14 agosto, 2009

Manuela Ferreira Leite

 

In O PUBLICO

“Esta crença de que alguém pode ser lobo e cordeiro ao mesmo tempo levar-nos-ia a discussões profundas sobre a natureza da alma humana, podendo chegar ao Dr. Jekyll e ao Mr. Hyde, ou aos filme baseados em casos de dupla personalidade. Mas deixemos o exercício para especialistas e concentremo-nos no código de valores que deve servir de filtro aos que se candidatam a cargos políticos. Para o senso comum, é mais ou menos óbvio que o exemplo de um cidadão cuja vida pessoal é suspeita de desvios éticos não recomenda a sua nomeação para cargos políticos, certo? Errado. O que Manuela Ferreira Leite nos diz é que "não tem de se pronunciar" sobre exemplos assim. Será então o Direito que deve reger estes princípios? A líder do PSD fala de "leis" que, neste particular, se referem apenas a crimes relacionados com o "exercício de funções públicas". Estaria a falar do projecto ao qual Marques Mendes deu a cara e que a própria não quis discutir na campanha? De resto, mesmo estando pronunciado, António Preto tem o direito à presunção da inocência, como o tinham Valentim Loureiro ou Isaltino Morais. Mas nem isso evitou que fossem afastados do PSD. Porquê? Pela única razão que conta nesta discussão: pela subordinação do partido a um padrão ético que excluía da esfera política pessoas a contas com a Justiça, fosse por actos públicos ou privados.”

Porque não é preciso ser filósofo nem teólogo para se perceber que quem propala a verdade, o rigor e a credibilidade não pode interpretar a ética à luz das conveniências. O PSD já se deu conta do problema e percebeu que não se trata apenas de uma escolha de um nome: o que está em causa é um programa e, talvez, a sorte do PSD nas próximas legislativas.»

 

Porto Salvo - Igreja


Pormenores da "Caixa das Esmolas"
(Igreja de Porto Salvo)

13 agosto, 2009

Porto Salvo - Video



O Grupo Motard Roda Lenta ficou esquecido.Já não bastava a Camara, a Junta de Freguesia, até o editor do Blog se esqueceu.

Crise - afinal o que se passa?

O,3%
Não era de imaginar algo diferente do que se está a passar.
Os números são números.
Redondos ou bicudos.
Para para alguns políticos os números só interessam quando estão a seu favor.
Vai dai, rebuscam os mais variados argumentos para sustentar argumentos a favor das multiplas leituras desses numeros.
O 0,3% como não tem o rabisco atrás que lhe muda o valor, para muito profeta da desgraça, já não interessa.
Mas se o 0,3% indica crescimento hoje, tem o mesmo valor, nem sofre a habitual contestação a quem o produz e divulga, porque razão quando era negativo não sofria contestação e era aceite pela oposição como valor correcto e inquestionável?
Não podem os politicos aceitar hoje os dados publicados porque lhes interessam e, amanhã, porque sendo a seu desfafor, dizer que não representam nada de espacial ou que não são reflexo da verdade, porque contrariam os seus argumentos.
« Economia cresceu 0,3 por cento no trimestre
Sócrates diz que o Governo está no caminho certo
O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que os dados divulgados pelo INE, que indicam que a economia cresceu 0,3 por cento no segundo trimestre, mostram que o Governo está num caminho seguro para sair da crise.Sócrates considerou que os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) são "animadores" e "positivos" e "mostram que o Governo está num caminho seguro para sair de uma das mais graves crises da economia". A economia portuguesa inverteu a tendência de queda, ao crescer 0,3 por cento no segundo trimestre do ano em relação aos três meses anteriores, segundo dados hoje divulgados pelo. "Isto não é o fim da crise, mas sim o princípio do fim da crise. Há ainda desafios a enfrentar, mas os dados evidenciam o sinal de inflexão, uma viragem na economia", disse José Sócrates, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Ministros. José Sócrates disse também que os dados divulgados hoje "confirmam as projecções do Governo e põem de lado projecções mais catastróficas", salientando o facto de Portugal ser "um dos primeiros países a sair da situação de recessão", a par da Alemanha, França, Grécia e Eslováquia. Questionado sobre se a evolução do desemprego poderá condicionar o futuro da economia, o primeiro-ministro reconheceu ser ainda "muito cedo" para dizer qual será o impacto, uma vez que a recuperação será "mais retardada". Esta recuperação, segundo José Sócrates, só acontecerá nos próximos meses. »

Crise em fim de rota

Teixeira dos Santos - nem falar neste assunto.
Demagogia, mentira
"Las dos economías más grandes de la eurozona, Alemania y Francia, han dado hoy un importante impulso a las esperanzas de una recuperación en la eurozona, inmersa en su peor crisis desde la Segunda Guerra Mundial. Tras cuatro trimestres consecutivos a la baja, el PIB de estos dos países ha repuntado sendos 0,3% entre abril y junio, por encima de las previsiones de los analistas y la primera señal de que están empezando a dejar atrás la recesión." El Pais"
O infinito está na procura do desconhecido

Crise - está no fim

SOCRATES – tem sido o culpado de tudo.

