25 junho, 2009

Poema da Treta

Em tempo de muitas tretas


 

Há um caderno e uma caneta,
que levo comigo a todo o lado,
para quando me sinto inspirado,
escrever meus poemas da treta.

Às vezes parece que sou poeta,
ao fazer rimas todo o santo dia.

Mas isso não passa duma mania.
Eu gosto é de andar de bicicleta!

Porém, hoje está de chuva, faz frio.
Eu, neste dia invernoso desgraçado,
Fico por aqui, ao computdor sentado.
Não posso ir pedalar pela beira-rio.

In «Nas rodas do Tempo"

Oeiras - Palácio Egipto

Uma boa obra de recuperação de um edifício que merece esta sorte depois dos maus tratos que durante muitos passou.
(Não só nesta caso, mas em muitos outros, questionamos as enormes verbas gastas com as diversas publicações e panfletos que a CMO usa para as publicitar.
A qualidade gráfica e do material utilizado não é compatível com o actual momento de crise e, não queremos acreditar que a CMO nada em dinheiro para o poder esbanjar desta forma)

Eleições

Utilizando uma variedade programada de argumentos, agora surge com esta justificação.

Primeiro foi por razões económicas. Economia, por economia, se for primeira ministra, substituirá o papel higiénico por papel de jornal, pois assim sempre haverá menos despesa.

Quanto á democracia, talvez se venha a recordar que congelar a democracia por 6 meses, não seja um mal menor

«A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, considerou esta quarta-feira que a realização das eleições autárquicas e legislativas no mesmo dia não prejudicam a democracia e ainda a reforçam.

'Ninguém está a pôr em causa a democracia quando se defende que as eleições sejam no mesmo dia, bem pelo contrário, eu considero que a democracia ficará reforçada se a abstenção diminuir e duvido que as eleições tão seguidas seja bom para combater a abstenção', afirmou a líder social-democrata à saída da audiência com Cavaco Silva, no Palácio de Belém.» «Correio da Manhã»

Fenprof - Gestão das Escolas

Só falta à FENPROF ser consultada e obrigar ao seu parecer positivo quando da nomeação do Ministro da Educação.

«A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) entregou esta manhã dez mil postais contra o actual modelo de gestão das escolas na residência oficial do primeiro-ministro, em S. Bento.»

Auto Europa

Aí está a força do PC

São "negócios" como este que o PCP ajuda a concretizar.

Será que o PCP desconhece que as empresas sabem fazer as suas contas?

Agora os trabalhadores ficaram a perder com o negócio. Até ao final do ano.

A partir daí, será que vão ficar sem emprego?

Nessa altura, se tal acontecer, será que se vão manifestar à porta da Soeiro P Gomes?

TVI

Quem não se lembro da passagem de Moniz pela RTP?

Cremos que foi no tempo de Cavaco Silva no Governo.

À data atacou tudo o que era socialista.

Manuela Ferreira Leite, o PSD e o CDS sabem bem do que Moniz fez e do que tem feito agora que está na TVI.

Razão de sobra para o nervosismo de Manuela Ferreira Leite sobre o actual tema da possível compra de 30 % daquela estação pela PT.

Socrates explicou no Parlamento que desconhecia o que se passava e que não tinha que se intrometer no negócio.

Manuela Ferreira Leite à noite e em directo chamou mentiroso com todas as letras ao Primeiro Ministro de Portugal.

A Portugal Telecom desmentiu as notícias postas a circular atraves de Henrique Granadeiro.

Pergunta-se e agora?

O PS e o Primeiro Ministro só terão que desmascarar todas estas artimanhas armadas para ajudar a chegada ao poder da Velhota do Restelo, com a ajuda que tambem lhe tem dado o Velho de Belem.

Economistas

Como alguem escreveu, são tantos, mas não conseguiram chegar aos 30 para assinar o memorando

«As últimas décadas foram reinado dos economistas, o que por si só justifica que se use com os economistas de verdadeira franqueza. Pois bem, sejamos francos: são poucos os economistas cuja reputação tenha aumentado com a crise. E, desses, não os vi assinar o manifesto dos 28 economistas contra os grandes investimentos públicos.

Tal como acolhemos o facto de terem opinião sobre o TGV, os mesmos 28 economistas não poderão levar a mal que se lhes pergunte: quantos de entre eles acertaram nesta crise? Quantos resistiram à ideia de que o mercado poderia e deveria decidir sozinho? Quantos avisaram a tempo que a estrutura de incentivos dos altos executivos nos estava a conduzir para o desastre? Destes, poucos ou nenhum (talvez apenas Silva Lopes?).

Como é evidente, o terem fracassado na crise não lhes tira razão sobre as infra-estruturas. Mas significa que devemos recusar os equívocos deste manifesto. Não, os 28 não são uma colecção plural, muito menos apolítica, de economistas: são economistas de direita, o que é estupendo, mas é o que é. Não, os economistas não têm nenhum direito de pernada sobre as grandes decisões da sociedade: devem participar nelas tanto quanto os geógrafos, os urbanistas, os engenheiros e os cidadãos em geral. E não, estes nomes não esgotam o panorama da opinião económica em Portugal.

Existem felizmente economistas que acertaram na crise e - muito provavelmente - acertam no remédio. Não fazem parte dos 28, mas tenho mais motivos de confiança neles. A cada passo da crise souberam descrever o que se estava a passar e propor soluções e redesenhos do sistema que só depois se consolidaram na imprensa económica internacional. Nunca perdi o meu tempo quando lhes dei atenção. Não pagam anúncios de página inteira na imprensa nacional. Mas escrevem em blogues. Num em particular, chamado Ladrões de Bicicletas, está uma equipa inteira: João Rodrigues, José Reis, José Maria Castro Caldas, Nuno Teles, Jorge Bateira. Dir-me-ão: são de esquerda. Pois são. E não assinaram o manifesto, o que está longe de os diminuir. Se preferirem, tenho dois economistas de centro-esquerda para adicionar: Carlos Santos, de O Valor das Ideias, e João Pinto e Castro, do Blogo Existo. Qualquer deles, no seu estilo, tem aguentado este debate com desenvoltura, criatividade e segurança.

E não precisam de ser pura e simplesmente economistas. Pedro Lains, historiador da economia (que não é de esquerda, tanto quanto sei), tem também escrito no seu blogue sobre a questão das infra-estruturas de transporte, lembrando que a decisão está longe de ser unicamente económica.

Nem todas as questões estão respondidas. Serão as grandes obras inimigas das "muitas pequenas obras" na reabilitação urbana que eu defendo como prioritárias? Serão todas estas obras iguais, das auto-estradas ao novo aeroporto e ao TGV?

