-se ao respeito ao Primeiro Ministro, mas ao Senhor Presidente da República, NÃO...
Agora peçam contas ao Ministro dos Professores - Mário Nogueira

"A ministra da Educação, Isabel Alçada, afirmou hoje que os professores que não entregaram os elementos de avaliação não serão avaliados, acrescentando que “não se trata de uma questão de penalização”, mas de cumprir a lei." (Publico)

15 novembro, 2009

Muro da Vergonha





Pasamos a data aniversário da queda do "Muro da Vergonha" fora deste rectangulo plantado aqui na parte mais ocidental da Europa.
Tivemos a oportunidade de visitar uma monumental exposição  ao livre, de fotografias dos diversos Muros da Vergonha" que ainda existem por muitos lugares deste Mundo, infelizmente.
Todavia, não pode em nada espantar as afirmações aqui reproduzidas a seguir.
Poderíamos dizer apenas, que as mentalidades, passados estes 20 anos, ainda continuam saudosistas da vergonha do Muro.
Como são inocentes estes apoiantes de alguns tipos de muros, quando são os mesmos que apoiam muitos outros Muros que por aqui ou alí continuam ainda sem ter sido derrubados.


«Não é inocente que passados 20 anos o capital se mostre tão agressivo e se lance numa intensa campanha sobre a «queda do muro». Particularmente a burguesia alemã que ao longo da História tem recorrido sistematicamente ao militarismo, ao assassínio de democratas e revolucionários, ao trabalho escravo, inventou a industrialização da morte e o extermínio em massa nas câmaras de gás, pretende agora apresentar os acontecimentos de 1989-1990 que conduziram ao fim do socialismo e da República Democrática Alemã como um processo «revolucionário» ou «libertador» e aproveitar a ocasião para representar a farsa do seu «amor à democracia». (…) Afinal o «Estado de Direito» dos banqueiros não pode existir sem o saque dos cofres do Estado e as baionetas da NATO. Se, hoje, as ditaduras torcionárias de Salazar, de Franco e dos coronéis gregos ainda existissem teriam certamente enviado os seus emissários a Berlim e num acesso de histeria reaccionária celebrado com Ângela Merkel e os restantes representantes do capital europeu a chamada «queda do muro».










Rui Paz, Avante, 12.11.09.

                                                                                                                       Sindicalistas?

Estes “meninos” dos sindicatos, o que têm a ver com essa situação?  Tambem está dentro do ãmbito da actividade sindical? Quando a lei esteve em estudo e foi promulgada que disseram?

São pagos pelos bolsos dos contribuintes, estes sindicalistas e não seri melhor em algumas situações estarem calados?  Os jornalistas que os interrogam, não lhes sabem ou não querem contrapor outras orgumentos?

 

O «excesso de formalismo» da actual lei penal ameaça arrastar no tempo uma decisão final para o processo «Face Oculta», alerta Carlos Anjos, presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da PJ.  (IOL)

 

Procuradoria, para onde vais?

Procurdores, juizes de cima a baixo...

Muito se fala, muito se escreve.
Nunca em anteriores situações, parecidas, semelhantes, diferentes,  algo aconteceu como agora acontece.
Mas atenção, o procurador, neste seu comunicado,  assume a existência de fugas ao segredo de justiça nada diz, nada faz?

Hoje, sabe-se de alguma coisa que se passa nos meandros dos gabinetes dos "justiceiros", mas o que seria há uns anos atrás?
Sócrates já foi atacado pela "peste Negra", pela "Febre Amarela",pela  " Asiática", pela "H1N1", só lhe falta apanhar uma camada de piolhos.

Uma peça dos melhores artefactos juridicos dos últimos tempos: leia-se com atenção - aqui.

Por favor, calem-se e apliquem a justiça.

PS. Porque razão Pinto da Costa foi para a Galiza nas alturas quentes do Apito Dourado e Fátima Felgueiras foi passar umas férias ao Brasil?

Flores regadas pela chuva





6,0 €

JUSTIÇA

Filomena Martins, escreveu:

«Duas notas finais Há cinco anos que o PSD trabalha para fazer cair este Governo, em vez de se apresentar como uma alternativa, com um rumo claro e opcional. A continuar assim não consegue nem um nem outro objectivo.


Num país com o tamanho e a economia do nosso, em que não há nenhum grande negócio que não tenha a bênção do Estado e do Governo em funções, para que são necessárias escutas para confirmar esta realidade?

