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28 julho, 2017

Pedrogão - o mais torpe e ignóbil passou por aqui





































O mais torpe e ignóbil passou por aqui.
E está a garnde maioria do Zé Povinho a alimentar com chorudos vencimentos, mordomias e pensões muita desta gente que faz política desta forma

06 julho, 2016

Notícias nas capas do jornais


 Onde se ganham milhões

Como eles ficaram tristes e  voltaram a ser desmascarados

E agora? 

 A “mama” a acabar-se para os “amarelos”


A EU a caminhar para a desgraça total



E se não ganharmos?


O Zé Povinho não pensa noutra coisa


O objectivo é ganhar. Esperemos que tal aconteça


20 janeiro, 2014

AGOSTINHO BRANQUINHO - mais um na lista.

 
 
 
 
Mais um na lista do PSD.
Quem o via e ouvia no Parlamento!
Como diz o povo – só foi para lá para se amanhar!
Fez força para abrir hospital privado em Valongo
 
 

13 janeiro, 2013

Mentira - a campanha eleitoral

Por Joao Marcelino no DN.
 
"Portugal está a viver a maior revolução social desde o 25 de Abril.
 Tudo isto se passa em democracia formal mas, infe lizmente, muito do que está a acontecer ao nível das decisões do Governo não passou pelo escrutínio do voto.
Mais uma vez a campanha eleitoral foi uma mentira e está a ir-se para além do que é aceitável. "

11 janeiro, 2013

PSD e CDS - eles são mesmo assim...




Será caso para dizer: que grande novidade


Também seria de estranhar que todos tivessem ficado calados, serenamente à espera que este Governo fizesse alarvidades deste tipo


Só quando vêem que Portugal está com os pés para a cova é que se lembram de falar assim 




Eles (PSD e CDS) dizem que não, mas, a filosofia desde que entraram para o Governo, não deixa de ser esta que agora está presente neste dito relátorio
Vamos acabar com esta "tropa" que mais não faz que esgotar os cofres do estado e enbanjar o dinheiro dos contribuintes.
São mais os Generais que os quarteis, mais os almirantes que os vasos de guerra e mais generais aviadores que aviões.
Tudo a roubar - será de perguntar se o Estado não vai recuperar todas essas verbas que são resultantes da fraude?

08 maio, 2012

Soares tem razão

Quem não chora não mama - Passos Coelho tem dificuldade em aprender

De novo o CZAR das Rússias

Os pobres que paguem a crise

Mário Soares tem razão - o acordo que nada tem a ver com o tal PEC IV que Passos Coelho utilizou para deitar o Governo abaixo e o voltou a utilizar e a modificar para pior não é o mesmo

04 maio, 2012

Programa Eleitoral do PSD 2011

Fernanda Cancio compilou este excertos do programa eleitoral do PSD
Que nomes devemos chamar a esta gente?

"A persistência no erro, apesar dos múltiplos e permanentes avisos, torna ainda mais censurável a atitude daqueles que [querem] teimar, dia após dia, semana após semana, ano após ano, numa estratégia que [sabem] que não leva Portugal ao rumo certo.
A fiscalidade portuguesa vem assumindo um papel negativo na economia.
Ao invés de favorecer uma actividade económica forte e sustentável, o actual sistema fiscal virou-se predominantemente para maximização da arrecadação de receita, ignorando os efeitos sobre a economia. Acabando por não servir nem a economia, nem as finanças públicas.
Por outro lado, existe, para além dos impostos, uma multiplicidade de "taxas" aos vários níveis da Administração Pública que configuram verdadeiros impostos, já que pouco se nota a contrapartida concreta do seu pagamento.
A austeridade deverá ter presente os objectivos de minorar os impactos negativos, a curto prazo, sobre o crescimento, o emprego e sobre a coesão social.
Os funcionários públicos, os pensionistas e os contribuintes em geral não perceberiam a necessidade de ser sujeitos a novos sacrifícios, se o Sector Público Administrativo, o Sector Empresarial do Estado, "Novo Estado Paralelo" continuassem com as suas estruturas "gordas" e não se fizesse a reavaliação da PPPCs.
O emagrecimento das estruturas do Estado deverá ser conduzido de forma inteligente e não cegamente.
Em relação ao aumento das receitas fiscais, o esforço será feito sem aumento de impostos, baseando-se na melhoria da eficácia da administração fiscal, do combate à economia informal e à fraude e evasão fiscal, o que permitirá um alargamento da base tributável.
A austeridade não deverá afectar o rendimento real disponível dos grupos mais desfavorecidos da nossa sociedade (nomeadamente pensionistas).
Já [foram identificadas] áreas de oportunidade que, no período da legislatura, apontam para um "mix" de consolidação orçamental essencialmente baseado na redução da despesa (no intervalo global entre 4 a 5 pontos percentuais do PIB) e de um aumento da receita fiscal, sem alteração da carga fiscal, por via do alargamento da base tributária e do combate à evasão fiscal.
Desenganem-se aqueles que queiram ver [nisto] um instrumento de populismo, uma cedência à demagogia ou uma listagem de promessas fáceis.
O que deixamos à apreciação e ao escrutínio dos Portugueses resiste a qualquer teste de avaliação ou credibilidade. Tudo o [que] se propõe foi estudado, testado e ponderado. Consequentemente, as propostas são para levar a cabo e as medidas são para cumprir.
Também nisso queremos ser diferentes daqueles que nos governam e que não têm qualquer sentido de respeito pela promessa feita ou pela palavra dada. Assumimos um compromisso de honra para com Portugal. E não faltaremos, em circunstância alguma, a esse compromisso."