Mas não me venham dizer que a única opinião disponível é um manifesto de 28 economistas convencionais, propondo a criação de uma comissão de sábios convencionais, envolvida em discurso inconclusivo. Façam esta experiência: leiam os outros, e depois digam-me da diferença.»
«Publico»

Professores - horas semanais de "trabalho"

Comentário a um comentário.
Temos muita razão em ter muita pena dos professores.
Vamos comentar apenas o comentário na parte que reporta o número de horas de trabalho semanais. Dizemos trabalho.
Pois então, são 35 horas semanais.
Entre um "velhinho" e um "novato", a diferença está no "trabalho", melhor, componente lectiva.
Assim, para um "velhinho" são 14 horas de trabalho semanal, na função mais digna e trabalhosa - componente lectiva - dar aulas. As restantes 21 horas são da componente não lectiva.
Assim, para uma semana de segunda a sexta-feira, não chegam 3 horas diárias da componente lectiva.
Pois, então na componente não lectiva, "poderão estar" incluidas as diversas tarefas que no comentário são criteriosamente enunciadas.
Responsabilidade nos departamentos - será que todos os professores tem essas responsabilidades atribuidas? E os que não têm?
Conselhos de Turma - devem ser diários e prolongar-se-ão até de madrugada.
Conselho Pedagógico - igualmente, para todos os professores e com reuniões diárias e morosas.
Reuniões - sempre necessárias e muito participativas, em especial para discutir as greves, as avaliações, etc. etc.
Direcção de turma - pelos vistos, todos os professores pertencem à direcção de turma e com reuniões tambem diárias
Atendimento a encarregados de educação - serão diárias ou uma vez por semana?
Onde se esgotam aqui as 21 horas dos mais antigos ou até as 13 horas dos novatos?
Sobre a preparação das aulas de que os professores tanto falam para justificar o injustíficável da maioria deles.
Será que um professor de Informática, de Educação Musical, de Educação Fisica, Aerea de Projecto, de Portugues, Francês ou Inglês perdem todos eles, todo esse tempo a preparar as lições do dia seguinte?
Será por isso que não se vêm professores no futebol, na praia, no cinema ou a cavaquear com os amigos saboreando um café ou uma bebida?
Mas que horas sono perdem os professores, com o emprego e o salário certo no dia 22 ou 22 de cada mês?
Pode adquirir-se que em muitos casos, a profissão pode ser desgastante, mas exagerar, não.
O anónimo terá maioria de razão em muito do que escreveu
«Caro anónimo, poderia obtê-la através de um qualquer sindicato dos professores que lhe indicaria também a legislação inerente à questão. Mas já que não o fez, dir-lhe-ei, com muito gosto, que o horário de um professor em final de carreira é exactamente o mesmo de um professor em início de carreira, ou seja: 35 (trinta e cinco) horas semanais, fora as que não são contabilizadas por serem dadas gratuitamente aos sábados e domingos em casa, sem se poder ir ao cinema, visitar a família, ou simplesmente dormir, compensando as horas de sono em falta.A diferença entre um docente com trinta e tal anos de serviço e um com dez, apenas, reside na componente lectiva. Este terá, pelo menos, 22 horas lectivas e 13 não lectivas, enquanto aquele poderá ter 14 horas lectivas e 21 não lectivas. Nas não lectivas poderão estar incluídas aulas de apoio e substituições de colegas. As restantes correspondem à responsabilidade com determinados departamentos, conselhos de turma, conselho pedagógico, reuniões, direcção de turmas, atendimento a encarregados de educação, tutorias, para além da preparação de aulas em função da diferenciação das turmas que cada docente tem, pois não há turmas iguais nem alunos iguais, nem aulas iguais.O professor não é uma máquina que um qualquer operário habilitado acciona e acompanha. Tal como os alunos não são pares de sapatos nem calças de ganga produzidos em série, nem tijolos assentes a metro, nem hortaliça...Penso que já chega.»

24 junho, 2009

Economistas

«Os velhos do Quelhas

Tenho de confessar que pouco ou quase nada sei do abaixo assinado dos 28 economistas (mais ou menos uma turma nos meus tempos de estudante do ISE), ouvi um ou dois nomes de entre os muitos que assinaram e fiquei a saber que defendem que as grandes obras públicas sejam adiadas ou melhor estudadas, qualquer coisa assim. Não me interessei pelo assunto porque considerei a posição um fenómeno recorrente a que já aqui chamei fruta da época, quando ocorre um tsunami aparecem os vulcanólogos e meteorologistas, quando aparece uma nova estirpe da gripe é a vez dos epidemiologistas e por aí em diante, se o tema é a dívida externa é natural que estes ilustres estejam preocupados. As suas medidas têm para o futuro de Portugal a mesma importância que terá o sistema de detecção de tsunamis prometido por Pedro Santana Lopes.

Só que a dívida externa não foi provocada por nenhum sismo, não nos engoliu de repente, é antes uma vaga que ganha dimensões depois de uma enchente que dura há anos. E ao contrário do que muitos cidadãos podem concluir com esta tomada de posição, nem sequer é provocada principalmente pelas obras públicas, é antes o resultado do desequilíbrio das trocas comerciais com o exterior que, por sua vez, é alimentado pela perda de competitividade das empresas e pela expansão da procura de produtos importados.

Só que estes senhores, como já aqui se disse em várias ocasiões, andaram muito entretidos a defender reduções salariais e equilíbrios orçamentais, esquecendo que aquele que sempre foi o grande problema da economia portuguesa, o desequilíbrio comercial com o exterior. Graças ao conforto resultante da adesão ao euro esqueceram-se de que o facto de termos a mesma moeda que os nossos parceiros comerciais, inviabilizando desvalorizações, não significa que não tenhamos que pagar o que compramos.

Onde estiveram estes velhos do Quelhas nos últimos anos? O que disse Luís Cunha sobre o desequilíbrio comercial enquanto foi ministro das Finanças?

Ainda há poucos meses se discutiu a construção do novo aeroporto e muito destes senhores andavam preocupados com a localização. Um dos grupos que elaborou o estudo até analisava as questões de ordem económica, mas, pelo que se vê, esqueceram-se do mais importante, do pilim. Andaram meses a discutir a localização e agora dizem que o problema é o endividamento! Bem, ou são idiotas ou andam a gozar com os portugueses. A não ser que o endividamento externo nos tenha inundado de repente, como se fosse um tsunami de contas por pagar.