A semana começou como acabou: com mais uma enorme trapalhada da justiça portuguesa. Além da crónica lentidão, da eterna burocracia e das guerrilhas inqualificáveis entre os sectores da investigação, há uma falta de objectividade e de transparência inadmissíveis, escondida quase sempre sob o manto infinito e assustador em que se transformou a lei do segredo de justiça. Se sábado o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, tivesse confirmado com um simples "sim, foram enviadas certidões extraídas do processo 'Face Oculta' para o Supremo Tribunal de Justiça, órgão a quem compete verificar a legalidade das escutas de um dos envolvidos, o primeiro-ministro", em vez de um linguajar jurídico que nada dizia e levantava todas as leituras e suspeições possíveis, onde é que se quebrava a lei? Se Pinto Monteiro tivesse acrescentado que ainda não existiam decisões sobre as ditas certidões porque se aguardavam novos dados da investigação, em vez de entrar num jogo de pingue-pongue inacreditável com o presidente do Supremo, Noronha do Nascimento, onde é que se quebrava a lei? Se Noronha do Nascimento tivesse respondido que já tinha deliberado sobre as certidões e que o resultado tinha de ser divulgado pelo PGR, em vez de criticar os "bochechos" e as atitudes da Procuradoria, onde é que se quebrava lei? Assim vai a justiça nacional: desacreditada pelo que faz, pelo que não faz e também pelo diz e pelo que não diz. Triste espectáculo este. » [Diário de Notícias]

Jornalistas para quê?

Ficou a saber-se que:

Um empresário ficou a conhecer um acórdão ainda antes de este ser assinado pelos juízes e nada sucedeu.
Nenhum jornalista inquiriu, questionou, nada se investigou, nada se fez.

Daqui de adivinha que os magistrados fazem o que lhes dá na gana.
Que os jornalistas só lhes interessa  colocar notícias que não criem muitos problemas aso magistrados.

Velhas actualidades

Uns dia fora do Burgo, com disciplina rígida de não saber o que por cá se passava, e eis senão quando do regresso uma parte das notícias já não são grande surpresa, pois o folhetim continua:

* Primeiro Ministro escutado, legal ou ilegalmente durante meses. A baralhada entre o que escuta, o que manda escutar, o que autotiza a bisbilhotice, quem tem responsabilidade de autorizar, de destruir, etc, etc, não são já novidades a trapalhada instalada.  A Justiça, não está nada bem, mas os seus agentes, estão mesmo mal. Não estudam ou estudam mal a aplicação da legislação.  o Zé Povinho começa a perceber que a Justiça, afinal, tem vivido debaixo de uma capa de endeusamento que em nada corresponde à verdade. É assim, como a fruta com bom aspecto exterior, mas chei de bicho por dentro. Pelo que se apercebe, muitos dos agentes da Justiça necessitam de "internamento urgente" para tratamento. Duvida-se que alguns tenham mesmo qualquer hipotese de recuperação.
O velho ditado que diz, livre-nos Deus de cair nas mãos da Justiça, continua a ter em cada dia que passa, mais razão de ser.

Coutos - Serra de Madrid


11 novembro, 2009

Professores - Carreira docente

Docentes

Alguem de bom senso pode aceitar ( a não ser os professores) que todos eles atinjam o topo da carreira em igualdade de circunstãncias?
Será que um negociador, por mais "burro" que seja, não argumenta que até os gémios irmãos, são diferentes em caracter, em capacidades, em inteligência, etc. etc.
Alguem de bom senso pode aceitar que um sindicalista, desses que foram uns milhares e que ainda hoje são umas centenas, possam chegar ao topo da carreira, não exercendo a sua função profissional durante 10, 20 ou 30 anos consecutivos?
Será que não há professores "burros" e professores "interligentes" ?  Quantos exemplos desses por nós passaram e continuam a passar?  Não só nos professores, mas em todas as profissões?
Isso não seria fazer um nivelamento pela bitola dos incompetentes?  Eo outros como ficavam?

FENPROF já tem plano e agenda


A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) espera reunir já na próxima(esta) semana com a ministra da Educação, Isabel Alçada, e que neste período se inicie um processo de revisão do estatuto da carreira docente.

São Martinho

Tradição secular ainda é o que era ?



Lume, castanhas e vinho

À medida em que se percorre o país, as comemorações do São Martinho vão sofrendo alterações, embora a receita base seja sempre a mesma: castanhas e vinho. Só mudam os hábitos. Sinónimo de festa muito popular e de grandes tradições, São Martinho é festejado, a 11 de Novembro, com castanhas assadas e água pé. De acordo com a sabedoria popular, «No São Martinho abre o teu pipinho, mata o teu porquinho, bebe-lhe um copinho e come-lhe um bocadinho.» Lume, castanhas e vinho são os ingredientes indispensáveis para os tão desejados magustos. E porque amanhã, é dia de São Martinho, o NG decidiu pesquisar sobre os usos e costumes da população portuguesa, abordando essencialmente uma tradição secular que chega ao ano 2000.


