13 abril, 2014

Durão Barroso

“O país assistiu a uma conferência de pacóvios, a Comissão Europeia pagou o hotel e o almoço, Durão Barroso trouxe alguns comissários mais amigos, o governo mandou uns quantos ministros e lá estiveram dizendo baboseiras a quem ninguém prestou a atenção. A Europa é assim, a Comissão Europeia gasta o dinheiro dos contribuintes com encenações de um Durão Barroso que tudo faz para melhorar a sua péssima imagem nas sondagens, para saber se vale a pena tentar um cargo de presidente.” ( O Jumento)

 

 

11 abril, 2014

Assessora Pepsodent ?

Ainda falta um(a) para…os implantes

 

O dinheiro dos contribuintes dá para tudo, até para abrilhantar o sorriso do secretário de Estado da Cultura

Esta gente é tão incompetente e imbecil que nem sequer tem a noção do ridículo!!!

 O mágico fez um gesto e desapareceu a fome, fez outro e desapareceu a injustiça, fez um terceiro e desapareceram as guerras.

O político fez um gesto e desapareceu o mágico.

 

 

 

 



 

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Os meus mails são redigidos em profundo desacordo e

intencional desrespeito pelo novo Acordo Ortográfico!

 

Passos Coelho - O Coelhinho da Pascua

O Coelhinho da Pascoa

 

 

 

09 abril, 2014

Diário da República, 2.ª série -- N.º 57 -- 21 de março de 2014 -

  VERGONHA..........O QUE É ISSO........???????

Diário da República, 2.ª série -- N.º 57 -- 21 de março de 2014 - QUE IMORALIDADE! CHOCANTE

Estão a acabar com os "Institutos" mas começam a criar "Instituições"

Que interesse há na criação desta instituição ?

Que raio de bagunçada é a sua actividade ? Para que serve ?

Mais uns bons tachos para os "amiguinhos".

Ainda não está definida a sua composição ou número de elementos.
É fartar vilanagem …
Quem põe cobro a esta pouca vergonha ?

 

Vejam o que essa grandessissima  faz aos amigos.
 

(SENHORES JURISTAS, NÃO HÁ UMA FORMA LEGAL DE DAR ORDEM DE PRISÃO IMEDIATA À SENHORA QUE ASSINOU ESTE DESPACHO?)
 

 

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Gabinete da Ministra

Despacho n.º 4211/2014

A Resolução do Conselho de Ministros n.º 73/2013, de 14 de novembro,

determinou o processo de criação da Instituição Financeira

de Desenvolvimento (IFD), que tem como objetivos contribuir para

a concretização das políticas públicas de promoção do crescimento e

emprego, visando o desenvolvimento inteligente, sustentável e inclusivo,

melhorar as condições de financiamento da economia, e aperfeiçoar a

arquitetura institucional dos instrumentos financeiros, através do aumento

de eficácia dos instrumentos de financiamento da economia e

da realização plena dos princípios da boa governação.

A referida resolução determinou a criação da estrutura de missão designada

por Comissão Instaladora da IFD, constituída por um presidente

e três vogais, os quais foram designados pelo Despacho n.º 870/2014,

de 13 de janeiro, do Primeiro-Ministro.

Nos termos do n.º 10 da Resolução do Conselho de Ministros

n.º 73/2013, de 14 de novembro, ficou estabelecido que o presidente e

os vogais da comissão instaladora são equiparados para efeitos remuneratórios,

respetivamente, a presidente e a vogal de conselho de administração

das empresas classificadas no grupo A, nos termos da Resolução

do Conselho de Ministros n.º 16/2012, de 14 de fevereiro, podendo

exercer o direito de opção referido na 2.ª parte do n.º 9 do artigo 28.º do

Estatuto do Gestor Público, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 71/2007, de

27 de março, alterado pela Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro e pelo

Decreto-Lei n.º 8/2012, de 18 de janeiro e retificado pela Declaração de

Retificação n.º 2/2012, de 25 de janeiro (Estatuto do Gestor Público).

