15 dezembro, 2008
PSD - Manuela Ferreira Leite
Toda a gente sabe, melhor os Social-democratas do PSD, mas, em entrevista ao Correio da Manhã, Ângelo Correia diz:
“Manuela Ferreira Leite tem sido uma líder de facção”
14 dezembro, 2008
Professores
Uma opinião, para ler com atenção
Cuidem-se, srs. professores
Agora sim está claro. Pela primeira vez os sindicatos dos professores mostraram a carta escondida na manga. Andaram meses a protestar contra as avaliações e a dizer, 'urbi et orbi', que o sistema do Governo era muito burocrático, muito injusto, muito pesado.
Agora finalmente apresentaram uma proposta alternativa à ministra da Educação e propõem, como é óbvio, um sistema nada burocrático, justíssimo, bastante leve e ultra-rápido. Isto é, cada professor auto-avalia-se.
Diz qual é a nota que quer, inscreve-a numa ficha que depois é homologada pelo conselho executivo de cada escola.
Fica assim provado, para sempre, que os sindicatos não querem a avaliação dos professores, pretendem apenas passagens administrativas, como diz a ministra.
Em minha opinião, o que os sindicatos propõem é uma fraude. Uma descarada fraude, com cada professor a ditar uma nota que não avalia nada. Nem o mérito, nem o esforço, nem o saber, nem os métodos pedagógicos, nem a assiduidade, nem nada. Se os sindicatos são capazes destes malabarismos, o que me revolta e causa indignação é a aceitação dos professores da tutela do sr. Mário Nogueira, que já ontem anunciou que vai pôr em marcha o processo para um novo recorde – o maior abaixo-assinado da História. Ou muito me engano ou o pastor Nogueira anda a candidatar-se ao Guinness Book. Que vergonha, senhores professores, aceitarem ser liderados por este agitador, até em matéria de honra e dignidade.
Os senhores professores querem avaliar-se a si próprios?
Os senhores professores que têm andado a boicotar o sistema de avaliação proposto pelo Ministério acham que a dignificação da classe tem de passar por este desonesto procedimento, que pais e alunos e toda a população portuguesa percebem e condenam?
Daqui a dias, vão ver, são os alunos que já não querem ser avaliados, tal como os professores.
Afinal quem está a fomentar a indisciplina nas escolas? Afinal quem está a destruir o sistema de ensino.
Afinal quem está a estilhaçar a exigência e o rigor de um ensino mais qualificado? Verifiquei hoje que já um número elevado de professores se levantou contra a irresponsabilidade e o desvario dos sindicatos. Oxalá esse número aumente para salvar a escola pública. Aplaudo a coragem desses professores que recusam a auto-avaliação e percebem que a seriedade das suas posturas tem de prevalecer no confronto com métodos dos impostores que ameaçam não deixar nada de pé.
Magistrados – ajudam na Crise com uma “greve”
Com o respeito que se deve ter a toda a profissão, mas, aqui estão mais uns "mangas de alpaca" com mais uma ajuda na receita da Crise
Os magistrados do Ministério Público, reunidos em congresso extraordinário, no Estoril, mandataram a direcção do sindicato para ponderar todas as formas de luta, incluindo a greve, em defesa da autonomia da instituição.
PS - PSD - Sondagens
Ora aí está, mais dúvidas, para quê?
Sondagem: Barómetro mensal CM/Aximage
PS em queda com Sócrates a subir
Acentua-se assim a distância entre PS e PSD, depois de os partidos terem conquistado um empate técnico em Julho de 2008, pouco depois de Manuela Ferreira Leite ter sido eleita presidente do PSD.
Forum das Esquerdas
Mas qual fórum, quais esquerdas ?
Faz lembrar o Clube dos Poetas Mortos.
Para tomar nota, porque só nesta eminente e superdotada profissão é que não há, sofríveis nem maus - António Avelãs fez a defesa da avaliação dos professores e de uma diferenciação entre eles, admitindo que muitos são bons, outros "acima da média" e outros ainda "abaixo da média".
Manuel Alegre assistiu mas não interveio
Fórum das Esquerdas: debate sobre educação centrou-se na avaliação dos professores
14.12.2008 - 15h08 Lusa
O tema era a educação e o debate, no Fórum das Esquerdas, em Lisboa, acabou por centrar-se nos professores, com o dirigente sindical António Avelãs a afirmar que a recusa da avaliação "é um suicídio político".
No debate do fórum "Democracia e Serviços Públicos", patrocinado pelo histórico socialista Manuel Alegre, bloquistas, renovadores comunistas e independentes, participaram três deputadas do PS – Teresa Portugal, Eugénia Alho e Júlia Caré – e outros militantes socialistas, como Pedro Baptista José Neves, um fundador do partido.