Independentemente do que se possa dizer das opiniões técnicas destes ilustres cérebros, há uma evidente desonestidade de quem usa o argumento do endividamento soa agora, como se fosse uma bomba H made in Coreia do Norte. O que digo dos velhos do Quelhas, digo do velho de Belém e outras velharias económicas que andam por aí. Apesar do ar sério com que faltam, há muita falta de seriedade em quem usa os indicadores económicos em função da conjuntura política. É como se um médico optasse por tratar um cancro com aspirinas porque está a meio da legislatura, apenas optando pela cirurgia em vésperas de eleições.

Além disso, devo dizer que não reconheço autoridade moral a alguns nomes que ouvi par falar em defesa do país, a gente que vive à grande e à francesa à custa de pensões oportunistas, que sempre demonstraram estar mais preocupados com as suas contas bancárias do que com a situação do país.»

«In o Jumento»

Será que estas citações terão algo a ver com os professores?

«A dúvida é o principio da sabedoria»

«O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflecte»

«Existem duas espécies de idiotas: aqueles que não duvidam de nada e aqueles que duvidam de tudo»

Auto Europa - Intersindical

Quando a Intersindical deixa de "controlar" os trabalhadores, os acordos fazem-se.
A politica da terra queimada daquela central sindical, está a chegar ao fim.
Uma grande parte dos seus apoiantes, ou já estão reformados e por isso, a questão do emprego e da manutenção dos postos de trabalho lhes passa ao lado, ou então pertencem ao sector público e o emprego está assegurado.
No sector privado, vão acontecendo situações destas.
É claro que os trabalhadores são sempre prejudicados.
Serão bastante menos se o posto de trabalho acabar.
A intersindical que se cuide.

RH elogia confiança de trabalhadores na direcçãoO director de recursos humanos (RH) da Autoeuropa elogiou hoje «o grande envolvimento» dos trabalhadores que quarta-feira rejeitaram o pré-acordo laboral, estabelecido entre a comissão de trabalhadores a administração da empresa. »

Menú em tempo de crise

Barato em tempo de crise

Banqueiros

Ainda lhes vamos ter que levar um maço de tabaco e uns chocolates
«Crimes de banqueiros terão castigo até 5 anos de prisão.
A partir de hoje, escreve o Semanário Económico deste sábado, os crimes financeiros serão alvo de coimas mais pesadas com valores que podem atingir os cinco milhões de euros. Outros crimes, como a recepção ilícita de depósitos, darão pena de prisão até cinco anos.
Já está em vigor o novo regime sancionatório no sector financeiro em matéria criminal e contra-ordenacional. As lições dos casos do BPN e BPP, em plena crise dos mercados financeiros, «levaram ainda o Governo a estabelecer a publicidade das decisões condenatórias em processo contra-ordenacional na área bancária, dos seguros e fundos de pensões», justifica o jornal.
O objectivo, é o reforço do efeito de punição e de dissuasão, «bem como promover o alinhamento das molduras das coimas e das ferramentas processuais na banca, seguros e mercado de capitais», explica o Económico.
Oito meses depois da aprovação do diploma em Conselho de Ministros, o novo regime (publicado ontem em Diário da República), vem reforçar os poderes da supervisão em Portugal»

Oslo

Recordar o quintal de um amigo

Bragança


Professores - Férias à grande

Porto Salvo - 19/06/2009
Para que se veja, grande parte destes alunos acabaram a primeira fase do básico. Para o próximo ano escolar, para Setembro, irão começar uma nova vida numa outra escola.
Os pais, os familiares e amigos que foram ver a sua festa, se tiverem emprego ou trabalho, na próxima segunda-feira e em todas as outras que se seguirão, com excepção daquelas que ficararão incluidas nos seus períodos normais de férias - 22 dias úteis por ano, terão que se apresentar nos respectivos locais de trabalho.
Os professores desta escola e de todas as outras que existem por esse pais fora, e serão milhares, sabem o que lhes acontece?
Bem, coitados, por aquilo que os sindicatos e alguns desses professores apregoam, tem que estudar ( a cartilha de João de Deus, será) os novos programas do próximo ano, fazer o trabalho ciclópico das matriculas (?), os mapas e horários das turmas, etc, etc.
Coitados, e sabem durante quanto tempo?
Até meados de Setembro.
E sabem. Ainda durante este ano, e no início do próximo, vão ter mais um período de 15 dias de férias.
Será mesmo caso para dizer - coitados!!!

Praia

Foto da borda de água

23 junho, 2009

Mário Soares

 

"Curiosamente, a imprensa europeia - e a portuguesa ainda menos - não deu suficiente relevo ao plano de reforma financeira apresentado pelo Presidente americano.

A Europa parece ainda estar noutra.

Mais ou menos parada à espera que passe a crise para que tudo fique na mesma.

Não é possível."

« Mário Soares, "Diário de Notícias", 23-6-2009 »

Desemprego na OCDE

Sòcrates o grande culpado

« Taxa de desemprego deverá chegar aos dez por cento

OCDE terá 57 milhões de desempregados em 2010

A taxa de desemprego nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) deverá atingir os 10 por cento no final do próximo ano, estimando-se que nos trinta países que integram a organização haja 57 milhões de pessoas sem emprego.

A confirmarem-se as projecções hoje divulgadas pela OCDE, em 2010 será atingida a taxa de desemprego mais elevada desde 1970.

Em 2008, a taxa de desemprego na OCDE foi de 6,8 por cento (37,2 milhões de desempregados), apontando as estimativas para um índice de 7,8 por cento em Abril.

Para a secretária geral da organização, o desemprego continuará a aumentar mesmo depois da retoma económica, justificando-se o empenho em medidas persistentes de apoios aos desempregados.

Angel Gurria recomendou, por isso, o reforço da aposta na formação para manter os desempregados em contacto com o mercado do trabalho e na melhoria das suas qualificações.

A OCDE é uma organização composta por trinta países: Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Japão, Coreia, Luxemburgo, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Polónia, Portugal, Eslováquia, Espanha, Suíça, Suécia, Turquia, Grã-Bretanha e Estados Unidos.»
« Público»

Leceia

Jardim - Leceia

CM Lisboa

Comentártios para quê?

Lisboa não é a Figueira da Foz nem o Palácio de S Bento

«O Tribunal de Contas chumbou as contas da Câmara de Lisboa de 2005, o ano em que Santana Lopes e Carmona Rodrigues partilharam a presidência da autarquia, segundo um relatório a que a Lusa teve acesso, que indica sobreavaliação de receitas, irregularidades detectadas no funcionamento dos refeitórios e violação das normas da contratação pública.

Esta gerência da Câmara de Lisboa é a quarta consecutiva a ser chumbada pelo TC.

