08 abril, 2011

BE e PCP afónicos

Será que não vão precisar de umas pastilhas para a garganta depois de tanto diálogo?

Será que o BE vai tomar o lugar daquela coisa chamada PEV na CDU?

"BE e PCP reuniram-se esta manhã na Assembleia da República e à saída do encontro os dois partidos salientaram a necessidade de convergência para uma política de esquerda, capaz de fazer face ao momento que o país atravessa."

3% ao ano ou mais

Que diriam todos esses comentaristas televisivos ou não, se Sócrates dissesse uma destas barbaridades?

Com o aperto da ajuda externa, alguem com tento no juizo, pode dizer uma destas barbaridades?

Nenhum dos habituais economistas, tão criticos do governo, terá ouvido ou lido o que PPCoelho disse?

07 abril, 2011

Facadas

O "menino" já começou a levar umas "tampas" neste bailarico das listas para o Parlamento.

Ou será que a senhora quer ir para a CGD?

"O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, lamentou esta quinta-feira que a anterior presidente dos sociais-democratas, Manuela Ferreira Leite, tenha recusado o seu convite para encabeçar a lista do partido às legislativas pelo círculo de Lisboa. "

Ministros para que vos quero?

O mijinhas – apresenta as suas ideias às pinguinhas

"O presidente do PSD defendeu hoje que é preciso reduzir a dimensão do Estado, a começar pelo próprio Governo, e que Portugal pode ter um executivo "com um número de ministros não superior a 10"."

PEC PEC PEC

Será que os partidos vão rejeitar novamente este PEC, por o Governo não ter dado conhecimento aos Partidos?

"Louçã acrescentou que o Governo, que "não terá ainda apresentado em Bruxelas a carta de intenções" do pedido de assistência financeira, não contactou o BE, que rejeita "a via do FMI"."

Portagens

Será que o municípios da grande Lisboa não deveriam fazer o mesmo?

"Os municípios do Vale do Sousa vão reunir na próxima segunda-feira para tomar medidas."

Liberdade

Será que PPC tem mesmo noção do que é perda de liberdade?

"Numa intervenção durante a conferência "Um modelo de governação para Portugal", na Universidade Lusófona, Pedro Passos Coelho confirmou o apoio do PSD à decisão do Governo de pedir ajuda externa, sublinhando que "o facto de reconhecer que precisamos de ajuda neste processo, não significa que percamos a liberdade de escolher a forma como o vamos fazer"."

O país absurdo

O país absurdo

Só num país absurdo um Presidente da República afirma na sua tomada de posse que há limites para a austeridade e menos de um mês depois demite o governo e pressiona-o para pedir ajuda financeira internacional.


 

Só num país absurdo um líder da oposição se opõe a um pacote de medidas de austeridade dizendo que há um limite para a austeridade e dias depois declara a uma agência de informação estrangeira que vetou a proposta governamental porque as medidas eram insuficientemente duras.


 

Só num país absurdo se derruba um governo legítimo e se dissolve o parlamento por este ter adoptado medidas de austeridade sem ter dialogado e depois se exige que um governo de gestão, sem poderes e sem parlamento onde dialogar apresente um pedido de austeridade.


 

Só num país absurdo a maioria das "cabeças pensantes" ou, para ser mais preciso, as que as televisões exibem, procuram por todos os meios lançar o país no descrédito para depois chegarem à brilhante conclusão de que os mercado não confiam nele.


 

Só num país absurdo se negoceia um pedido de ajuda internacional sem governo e em vésperas de eleições, apenas para que o líder da oposição não tenha de explicar como resolve os problemas e porque espera que os credores imponham ao país o seu programa eleitoral e a sua revisão constitucional.


 

Só num país absurdo numa empresa falida, com uma dívida colossal, sem capacidade de financiamento nos mercados e com o rating da sua dívida ao nível do lixo os seus trabalhadores fazem greve dia sim dia não com o único objectivo de fustigar os seus concidadãos.


 

Só num país absurdo o presidente apela ao sobressalto social e à adesão a manifestações num contexto social de grande gravidade e com sob ataque dos mercados financeiros e que corre o risco de ir em direcção à bancarrota.


 

Só num país absurdo os políticos regionais e organizações representativas que não se sabe muito bem como nasceram e quem as promoveu exigem borlas para serviços públicos que cidadãos de outras regiões sempre pagaram.


 

Só num país absurdo que apesar de ser dos mais pequenos da Europa e tem muitas centenas de autarquias há políticos que acham que resolvem o problema com mais regionalização.