<<Público>>
13 dezembro, 2008
FENPROF - Professores - Mario Nogueira
"Como a FENPROF sempre denunciou, e a prática está a confirmar, o modelo imposto pelo
ME está completamente desenquadrado do que são as funções docentes, as suas exigências e
especificidades. Destina-se, sobretudo, a institucionalizar uma
cadeia hierárquica dentro das escolas e a dificultar ou, mesmo, impedir a progressão dos professores na carreira. O estabelecimento de quotas na avaliação e a criação de duas categorias que, só por si, determinam que mais de 2/3 dos docentes não chegarão ao topo da carreira,completam o quadro político, administrativo e economicista de um estatuto de carreira
docente que inclui o modelo de avaliação que vigora. Nas escolas, os professores já se confrontam de conflitualidade. A crítica ao modelo e à forma como está a ser aplicado tem as Conselho Científico da Avaliação dos Professores (CCAP). Esta estrutura, criada pelo ME, nas suas recomendações, critica aspectos como a utilização dos instrumentos de registo pelas escolas, a utilização dos resultados escolares como item de avaliação ou a observação de aulas... Só a luta dos professores impediu, ao contrário do que pretendia o ME, a aplicação do seu modelo a todos os docentes e com todas as consequências, já desde o ano passado. A FENPROF recorreu aos tribunais, conseguindo a suspensão da aplicação entre Janeiro e Abril e, a partir daí, pressionado
pela extraordinária Marcha da Indignação dos Professores, realizada em 8 de Março, o ME foi obrigado a assinar um Memorando de Entendimento que estancou Partindo do pressuposto que a Avaliação do Desempenho Docente deve ser voltada para a melhoria da qualidade da Educação e para a qualificação do serviço docente, a mesma deve assumir-se como processual e descritiva em ordem a não se perder informação significativa. As avaliações sintéticas de produtos traem a complexidade de uma avaliação sujeita a uma multiplicidade muito grande de
vectores. É fundamental orientar a Avaliação de Desempenho para a qualificação do serviço docente, como um dos caminhos a trilhar para a melhoria da qualidade da Educação, enquanto serviço público. Importa, assim, não a desvirtuar nos seus objectivos primeiros e nas metodologias daí decorrentes, pelo que pensamos que deve ser orientada pelos pressupostos e princípios que a seguir se enunciam. Construção participada com os docentes: O saber profissional constrói- -se dentro das regras e dos conhecimentos que os próprios profissionais geram e dominam. Deste modo, é inviável avaliar contra os docentes, é inviável avaliar desvirtuando o princípio primeiro da qualidade educativa em nome de interesses sociais
ou políticos externos à Educação. A Avaliação de Desempenho Docente só será credível e
reconhecida se orientada para a melhoria efectiva do desempenho, se tiver no seu horizonte o desenvolvimento e o progresso das instituições e das nações e, nesse sentido, ela terá de ser intrínseca aos Professores e Educadores, participada e co-construída pelos próprios. É fundamental a recolha mais ampla possível de informação, comoé fundamental que o avaliado participe activamente nessa recolha, bem como na construção dos instrumentos de avaliação. Transparência e Auto-avaliação: Toda a avaliação deverá ser transparente e partir do próprio avaliado. Nesta perspectiva, todos os critérios e vectores de avaliação têm de ser controlados pelo avaliado. A impossibilidade desse controlo inviabiliza um critério enquanto tal. O trabalho de auto- -análise não é só importante, ele é indispensável a ummodelo eficaz que pretenda reflectir o desempenho real, pelo que o processo deverá contemplar a auto-avaliação. Avaliação integrada e não individualizada:
A avaliação do desenvolvimento pessoal e profissional do Educador/Professor deve ser
contextualizada, integrada nas suas experiências pessoais e deve ter em conta vectores e condicionantes da comunidade em que se insere. Tem de ser perspectivada num quadro mais amplo do que o pessoal, pois pressupõe a melhoria do serviço prestado pela instituição em que trabalha, bem como a melhoria da Educação na sua comunidade. Avaliação de um processo, mais do que de um produto: O enfoque avaliativo deve incidir na avaliação qualitativa de um processo e de um serviço prestado e não na aferição de um produto individual. Pendor fortementeformativo da Avaliação do Desempenho
Docente: A avaliação não depende das questões laborais e de carreira, antes pelo contrário, estas
surgem como consequência natural daquela, uma vez que foi reflexiva e criteriosa.
Um modelo orientado para a melhoria de práticas tem de contemplar autopropostas e propostas de melhoria pelos pares, para detectar insuficiências de desempenho e despoletar os mecanismos para a sua superação e consequente recuperação do docente para bons níveis de desempenho. Co-avaliação, uma solução para um modelo integrado e participado: A prática da co-avaliação implica que todos os elementos de uma determinada comunidade educativa possam ser avaliados mas também avaliadores. Mantendo-se a paridade profissional no reconhecimento de que estamos numa profissão em que temos todos a mesma habilitação de base e profissional, a co-avaliação resolve o problema do reconhecimento da autoridade do avaliador uma vez que há aco-responsabilização de todos os pares. Diferenciação e melhoria de práticas:
A diferenciação pode ser bem-vinda se for trabalhada num plano qualitativo e potenciador da melhoria de práticas. Contudo, ela não pode implicar, por questões de paridade, de igualdade de oportunidades, flexibilidade na gestão do serviço escolar e reconhecimento do princípio da igualdade profissional, qualquer exclusividade ou inibição no desempenho de cargos
pedagógicos. Não pode implicar, igualmente, cisões ou divisões
profissionais.
• Em 2007/2008 a avaliação foi suspensa para 92% dos docentes e, para os restantes, apenas se
aplicou um processo simplificado, sem implicação na renovação ou celebração de novos contratos;
• Em 2008/2009, a avaliação assume um carácter experimental, pois eventuais classificações
negativas não produzirão efeitos, o processo é acompanhado por uma comissão paritária que integra os sindicatos e, para o final do ano lectivo (Junho e Julho de 2009), está já prevista a alteração do modelo.
A FENPROF assume as suas posições de contestação ao modelo imposto pelo ME e as suas
responsabilidades na construção de uma alternativa. Uma alternativa que não é compatível com
o paradigma de escola que tem vindo a ser imposto, antes exige um contexto diferente em que a gestão seja democrática, em que a carreira docente não esteja dividida, em que os horários de trabalho sejam adequados à actividade pedagógica a desenvolver, em que a formação contínua se ajuste às reais necessidades dos docentes e dos projectos educativos das escolas... É nesse sentido que a FENPROF divulga, para discussão entre os professores, uma proposta de avaliação que, nesta primeira fase, se encontra aberta em todos os aspectos para os quais existam propostas que a valorizem. Ao longo de todo o primeiro período, os Sindicatos da FENPROF promoverão
reuniões e outras iniciativas de debate, apelando- se, também, a todos os professores que, individualmente ou organizando-se nas Pressupostos e Princípios para a construção de um modelo de Avaliação do Desempenho Docente coerente, integrado, e eficaz
Para o Debate com os Professores (1ª fase da discussão) Federação Nacional dos Professores
Futebol – os esquemas continuam?
E agora Sr Jorge Coroado?
Afinal ainda existe ou não, aquela coisa a que muitos não querem chamar pelo nome, mas que existiu e pelos vistos ainda existe.
Que um árbitro, porque é desonesto ou apenas incompetente, lese gravemente um clube, não é novidade – é o 'normal'.
Por exemplo, no jogo Belenenses-Nacional, que toda a gente viu na TV, um tal Rui Costa transformou um empate (de 3-3) em triunfo (de 4-2), anulando um golo limpo, a um lado, e validando outro precedido de falta para o outro.
Simples e eficaz.
Novidade foi que os lesados vieram com uma revelação: eles, os de Belém, estão a ser vítimas de uma feroz guerra pessoal entre um dos seus dirigentes, ex-árbitro, e o presidente dos árbitros.
Pondo nomes aos 'santos', Jorge Coroado e Vítor Pereira. Que ficou calado.
Mas Coroado confirma: sim, é vingança contra ele! Acudam! " <<Correio da Manhã>>
NASDAQ – tinha uma D. Branca
Afinal, embora com os mesmos resultados, nos EUA também existia uma "moderna D. Branca".
Os resultados foram os mesmos.