«O crescente agravamento do montante da dívida a fornecedores evidencia que a transferência de fontes de financiamento - de instituições financeiras para fornecedores - já constatada desde 2003 se continua a verificar», diz o TC, destacando que as dívidas a curto prazo aumentaram 24 por cento em relação a 2004.

De acordo com o documento, a utilização da capacidade de endividamento passou de 65 por cento em 2001 para 182 por cento em 2003, 146 por cento em 2004 e 211 por cento em 2005.

Em 2005, outros valores subiram, com taxas de execução de 85 por cento (receita) e 77 por cento (despesa), fruto da venda de «uma parte significativa» dos fogos de habitação social e à alienação de terrenos, «com particular relevância para os da Feira Popular».

O documento acrescenta que «o sistema de inventário permanente obrigatório pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL) ainda não é aplicado» pela autarquia de Lisboa.

O relatório indica a permuta entre a HSE - Empreendimentos Imobiliários, Lda e o município de Lisboa, que implicou a transmissão da titularidade de vários lotes de terreno para a empresa e como contrapartida para a autarquia a entrega de obras de infra-estruturas já realizadas, «configura um negócio que envolvia a construção de uma obra pública» e deveria ter sido objecto de concurso público.

«A autarquia de Lisboa deveria ter procedido à abertura do procedimento administrativo aplicável em função do valor da obra, pelo que, não o tendo feito, foram violadas as normas da contratação pública», pode ler-se no documento.

O TC conclui que as contas de 2005 «não reflectem toda a realidade patrimonial e as relações com terceiros» da Câmara de Lisboa» «Portugal Diário »

Praia

Praia em repouso

Tagus Park -Centro Modelar do Serviço 112

Centro Modelar do Serviço 112 concluído em Julho

O primeiro centro de apoio ao sistema de emergência 112 deverá começar a funcionar em Julho, no Tagus Park, em Oeiras. O objectivo deste centro é melhorar as condições de atendimento dos cidadãos, simplificar e tornar o serviço mais eficaz.

El Rocio - Almonte - Huelva

Pormenor em porcelana de antiga carroça usada para a romaria de El Rocio

22 junho, 2009

A crise dos economistas

E são muitos os que indelizmente hoje ditam para as notícias algo que meses mais tarde deixam de acreditar e passam a defender uma tese absolutamente contrária.

De economistas muitos estão fartos.

Dificilmente acertam uma. Jogam mais nos bitaites que no certinho. E assim temos andado, ao saber destas mentes que navrgam ao sabor das ondas que é como quem diz, ao sabor dos seus interesses, sejam eles quais forem.

Na sua grande maioria são credores de altissimos salários em organismos do estado, doutos mestres de cátedra e muitos deles, empregados dos contribuintes – auferem até chorudas reformas dos bancos por onde passaram.

De quando em vez, juntam-se, ao saber de não se sabe bem de quê e vai daí, dessas sapientes mentes nascem, como água cristalina, umas lenga lengas que espremidas, lhes servam acima de tudo para auto-satisfação.

Muitos, surgem amiudadas vezes e até em ciclos bem definidos pelas televisões, deixando as suas vestutas opiniões, utilizando um palavreado de vocabulário complicado, como para que, quem não compreenda o que dizem, tenha que aceitar por vergonha de perguntar as ideias.

Na verdade, sobre a crise, não houve economistas, comentarista ou não, que não desse o seu palpite. Acontece que da crise, quando ela ainda se encontrava escondida foram poucos ou nenhuns que a previram.

Mais tarde, quando esta apareceu, então sim, foi o momento para as divagações. Como sempre, sobre o que ia acontecer, o desfezo e o final, sempre se continuavam a escudar nos "ses", nos "mas", para não dizerem mais do que hipóteses e que, dada a crueza da situação, qualquer principiante de economia não teria dificuldade em opinar de semelhante modo.

Hoje, sobre as grandes opcções estratégicas das grandes obras públicas, aí estamos na mesma.

Utilizam os meios de comunicação social para a "intimidação psicológica" sobre esses temas.

Devem ser grandes defensores da estratégia de Salazar – não pedir emprestado, não arriscar, não investir e deixar o ouro debaixo do colchão.

Sobre o ouro, infelizmente não será o caso, porque não abunda, mas sobre o investimento, faz-nos lembrar quando nos anos 60 chegávamos a Espanha e notávamos a diferença, por exemplo nas estradas.

Com a mentalidade destes cavalheiros, teremos que viajar até Badajoz, nem que seja de carroça, para aí apanharmos o AVE com acesso a toda a Europa.

No aeroporto da Portela, vamos juntar o Figo Maduro e talvez assim tenhamos a situação do congestionamento da pista que serve Lisboa resolvido.

Mais difícil, não será dizer onde se pode cortar no endividamento?

Onde se podem reduzir os custos desse sorvedouro enorme que é máquina burocrática do Estado.

Nos milhões que se gastam no dia a dia das Camaras Municipais, onde o Estado não tem qualquer controlo?

Nos submarinos e no equipamento bélico para as forças armadas?

Estes temas, parecem de gestão de mulher a dias.

Os economistas, só tratam temas a que correspondem as donas de casa.

Acidentes de viação

Como em muitoas casos, a estatisitica apresenta dados por um príodo de tempo demasiado longo, não indicanto, por exemplo a estatisticas por anos.

Uma falha que não dá para perceber o que foi acontecendo a cada ano passado.

No mesmo dia em que se noticia que houve quebra nas multas por greves de zelo das entidades autoantes, seria bom que se pormenorizassem por ano a evolução da redução da sinsitralidade viária

"Portugal conseguiu reduzir em 47 por cento o número de mortes na estrada entre 2001 e 2008, segundo o 3º relatório PIN (Performance Índex) de segurança rodoviária, que será divulgado esta segunda-feira, em Bruxelas.

Assim, o objectivo da União Europeia de diminuir os valores para metade até 2010 está a apenas três pontos percentuais, podendo ser atingido já em 2010." « Portugal Diário»

Educação - ensino

Por muito mal que os detratores da Ministra digam, ficará na história, por se ter aguantado no próprio vendaval que criou.

A educação, as escolas, os professores, nada poderia ficar como estava.

Muitos vão dizer que ficará pior.

Esses, sempre dirão isso, pois são os defensores do deixa andar. Os interesses e as regalias instaladas eram demasiados evidentes e pesadas para o bolso dos contribuintes para que tudo ficasse na mesma.

Que se danem os muitos que são contra.

A escola, os alunos e o ensino daqui a uns, poucos anos, vão dar-lhe razão.