Terá alguma coisa a ver com isto?

Que dirá a oposição?

O INE divulga hoje os números para o PIB no segundo trimestre.

Os economistas antecipam uma contracção menos intensa.

O pior já passou mas a crise vai marcar a campanha eleitoral.”

PSP - Procuradores - Juizes

O importante não foi o qure aconteceu, foi o que se seguiu.

O abuso de autoridade contra estes “senhores da Justiça” e da politica, é sempre o mote. São “eles” que usam e abusam da autoridade debaixo do chapeu de chuva duma legislação feita e interpretada em causa própria.

Procuradores?

Juizes?

Longe da vista, longe do coração.

Filho de magistrados bêbedo em contramão

O filho de um procurador do Ministério Público (MP) e de uma juíza foi ontem de madrugada surpreendido pela PSP a conduzir em contramão numa rotunda da Estrada da Ponta da Piedade, em Lagos. Acusou 1,5 gr./l de álcool no sangue, três vezes mais do que é permitido por lei, e foi detido. Levado à esquadra, viu os pais chegarem pouco tempo depois e foi libertado – com notificação para ir a tribunal horas depois. Só que o jovem condutor, de 24 anos, chegou atrasado à audiência. As testemunhas do seu crime, polícias, já tinham sido dispensadas por um procurador do MP, colega do pai.

No carro, um Citroën, seguiam mais dois amigos do infractor, um deles filho de um ex-secretário de Estado do Ordenamento do Território, José Mário Ferreira de Almeida. O filho do antigo político, que fez parte do último Governo PSD, apresentou queixa contra agentes da PSP que participaram na ocorrência por abuso de autoridade.

Segundo o CM apurou, pelas 05h10, uma carrinha do Corpo de Intervenção – do dispositivo que está a reforçar o policiamento no Algarve durante o Verão – regressava do centro de Lagos para a escola onde os agentes pernoitam quando se depararam com um automóvel a contornar uma rotunda em sentido contrário. Os agentes evitaram a colisão e de imediato deram ordem de paragem ao condutor.

O jovem, de 24 anos, acusou 1,51 gr./l no teste de álcool, pelo que foi detido por condução perigosa e sob efeito de álcool. Na esquadra, o filho dos magistrados, ambos colocados na Grande Lisboa, não requereu a contraprova e foi posto em liberdade, notificado para se apresentar no Tribunal de Lagos pelas 10h00. Já de manhã, os agentes foram até ao tribunal enquanto testemunhas – como diz a lei – mas logo às 10h00 foram dispensados pelo procurador do MP. O arguido acabou por chegar já depois das 11h30 e foi presente a um juiz. Fica por ouvir a versão dos agentes.

Os dois amigos do condutor que seguiam no carro têm a mesma idade. No lugar do pendura, ia o filho de Ferreira de Almeida, secretário de Estado do Ordenamento do Território quando Isaltino Morais era ministro do Ambiente.

O jovem terá mostrado 'renitência em sair do veículo quando tal lhe foi solicitado, alegando que não eram criminosos perigosos e que a polícia não tinha legitimidade para tal', disse ao CM fonte da PSP. 'Aparentemente alcoolizado', o filho de Ferreira de Almeida terá sido forçado a sair do carro e, ao sair, 'caiu ao chão e magoou-se num pé'. Também foi à esquadra de Lagos e fez queixa contra os agentes que o obrigaram a sair do veículo.”