Ex-presidente do Nasdaq acusado de fraude estimada em 50 mil milhões de dólares Bernard Madoff controlava fundos que acumulam prejuízos de 50 mil milhões de dólares (37,45 mil milhões de Euros)
O antigo presidente da bolsa de valores Nasdaq, em Nova Iorque, foi detido ontem, acusado de ter montado um esquema financeiro fraudulento de proporções gigantescas.
12 dezembro, 2008
Professores – “ in O JUMENTO”
Por muitas destas é que os Senhores, não querem ser avaliados.
Querem que tudo fique na mesma
<<Defendo que os bons professores devem ser melhor remunerados, dignificando a profissão e premiando os que melhor a desempenham. Mas os professores não estão de acordo comigo, querem ganhar todos o mesmo aceitando apenas a diferenciação em função da antiguidade. Defendo que não é a mesma coisa leccionar matemática ao quinto ano e leccionar ao décimo segundo mas os professores não estão de acordo, devem ganhar o mesmo independentemente do esforço exigido.
Defendo escolas bem geridas, cabendo a gestão pedagógica aos professores e a gestão administrativa a profissionais qualificados, ainda que dando prioridade a professores com habilitações adequadas para aderir a uma carreira de gestores escolares. Mas os professores não parecem estar de acordo, preferem que as escolas sejam bem ou mal geridas em função das aptidões dos que se disponibilizam a participar nos conselhos executivos e mesmo que daí possam resultar favoritismos.
Defendo que as escolas devem ter a possibilidade de fixar os professores que deram provas das suas aptidões. Mas os professores não concordam, defendem concursos alargados em nome da igualdade, mesmo que isso possa significar o desemprego de bons professores que são substituídos por alguém com mais antiguidade. Defendo que s concursos devem ser por escola e envolver uma avaliação das suas capacidades e do seu currículo. Mas os professores não concordam, preferem concursos nacionais em que apenas se considera a nota de curso e a antiguidade.
Defendo que as escolas devem ser geridas segundo objectivos e que estes sirvam de padrão para a avaliação dos professores. Mas os professores não concordam, defendem um modelo de auto-avaliação sem quaisquer consequências para além do conhecimento por parte dos resultados.
Defendo uma escola ao serviço da comunidade e dos alunos, mas os professores discordam, entendem que a escola que melhor serve a comunidade e os alunos é aquela que começa por melhor os servir.
Também não concordo inteiramente com a ministra da Educação da mesma forma que ainda concordo menos com as medidas do ministro das Finanças, mas se não me passa pela cabeça que sejam os funcionários do ministério das Finanças a decidir pelo ministro também não posso aceitar que sejam os professores e muito menos o Mário Nogueira a substituir a ministra da Educação. É tão inaceitável que o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos decida a política fiscal quanto o Mário Nogueira decidir a política educativa ou a gestão dos recursos humanos ou financeiros das escolas.
Mas, acima de tudo, concordo com as regras da democracia e também neste ponto os professores não estão de acordo comigo, acham que têm uma democracia privativa da sua classe profissional, que a sua "maioria" se pode substituir à vontade dos portugueses e dos contribuintes, incluindo a minha e dos que pensam como eu. Ora, neste ponto não posso nem devo transigir, muito menos quando se recorre à ameaça e à intimidação. A suposta gestão democrática das escolas não se pode substituir à democracia.
Se é verdade que os professores têm razões para estar descontentes e é legítimo que lutem pelos seus direitos, também é verdade que alguns sindicalistas, a que se juntaram os "independentes" (independentes do quê?), há muito que conduzem as reivindicações dos professores no sentido do confronto político, numa tentativa clara de fazer vergar a democracia, para que as escolas sejam uma excepção ao regime democrático, onde devem ser os sindicalistas da FENPROF a governar. Não sei se os todos os professores estão de acordo com isso ou se o aceitam para defesa dos seus interesses, mas eu não estou, da mesma forma que não receio o ambiente de intimidação que alguns tentaram criar em torno desta luta.
A luta dos professores é cada vez mais uma luta entre a democracia da rua e do braço no ar e a democracia segundo os princípios da Constituição, a Constituição de Abril que muitos dizem defender, mas que só aceitam quando e na medida e segundo a interpretação que lhes convém. Não admira, são os mesmos que em tempos cercaram a Assemleia Constituinte que estava precisamente a redigir a Constituição de Abril.>>
Angola - Postal Ilustrado - 1969
PS – à frente
Sobre o PSD – quando se mexe muito, a caldeirada fica estragada. Desde o "cherne" até ao momento, quantos já lá vão?
<<PS entra no ano eleitoral com larga vantagem
O Partido Socialista mantém uma confortável vantagem de 12 pontos sobre o PSD nas intenções de voto legislativo, preparando-se para entrar no decisivo ano eleitoral de 2009 a uma distância confortável do principal partido da oposição, que regista em Dezembro o pior resultado do último ano e tem ainda a líder partidária mais impopular
O Partido Socialista mantém uma confortável vantagem de 12 pontos sobre o PSD nas intenções de voto legislativo, preparando-se para entrar no decisivo ano eleitoral de 2009 a uma distância confortável do principal partido da oposição, que regista em Dezembro o pior resultado do último ano e tem ainda a líder partidária mais impopular.
Nem o agravar da crise financeira nem a guerra aberta com os professores parecem afectar significativamente a reputação do partido do Governo, que ainda assim recua sete décimas face a Novembro e interrompe a tendência de subida iniciada em Julho. Nesse mesmo mês, vivendo ainda o "estado de graça" da nova liderança de Manuela Ferreira Leite, o PSD alcançava um empate técnico com os socialistas. No entanto, a partir daí, o fosso começou a abrir: em cinco meses os social-democratas caíram 6,1 pontos percentuais, enquanto o PS recuperou 5,4 pontos no voto.
Ainda de acordo com a sondagem da Aximage, entre José Sócrates e Ferreira Leite, o actual primeiro-ministro é o preferido dos portugueses para continuar no cargo: 47,9% assume confiar no secretário-geral do PS, com apenas 24,9% a considerar a actual presidente do PSD uma escolha de confiança.>>
Greves – O lixo da Greve
Aqui está um bom exemplo que reflete duas situações:
Uma - o Presidente não deve estar muito preocupado em se aborrecer com a situação;
Outra – quem se opõe, tem o "rabo" demasiado colado ao "cadeirão"
Conclusão: Há que ter, os "ditos" no sítio para resolver situações deste tipo
O presidente da câmara de um pequeno concelho do interior confidenciou-me recentemente que gostaria muito de reformar um serviço bastante ineficiente, mas não o podia fazer porque este tinha cinco funcionários que se opunham a qualquer mudança.