"«A a Z da Educação». Assim se chama o documento de 64 páginas que o Ministério da Educação publicou e disponibilizou no seu site oficial. É uma espécie de balanço do trabalho feito entre 2005 e 2009, sob o antetítulo: «Mais e melhor serviço público de educação».

Maria de Lurdes Rodrigues dá o mote, no prefácio: «Aumentar os níveis de formação e de qualificação da população portuguesa, através de uma política integrada de valorização da escola pública, foi a prioridade definida para a presente legislatura em matéria de Educação».

Entre elogios ao seu mandato, referiu como pontos altos a «escola a tempo inteiro», a criação de novos cursos profissionais, o alargamento da acção social escolar, a modernização do parque escolar, a avaliação interna e externa das escolas e o novo modelo de gestão.

A ministra não se esqueceu de elogiar os pais, mas também os professores, pessoal docente, órgãos de gestão e autarquias, que junta no mesmo grupo: «Têm vindo a fazer um trabalho persistente no combate ao insucesso escolar e ao abandono precoce, com resultado visíveis para milhares de jovens e respectivas famílias, que encontram hoje nas escolas respostas mais ajustadas às suas expectativas».

«Não é a história do meu mandato. É apenas um documento de divulgação mais ampla que refere as medidas de política mais emblemáticas, com mais impacto na vida das escolas e das pessoas», justificou Maria de Lurdes Rodrigues à Agência Lusa, considerando que «é importante prestar contas e fazer balanços, bem como divulgá-los»." «Portugal Diário »

PCP

"ASSIM SE VÊ A FORÇA DO PÊCÊ

É conhecido o interesse estratégico do PCP pleas forças de segurança e pelas magistraturas, sectores onde nos últimos tempos tem beneficiado da preciosa ajuda do PSD que espera beneficiar eleitoralmente da estratégia de terra queimada de Jerónimo de Sousa. Com o poder crescente do fisco é natural que o PCP também se interesse por este sector, todavia, tem tido dois obstáculos, a existência de um sindicato independente fortemente implantado na DGCI e a fraca implantação sindical nos trabalhadores das Alfândegas onde uma comissão de trabalhadores tem substituído a influência sindical.

Mas o fisco não só tem um peso crescente no plano da investigação com, através das bases de dados, tem informação estratégica da maior importância. Com os impostos "blindados" à influência da CGTP restava ao PCP tentar as alfândegas. Derrotado nas eleições para a liderança da CT optaram pela estratégia da sarna, durante meses fizeram a vida negra aos membros da Comissão de trabalhadores, até houve uma personagem que durante meses se armou em defensor oficioso dos trabalhadores, quando não em comissão de trabalhadores oficiosa.

Perante a oposição da CT o sindicato oficial do PCP para o sector chegou ao ridículo de chamar a si a negociação dos vínculos com Governo apesar de entre os trabalhadores das Alfândegas os sindicalizados pouco mais serem do que meis dúzia de gatos pingados. O estatuto oficial permite ao sindicato reporesentar os trabalhadores sem ouvir a opinião destes, orientadno os conflitos segundo os seus objectivos. Chegou mesmo a protestar por o director-geral reunir com a CT em vez do sindicato invocando que a CT, eleita pelos trabalhadores, não ser sua representante.

A partir do momento em que a estratégia da sarna conseguiou levar a maioria da CT à demissão tomaram conta desta, apesar de não representarem a maioria dos trabalhadores e aí sim a CT passou a ser representativa, a reunir com o sindicato e a divulgar os seus documentos. A CT oficiosa desapareceu e o sindicalista (um artista que não cumpre horário mas de forma oportunista recebe subsídios de turno) promoveu rapidamente uma mini reunião de trabalhadores para convocar uma greve de três dias, isso mesmo, três dias pois num mês de subsídio de férias nada como os trabalhadores das Alfândegas para alimentarem o calendário político de Jerónimo de Sousa.

Estes representantes da treta dos trabalhadores sabem muito bem que há negociações em curso e que até há abertura do Governo para encontrar uma solução para os trabalhadores do fisco, solução que só ainda não foi encontrada porque os "betinhos" da DG da Administração Pública são vítimas de uma doença bem nacional, a dor de corno, tudo fazendo para que os trabalhadores da DGCI e DGAIEC percam o estatudo que têm há muitas décadas.

Mas é óbvio que seja na Autoeuropa, nas polícias, nas magistraturas ou nos professores a estratégia do PCP passa pelo conflito, melhor ainda se esse conflito puser fim a qualquer possibilidade de acordo e desembocar em lutas de rua e manifestações ou, como o Mário Nogueira gosta muito, em esperas fascistas a membros do Governo. O que o PCP pretende é o inverso do que desejam os trabalhadores das Alfândegas, que não haja qualqur acordo, que o conflito saia para as ruas, levando os trabalhadores do fisco a substituir os professores e outros grupos profissionais que já se cansaram.

É preciso alimentar o conflito, a bem dos resultados eleitorais do PCP, porque é assim que se vê a força do pêcê!

Não faço greve, nem que Jerónimo de Sousa me endosse o cheque de algumas centenas de euros que me custaria uma greve de três dias com objectivos que apenas servem a estratégia eleitoral do PCP. Mesmo sem lei do financiamento às medidas do PCP a verdade é que a campanha política da CDU é a mais cara do país, só que é suportada pelos trabalhadores que pensando defenderem os seus direitos se deixam cair no regaço de sindicalistas profissionais, como o tal que recebe subsídio de turno (deve ser por fazer turnos entre o sindicato e o partido), que estão mais interessados em cumprir as directivas políticas que recebem do que em defender os trabalhadores." - «In O Jumento»

Professores - Avaliação

Por mais 2 anos, vai continuar o regabofe do "antigamente".
Aguarde-se pelo parecer que foi pedido.
«A ministra da Educação voltou atrás numa das decisões do Governo que mais polémica causou durante a legislatura. Em despacho enviado ao Conselho Científico para a Avaliação de Professores (CCAP), Maria de Lurdes Rodrigues informa estar disposta a manter por mais dois anos a versão simplificada do modelo de avaliação de desempenho dos professores. O que implica adiar a entrada em vigor do muito contestado modelo aprovado em 2008, que até agora nunca chegou a ser aplicado.
No despacho, a ministra pede ao órgão criado para acompanhar a aplicação do modelo de avaliação dos professores se concorda com esta solução. Em alternativa, Maria de Lurdes Rodrigues pergunta ao CCAP se considera que as escolas estão preparadas para a aplicação integral do modelo de avaliação, tal como foi definido de início pelo Governo.
O despacho da ministra surge na sequência da entrega, pelo CCAP, do relatório sobre o acompanhamento e a monitorização da avaliação de desempenho docente.
A manter-se a avaliação simplificada, até 2011, os professores continuarão a ser avaliados só com base na assiduidade, no cumprimento do serviço distribuído, na participação na vida da escola e na relação com a comunidade. »

Professores

Ler, para mais tarde recordar . . .