SATU - a vergonha

Uma actitude inteligente
Isaltino deveria dar contas, nos tribunais, pela gestão ruinosa e danosa dos dinheiros públicos em Obras como esta.
Uma vergonha.
Um escandalo
Candidata do PS contra acordo com Oeiras sobre SATU
A candidata do PS à presidência da Câmara Municipal de Sintra, Ana Gomes, rejeitou hoje o protocolo assinado pela autarquia, que visa o prolongamento do Sistema Automático de Transporte Urbanos (SATU) de Oeiras até Sintra.
Ana Gomes disse hoje à agência Lusa que esse acordo, celebrado no final de Agosto entre as duas autarquias «é desastroso» pelo que promete denunciar o protocolo.
«Se vencer as próximas eleições autárquicas não aceito vincular esse acordo, porque o considero desastroso», disse Ana Gomes à Lusa.
Além disso, a candidata socialista contestou a «legitimidade do actual presidente da Câmara, Fernando Seara (PSD), para comprometer Sintra num projecto», no qual os vereadores do PS não foram consultados.
O protocolo visa fazer a ligação entre Paço de Arcos e o Tagus Park, em Oeiras, e entre o Cacém e uma zona de ligação ao Tagus Park, em São Marcos, no concelho de Sintra.

ISALTINO


Já começou a aparecer a propaganda nas caixas de correio
Isaltino continua sorridente. Sabendo da morosidade da justiça tem plena confiança de que com as contestações para os Tribunais superiores, tem todo o tempo da vida para mais um período de Governação na CMO, nem que seja como vereador.
Por estas e por outras é que o "burro comeu as couves" assim se dizia há muitos anos

Camaras - Corrupção

Será assim por todo o país.
O maior foco de corrupção e entrave ao desenvolvimento económico do país ao nível municipal. está no polvo que se vem mantendo desde há muitos anos nos serviços das Câmaras Municipais.
Todas as cores políticas sem excepção tem culpas para que tal continue acontecendo.
Mudando de partido ou de presidente, tudo fica na mesma.
O polvo está oleado e os seus tentáculos são de tal modo poderosos que envolvem quem perto deles tentar chegar.
A transparência é ocultada por normas, leis e regulamentos, são retrógradas, quanto iníquos, que quando postos em prática só dão azo a que a água do rio da corrupção, do compadrio e dos amigalhaços, aumente o caudal e corra sempre no mesmo sentido.
Quando se pretende mudar o curso dos acontecimentos, lá surgem os "guarda rios" opinando e conseguindo que tudo fique na mesma.
É preciso uma limpeza.
Nas pessoas e na legislação

PSD - Analise à trapalhada

Nem ter andado escondida 8 dias fez esquecer o saco de gatos que fabricou.
Alguem pode acreditar em semelhante personagem para gerir o país?
As listas para as legislativas são «golpes terríveis na democracia». Esta é a opinião de Luís Filipe Lobo-Fernandes, professor catedrático e pró-reitor da Universidade do Minho, que decidiu esta semana afastar-se do PSD.
De acordo com o que noticia a agência Lusa, Luís Filipe Lobo-Fernandes escreveu uma carta aberta à líder do partido, Manuela Ferreira Leite, a comunicar a decisão de abandonar o PSD. No documento intitulado «O grau zero da política», Lobo-Fernandes acrescenta que a renovação prometida do partido foi um «embuste».
O docente lamenta que Ferreira Leite tenha «imposto» a inclusão nas listas de Helena Lopes da Costa e António Preto, «presentemente arguidos em processos judiciais».
«Ora isto são golpes terríveis na democracia. Alguma "esperança" que V.Exa aparentava protagonizar morreu na primeira curva. Afigura-se-me, ademais, que se perdeu todo o pudor e todo o respeito pelos cidadãos. Como militante do PSD(...)só posso concluir que a renovação de que a Senhora Drª Manuela Ferreira Leite fala assume foros de embuste», apontou o Lobo-Fernandes.
«Inaceitável» foi também como classificou a situação das escolhas na lista para as legislativas. O agora ex-militante dos sociais-democratas confessou não saber «com que cara» Ferreira Leite «se apresentará aos eleitores nas próximas eleições».
«Mas será que não existem cidadãos cumpridores, cidadãos exemplares, sem processos de arguido, que possam integrar a lista de deputados?», questiona-se.
«Ao invés de se escolherem candidatos com provas dadas nas várias frentes do exercício profissional, técnico, e de cidadania activa, opta-se pelo carreirismo, pelos «amigalhaços», num delírio sem limites. Aqui, temos de novo as mesmíssimas caras(...). Onde está, pois, a renovação de que tanto fala a Sra. Dr.ª Manuela Ferreira Leite?», salienta.
Com este cenário, a que apontou várias críticas, decidiu então desfiliar-se do partido «precisamente vinte anos antes de entrar», ao considerar que era importante «dar a cara» e explicar a saída antes das eleições.