<<Jornal de Negócios>>
Governo PS - Popularidade
"Teixeira dos Santos em alta, Lurdes Rodrigues em queda
O titular da pasta das Finanças é o mais popular dos ministros do actual Executivo, segundo uma sondagem da Aximage para o Negócios. Muito contestada pelos professores, Maria de Lurdes Rodrigues regista a maior queda no último mês e passa a ser a menos amada da equipa ministerial. " <<Jornal de Negócios>>
Professores – Horas de “trabalho”
Mais uma vez. Afinal qual é a conversa dos senhores professores? Será que querem continuar a enganar o Zé Povinho. Dizer mentiras dá "direito" a pimenta na língua...
"O tempo de trabalho dos nossos professores está muito abaixo da média da OCDE. (...)
Dificilmente o retrato de uma classe mártir e explorada.
Professores - Avaliação: tutela fecha negociações para este ano lectivo
Os sindicatos que aceitam a "legitimidade democrática do Governo para governar
Propostas para próximos anos continuam em aberto
Avaliação: tutela fecha negociações para este ano lectivo
12.12.2008 - 15h32 Lusa, PÚBLICO
O Ministério da Educação deu hoje como encerradas as negociações sobre o modelo de avaliação dos professores para este ano, estando apenas em aberto alterações para os próximos anos lectivos. O secretário de Estado adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, informou que o processo "está encerrado" e pediu aos sindicatos que aceitam a "legitimidade democrática do Governo para governar".
"O Governo aprovará muito em breve todas as medidas e instrumentos legislativos e normativos que permitirão o desenrolar do processo de avaliação para este ano lectivo", disse o responsável. Jorge Pedreira manifestou, contudo, a disponibilidade da tutela para "negociar a avaliação para os anos lectivos posteriores, como estava previsto no memorando de entendimento" que o ministério e os sindicatos dos professores assinaram em Abril passado sobre esta matéria. <<12.12.2008 - 15h32 Lusa, PÚBLICO>>
Professores - Avaliação - a favor
12.12.2008 - 16h27 - João Bernardo Salsicha, Estremoz,Alentejo,Portugal,Ibéria(Hispania),União Europeia |
excelente atitude do Governo. Respondendo a alguns comentadores: eu acho BEM que a progresão na carreira seja sujeita a quotas e só os melhores atinjam o topo. É o que se passa em todo o lado, seja privado ou público. Até o "comentador" oficioso do PSD, Prof. Marcelo, acha isso bem: nem todos chegam a Catedráticos, diz ele. Nem todos chegam a Generais,a Brigadeiros, a Coronéis e assim sucessivamente. E tem razão. Eu acho bem que existam quotas para "Excelentes" : é o que se passa em todas as empresas privadas que têm Avaliação de Mérito, como a minha, por exemplo: só podem existir 5% de Excelentes. Era bom se todos pudéssemos ser excelentes, mas não corresponderia a realidade nenhuma. Só vai para professor QUEM QUER, isto para responder a quem diz "então venham para professores" : o argumento contrário também é válido: se não estão satisfeitos procurem outra profissão. A proposta dos Sindicatos e do Mário Nogueira é vergonhosa, só possível da parte de quem está agarrado a uma luta facciosa-partidária e, por não conseguir fazer Oposição noutro local escolhe a rua para esse efeito. Dou o meu aplauso à senhora Ministra e à sua Equipe: esta é a resposta certa aos extremistas. Muito bem |
12.12.2008 - 16h26 - Simão Pestana, Aljezur |
Não concordo com os protestos, acho que a Ministra está a trabalhar bem, não sou professor, mas tenho familiares que pertencem á classe,mas não não é por isso que mudo de opinião.Devem ser avaliados, sim senhor, assim como são avaliados os restantes Portugueses nas sua profissões, sempre achei que os professores deviam trabalhar mais e faltar menos.Tenho conhecimento de casos gritantes de professores que(agora nem tanto)mas faltavam que se fartavam, tinham actividades paralelas á do ensino,conheci até uma professora que tinha a lata de faltar a duas ou 3 aulas consecutivas e na aula seguinte chegava á sala e dava teste de avaliação escrita aos seus alunos sem ter dado revisões.Não concordo, mas há muitas mais coisas.CLARO QUE ELES NÃO QUEREM AVALIAÇÃO NEnHUMA,ASSIM ESTÁ MUITO BEM PARA ELES PARA QUê MUDAR? |
12.12.2008 - 16h23 - Pedro Azevedo, Lisboa |
Senhores professores, as quotas servem para quebrar mentalidades, porque dantes, todos eram muito bons ou excelentes. Mas para ser excelente tem de ser um exemplo a seguir, um modelo de referência. Desses há poucos. Eu andei na escola e tive muito pouco professores excelentes. Vejam o que se passa na restante função pública, onde há avaliação e há quotas. AVALIAÇÃO JÁ E PARA SEMPRE! Senhora Ministra, tem o apoio dos portugueses. Vamos premiar os bons professores e expulsar aqueles que são muito maus professores. VIVA A AVALIAÇÃO! Que se demita o sr. Mário Nogueira. |
Grécia - Vandalizar por vandalizar !
PSD – Zita Seabra
Mais uma "bala perdida" no exército mal comandado do PSD na Assembleia da Republica
Uns foram de fim de semana, outros colocaram a "consciência" em fim de semana.
Afinal já perguntaram a todos os deputados do PS que não estiveram presentes a sua opção de voto ?
«A deputada do PSD Zita Seabra explicou que saiu da sala na sexta-feira, no momento da votação do projecto do CDS-PP que recomendava a suspensão da avaliação de professores, por não querer votar a favor.
Zita Seabra deu esta justificação e, por outro lado, questionou a estratégia do PSD no que respeita à avaliação dos professores, na reunião desta quinta-feira do grupo parlamentar social-democrata, disseram à Lusa deputados do partido" (Portugal Diário)
Casa Pia - Justiça ?
Ao fim de todos este anos, todo o enorme reboliço, polémicas, rios de dinheiro gastos, difamações, etc., etc., vamos começar a contar quais e quantas penas vão ser aplicadas.
Em Felgueiras, quando envolvia apenas um argüido, foram aplicadas, por enquanto, dado que vai haver recurso, 3 penas.
No processo da Casa Pia, por aquilo que se propõe, vamos ter que fazer bem as contas aos milhões de euros, centenas de milhares de folhas, milhares de dias, centenas de penas para o que não chega a uma dezena de culpados.