Nos termos da 2.ª parte do n.º 9 do artigo 28.º do Estatuto do Gestor Público,

os gestores podem optar por valor de remuneração que tem como limite

a remuneração média dos últimos três anos auferida do lugar de origem,

aplicado o coeficiente de atualização das correspondentes taxas de variação

média anual do índice de preços no consumidor. Essa opção carece de autorização

expressa do membro do Governo responsável pela área das finanças,

devidamente fundamentada e objeto de publicação no Diário da República.

Considerando que os membros da Comissão Instaladora do IFD infra

identificados efetuaram pedidos de opção e juntaram aos mesmos a

documentação necessária à respetiva instrução.

Assim, ao abrigo do disposto no n.º 10 da Resolução do Conselho de

Ministros n.º 73/2013, de 14 de novembro determino o seguinte:

 

1— É autorizada a opção pelo valor correspondente à remuneração

média dos últimos três anos do lugar de origem para:

a) O Presidente da comissão instaladora, Paulo Azevedo Pereira da

Silva, com limite de 13.500,00 € mensais;

b) A Vogal, Carla Maria de Castro Chousal, que fica a auferir uma

remuneração mensal no valor de 12.515,44€;

c) O Vogal, Nuno Miguel de Ferreira Soares, que fica a auferir uma

remuneração mensal no valor de 8.034,98€.

2 – Não são devidas despesas de representação aos membros da

comissão instaladora supra identificados.

3 — O presente despacho produz efeitos desde 8 de janeiro de 2014.

 

14 de março de 2014.

A Ministra de Estado e das Finanças,

Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque.

 

 

 

 

08 abril, 2014

A vergonha dos 500 euros

  Poema aos sem vergonha

A vergonha dos 500 euros

Nicolau Santos



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/a-vergonha-dos-500-euros=f864653#ixzz2yJP55ygg

Um Governo que há três anos hesita em aumentar o salário mínimo de 485 euros para 500 euros - devia ter vergonha!

Patrões de empresas que dizem que não podem pagar um salário mínimo de 500 euros - deviam ter vergonha!

Empresas que só conseguem sobreviver se pagarem salários abaixo dos 500 euros - deviam ter vergonha! 

Um deputado da maioria que diz que o seu partido não quer salários baixos mas competitividade alta faz trocadilhos com as palavras - e devia ter vergonha!

Um deputado da maioria que diz que para aumentar o salário mínimo é preciso pedir autorização prévia à troika não só se está a menorizar a si como ao Governo e ao país - e devia ter vergonha!

Todos os parceiros da concertação social que andam há três anos a discutir o aumento do salário mínimo nacional em 15 euros - deviam ter vergonha!

Um primeiro-ministro que antes considerava que quando o desemprego é muito elevado se deve baixar o salário mínimo e agora diz-se disposto a aumentar o salário mínimo apesar do desemprego continuar muito elevado - devia ter vergonha!

Um primeiro-ministro que agora aceita discutir o aumento do salário mínimo mas com condições está no fundo a protelar a decisão e a encanar a perna à rã - e devia ter vergonha!

Toda esta discussão envergonha o Governo, a classe política, a maioria e a oposição, os parceiros sociais, os cidadãos, o país! Um debate sobre um aumento de 15 euros que se arrasta há três anos relativo a um salário mínimo que é o mais baixo da Eurolândia é um enxovalho e uma vergonha para todos nós!

 
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/a-vergonha-dos-500-euros=f864653#ixzz2yJOoGe2S

Hipotecas de habitações por pagar

Canção dos desgraçadinhos

 

Alguns dos que estão muiyto bem dizem que Portugal está melhor.

 

“Depois de ter descido em dezembro, o crédito malparado na habitação voltou a subir em fevereiro pelo segundo mês consecutivo, ao chegar aos 2446 milhões de euros, mais 0,74% face a janeiro e mais 7,85% em relação há um ano atrás.”

 

 

Já foi tratar do seu cartão ?