Autarquicas




A dança das fotos

12 agosto, 2009

PSD - sempre em festa



Uma análise à trapalhada


“Ao pedir a um cunhado médico que lhe engessasse o braço antes de uma prova judicial de caligrafia que o poderia incriminar, António Preto mostrou ter um nervo raro. Com este impressionante número, Preto definiu-se como homem e como político. Ao tentar impô-lo ao país como parlamentar da República, Manuela Ferreira Leite define-se como política e como cidadã. Mesmo numa época de grande ridículo e roubalheira, Preto distinguiu-se pelo arrojo e criatividade. Só pode ter sido por isso que Manuela Ferreira Leite não resistiu a incluir um derradeiro arguido na sua lista de favoritos para abrilhantar um elenco parlamentar que, agora sim, promete momentos de arrebatadora jovialidade em São Bento.

À tribunícia narrativa de costumes de Pacheco Pereira e à estonteante fleuma de João de Deus Pinheiro, vai juntar-se António Preto com o seu engenho e arte capazes de frustrar o mais justiceiro dos investigadores. Se alguma vez chegar a ser intimado a sentar-se no banco dos réus, já o estou a ver a ir ter com o seu habitual fornecedor de imobilizadores clínicos para o convencer a fazer-lhe um paralisador sacro-escrotal que o impeça de se sentar onde quer que seja, tribunal ou bancada parlamentar.

Se o convocarem para prestar declarações, logo aparecerá com um imobilizador maxilo-masséter-digástrico que o remeterá ao mais profundo mutismo, contemplando impávido com os olhos divertidos de profundo humorista os esforços inglórios do poder judicial para o apanhar, enquanto sorve, por uma palhinha apertada nos lábios, batidos nutritivos com a segurança dos imunes impunes.

Em dramatismo, o braço engessado de Preto destrona os cornos de Pinho. Com esta escolha, Manuela Ferreira Leite veio lembrar-nos que também há no PSD comediantes de grande calibre capazes de tornar a monotonia legislativa no arraial caleidoscópico de animação que está a fazer do Canal Parlamento um conteúdo prime em qualquer pacote de Cabo.” – Mário Crespo

Bandas Sonoras em Vila Fria?

Oeiras - Junto ao cemitério

Qualquer local tem passadeiras e bandas sonoras.

Em Vila Fria, na Avd 25 de Abril, não.

Porquê?

Passadeiras

Oeiras - Junto ao cemitério

Qualquer local tem passadeiras.

Em Vila Fria, não

Porquê?

PSD - sempre na mesma?


Poemas sem rima

Manuela Ferreira Leite


O PSD terá muita culpa no seu todo.

Qualquer tipo de mudança não passa pelo PSD
Foi Menezes, foi Marques Mendes, foi Passos Coelho.
O rejuveniscimento terminou.
Continua o filme com um interprete "jovem" - MFL
Será que "não se engana e que raramente tem dúvidas" desde que a deixem "trabalhar"
Quem também parece não perceber os ventos de mudança é Manuela Ferreira Leite. Ao excluir das listas do PSD nomes como Passos Coelho ou Miguel Relvas deu um sinal público de autoridade. Mas também de fraqueza e pequenez política. E, sobretudo, de incapacidade de unir vontades, de congregar esforços, de abrir o partido a uma maior pluralidade de vozes e opiniões.
Ferreira Leite preferiu o autoritarismo da exclusão sectária à tolerância da inclusão abrangente. Quem afasta Passos Coelho para impor nas listas do PSD figuras a contas com a Justiça, como António Preto ou Helena Lopes da Costa, aliena a sua legitimidade política, não tem ética a que se agarrar. Além de oferecer a José Sócrates e ao PS a melhor notícia desta pré-campanha eleitoral”

Manuela Ferreira Leite e o voto perdido

PSD e a trapalhada
Eles tambem falam assim.
Sem razão?
Onde está a coerência, a verdade?
«Até que Manuela Ferreira Leite apresenta as suas listas de deputados para as legislativas, onde inclui uma senhora acusada de andar a distribuir casas em Lisboa por amigas e motoristas da câmara e um senhor apanhado pela PJ ao telefone a conversar animadamente sobre malas apinhadas de notas de euro. Ora, lamento muito: eu sou eleitor em Lisboa, e por mais respeito que tenha pelo princípio da inocência não vou correr o risco de ser um voto meu a sentar o rabiosque do senhor António Preto no Parlamento.» [Diário de Notícias]