Os Tribunais
Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados disse:
"Os senhores jornalistas passem pelos Tribunais a uma sexta-feira à tarde e vejam. Vejam quantos julgamentos estão marcados."
Aconteceu o que aconteceu com os Deputados por terem faltado numa sexta à tarde.
Ora agora ai está uma optima proposta para os jornais fazerem umas "lindíssimas" reportagens sobre este tema. Não há por aí cão nem gato que passe a vida a dizer mal da Justiça.
Fiquemos a aguardar
Os Conventos
Portugal afinal tinha e tem muitos mais Conventos e Confrarias do que seria suposto pensar-se.
Pois afinal, tinha o Convento da Função Pública. Hoje transformou-se num local de culto muito mais aberto ao exterior. Já se sabe um pouco mais do que se passa portas adentro.Foi transformado em tipo de estabelecimento onde até já existe livro de reclamações.
Tem o Convento dos Médicos, com várias Confrarias. Grandes são as dificuldades em falar com alguém responsável. Através do já existente Livro de Reclamações o diálogo com algumas confrarias tem surtido algum efeito. Agora, quando vai haver uma tentativa do Frade Superior para modificar alguns hábitos, já começaram as preces, as lamentações e as promessas de fecho total das portas ao exterior.
No Convento da Justiça, ainda não é possível saber o que por lá se passa para além da opacidade da monstruosidade daquelas enormes portas medievais que nem uma nesga de claridade deixam entrar.
Não falamos da Confraria dos Seminários da Educação, porque esses desde há muito que, ora andam em procissão ou em jejum, de tal modo que se tem esquecido dos seus crentes.
Não se sabe por enquanto, que atitude irá tomar o Frade Superior dos Conventos, pois quando se pretende abrir as portas ao exterior e alterar o local de alguns candelabros e a maneira de acender as velas, a grande maioria do Frades ameaça logo com "jejum" e abstinência.
Nunca se pensou que fossem tão egoístas, nem tão materialistas. Comparativamente, com muitos outros confrades, a sua grande maioria aufere bastos pecúlios em moeda e mordomias. Nada a condizer com os crentes que são obrigados a freqüentar os seus locais de culto
Rezemos pelo Frade Superior, se nos lembrar-mos.
Professores - Avaliação

Telegrama: Ao Ministério da Educação. Stop
Proposta de avaliação: Stop
- Auto-avaliação
- Auto-avaliação
- Auto-avaliação. Stop
PS: As desculpas pelos dois anos e picos em apresentar a proposta. Stop.
Demasiado trabalho preparação greves obstou que proposta tivesse sido elaborada início conversações. Stop
Vamos dar conhecimento conteúdo proposta professores quando acabar processo de greves Stop
Solicitamos Ministério continue pagar vencimentos nossos sindicalistas à conta contribuintes como sempre. Stop
FENPROF Stop
11 dezembro, 2008
Professores
PF leiam com atenção todo o artigo.
Espantosa a paciência que a Ministra tem que ter.
Os sindicatos querem levar esta "luta" até às próximas eleições.
Vão ter um novo folgo, com as férias que aí estão a chegar.
A propósito, se todos os funcionários públicos, bem, não todos, mas todos os licenciados quisessem ter as mesmas férias, como seria ?
Ministra e sindicatos dos professores voltam a reunir-se na próxima segunda-feira
Reunião no Ministério da Educação termina sem acordo
11.12.2008 - 17h27 PÚBLICO
A reunião desta tarde com a ministra da Educação terminou a reunião sem acordo quanto ao futuro do actual modelo de avaliação, pelo que a Plataforma Sindical mantém a greve geral agendada para 19 de Janeiro. Ainda assim, as duas partes voltam a reunir-se na próxima semana, num encontro em que será debatido o Estatuto da Carreira Docente, anunciou Mário Nogueira. (Público)
Professores – Mário Nogueira
Nogueira diz que Sócrates tem política de ensino autista
Ontem
O porta-voz da Plataforma dos Sindicatos da Educação, Mário Nogueira, considera que o primeiro-ministro, ao contrário do que afirma, está sempre em desacordo com as soluções apresentadas pelos sindicatos para a Educação. Acusa, ainda, Sócrates de não ouvir ninguém, agindo de forma arrogante, o que contribuiu para que "o ensino tenha piorado".
"O primeiro-ministro diz que está disponível para tudo, mas está sempre em desacordo. Concordo com ele em que a Educação não é um exclusivo do Governo e dos sindicatos, é de toda a comunidade educativa. É um problema de toda a sociedade e do país", disse à Lusa o dirigente sindical.
Professores a Ministra e Mario Soares
Mário Soares elogia "coragem invulgar" da ministra da Educação
Ontem
O ex-Presidente da República Mário Soares elogiou hoje a "coragem invulgar" da ministra da Educação, considerando que a determinada altura dos protestos contra o sistema de avaliação dos professores houve "um esticar de corda" por parte dos sindicatos.
"Acho que a ministra, que tem sido muito criticada, é uma pessoa que tem uma orientação e tem um sentido de responsabilidade e até uma coragem que é invulgar. E eu aprecio as pessoas de coragem", afirmou Mário Soares, em declarações aos jornalistas no Parlamento, à saída da cerimónia de entrega do Prémio Direitos Humanos.
Questionado sobre o que pensa da contestação dos professores ao processo de avaliação de desempenho defendido pelo ministério da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, o antigo chefe de Estado recordou que sempre defendeu sindicatos fortes, mas lamentou a forma como já chegaram a intervir.
"Sou um grande partidário de sindicatos fortes, livres, actuantes. Acho que não se pode desprestigiar os sindicatos que são importantíssimos à democracia, como os partidos. Mas achei que havia um esticar de corda da parte dos sindicatos numa determinada altura", referiu.
Mário Soares recusou ainda a ideia de que os professores "estarem na rua" possa fazer 'cair' a ministra, alegando que isso é o contrário da democracia.
"O facto de estarem na rua não quer dizer que tenham razão e nem os Governos e os ministros se atiram abaixo, isso é o contrário da democracia, na rua", salientou.
Médicos
O "Correio da Manhã" deverá ser mais preciso.
Só fará horas quem o quiser, não será obrigatório.
Isto não é uma imprecisão, é lançar a confusão par quem só fizer a leitura do título do artigo.