NOVO CARTÃO - Já foi tratar do seu ?

  

Dá acesso a vários serviços de luxo…

·       Dormida em albergues;

·       Isenção nas taxas de saúde;

·       Roupa e alimentação no banco alimentar;

·       Isenção de impostos;

·       Momentos de convívio e lazer nos jardins públicos;

·       Entre outros…

 

 

Audis A6 e A4

 

 

 

 

 

M.J.Passsosss

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

--
JG

 

07 abril, 2014

Estamos quase lá! - sonoro -


O futuro passa  a ser assim?





 



 
 
 
 
 
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O que a Troika queria aprovar e Não conseguiu! D I V U L G U E M, a bem da NAÇÃO !!!


NENHUM GOVERNANTE, FALA NISTO... PUDERA...
O que a Troika queria aprovar e não conseguiu!!!!!!----
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros atestados, motoristas, etc.) dos ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem
ser auditados*?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO
SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD ).

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo
ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos
dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

25. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

29. Pôr os Bancos a pagar impostos.




















PCP - sempre o primeiro

Poema infinito

 

 

 

Meninos do PCP, percebem? É sempre muito melhor estar o CDS e o PSD no governo, que esses malandros do PS.

Os vossos pais e  irmãos perderam o emprego, os vossos avós foram roubados nas pensões, mas...  Percebem?

 

Poesia lírica em prosa

Cantiga de escárnio e maldizer...

Para quem fala de poleiro e a todo o momento tem a conta bancária a crescer... pode falar assim.

 

 

Oh tempo volta para trás... que dizia ele antes... e diz agora?

 

Talvez!!! Quando?  Logo se discute!

 

Portugal bem quer cortar, cortar, cortar... muito mais do que já cortou

 

Eduardo catroga queixa-se

Uma ode aos “desgraçadinho”

Não será de estranhar (?) muito, pois quem engendrou todo esquema de mentira sobre o desenvolvimento da nossa economia no período da intervenção da troika, que este Governo tem aplicado e que   foram baseadas ns mentiras que enganaram os eleitores e os levaram a votar em mentirosos como Passos Coelho, agora se queixe do remédio que receitou para muitos milhões de compatriotas.

                                                                                                          

04 abril, 2014

Durão Barroso - manipulador de venenos

Viriato Seromenho Marques escreve

 

“Quem manipula venenos deve ter cuidado para não se contaminar. O presidente da CE resolveu levantar, por sua iniciativa, e sem ter sido interrogado sobre isso por quem o entrevistava, uma suspeita sobre o vice-governador do BCE, Vítor Constâncio, a propósito do caso do BPN. Trata-se de uma polémica que falha o alvo. Parte do princípio de que se Vítor Constâncio tivesse sido mais atento, enquanto governador do BdP, casos como o BPN e o BPP poderiam ter sido evitados. Independentemente das omissões pessoais que possam ter ocorrido, o problema não é de supervisão, mas de estrutura. A crise europeia começou no sector financeiro precisamente porque as regras da UEM, que nada devem à inteligência, partiram do preconceito ideológico de que só os Estados poderiam portar-se mal dentro da zona euro. As regras do euro apenas obrigam os Estados, em relação à dívida, ao défice e à inflação. Os bancos (e os banqueiros como Costa e Rendeiro) foram deixados na mais branda das impunidades. Por isso, nenhum país foi poupado a bancos falidos e descapitalizados. A Irlanda foi defenestrada pelos seus bancos. Até setembro de 2012, os Estados da UE tinham utilizado dez vezes mais dinheiro público (cito a CE) para salvar o sistema financeiro do que a soma dos resgates de países. A união bancária? Trancas na porta, depois de casa arrombada! Constâncio e Barroso têm uma responsabilidade política idêntica: não só foram adeptos entusiastas da entrada de Portugal na UEM, como, depois de esta se ter revelado uma máquina de destruição maciça, continuaram em cargos europeus decisivos, sem que se conheça nenhuma autocrítica, e ainda menos uma verdadeira ideia de reforma. Querer fazer de Constâncio um bode expiatório pessoal, contudo, mostra que Barroso continua a fazer parte do problema nacional. Não da solução.”  (DN)