Trabalho, vai-te embora, que eu estou tão cansado ...

Já não bastaa que muitos deles fazem as "mesmas férias que as escolas normais", estão encerrados em Agosto, Etc, Etc.
Esta, está mesmo para rir.

«POR UM MESMO CALENDÁRIO ESCOLAR

Desde 2002 que à Educação Pré-Escolar é aplicado, injustamente e sem fundamentação credível, um Calendário Escolar específico, que prolonga a actividade lectiva nos Jardins de Infância em mais 5 semanas do que o ensino básico - uma semana no período de Natal, uma semana no período da Páscoa e três semanas no final do ano lectivo [...] »

PETIÇÃO

POR UM MESMO CALENDÁRIO ESCOLAR

Desde 2002 que à Educação Pré-Escolar é aplicado, injustamente e sem fundamentação credível, um Calendário Escolar específico, que prolonga a actividade lectiva nos Jardins de Infância em mais 5 semanas do que o ensino básico - uma semana no período de Natal, uma semana no período da Páscoa e três semanas no final do ano lectivo.

Este Calendário Escolar é contraditório com a legislação em vigor, a saber:

1º - A Lei Quadro da Educação Pré-Escolar (Lei nº5 de 10 de Fevereiro de 1997) que define duas componentes distintas no funcionamento dos Jardins de Infância – a componente educativa e a componente de apoio à família – assumindo a educação pré-escolar como a primeira etapa da educação básica;

2º - O acordo de Cooperação entre ME/MSSS/ANMP (1998) que define as condições para a operacionalização da componente de apoio à família. Assim os Jardins de Infância da rede pública do ME passaram a poder oferecer às famílias um horário de funcionamento alargado, para além das 5h diárias de componente educativa/lectiva, assegurando o serviço de refeições e ainda o funcionamento nos períodos de interrupção lectiva;

3º - A Circular nº 17/DSDC/DEPEB de 10 de Outubro de 2007 – Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar – releva os aspectos inerentes a todo o processo de organização e sistematização da componente lectiva, no que respeita à planificação, à avaliação e à articulação entra a educação pré-escolar e o 1º ciclo do ensino básico, numa lógica correcta de sequencialidade entre sectores de educação;

3º - O Calendário Escolar – Despacho nº 17931 de 3 de Junho de 2008 – que determina no ponto 1.6 que " Na programação das reuniões de avaliação devem os órgãos de direcção executivas dos estabelecimentos assegurar a articulação com o educador de infância e o docente do 1º ciclo do ensino básico de modo a garantir o acompanhamento pedagógico das crianças no seu percurso da educação pré-escolar para o 1º ciclo do ensino básico".

O Calendário Escolar da Educação Pré-Escolar é incongruente com:

1º - A dinâmica organizacional dos Agrupamentos no que respeita nomeadamente aos momentos de avaliação dos processos de aprendizagem e à articulação com o 1º ciclo do ensino básico prevista na legislação;

2º - As exigências decorrentes da organização da actividade lectiva da educação pré-escolar, retirando aos educadores de infância espaços e tempos para o processo de avaliação, instrumento essencial para aferir as aprendizagens e reestruturar planificações ou projectos curriculares de grupo/turma/estabelecimento/agrupamento;

3º - A resposta social prevista e regulamentada na componente de apoio à família que assegura a ocupação das crianças nos períodos de interrupção da actividade lectiva.

Tendo em conta o exposto, torna-se cada vez mais evidente que a discriminação a que a educação pré-escolar e os seus profissionais estão sujeitos, pela aplicação de um Calendário Escolar específico, não tem justificação nem sustentação legal e organizacional.

Assim os docentes da educação pré-escolar exigem que o ME passe a aplicar a este sector de educação e ensino o Calendário Escolar que vier a ser definido para o 1º e 2º ciclos do ensino básico já a partir do ano lectivo 2009/2010.

Rio Sabor




PSP - mega-operação

É bom ler a notícia, para se perceberem os comentários.

COMENTÁRIOS
20 Junho 2009 - 16h51
fernando ferreira
isto é puro fogo de artificio,quero ver quantos é k ficam de saco...
20 Junho 2009 - 16h51
REVOLTADO DA SILVA
Sé deixo uma pergunta , será que um condutor alcolisado não é um criminoso?
20 Junho 2009 - 16h45
eusão sempre os mesmos a pagar por tudo!!prendam os grandes esses sim fazem estragos no nosso país!!!
20 Junho 2009 - 16h43
AtentoIsto é só pra Inglês ver. Isto não é nada. É só fachada.
20 Junho 2009 - 16h42
AlexandreMega Operação? Crimialidade? Desde quando é q os criminosos são os que bebem um copito a mais? Cambada de Ursos de Azul
20 Junho 2009 - 16h41
Zé CarlosQuem paga as noites aos agentes,se fosse uma empresa privada era multada mas o estado é o maior incumpridor.
20 Junho 2009 - 16h00
Angel PontesÉ campanha eleitoral, para dar ideia que temos mais segurança!! Mentira, todos os dias somos roubados etc...
20 Junho 2009 - 15h31
nirubiSeja porque motivo forem as detenções, desde que sejam legitimas,são sempre um bom dissuasor para o crime em geral
20 Junho 2009 - 15h23
Luis SantosO combate a todo o tipo de criminalidade é importante, mesmo a criminalidade rodoviária. Por isso, parabéns PSP!
20 Junho 2009 - 15h22
Manuel dos Santostemos uma justica cobarde porque os maiores criminosos continuam em liberdade:v.loureiro,p.costa,freeport,bpn,bpp,c.pia

Paulo Rangel no Governo ?