Em Portugal, e sobretudo no norte e centro do País, o dia 11 de Novembro é de um modo geral festejado com «magustos» de vinho e castanhas em todas as partes onde estes ocorrem no dia de Todos os Santos, tomando assim o aspecto de um prolongamento especial dessas celebrações, a ponto de se falar em «Magustos dos Santos» e «Magustos de S. Martinho».
Os «magustos» aparecem sob esta forma em todo o Minho, em casa ou nos campos, em Trás-os-Montes, nas Beiras e no Douro, em terras de Arouca, e na região e na própria cidade do Porto. Por exemplo em Vila do Conde, as castanhas comem-se com roscas de pão de trigo e nozes. Em Fafe, eles começam à tarde e duram até à noite, as castanhas assam-se em fogueiras que se acendem no meio da rua, e o vinho circula em cântaro. Nessa noite, geralmente, joga-se ao pau. No sul o costume não apresenta este carácter de generalidade, mas assinala-se em várias partes.


Em muitas regiões rurais do país, nomeadamente no noroeste, a festa anda associada à matança do porco, e é influenciada, sob certos aspectos, pela euforia e pelo sentido de plenitude que decorre desse acontecimento que possui a natureza de uma verdadeira festa doméstica, muitas vezes mesmo a mais importante do calendário privado. No Minho, por exemplo, o dia situa-se na época das primeiras matanças e nas provas do vinho novo. Segundo a tradição popular, «No dia de S. Martinho / Mata o teu porco / E prova o teu vinho». "Paraquedista"

09 novembro, 2009

Pacheco Pereira

Pacheco Pereira  Sócrates e a  Quadratura do Circulo

José Sócrates não foi menos brando na resposta e apontou que Pacheco Pereira «ainda não sabe quem perdeu as eleições». «Falar de humildade ao senhor deputado talvez seja um pouco excessivo. Uma vez revolucionário, revolucionário toda a vida. De defensor da classe operária, passou a defensor da classe política», atacou.

Brincando com o programa em que o social-democrata é comentador, Sócrates avisou que «isto não é a Quadratura do Círculo» para trazer «para aqui suspeições que costuma debitar na televisão».
«O Governo agirá de acordo com os princípios de Estado de direito para combater e prevenir a corrupção. Essa será a nossa prioridade na nossa conduta, sem lançar suspeições para tudo e para todos. Rejeito essa sua forma doentia de ver as coisas», concluiu.
Pacheco Pereira gesticulou, pediu novamente a palavra, discutiu com Jaime Gama e conseguiu o que queria, depois de ter sido apelidade de revolucionário: «Acha que me intimida chamando-me revolucionário? Talvez seja bom olhar para a sua bancada, o mesmo qualificativo pode servir para designar vários ministros e deputados.»  ( IOL)

Aljustrel


08 novembro, 2009

Meco - Álcalá de Henares


Professores


A nova ministra da Educação, Isabel Alçada, declarou que «está certa» de que irá encontrar uma solução para a polémica da avaliação dos professores. A ministra falava aos jornalistas pela primeira vez como titular da pasta, à saída do debate parlamentar sobre o novo programa do Governo, discutido esta quinta-feira, na Assembleia da República.

«Suspender a avaliação era irresponsável»
«Estou certa que vamos chegar a uma solução em breve», declarou Isabel Alçada. Um objectivo que espera conseguir através da forma «muito concreta como vai dialogar com os professores», considerando que a suspensão da avaliação iria criar uma «agitação ainda maior».
A ministra disse ainda que olha para os «professores e para a escola com confiança» e que é necessário que a avaliação deve ter uma «componente formativa», para que os professores possam ser apoiados quando necessitarem. «A avaliação deve ser um factor para que a escola melhore», disse   "IOL"



07 novembro, 2009

Oeiras e os seus "filhos"

                                                                                      O Crime começa cedo
É assim que os portugueses tem que suportar situações destas

"Espetei-lhe a faca, por trás, junto às costas, quando ele estava a levantar-se do chão." Foi assim que Ruben M. , de 18 anos, de forma fria e sem mostrar arrependimento, confessou ontem em tribunal ter matado o aluno da Casa Pia de Lisboa, Eucrides Varela, de 16 anos, a 12 de Dezembro do ano passado. E garantiu que agiu sozinho, numa luta corpo a corpo com a vítima, ilibando, assim, os restantes 15 arguidos que com ele começaram a ser julgados no Campus da Justiça de Lisboa.


Teria sido uma confissão integral e sem reservas, que o Ministério Público (MP) chegou mesmo a requerer, mas o único arguido que se mostrou disposto a falar, além de Ruben M., garantiu, por seu lado, que viu um grupo a bater em Eucrides, não tendo vislumbrado ver Ruben ali envolvido. Perante as contradições, o colectivo de juízes, presidido por Anabela Morais, com Pedro Lucas e Flávia Macedo, indeferiu o requerido, optando pela integral produção de prova.