 

Portugal melhor

Mais um soneto a este Portugal Melhor

“Há pelo menos 20 anos que os portugueses não tinham tão poucos frutos disponíveis e há 10 anos que não havia níveis tão baixos de carne de bovino. No pescado (oito anos) e nos laticínios (nove) os sinais são semelhantes. Os dados do INE, relativos à Balança Alimentar Portuguesa 2008-2012, foram ontem divulgados e mostram uma redução da oferta nas mesas nacionais. Além disso, concluiu-se que os padrões de consumo dos portugueses são altamente desequilibrados em relação à roda dos alimentos, uma referência para a alimentação saudável.

O INE, que analisa a oferta de alimentos em conjuntos de cinco anos, revela que , só no caso da carne de bovino, cada habitante passou a consumir 69,8 kg por ano, menos 5,9 kg em apenas quatro anos. Neste período, também a carne de porco esteve menos disponível, tendo caído 11,6%.

Pelo contrário, a carne dos animais de capoeira foi a única a apresentar um aumento das quantidades disponíveis. A maior parte da carne (70%) é de produção nacional, embora a de capoeira tenha um peso nacional maior (85%).” ( DN)

 

 

02 abril, 2014

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA NO MUSEU DE ARTE ANTIGA.....



MERECEM CRUCIFICACAO SIM SENHOR.

COM IRONIA
                                                                          

Paulo Portas - o dia dele a 01 de Abril

O poema da denúncia das mentiras de Paulo Portas

“Confrontado com a redução drástica do número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção, Paulo Portas disse, na sexta-feira, aos deputados: "essas pessoas deixaram de ter rendimento mínimo porque, por acaso, tinham mais de 100 mil euros na conta bancária". Estava-se a falar de 26 mil famílias que perderam esta prestação desde que o governo tomou posse. O que quer dizer que esses depósitos teriam de estar bem disfarçados para que, com tal riqueza acumulada, conseguissem receber o RSI. Ou seja: 95 mil espertalhões com mais de cem mil no banco e capazes de enganar o Estado para receber, em média, 88 euros por cabeça. Isto diz bem da imagem que Portas tem do País onde vive. Ou aquela que ele gosta de passar para a opinião pública.

A diminuição do número de beneficiários do RSI resultou sobretudo da alteração da lei, em 2012. Para não me abandonarem já, por não aguentarem a estopada de cálculos técnicos, fica um exemplo (não sendo a minha especialidade, espero não me enganar nas contas): um casal com um filho que tivesse um rendimento total de 300 euros recebia, antes de 2012, cerca de 94 euros por mês de RSI. Passou a receber 22 quando a lei mudou. Acrescente-se mais uma criança a esta família e mais cem euros de rendimento e passamos de um RSI de 83 euros, antes de 2012, para ficar bem longe de receber alguma coisa depois da mudança da lei. Isto porque cada segundo adulto e cada criança perderam peso nos cálculos feitos através do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), que é a medida para estas contribuições.

Basta olhar para a evolução do numero de beneficiários para perceber que tudo tem a ver com a mudança dos cálculos a fazer. Na noite de 30 de junho para 1 de julho de 2012, quando a nova lei entrou em vigor e sem que qualquer nova fiscalização fosse feita, cerca de 10 mil famílias (mais de 39 mil beneficiários) perderam o direito ao RSI. Quando o foi reduzido o valor integral do RSI perderam o direito ao subsídio, no dia 1 de Fevereiro de 2013, mais duas mil famílias (9 mil beneficiários). De resto, a descida tem sido mensal, num momento em que a pobreza aumenta. Desde que a lei entrou em vigor, 32 mil famílias perderam o acesso ao RSI, o que corresponde a mais de cem mil beneficiários. Aliás, até à nova lei, no primeiro ano deste governo, o número de famílias e beneficiários aumentou ao ritmo que aumentava o empobrecimento do País. Como seria natural.