Por ser verdade, o que abaixo se denuncia não é nada de grave,
Todos os politicos mentem, mas uns, muito mais que outros.
«Eleitores PSD - gostarão de ser enganados?
[Publicado por AG] [Permanent Link]
Pergunta-me um jornalista qual a reacção que mais este flique-flaque rangélico - a declaração do ora eurodeputado Paulo Rangel de que admite abandonar o mandato no PE se for chamado para funções governamentais - pode provocar nos eleitores que votaram PSD, apenas uma semana após as eleições para o PE.Respondo que não sei.Não sei se os eleitores que votaram PSD gostam de ser enganados.
Mais depressa se apanha...
[Publicado por AG] [Permanent Link]
Num programa da SIC Notícias ontem, Paulo Rangel, questionado sobre a possibilidade de deixar o mandato no Parlamento Europeu se convidado para integrar um futuro governo, disse: “Não afasto, não me custa nada dizer que não afasto”. Essa seria uma questão que “teria de ponderar depois na altura”. “Numa mudança radical de cenário, não posso dizer que não pondero essa situação”.Durante a campanha eleitoral, publica e repetidamente eu pedi a Paulo Rangel para esclarecer os portugueses se tinha o propósito de cumprir integralmente o mandato no Parlamento Europeu e garantir que “não aceitará qualquer outro cargo para que eventualmente seja desafiado pelo seu partido”.Rangel recusou responder-me. Mas ao Jornal de Notícias disse “Não tenho mais nenhum plano senão esse” – o de cumprir o mandato no PE. Entretanto, o secretário-geral do PSD, Luís Marques Guedes, já garantira: “Não haverá quem quer que seja que se candidate a mais do que uma coisa, nem haverá candidatos falsos ou candidatas falsas. Não haverá essas duplicidades de situações da parte do PSD. Isso nem se coloca".O posicionamento pré-eleitoral que o ora eurodeputado Paulo Rangel manteve quanto aos pedidos de esclarecimento que lhe dirigi sobre a matéria, relevava afinal da meridiana reserva mental com que sempre sobre ela perorou e actuou.Mais depressa se apanha um pretenso moralista do que um coxo...Significativo é também o silêncio da Dra. Manuela Ferreira Leite, de quem se esperaria a pública desautorização das veleidades contorcionistas do seu delfim, acaso fosse consistente a sua propalada “política de verdade”.Espero que o país os castigue – a Rangel e ao PSD - fazendo-os pagar nas próximas legislativas o renegar dos moralismos que sobre Elisa Ferreira e eu própria verteram, com notória desonestidade, durante a campanha para o PE.»

21 junho, 2009

Oeiras - 250 anos


























Magalhães

«31.600 alunos ainda não têm Magalhães
Cerca de 31.600 alunos inscritos no programa de distribuição dos computadores Magalhães não receberam o equipamento por incorrecção de dados ou falta de pagamento, estando no entanto o programa «praticamente concluído», anunciou hoje o Ministério da Educação.»

Professores - Sindicatos

Até onde chegava a hipócrisia.

De 1500 para 500 professores sindicalistas, pagos pelos contribuintes, como era possível.

Durante quantos anos, estes vermes, chupadores, tal qual sanguessugas do dinheiro do Zé, andaram por aí?

Que nomes deveríamos chamar a esta gente? Professores? Não ch....................

Convem recordar a entrevista de Mário Nogueira

«http://www.scribd.com/doc/2308747/16-MARCO-2008-Entrevista-MARIO-NOGUEIRA-CM»

Miranda do Douro


Pescadores - barco

Pormenor - Borda de água

20 junho, 2009

Portugal falido seria assim?

Com a devida vénia:

"Bom, bom, era o país falir

Que bom que seria se o país fosse à falência, Cavaco reuniria logo o Conselho de Estado mesmo com a ausência de Dias Loureiro, Luís Cunha faria o sacrifício de se oferecer para ministro de um governo de Manuela Ferreira Leite, a mesma que o despediu do Banco de Portugal de onde saiu com uma pensão vitalícia, mo Bernardino dir-nos-ia "estão a ver? A Coreia do Norte não é assim tão mau para vive como diziam os anti-comunistas primário!", o Manuel Alegre diria com o seu vozeirão de cá quem tinha razão era o Karl Marx e reuniria a cangalhada deserdada da política que sonha com o PRD da esquerda romântica, o Louça e o Jerónimo tentariam partilhar a caminhada vitoriosa do proletariado formando um conselho dos guardiões da revolução, a Manuela Ferreira Leite seria a salvadora da pátria porque em tempo de fome um papo-seco duro até sabe a torta de Azeitão, o Arnaldo Matos voltaria a sugerir que o seu bigode passasse a ser um símbolo da revolução, o Garcia Pereira iria no seu iate para meditar ao largo de Cascais sobre o futuro da revolução, o Pinto Monteiro continuaria entretido com a Operação Furacão, Paulo Porta proporia que Jaime Silva fosse crucificado no Terreiro do Paço, Manuela Moura Guedes teria um orgasmo em pleno Jornal Nacional enquanto Vasco Pulido Valente bebia mais um copo, os assessores do Presidente deixavam o anonimato, o Carvalho da Silva proporia negociar com o Vietname a compra da produção da Autoeuropa a fim de manter viva a chama da revolução naquela empresa, o Mário Nogueira proporia a contratação de todos os professores desempregados para participarem nas suas manifestações espontâneas a título de trabalho Cívico, Honório Novo sugeria que a Casa da Moeda comprasse a Renova para que não faltasse papel para produzir notas de quinhentos euros, o Sócrates finalmente poderia ser preso por ser maricas, ter desenhdo casas horríveis, embolsado algum com o Freeport e conseguido a licenciatura sem ir às aulas, o Manuel Monteiro seria finalmente deputado pelo círculo de Braga, o Coelhone proporia um terminal de contentores no Terreiro do Paço para salvar a exportações.

Bom, bom, era o país ir à falência, o país tremeria com o orgasmo colectivo sentido pela classe política e líderes corporativos.»

Incêndios

Ou já está tudo ardido, ou já foram presos todos o tarados incendiários ou então, com todo este calor, que se terá passado?
Tão poucos incêndios este ano.
Dá mesmo para meditar.

«37 bombeiros combatem as chamas em Aljustrel»

Oeiras adere ao Simplex Autárquico

Oeiras e Caldas da Rainha aderem ao Simplex Autárquico

A partir do dia 15 de Junho, Oeiras e Caldas da Rainha passam a integrar o projecto Simplex Autárquico, que integra presentemente 39 Municípios e um total de 152 medidas de simplificação legislativa e administrativa.

19 junho, 2009

Mario Nogueira - Professores

Na pesquisa que efectuámos, só conseguimos apanhar este curriculum.

Ora aqui está.

Claro.

Terá sido à conta do orçamento dos contribuintes que ele tiroua licenciatura?

Está claro?

Que fazia nos sindicatos?

Era um dos 1.500 que viveram e muitos ainda vivem com o salário pago pelo Zé Povinho

Quantas aulas deu

Durante quantos anos?

Ainda pode ser considerado professor?