 

Quem vai negociar o acordo? O Catroga em nome de Cavaco? É o Fernando Lima que vai tentar convencer o Passos Coelho enquanto a dona Maria persuade o Paulo Portas? E o Passos Coelho vai dar conferências de imprensa todos os dias para enunciar as suas condições?


 

E quem vai assumir as responsabilidades políticas por tudo isto? Esperemos pelas próximas sondagens, pode ser que lhes sai o tiro pela culatra e o país conclua que em vez de ajuda internacional o país precisa de se livrar quem ande na política a pensar pouco nos seus interesses. In "O Jumento"

PEC “n”

Assim mesmo.

Que irão dizer os apoiantes de PPCoelho depois de este, acompanhado por Portas, Louçã e Jerónimo terem empurrado o país para a moir crise que este país irá passar?

Louçã e Jerónimo, sempre lutaram muito mais contra o PS e seus governos, que contra os governos de direita. Uma fatalidade que está bem enraizada nos genes da mentalidade daqueles ditos "democratas".

As os apoiantes de Passos Coelho, o que terão em troca da actitude despropositada, incoerente e nada patriótica das suas actitudes.

Pois então, acharam que o Pec IV era insuficiente? Agora que tenham a responsabilidade dos PEC que se seguem.

Veremos se não será ainda o PS que vai arcar com a responsabilidade do futuro governo.

Com estes boys incompetentes do PSD não custa nada prever que vão ter que suar muito para passarem a perna a Sócrates.

Não será por isso que querem por Sócrates fora das negociações do pós eleições?

BPN e BPP

Hoje, com os nossos bancos e banqueiros, no comboio dos aflitos, começa a perceber-se que se no BPN tivesse falido, talvez por arrasto, a mais alguns bancos da nossa praça poderia ter acontecido o mesmo.

Vamos aguardar e pensar que do pouco dinheiro que ainda por aí houver, não o vamos ter que colocar debaixo do colchão

PEC’s para que vos quero

Afinal precisávamos mesmo do PEC e ninguém se lembrou disso. Ou lembrou?

Teresa de Sousa, Afinal precisávamos mesmo do PEC e ninguém se lembrou disso. Ou lembrou?
[hoje no Público]:

'(…) O que interessa é simples. As negociações complexas e difíceis que o Governo manteve desde Janeiro com as instituições europeias (BCE e Comissão) e com a chanceler alemã tinham um objectivo: ganhar tempo para afastar o pedido de ajuda ou, no pior dos cenários, ganhar tempo para poder recorrer ao FEEF numa versão mais "benigna" do que aquela que foi aplicada à Grécia e à Irlanda. A moeda de troca era um programa de consolidação orçamental e de reformas estruturais a médio prazo (a propósito, é por isso que este PEC não era igual aos outros). Esta estratégia mereceu o agréement de Bruxelas, Frankfurt e Berlim. Pode admitir-se - e muitas vozes respeitadas o fizeram - que teria sido melhor assumir mais cedo a necessidade de recurso ao FEEF. Era outra estratégia. É difícil de dizer hoje qual teria custado menos ao país, com certeza absoluta.

(…) Vejamos o que aconteceu depois da crise. O rating da República desceu em quatro graus. As taxas de juro de cinco anos subiram cerca de quatro pontos. Os bancos, com os ratings igualmente cortados, perderam 500 milhões de capitalização bolsista. Os títulos da dívida estão em risco de não serem aceites no BCE, ameaçando o financiamento da banca e da economia. Os prémios dos CDS portugueses (espécie de seguro contra default) a cinco anos estão acima dos da Irlanda (que tem uma gigantesca crise bancária). Acresce que, nos caso da Grécia e da Irlanda, quando foi preciso ao BCE considerar uma situação excepcional para continuar a emprestar dinheiro aos seus bancos, invocou os respectivos programas de estabilização e crescimento (vulgo PEC) como garantia suficiente. Mais uma vez, o nosso PEC chumbado parece que não permite essa solução.

Dizer que a crise foi clarificadora e que não pagámos um custo excessivo por ela, convenhamos que é um pouco exagerado.

Havia, naturalmente, uma solução que teria poupado ao país este custo enorme. Muita gente a referiu. Aprovar o PEC em troca da marcação de eleições para uma altura menos fatal. Funcionou na Irlanda. Alguém a procurou em Portugal? Em Belém? Em São Bento? Na Rua de São Caetano? Por que é que não foi possível? Devo dizer que ainda não ouvi uma resposta convincente, pelo que deduzo que ainda não sabemos tudo sobre a decisão de ter chumbado o PEC, correndo o risco de embater a toda a velocidade contra a parede.