Hoje, para o receber o RSI é preciso acumular o estatuto de quase indigência com a capacidade (até financeira) de vencer o labirinto burocrático que foi construído para desmotivar as pessoas a candidatarem-se ao RSI. Para além disso, o regime hoje existente corresponde a multiplicar as punições de quem receba o rendimento, expulsando o máximo de pessoas do sistema sem que isso tenha correspondido a qualquer alternativa para as suas vidas. É esta a política social do governo. Prefere a velha sopa dos pobres.

Claro que me podem dizer que Paulo Portas não estaria a falar de todos os cem mil que saíram do RSI quando falou do que tinham no banco. Apenas de uma parte, pequena que fosse. Eles de facto existem. Também existem os que perderam o direito ao subsídio por ter património imobiliário superior a cem mil euros. É claro que para violar estas regras era preciso que todos os restantes pressupostos para receber o RSI resultassem de uma fraude. Não é possível ter este dinheiro guardado e, honestamente, ser candidato ao RSI.

Quantos foram então os espertalhões apanhados? Os números exatos terão de ser conhecidos brevemente e esperemos que o Ministério de Mota Soares não os trate como tem tratado quase todos outros: de forma criativa. Se surgir um número estapafúrdio, como já aconteceu no passado, caberá aos jornalistas pedir para ter acesso direto aos números por tratar. Por mim, é com alguma segurança que aposto que bastam duas mãos para contar as famílias que viram, desde a aplicação da nova lei, a sua prestação suspensa ou cessada por terem mais de cem mil euros no banco. No caso do património, os dedos de uma mão chegarão. Ou seja, Paulo Portas multiplicou a realidade por umas boas dezenas de milhares para fazer a mais rasteira das demagogias. Sem se incomodar com o facto de estar a chamar vigaristas a cem mil portugueses.

Porque se sente à vontade para o fazer? Porque apesar do RSI e do Complemento Solidário para Idosos (os apoios aos mais pobres foram os que mais sofreram nas mãos deste governo) terem sido extraordinariamente eficazes na diminuição da severidade da pobreza em Portugal, este género de prestações sociais é quase sempre impopular até o cidadão que a maldiz precisar dela. Assim sendo, as pessoas não se importam de comer qualquer mentira sobre o assunto. Se não é verdade podia ser, pensa quem ouve. Por outro lado, Paulo Portas está, neste momento, tão a leste da realidade que nem se apercebe da dimensão demencial de algumas mentiras que atira para o ar. Ele acredita mesmo que a esmagadora maioria dos beneficiários do RSI são ladrões ou candidatos a isso. Por fim, o vice-primeiro-ministro conta com a preguiça de muitos jornalistas ou apenas com o facto da maioria dos portugueses não lerem jornais exigentes. Depois de dito, poucos saberão que mentiu.

Paulo Portas habituou-se a fazer política assim: dirigindo-se preferencialmente a um eleitorado desinformado e marcado pelo preconceito. Sente que se disser a mentira certa que faça acordar os ódios certos tudo correrá pelo melhor. Até agora, assim tem sido. E é por isso que lhe dedico hoje, dia das mentiras, este texto. Muitos farão associações deste dia a Cavaco, Guterres, Barroso, Santana, Sócrates ou Passos Coelho. Serão sempre aprendizes. Portas bate-os a todos e a todos parece ir sobrevivendo. Reconheça-se então a qualidade do artista. No seu caso, até Aleixo falha: para a mentira ser segura e atingir profundidade, Portas já dispensa que se misture qualquer coisa de verdade.”” ( Daniel Oliveira)



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/hoje-e-dia-de-paulo-portas=f863431#ixzz2xj0zBQfJ

 

 

O Gang

                       Gang
                                  A questão não é a raça do individuo
  
Nestas celebres e vergonhosas imagens havia algum cigano? Não!
A questão não é a raça, o problema é a impunidade do gang.