(Fernanda Cancio - DN) compilou estes excertos do Programa eleitoral do PSD
(Excertos do Programa Eleitoral do PSD para as legislativas, apresentado há 361 dias, a 8 de maio de 2011).

03 maio, 2012

Ministros com pesadelos

Agora se compreende porque o Governo mete tanta água - não acerta uma.
Todos dormem mal, levantam-se mal dispostos e os ansiolíticos dão-lhes cabo das meninges.
Com tudo isto, que tem que recorrer à psiquiatria é o Povo Português, pois  que para esta gente o pesadelo não será um mal passageiro?
Quando passarem a dormir bem, sem pesadelos, já cada um destes doentes tem o seu tacho bem seguro. 

Barbearia no dia a dia

02 maio, 2012

Paasos Coelho, mas que enjoo


Ouvir e ver Passos Coelho torna-se fastidioso.
Recordar o que disse quando da campanha para as eleições com o que agora diz e faz, enoja e causa náuseas.
Os tiques de tirar e por os óculos já não escondem as dificuldades que sente  por não conseguir passar a sua mensagem de político impoluto e cumpridor da palavra dada. Se for católico, em cada dia que se for confessar à igreja, deve deixar o seu confessor corado tal  é o numero do incumprimento das suas promessas.
Para quem o não pode suportar, será melhor não o ouvir ou ver - ler os jornais não causa tanto mal estar.

25 abril, 2012

PCP e BES são responsáveis e muito

Da mesma forma que jamais me esquecerei do Verão Quente de 1975, tambem tenho bem gravado na memória esta cumplicidade com a Direita para derrubar um governo do PS, sabemdo bem que seria a direita que tomaria o poder.
Que nome lhes chamar?
A proximidade, a cumplicidade e o conluio do PCP e do BE com a maioria neoliberal que nos governa é pornográfica. Estão sempre de mãos dadas quanto ao que é essencial. Juntos derrubaram o anterior governo; juntos aprovaram a revogação da legislação que regulava a avaliação dos professores; juntos aprovaram uma lei, declarada inconstitucional, que invertia o ónus da prova e a presunção de inocênci...a; juntos votaram contra o projecto de Resolução do PS para a criação de um adenda complementar ao tratado orçamental que aposte no crescimento e no emprego. Hoje, leio nos jornais: maioria de Direita, PCP, BE e PEV prometem não deixar cair o diploma rejeitado pelo Tribunal Constitucional. Estão bem uns para os outros. O PCP e o BE têm um inimigo principal – o PS – e uns aliados tácticos contra o inimigo principal – o CDS e o PSD. Não vamos longe."

Passos Coelho cumprirá? Duvide-se!!!

Passos Coelho, tem prometido e não tem cumprido. Tem mentido. O que vai acontecer desta vez?

"E terá sido isso que garantiu a Proença no longo encontro. O líder da central diz ter tido pela parte de Passos “um compromisso claro” de que até à próxima sexta-feira o governo vai apresentar um “calendário e compromissos claros” em como vai cumprir com o acordado. A “prioridade” será dada às políticas de emprego e só por isso, disse João Proença, “vale a pena esperar algum tempo para ver se o governo cumpre o acordo”. ( ionline )

17 abril, 2012

Novas?

Claro que não querem ser avaliados
Morrem depressa, menos encargos para o Estado
Vai ficar na História, por esta frase, pleo mau Governo e pela sua péssima governação

Lá como cá - quem copiou quem?
Parece que nada conseguiu- onde nós já vimos isto?

Será verdade? Este jornal já disse o mesmo de Portugal