(...) E isto leva-nos à questão seguinte, sobre a qual se mantém, deliberadamente ou não, um espesso nevoeiro. Pouco importa que o Presidente venha dizer que o Governo pode fazer tudo o que for preciso em caso de enfrentar uma situação idêntica àquela em que já estamos. Não podia dizer outra coisa, depois de ter aceitado pacificamente o desenrolar da crise, o chumbo do PEC e a demissão do Governo. Pouco importa que os nossos eméritos constitucionalistas venham perorar sobre os poderes dos governos de gestão. Ou que Passos Coelho se diga disposto a apoiar "moralmente" qualquer necessidade que o Governo de gestão tenha. Não é um problema constitucional. É um problema político e um problema europeu.

Como já se viu, nada na Europa pode ser dado sem ser a troco de um programa de consolidação orçamental e reformas estruturais. É indiferente, como já foi dito em Berlim, Frankfurt e Bruxelas, que os principais partidos se comprometam com as metas de redução do défice. Para a Europa isso não chega, e quem ainda não percebeu é porque não tem estado atento.

A Comissão ainda ontem o repetiu, quando negou a possibilidade de um empréstimo intercalar, que diz ignorar: há um mecanismo, o FEEF, para o qual as condições de acesso são um pedido oficial do Governo e a negociação de um programa de ajustamento económico que reúna todas as condições. Por outras palavras, as mesmas incómodas palavras: é preciso um PEC e não há ninguém aparentemente disponível para o negociar.'

06 abril, 2011

SCuts

O PSD impediu durante muito tempo a implementação, necessária e obrigatória das portagens nas Scuts.

Com o país em crise, vamos esperar, quando sair o programa dos PSD, o que vão dizer sobre este tema,.

"O ministério das Obras Públicas emitiu esta quarta-feira um comunicado em que anuncia suspender as novas portagens nas SCUT por considerar que essa introdução por governo em gestão seria inconstitucional."

Titulo – sem ele ou com ele

Com uma vénia… esta e o próprio post

"O raciocínio desta malta é este: o governo de gestão tem competência para pedir uma ajuda externa no valor de 75 mil milhões de euros, mas não ocupem lugares que lhes estão destinados. ""


 

Mota Amaral

No parlamento, hoje, como o canto do cisne, a falar. Mota Amaral, porquê?

Uma vergonha para o PSD. Este homem, tem estado fora de tudo, porquê não ter continuado?

Bancos, banqueiros e crise!

"Neste país as empresas podem falir, os governos podem cair, os portugueses podem morrer à fome, mas os banqueiros não podem cair, deixar de ter lucros ou pagar impostos. Nestes tempos difíceis ficámos a saber que não são os portugueses ou o Estado que precisam dos banqueiros, são estes que vivem à custa dos portugueses e do país."

Pedro Passos Coelho

O "menino" passou, de vez em quando, (sabe-se lá porquê vaidade?) a usar óculos.

Que maravilha!!!

01 abril, 2011

Ingleses – que brincalhões!!!

""Portugal 'vende' Cristiano Ronaldo a Espanha por 160 milhões de euros para reduzir dívida", é o título da notícia publicada pelo jornal nesta sexta-feira. "Numa acção que, segundo alguns observadores, 'vai levar à destruição do Campeonato do Mundo', Cristiano Ronaldo concordou em 'agir como um patriota' e ser vendido ao país vizinho por 160 milhões", pode ainda ler-se no mesmo texto."

Louçã - estará doente?

Já tem idade para ter juízo ou então estará mesmo doente.

Esquece hoje, branqueando tudo o que tem feito enquanto o PS esteve no governo.

"O coordenador da Comissão Política do BE, Francisco Louçã, vai propor à VII Convenção uma estratégia de "unidade à esquerda", para "diálogos" com o PCP, sindicalistas e socialistas, mas "sem ilusões" sobre o actual PS."

Cavaco Silva - mestre escola

Depois do miserável discurso de tomada de posse, este outro não lhe fica atrás.
Antes pelo contrário.
A sua saga paternalista continua.
Agora quer marcar a agenda do governo, interpretando a seu belo prazer o que é um governo de gestão.
Ver e ouvir este personagem falar, com aquela voz entramelada e cavernosa, é um pesadelo.