Socrates - o futuro passa por aqui

«O Partido Socialista, cumprindo com seriedade e sentido das responsabilidades o seu dever democrático, apresentou já, publicamente, o seu programa eleitoral. É um programa de ambição e de futuro. Mas é também um programa com prioridades muito claras: vencer a crise, modernizar o País, reduzir as desigualdades sociais.
Dirigimos o foco da nossa atenção, claramente, para as urgências do tempo presente: superar a crise que veio de fora, relançar a economia e promover o emprego. Mas apontamos, também, o caminho do futuro - de que não podemos desistir - para uma economia mais forte e competitiva: prosseguir o movimento de modernização da economia e do Estado, reforçar as qualificações, continuar a reduzir a dependência energética, valorizar as exportações. A mobilização de vontades e energias nacionais em torno de um Pacto para a Internacionalização das Pequenas e Médias Empresas e de um Pacto para o Emprego estruturam as nossas propostas de ambição renovada para a economia portuguesa. Paralelamente, propomos novas medidas concretas para prosseguir o reforço das políticas sociais e a qualificação dos serviços públicos, de modo a ir mais longe no combate à pobreza e às desigualdades, proporcionando mais oportunidades para todos.
A pouco mais de um mês das eleições legislativas, o contraste não poderia ser maior. O PS, como lhe compete, apresenta os resultados de quatro anos de reformas que, apesar de todas as dificuldades, permitiram pôr as contas públicas em ordem, retirar a segurança social da situação de alto risco, modernizar e simplificar a administração pública, generalizar o acesso às novas tecnologias de informação, levar a economia portuguesa a uma balança tecnológica positiva, colocar Portugal na dianteira nas energias renováveis, reduzir o abandono e o insucesso escolar, desenvolver o ensino profissional, melhorar os cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde e concretizar toda uma nova geração de políticas sociais, que reduziu a pobreza e as desigualdades, aumentou o salário mínimo e reforçou em muito o apoio às famílias. Mas, ao mesmo tempo que apresenta resultados, o PS mostra, uma vez mais, iniciativa e determinação, apresentando um programa de novas propostas para responder à crise internacional e preparar o futuro do País.
Enquanto isso, a única coisa que vemos do lado da Oposição é a insistência na velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o PS e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o País. Quanto ao futuro, nada parecem ter para dizer aos portugueses.
E é preciso notar que se o PS apresenta um programa, a direita esconde o seu. De facto, enquanto o PS lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança social, que garante as pensões e as reformas dos portugueses.
Mas a direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas. Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação. Falam, por vezes, como se tudo estivesse esquecido. Não: nós sabemos o que a direita fez no Governo passado.
Nas próximas eleições legislativas, de 27 de Setembro, os portugueses serão chamados a fazer uma escolha política decisiva. E, do meu ponto de vista, essa escolha envolve três opções fundamentais, que gostaria aqui de explicitar de forma a clarificar o que, no essencial, está em jogo.
Em primeiro lugar, trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação. Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.
Pois eu acho que esta atitude paralisante, herdeira de um certo espírito do salazarismo, faz mal ao País e não nos deixa andar para a frente. Pelo contrário, acho que o primeiro dever de quem governa é ter uma visão do futuro do País e a determinação de impulsionar as reformas modernizadoras que são necessárias para servir o interesse geral. Este é o seu dever: mobilizar as energias da sociedade e puxar pela confiança. Confiança, nunca desistir da confiança.
E atenção: esta não é uma questão menor. Naturalmente, a superação dos desafios há-de resultar, sobretudo, do dinamismo da sociedade e da iniciativa dos seus agentes económicos. Mas num momento como este, de dificuldades e tarefas tão exigentes, a atitude de quem governa pode ajudar a fazer a diferença entre o fracasso e o sucesso.
É por isso que digo aos portugueses que há aqui uma opção importante a fazer. E digo mais: a atitude de pessimismo, de resignação e de paralisia que marca o discurso da direita não serve os interesses do País. O que os tempos exigem é uma outra atitude na governação: uma atitude de confiança, de determinação e de iniciativa para vencer as dificuldades do presente, prosseguir o movimento de modernização e preparar o futuro País.
Em segundo lugar, há uma escolha política a fazer sobre o investimento público. A questão é esta: num contexto de crise económica global e de consequente quebra das exportações, de falta de confiança e adiamento de projectos por parte dos investidores privados, de dificuldades no acesso ao crédito, de menor procura pelos consumidores, que factor pode contribuir para relançar a economia, salvar muitas empresas e promover o emprego? Desde a célebre Grande Depressão, que se seguiu à crise de 1929, todos os economistas que resistem à cegueira ideológica sabem a resposta: o investimento público. Por isso, a generalidade dos países europeus e das economias desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos da América de Obama, decidiram enfrentar a crise lançando programas de reforço do investimento público. Foi o que fizemos aqui também, com investimentos selectivos e destinados a impulsionar a modernização do País, de num modo geral antecipando apenas o calendário de projectos já anteriormente decididos e privilegiando os investimentos de mais rápida execução: modernização das escolas, equipamentos sociais e de saúde, energia, redes de nova geração.