Carreiras médicas
Ministra obriga médicos a trabalhar mais horas
O Ministério da Saúde quer abolir a idade-limite para os médicos assegurarem urgências, hoje fixada nos 55 anos
De acordo com a proposta para a revisão das carreiras médicas, que já seguiu para os parceiros, a dispensa de fazer bancos durante a noite deixa de ser obrigatória e passa a ser opcional (hoje, a partir dos 50, os clínicos já podem pedir isenção deste trabalho e, cinco anos depois, a lei determina que já não o podem desempenhar).
10 dezembro, 2008
Professores

A luta continua ... o PCP sempre na rua...
10 Dezembro 2008 - 00h30
Educação: Ministério e sindicatos encontram-se já amanhã
Greves canceladas antecipam reunião
Ministério da Educação (ME) e Plataforma Sindical anteciparam para amanhã uma reunião para debater o modelo de avaliação de desempenho dos professores, que estava prevista para segunda-feira. O cancelamento das greves previstas para esta semana foi decisivo para este aparente sinal de abertura do Governo, que surge no mesmo dia em que a Igreja apelou para que a voz dos professores seja ouvida.
Numa nota enviada às redacções, o ME afirma que "a desconvocação das greves regionais, previstas até ao dia 12, permite antecipar esta reunião". E informa que "a reunião permitirá às associações sindicais apresentar as suas propostas sobre o processo de avaliação de desempenho em curso e definir, também a agenda de futuras reuniões".
A Plataforma fez saber que na reunião irá apresentar "uma proposta de solução transitória de avaliação para o ano em curso e proporá a abertura de um processo negocial de revisão do Estatuto da Carreira Docente, de que resultem, entre outras medidas, a substituição do modelo de avaliação em vigor e a eliminação da divisão dos docentes pelas categorias de professor e professor-titular". A Plataforma denunciou ontem que o ME apelou por e-mail aos conselhos executivos que deverão "desmentir informações que dêem como suspenso o processo [de avaliação], nas escolas que dirigem". Os sindicatos qualificam o acto como "lamentável, reprovável, intolerável e irresponsável".
Ontem de manhã, a Plataforma fora recebida em Fátima pelo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. Jorge Ortiga. "Tem havido problemas de audição, de ouvir as vozes que gritaram forte em favor de um melhor projecto de educação", disse o porta-voz da CEP, padre Manuel Morujão, sublinhando que se "sente um mal-estar profundo" na Educação. O sacerdote apelou a que "todos", abram "os olhos, os ouvidos e o coração".(Correio da Manhã)
09 dezembro, 2008
Lisboa -Greve do STML
Assim é que se vê a força do PC!
Quem pagará estes dias de greve?
Estão a ganhar bem, para "perderem" estes dias de salários pela razão "mais que justa", duma hipótese de concorrência para o mesmo serviço duma privada!
"Paralisação dura até quinta-feira
Greve de recolha de lixo em Lisboa com adesão superior a 95 por cento
09.12.2008 - 09h51 Lusa
Apenas dois dos 91 circuitos de recolha de lixo se realizaram esta noite em Lisboa, segundo fonte sindical, que aponta uma adesão superior a 95 por cento à greve na limpeza urbana, que decorre até quinta-feira.
os 119 funcionários que deveriam ter entrado ao serviço no turno da noite, que começa às 22h30, apenas cinco compareceram ao trabalho, correspondendo a "serviços mínimos", disse à agência Lusa Joaquim Jorge, do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML)." (Público)
08 dezembro, 2008
Manuela Ferreira Leite - um conselho para leitura
Krugman: "El paso al que las cosas están empeorando es tan rápido que es difícil ver cómo van a ayudar las medidas de rescate"
Quienes piensan que una expansión fiscal hoy será mala para generaciones futuras se equivocan
Construir carreteras y desarrollar nuevas tecnologías hará más rico a EE UU a largo plazo
Pero quienes se preocupan por el déficit están completamente equivocados. En las condiciones actuales, no hay que sacrificar lo que es bueno a largo plazo por lo que lo es a corto plazo; una expansión fiscal fuerte mejoraría realmente las perspectivas económicas a largo plazo.
La afirmación de que los déficit presupuestarios empobrecen a la larga la economía se basa en la creencia de que los préstamos adquiridos por el Gobierno excluyen a la fuerza la inversión privada: que el Gobierno, al emitir grandes cantidades de deuda, impulsa al alza los tipos de interés, lo que hace que las empresas sean reacias a invertir en nuevas plantas y equipos, lo cual, a su vez, reduce la tasa de crecimiento económico a largo plazo. En circunstancias normales, este argumento tendría mucho a su favor.
Pero ahora mismo las circunstancias son de todo menos normales. Plantéense lo que sucedería el año que viene si la Administración de Obama cediese ante los halcones del déficit y redujese la escala de sus planes fiscales. ¿Haría esto que bajasen los tipos? Está claro que no conduciría a una disminución a corto plazo de los tipos de interés, que están más o menos controlados por la Reserva Federal. La Reserva ya está manteniendo esos tipos tan bajos como le es posible -prácticamente a cero- y no variará su política a menos que vea alguna señal de que la economía amenaza con recalentarse. Y esa perspectiva no parece realista por el momento.
¿Y qué hay de los tipos a más largo plazo? Estos tipos, que ya están en su nivel mínimo desde hace medio siglo, son principalmente el reflejo de los tipos a corto plazo que se esperan para el futuro. La austeridad fiscal podría hacerlos bajar aún más, pero a costa de generar expectativas de que la economía siga profundamente deprimida durante mucho tiempo, lo cual reduciría la inversión privada en lugar de incrementarla.
La idea de que, cuando la economía está deprimida, una política fiscal rígida reduce de hecho la inversión privada no es simplemente un razonamiento hipotético: es exactamente lo que sucedió en dos episodios históricos importantes.
El primero tuvo lugar en 1937, cuando Franklin Roosevelt cometió el error de seguir los consejos de quienes se preocupaban por el déficit en aquella época. Redujo radicalmente el gasto del Gobierno recortando a la mitad la inversión en la Administración para la Mejora del Trabajo y subiendo los impuestos, entre otras cosas. El resultado fue una grave recesión y una caída pronunciada de la inversión privada.
El segundo episodio tuvo lugar en Japón 60 años después. En 1996 y 1997, el Gobierno japonés intentó equilibrar su presupuesto recortando el gasto y subiendo los impuestos. Y, de nuevo, la recesión que provocó indujo una caída pronunciada de la inversión privada.
Para que quede claro, no estoy argumentando que tratar de reducir el déficit presupuestario sea siempre negativo para la inversión privada. Se puede afirmar razonablemente que la moderación fiscal de Bill Clinton en los años noventa contribuyó a alimentar la gran explosión de la inversión que se produjo en EE UU durante esa década, la cual, a su vez, llevó a una recuperación en el crecimiento de la productividad.