 

"Mário de Oliveira Nogueira

49 anos
Instituição e ano em que terminou o curso: Escola do Magistério Primário de Coimbra, em 1978. Licenciatura em Ensino concluída em 2001, na Escola Superior de Educação de Coimbra.
Ano em que iniciou a actividade lectiva e escola actual:
1978. Escola de Santa Apolónia, Agrupamento de Escolas da Pedrulha, em Coimbra.
Percurso sindical, no seu sindicato e na Fenprof: Delegado e dirigente sindical do Executivo Distrital de Coimbra nos primeiros anos de actividade profissional. Actualmente: Coordenador do SPRC; membro do Conselho e do Secretariado Nacional da FENPROF, coordenador do grupo de carreiras e da comissão negociadora sindical, responsável pela relação institucional com parceiros educativos (CONFAP, ANMP, pessoal não docente das escolas e estudantes), membro do Conselho Nacional da CGTP-IN.
Ex-membro da Comissão Executiva do Comité Sindical Europeu de Educação."

Professores

«Perguntas aos professores

Publicado por JoaoMiranda em 11 Novembro, 2008

Onde está a independência intelectual e o espírito crítico dos professores?

Como é que é possível que 100 mil professores adiram a uma mesma manifestação? Não existem divergências de opinião entre eles?

Como é possível que 100 mil professores aceitem ser liderados por um personagem como Mário Nogueira e manipulados indirectamente pelo PCP? Ninguém se demarca? Já agora, Mário Nogueira é professor de quê?

Alguém conhece algum movimento de professores que exija reformas do sistema de ensino e que não seja corporativo?

Existe algum movimento de professores que reconheça os vícios e que critique determinados comportamentos e atitudes dos restantes colegas? Será que esses vícios não existem?

Levantei aqui o caso de um professor que se queixa em público de não conhecer programas que tem que avaliar, quando podia simplesmente lê-los. Porque é que todos os comentadores acham que essa atitude de desleixo é aceitável e normal?

Chamei aqui à atenção para o facto de o sistema de avaliação estar a ser complicado pelos próprios professores e pelas próprias escolas. Creio que só um professor é que reconheceu que as escolas estão mal organizadas e que os próprios professores contribuíram para complicar o processo de avaliação. Porquê? Será que as escolas são organizações exemplares? Não existirão por lá reuniões inúteis, procedimentos desnecessários e trabalho redundante?

Fiquei com a sensação que todos os professores concordam com a ideia de que um professor senior, com redução de tempo lectivo, só tem obrigação de conhecer a sua própria disciplina. A ieia de que a obrigação de um professor sénior é expandir as suas áreas de conhecimento e prestar serviços de coordenação em áreas alargadas é estranha às escolas portuguesas. Acreditam mesmo que é isso que acontece noutras profissões? Isto é, acreditam que, numa empresa, um profissional que sobe na carreira não tem que coordenar áreas de actividade mais abrangentes que aquelas em que se especializou?»

El Rocio - Almonte - Huelva









Deserto

Donana

Professores – um sonho ou pesadelo

Esta noite tivemos um sonho, melhor dito, um pesadelo.

Fomos forçados a um valente beliscão para saber se estavamos ou não a viver um sonho ou a realidade.

Deparámos com a imagem de uns milhares de professores do primeiro ciclo, doentes, suando as estopinhas, andando pelas ruas ou dentro de casa de um compartimento para outro, outros tomando sedativos incontrladamente, pegando no telefone e ligando para familiares e amigos, para ouvir uma palavra de conforto.

O nosso acordar foi assim, como se estivéssemos acabado de estar ao sol abrasador a reparar uma qualquer avaria num camião ou a montar uma máquina numa unidade industrial.

Mas não.

Foi um pesadelo

Momentos antes deste acordar sobressaltado, tinhamos ficado a saber que todo este cenário era fruto do problema que os professores passaram a ter com o trabalho que iriam ter, a estudar, a actualizar, a investigar as matérias e novas soluções pedagógicas para as lições do próximo ano lectivo.

Então ficamos mais contentes. A calmia regressou aos nossos espíritos, mesmo tendo uma licenciatura ou experiência profissional comprovada, sempre é muito melhor trabalhar a recibos verdes, com contratos a termo certo e com o futuro apoiado na base de uma piramide ou num cone invertido do que ter aquela malfadada, ingrata e trabalhosa profissão de professor.

Que sorte para uns e que azar o dos professores.

Voltamos a adormecer profundamente

Juizes - Tribunais

Aqui está um óptimo exemplo do estado da nossa justíça.

Será que não há por aí um Partido político que proponha a criação duma Comissão Parlamentar para saber a razão do que se está a passar com esta e outras situações semelhantes?

Quem não está bem, muda-se?

Comentários para quê?

«Juiz de instrução de Gondomar quer ir embora e adia audição de Valentim

O juiz de instrução de Gondomar Pedro Miguel Vieira adiou hoje "sine die" a audição de Valentim Loureiro e de outros arguidos no processo da Quinta do Ambrósio, anunciando ainda que pediu transferência para outra comarca.»

Professores

Custa aceitar alguma realidade diferente do que os professores tem vindo a apregoar através dos seus diferentes sindicatos e associações.

Mas a verdade estará por aí.

Será que, como em anos anteriores, aqueles que criticaram tudo o que ministerio tem feito agora por omissão não querem reconhecer que os alunos estão a aprender mais?

Os professores não são os mesmos? Ensinam melhor? Trabalham mais?


«"São resultados positivos, na continuidade dos que se tem verificado nos últimos anos. Portanto, melhorias ligeiras daquilo que são as competências tanto em Língua Portuguesa como em Matemática" dos alunos dos quarto e sexto anos de escolaridade, disse a ministra aos jornalistas esta manhã, à margem de um fórum internacional dedicado à inovação e às tecnologias de informação e comunicação (TIC) na Educação que decorre em Lisboa.

A ministra não revelou, porém, qual a média dos resultados, dizendo não se lembrar, e remeteu para um comunicado que o ministério "está a preparar".

"O balanço é positivo. Não há nenhuma surpresa", garantiu ainda Maria de Lurdes Rodrigues.» Diário de Notícias

Cadelinhas - Conquilhas - Condelipas

Em Espanha: com alhos e sem coentros e sem areia

18 junho, 2009

Corrupção na CM Lisboa

Aqui temos uma notícia praticada por profissionais da informação.

Desde quando, em que datas, quem era Presidente da Camara?

Sobre estas questões importantes em qualquer notícia. Nada de nada.

Sem mais comentários

«Ministério Público está a investigar 29 casos relativos ao Urbanismo

O Ministério Público está a investigar 29 casos relativos à área do urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, segundo a Procuradoria Geral da República»