A nossa direita, pelo contrário, ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o Estado não deve fazer tanto para ajudar a economia a vencer a crise e para salvaguardar o emprego. A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no investimento público. Mas esta é também uma proposta errada. É preciso dizê-lo de forma clara: cortar no investimento público modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da economia, atiraria muito mais empresas para a falência e bloquearia a recuperação do emprego.
E mais: Portugal não pode estar constantemente a regressar à estaca zero na discussão dos seus projectos de investimento. Não pode estar cinquenta anos para decidir uma barragem, quarenta anos para decidir um aeroporto e vinte anos para decidir se fica dentro ou fora da rede europeia de alta velocidade, que está já hoje a revolucionar a mobilidade por toda a Europa e na nossa vizinha Espanha. Houve um tempo para decidir, este é o tempo de fazer. A proposta do PS é, por isso, continuar a apostar no investimento público como instrumento fundamental de combate à crise mas também de modernização do País.
Em terceiro lugar, há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas sociais - e também aí as opções são claras, separando nitidamente a direita e o PS. A direita insiste no recuo do Estado Social, para a condição de Estado mínimo ou, como dizem agora, Estado "imprescindível". Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas sociais quando estavam no Governo. Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança social, fim da tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde e pagamento dos próprios serviços de saúde pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania. A proposta do PS, por seu turno, é bem diferente: reforço das políticas sociais, qualificação e modernização dos serviços públicos, investimento no combate à pobreza e na redução das desigualdades. E os portugueses sabem que esta proposta do PS dá seguimento aquela que foi a sua prática no Governo: criámos o complemento solidário que já beneficia mais de 200 mil idosos, criámos a rede de cuidados continuados, reforçámos o investimento nos equipamentos sociais, criámos o abono pré-natal, aumentámos o abono de família, alargámos a acção social escolar, aumentámos o salário mínimo.
Para a próxima legislatura, propomo-nos reforçar ainda mais as políticas sociais, de modo a enfrentar os novos desafios do Estado Social.
Primeiro, o apoio à natalidade, à infância e à família: somaremos às medidas em curso a nova Conta Poupança Futuro, em que o Estado deposita 200 Euros, por ocasião do nascimento de qualquer criança, e concede benefícios fiscais para incentivar a poupança, sendo que o saldo poderá depois ser utilizado pelo jovem para financiar os seus estudos ou projectos profissionais.
Segundo, o combate à pobreza e às desigualdades: criaremos um novo mecanismo de ajuda ao rendimento das famílias trabalhadoras com filhos a cargo e das pessoas com deficiência, em termos semelhantes ao Complemento Solidário para Idosos, de forma a garantir um rendimento acima do limiar da pobreza.
Terceiro, o apoio à qualificação e inserção profissional dos jovens: apoiaremos a escolaridade até ao 12º ano através da nova bolsa de estudos para estudantes do ensino secundário e criaremos novos programas INOV, incluindo o INOV-Social, bem como um programa especial de cinco mil estágios na administração pública. Quarto, a qualificação do Serviço Nacional de Saúde: anteciparemos para 2013 as metas de expansão da rede de cuidados continuados para idosos e dependentes previstas para 2016 e alargaremos a todo o território nacional a experiência de sucesso das Unidades de Saúde Familiar, de modo a prosseguir o objectivo de garantir a todos os portugueses o acesso a médico de família.
Eis apenas algumas propostas concretas do nosso programa de reforço das políticas sociais, que é fundamental para fazer face a necessidades reais do País. É este caminho, de reforço do Estado Social, que devemos seguir. E é este caminho que também se decide nas próximas eleições legislativas. Porventura é mesmo essa a questão decisiva destas eleições: rasgar as políticas sociais, ou reforço do Estado social. Uma vez mais: ou o PS ou a direita.
E que não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder. Mas nesta escolha decisiva que está diante dos portugueses, o PS está, creio, do lado certo, que é também o lado da acção e do futuro: propõe uma atitude de iniciativa, preconiza o investimento público para a modernização do País e defende o Estado Social para reduzir as desigualdades e promover oportunidades para todos.
Neste momento de crise mundial, os Portugueses precisam de um Governo competente, com um rumo claro, uma agenda conhecida e condições de coerência e estabilidade.
Os portugueses sabem que sempre puderam contar com o PS nos momentos difíceis. Nós não somos daquela esquerda que se limita a protestar, dispensando-se da maçada de contribuir para a solução de qualquer problema. Estamos bem conscientes de que a nossa responsabilidade é realizar as políticas públicas necessárias para responder aos problemas e às necessidades das pessoas. E é isso que queremos continuar a fazer, com toda a energia e com toda a determinação, com base num novo compromisso. Com confiança nos portugueses e com confiança no futuro. » [Jornal de Notícias]