Lo que hizo que la austeridad fiscal fuese tan mala idea tanto en los EE UU de Roosevelt como en el Japón de los años noventa fue el hecho de que se daban unas circunstancias especiales: en ambos casos, el Gobierno dio marcha atrás frente a una trampa de la liquidez, una situación en la que, a pesar de que la autoridad monetaria había recortado los tipos de interés todo lo posible, la economía seguía funcionando muy por debajo de su capacidad.
Y ahora nos encontramos ante la misma clase de trampa, y por eso quienes se preocupan por el déficit están fuera de contexto.
Una cosa más: la expansión fiscal será todavía mejor para el futuro de EE UU si una gran parte de ella se lleva a cabo en forma de inversión pública: construcción de carreteras, reparación de puentes y desarrollo de nuevas tecnologías, todo lo cual hará más rico al país a largo plazo.
¿Debería el Gobierno mantener indefinidamente una política de grandes déficit presupuestarios? Desde luego que no. Aunque la deuda pública no es tan mala como mucha gente cree -básicamente, es dinero que nos debemos a nosotros mismos-, a la larga, el Gobierno, al igual que los particulares, tiene que compensar sus gastos con sus ingresos.
Pero ahora mismo tenemos un déficit básico en el gasto privado: los consumidores están redescubriendo las ventajas del ahorro en el mismo momento en que las empresas, quemadas por los excesos del pasado e incapacitadas por las dificultades del sistema financiero, están recortando sus inversiones. Ese desfase terminará por corregirse, pero, hasta que lo haga, el gasto del Gobierno debe cargar con el muerto. De otro modo, la inversión privada, y la economía en su conjunto, se hundirán aún más.
Resumiendo: la gente que piensa que una expansión fiscal hoy será mala para las generaciones futuras se equivoca radicalmente. La mejor línea de actuación, tanto para los trabajadores de hoy como para sus hijos, es hacer todo lo que haga falta para poner esta economía en el camino hacia su recuperación. - ( El País)
Mário Nogueira - negociar com ele ?
É uma perda de tempo negociar com Mário Nogueira por duas razões, a primeira porque ele não está a negociar, está a dar execução a uma estratégia que visa o impasse até às próximas eleições legislativas, em segundo lugar porque mesmo que haja acordo os movimentos de "guerrilha" lançados pelo Bloco de Esquerda sob a forma de "movimentos independentes" porão em causa a conclusão de qualquer negociação.
É tempo de perder tempo com falsas negociações que se arrastam há anos, se os professores concordam que os sindicatos sigam estratégias partidárias o problema é deles, o que não pode suceder é este espectáculo que começa a cansar um país que tem problemas bem mais graves do que as mordomias de um grupo corporativo. Se os professores querem lançar a comuna do ensino então que o tentem, mas no dia em que os conselhos executivos obedeçam a reuniões de professores e estes usem as escolas para impor condições dever-se-á questionar se devem ser os contribuintes a pagar-lhes o vencimento.
Os professores, o BE e o PCP querem o impasse, então que venha o impasse, a democracia não ficará refém da chantagem de um grupo profissional que está ao abrigo dos problemas da maioria dos portugueses, precisamente aqueles que lhes pagam o vencimento. Basta de falsas negociações com gente que vai reunir de má-fé e apenas para obter tempo de antena. ( in " o Jumento)"
Sócrates – Novo hospital para Braga
Sócrates diz 2008-12-08 07:12
"Este é o momento em que o país precisa do Estado"
O Primeiro-ministro, José Sócrates, defendeu, em Braga, "o reforço do investimento público" em 2009, salientando "que este é o momento em que o país precisa do Estado."
Diário Económico Online com Lusa
José Sócrates considerou que "para além de estabilizar o sistema financeiro, o dever do Estado é o de fazer tudo para relançar a economia", acrescentando que é necessário ajudar as famílias e as empresas a vencer a crise.
O governante falava durante a assinatura do contrato de construção do novo Hospital de Braga, acto em que participaram a ministra da Saúde, Ana Jorge, o Governador Civil, Fernando Moniz, o presidente da Câmara, Mesquita Machado e o administrador da empresa José de Mello Saúde, Salvador de Mello.
José Sócrates acentuou que, "dado que nem as empresas nem as famílias têm condições para investir, o Estado tem que fazer o que deve, pois não pode ficar sentado."
"É neste momento que os cidadãos e as empresas se viram para o Estado pedindo-lhe que reforce o investimento", defendeu, considerando que tal "é decisivo" para que as dificuldades sejam ultrapassadas em 2009.
Disse que a primeira prioridade do Governo foi a de estabilizar o sistema financeiro, pois haveria "consequências terríveis para a economia" se o não fizesse, frisando que o fez "não a pensar em banqueiros e accionistas, mas sim nas famílias e nas empresas".
Acentuou que com o aval estatal, "os bancos têm dinheiro para emprestar" e - sublinhou - "sem crédito não há economia a funcionar."
Insistiu ainda na validade das políticas governamentais, declarando que o investimento público é possível devido à redução do défice .
"Não há tempo a perder para enfrentar as dificuldades", afirmou, garantindo que, investimentos públicos, como o que vai ser feito no Hospital de Braga criam emprego e ajudam as PME.
Sócrates aproveitou a ocasião para anunciar, de forma implícita a sua recandidatura em 2009, ao dizer que "espera não se reformar da política antes do novo Hospital de Braga estar construído", o que deve acontecer até ao final de 2011.
Sobre a nova estrutura hospitalar, que será construída em Gualtar em terrenos contíguos aos da Universidade do Minho, disse que representa "uma boa notícia para a saúde do norte, nos distritos de Braga e de Viana do Castelo, para a Universidade e para o ensino medicina." (Diário Económico)
07 dezembro, 2008
PS – Não há alternativa aos socialistas
Aqui por Portugal, pode chamar-se os nomes que se quer a quem quiser que nada acontece a ninguém.
António Barreto deve algo ao PS, assim como o PS lhe deve algo a ele.
Podia ter o bom senso de, por omissão, não dizer tamanhas barbaridades, mas não tem. E assim, vai ganhando a vida.
Infelizmente não é só ele.
A ausência de uma alternativa ao PS está a aumentar o nível de irritação e agressividade no debate político em Portugal. Não há dia que passe em que não venha alguém fazer ameaças, insultar, dizer barbaridades. No Parlamento, o mínimo que os deputados da oposição chamam a qualquer ministro é mentiroso. Nas ruas não se passa da sarjeta.