No banco dos réus sentam-se 16 "miúdos", com idades entre os 17 e os 20 anos, todos portugueses de origem africana, a maioria residente na bairro de Casal da Mira, na Amadora, e alguns do bairro de Porto Salvo , em Oeiras. Sobressaem na irreverência, até no modo de estar em tribunal. Mas, notou-se, sobretudo, ao final, quando tentaram impedir o trabalho da equipa de reportagem da TVI que, no exterior, acabara de entrevistar Reis Nogueira, o advogado da família de Eucrides. "Está a mentir", diziam alguns, enquanto outros tentavam agarrar a câmara de filmar. A certa altura perceberam que a iniciativa lhes poderia dificultar mais a vida e desistiram.

Aquele grupo a 12 de Dezembro "invadiu" o Colégio de Pina de Manique, indo em socorro de um colega, aluno da instituição, que por SMS os avisara ter sido alvo de agressões por parte de outros alunos moradores no bairro de Santa Filomena, na Amadora.

Segundo Ruben M., chegados ao local, cerca de 20, uns de carro e outros de autocarro, Hélio, o amigo que enviara a mensagem, já estava na rua à espera deles, tendo apontado os três autores da agressão. Foi quando entraram nas instalações, alegadamente sem reacção dos seguranças, para apanhar o trio. Um destes ficou para trás. Era Eucrides. Ruben M. lutou com ele e espetou-lhe uma faca, deixando-o depois a lutar com um outro indivíduo que não identificou, sabendo mais tarde que, da confusão, resultou uma vítima mortal.

Um outro arguido, Luís, garantiu que a história não foi bem assim. Na sua versão, Eucrides foi rodado por um grupo que o agrediu e esfaqueou, não estando Ruben entre os agressores. Os restantes 14 arguidos não falam. O julgamento prossegue hoje." (Oeiras-Notícias 24h)

Manuela Ferreira Leite

Socrates retirou a quase totalidade dos argumentos a Manuela Ferreira Leite quando esta contestava o programa do novo governo.

"Em tom brando, José Sócrates devolveu o conselho de humildade a Manuela Ferreira Leite, dado que o PSD, lembrou, perdeu as eleições. Bem como devolveu a ironia. Se todos os partidos da oposição acham que devem cumprir o seu programa por que “mistérios insondáveis” defende o PSD que o Governo deveria “mudar o seu programa” por que está em minoria no Parlamento, questionou o primeiro-ministro." (Público)

Alcácer do Sal - Rio Sado


06 novembro, 2009

Professores

Mario Nogueira, sempre ele... continua a mentir. Para um sindicalista é mau, para um professor(?) pior.
 Sócrates não disse que ia ser suspenso.
A Ministra da Educação reafirmou o mesmo.
Os sindicatos, em especial os dos "sindicalizados do Estado" não podem. nem governar, nem mandar no Governo.
Vamos esperar para ver...

“Ficámos satisfeitos por o senhor primeiro-ministro ter dito na Assembleia da República que iríamos ter um modelo de avaliação sério e justo porque então significa que este vai ser finalmente suspenso e alterado”, disse o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, que disse esperar uma reunião já na próxima semana com a ministra Isabel Alçada. “Iremos colocar logo à cabeça um processo de revisão do estatuto para que, entre outros objectivos, seja alcançado o fim da divisão da carreira docente e a substituição deste modelo de avaliação por um que efectivamente seja sério e justo”, adiantou o sindicalista.

Mário Nogueira voltou a sublinhar que a Fenprof pretende “um modelo sério, rigoroso, claro, mas justo”, manifestando-se optimista quanto à sua anulação. “O seu fim está já anunciado pelas posições dos partidos políticos da oposição”, considerou.
A FNE também fez um balanço positivo da intervenção de José Sócrates na Assembleia da República. “Registamos positivamente que o senhor primeiro-ministro tenha anunciado que a senhora ministra vai iniciar de imediato um processo de negociações com os sindicatos relativamente às matérias mais urgentes”, afirmou o secretário-geral da estrutura.

João Dias da Silva, que diz partilhar dos pressupostos definidos pelo Governo para uma avaliação rigorosa, séria e justa, condena, no entanto, a insistência no programa do Governo. “Do que discordamos é que não poderá sair daquilo que está no programa do Governo, o que significa uma contradição entre as primeiras declarações e esta última afirmação” do primeiro-ministro, afirmou, acrescentando que “é necessário que o Ministério da Educação e o Governo avancem para um processo negocial com disponibilidade para acolher as propostas sindicais”.
José Sócrates afirmou hoje no Parlamento que o Governo está disponível para “melhorar e aperfeiçoar” a avaliação dos professores, mas não para “destruir”, dizendo que a ministra da Educação tomará “de imediato” a iniciativa do diálogo com os sindicatos.

Agroal - Termas


Termas do Agroal - Tomar