Citação

A pior coisa que há na vida não é ter conseguido; é nunca sequer ter tentado.
Theodore Roosevelt - 1858-1919

PCP e o Desemprego

FESTA do AVANTE


O PCP já começou a dar a sua contribuição ao combate ao desemprego.
Num gesto de solidariedade o Avó Boca Doce, ordenou que este ano para a Festa do Avante não houvesse trabalho voluntário dos seus camaradas.
Todo o trabalho a desenvolver para a montagem da Festa do Avante será efectuada por trabalhadores que estão nas listas de desempregados nas areas do Seixal, Torre da Marinha, Paio Pires, Amora e Cruz de Pau.
O PCP, embora por um período de tempo limitado, dará emprego em função das listas oficiais de desempregados, com os tempos e horários estabelecidos pela CGTP e pagando já o salários que aquela Central Sindical previa que se pagassem no ano de 2015.

Combate ao desemprego é prioridade para o PCP
Pleno emprego, crescimento económico e defesa do aparelho produtivo nacional são os três objectivos centrais do programa eleitoral do PCP para as legislativas, que define como prioridade a criação de postos de trabalho e o combate aos despedimentos

Manuela Ferreira Leite



A Avózinha, conta histórias de embalar, para adormecer os que estão contra o que foi a "trapalhada" da sua escolha de deputados, tentando tapar o Sol com a peneira dos argumentos de situações que em nada são comparáveis com as que ele própria criou.
"Manuela Ferreira Leite disse hoje que tem o partido "absolutamente motivado" e que está "orgulhosa" pela "preocupação" com as listas de candidatos a deputados, mas defendeu que os portugueses se devem concentrar em "problemas nacionais" como o do Eurojust."

João de Deus Pinheiro


A Voz do Dono

Alguem deu por ele no Parlamento Europeu?

Já não tinha mais que idade para a reforma?

Não foi este ilustre cavalheiro que quando da "Guerra do Golfo" estava no Algarve a jogar Golfe e tiveram que lhe puxar as orelhas para ir para Bruxelas para exercer as suas funções de Comissário das Relações Internacionais da CEE?


«As listas aprovadas para as legislativas são as minhas listas», frisou disse, salientando que Manuela Ferreira Leite é «uma pessoa muito séria que não recebe lições de nenhum político».

Oeiras - Marina










Paço de Arcos - Fontainhas

Fontaínhas - Paço de Arcos

11 agosto, 2009


"Enquanto o PS lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu..."
José Sócrates, "Jornal de Notícias", 11-08-2009

Socrates e o debate de ideias

Manuela Ferreira Leite

Manuela Ferreira Leite

Contrariando a tese da ressureição de D. Sebastião, apareceu ao fim de 8 dias, num dia de enorme canícula e ensolarado.

Falando a verdade que só ela sabe falar.

Claro que não convem falar na bagunça que ainda continua a ser a sua escolha para deputados

«Manuela Ferreira Leite disse hoje que tem o partido "absolutamente motivado" e que está "orgulhosa" pela "preocupação" com as listas de candidatos a deputados, mas defendeu que os portugueses se devem concentrar em "problemas nacionais" como o do Eurojust.»

Porto Salvo

 

A freguesia de Porto Salvo tem 7,35 km² de área e 13 724 eleitores (censos de 2001).

 Foi oficialmente criada em 11 de Junho de 1993, por desmembramento das freguesias de Barcarena e Oeiras e São Julião da Barra. Porto Salvo foi elevada a vila a 12 de Julho de 2001.

Corresponde grosso modo a um quadrado com um lado de 2,7 kms de lado.

Esta area, tem sido a geradora das grandes dificuldade de mobilidade do ainda actual Presidente da Junta de Freguesia.