Esta semana, o investigador, sociólogo, comentador e professor António Barreto desceu ao grau zero do fanatismo ao escrever: "Não sei se Sócrates é fascista. Não me parece, mas, sinceramente, não sei." A frase é um monumento, não só pelo uso cínico da palavra sinceramente, mas porque chamar fascista a alguém só porque não se concorda com as suas ideias é precisamente um sinal de intolerância, que, ela sim, gera os fascismos e outros extremismos . (Jornal de Negócios)
Carro eléctrico - Noruega
Com direito a matrícula especial e várias "mordomias" por ser movido a energia não poluente.
(Noruega)
Devedores ao Estado – dinheiro dos contribuintes todos
Aqueles que foram contra, e foram muitos, esta tomada de posição do Governo de publicitar os "caloteiros" que têm agora para dizer ?
Foram recuperados 590 milhões de Euros.
"Lista de devedores conta com mais de 16 mil contribuintes
O Ministério das Finanças actualizou a lista de devedores tendo acrescentado 1.500 contribuintes. No total, esta lista conta já com mais de 16 mil devedores ao Fisco. " (Jornal de Negócios)
PSD – Conspiração ou fuga para trás ?
Pois é, lá ficou a "recomendação ao Governo para outra oportunidade.
Ou será que muitos deles não querem alinhar com o PCP, sabendo que os professores afinal não tem o apoio da opinião pública, do vulgar cidadão, que parecem ter ?
Desarticulação? Então, os "putos das escolas" convocam manifestações por SMS e o Sr Rangel, não tem os números de telemóvel do seus "subordinados" de Bancada ?
"Líder do Porto acha que Paulo Rangel se devia demitir
PSD: Marco António Costa denuncia desmotivação no grupo parlamentar
07.12.2008 - 14h21 Lusa
O líder do PSD/Porto, Marco António Costa, afirmou hoje que existe "desmotivação no grupo parlamentar" social-democrata e defendeu que as faltas de deputados na sexta-feira resultam de "desarticulação na direcção da bancada" liderada por Paulo Rangel. (Publico)"
PCP – Palavras ocas, orelhas moucas
Como está a reboque do BE e não consegue deitar abaixo a maioria do PS, está, todos os dias a dar palpites.
"Mas recusa "todos a pensar a toque de caixa"
Jerónimo de Sousa defende convergência de esquerda
07.12.2008 - 07h36 Lusa
O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu, ontem à noite, uma convergência de forças políticas e personalidades de esquerda "preocupadas com o país", mas recusou "uma formatação com todos a pensar a toque de caixa"." – (Publico)
TVI – Jornal de Fim de Semana

Não haverá paciência que resista.
Para ouvir e ver este tipo de Telejornal, só com uma dose de muita paciência e um bom par de comprimidos para acalmar os nervos.
Esta sexta-feira, "parei" a meio do Jornal da TVI, só para apreciar Manuela Moura Guedes.
Na passada sexta-feira e há algum tempo atrás aconteceu o mesmo.
Não queria acreditar que o que estava a ver e a ouvir era possível neste pequeno rectângulo, mas, por outro lado, admiti, que aqui por Portugal, tudo é possível.
A mímica facial, a tonalidade da voz, os comentários obtusos, o uso e o abuso repetitivo da chamada de atenção para algumas notícias, etc., etc., deixaram-me a mensagem de nunca mais voltar a "parar" na TVI àquela hora.
A TVI deverá repensar em quem está à frente dum momento de informação como aquele.
Não é um noticiário, um programa de opinião, não é nada, é assim como que uma salada russa, sem sabor e confeccionada com ingredientes já fora de prazo.
Não volto lá mais, não, nem só para espereitar.
06 dezembro, 2008
PSD – Ausência/Contra
O que terá dito MFL ao seu companheiro Rangel ?
Que dirá o Professor (Marcelo) amanhã nas suas Profecias ?
PSD: presidente da Distrital do Porto garante que se fosse líder parlamentar (obviamente) demitia-se
O líder do PSD/Porto, Marco António Costa, afirmou ontem que, se fosse líder parlamentar do partido, pediria imediatamente a demissão, devido à ausência de 30 deputados na votação da suspensão do modelo de avaliação de professores.
Professores – Avaliação ( Continuação)
A - A Ministra disse no Parlamento que processo de avaliação era para continuar
Jorge Pedreira em conferência de imprensa
Ministério da Educação frisa que "não haverá suspensão" da avaliação dos professores
06.12.2008 - 17h02 Andreia Sanches, (com Lusa)
"Não haverá suspensão em circunstância alguma."
Foi assim que Jorge Pedreira, secretário de Estado adjunto da ministra da Educação, clarificou esta tarde aquilo que considera ser "um equívoco": a ideia de que da próxima reunião entre sindicatos e tutela poderia sair a suspensão da avaliação do desempenho dos professores. (Público)
B – Os Sindicatos sabem o que a Ministra disse.Para além de agora colocarem na mesa o Estatuto da Carreira Docente, deveriam estar todos surdos quando a Ministra falou. Se assim não foi, estão de má fé, o que infelismente se vem repetindo
Avaliação dos professores
Mário Nogueira: "Se o Ministério da Educação quiser guerra, vai ter guerra"
06.12.2008 - 14h56 Lusa

O coordenador da FENPROF afirmou hoje em Coimbra que os professores retomarão a greve se o Ministério da Educação não suspender e alterar o regime de avaliação dos professores.
C – Se todos os que (PS e PSD) faltaram foi para ter um fim de semana pais longo, está mal. Se faltaram porque não quiseram votar de acordo com a orientação dos Partidos, então, estamos pior.
Foram muito menos do PS que do PSD. No PS há justificação mais plausível. No PSD, pode compreender-se a "fuga" à votação, pois desde há 2 meses para cá o PSD mudou de opinião, era a favor e passou a ser contra a avaliação. Manuela Ferreira Leite, tem mais um "par de botas para desatar"
PS chumba propostas da oposição, mas seis socialistas votaram a favor
Projecto de resolução para suspender avaliação dos professores rejeitado por ausência de deputados
05.12.2008 - 16h53 Lusa
Um projecto do CDS-PP que defendia a suspensão do processo de avaliação dos professores poderia ter sido hoje aprovado na Assembleia da República, não fossem as ausências de alguns deputados da oposição. PS acabou por chumbar as propostas que foram a votação, mas seis socialistas quebraram a disciplina de voto e manifestaram-se a favor de alguns projectos.