Por Vila Fria, tirando as Festas de Aniversário do Grupo Cultural ou do Roda Lenta, nem de carro tem a dignidade protocular duma visita.

Isaltino, nem pensar dar uma voltita à Freguesia.

Cá os esperamos...

 

 

Cavaco Silva

Cavaco Silva e o jeep

Ora toma!!!

Cavaco Silva, Presidente da República manifestou recentemente o seu incómodo com o que seria o excesso de produção legislativa do final legislatura, declarações aliás em "estranha sintonia" com a líder do PSD. Aparentemente, contudo, segundo conta o Expresso, Cavaco Silva, esqueceu-se do que fez a seu tempo. Será ele próprio o detentor do maior número de diplomas enviados a um PR, no final do seu segundo mandato como PM, em 1991. Na altura, Aníbal Cavaco Silva, Primeiro Ministro, enviou 119 diplomas, bem mais do que os sessenta e tal para já previstos para o Governo de José Sócrates.

Antonio Preto - Psd

Antonio Preto
In «O Jumento»
«O deputado do PSD António Preto, acusado de fraude fiscal qualificada e falsificação de documento no processo conhecido como o "caso da mala", tem julgamento marcado para 27 de Outubro, nas varas criminais de Lisboa.
Segundo fonte do tribunal, o julgamento de António Preto tem início na manhã do dia 27 de Outubro (terça-feira) no campus de Justiça de Lisboa, sendo dirigido pelo juiz-presidente José Reis.» [Público]

Parecer:
O que eu gostava de saber é o que sucedeu ao cunhado médico que emitiu um atestado afirmando que António Preto teve uma tromboflebite no dia em que tinha de fazer uma perícia caligráfica na PJ.

Despacho do Director-Geral do Palheiro:
«Aguarde-se pelo julgamento e questione-se a Ordem dos Médicos sobre o que sucedeu ao médico especialista em cirurgia vascular do Hospital de Santa Marta.»

Deus e os comediantes

«Deus é um comediante a actuar para uma plateia assustada de mais para rir»
Voltaire - 1694-1778

Algarve - PSD em Festa

PSD Algarve - come e cala
A Avozinha não foi convidada(?) e foi substituida pelo deputado mais faltoso da ultima legislatura.
"Contactado pela Lusa, o presidente da distrital, Medes Bota, escusou-se a comentar a ausência da líder nacional do partido, remetendo para declarações anteriores, nas quais explicou que não convidou a líder social-democrata, Manuela Ferreira Leite, para a Festa do Pontal para evitar “equívocos e contradições”.Depois de, no ano passado, Manuela Ferreira Leite não ter comparecido na festa da 'reentreé', apesar de convidada, desta vez a distrital decidiu não convidar a líder, preferindo ter na festa o vice-presidente Aguiar Branco.“Chegámos à conclusão que a não-aceitação do convite [no ano passado] gerou todo aquele ruído. Este ano, se houvesse um convite que fosse aceite, a polémica era de sinal contrário” porque “afinal ela [Manuela Ferreira Leite] vinha”, explicou Mendes Bota. Por isso, “para evitar qualquer polémica”, “não chegou a ser formalizado nenhum convite”, e a estrutura distrital decidiu convidar a 30 de Maio Aguiar Branco que “aceitou imediatamente”."

Lisboa - Camara assaltada

Não se pode brincar com o simbolo da cidade de Lisboa
<«Os quatro elementos do blogue 31 da Armada (31daarmada.blogs.sapo.pt) que, durante a madrugada de hoje, escalaram a varanda da câmara de Lisboa e substituíram a bandeira municipal pela bandeira da monarquia, incorrem pelo menos em três crimes: furto, entrada em local vedado ao público e ultraje de símbolo nacional.Depois da manifestação de “guerrilha ideológica”, como designaram os participantes, a autarquia decidiu, ao fim da tarde, apresentar queixa na PSP. Num comunicado enviado à imprensa, informou que, após o “incidente”, tomou “medidas no sentido de averiguar as circunstâncias em que este ocorreu”, tendo feito participação “às autoridades competentes”. Na mesma nota podia ler-se que a bandeira azul e branca foi retirada durante a manhã e que a bandeira com as armas da cidade “desapareceu”.» >

Canaima

O Magalhães a caminho das exportações

<<Chavez já deu um novo nome ao portátil que agora apelida de projecto "Canaima", uma vez que o computador possui um sistema operacional adaptado pelo Centro Nacional de Tecnologias de Informação
Em Setembro, Hugo Chávez avisou que queria encomendar um milhão de portáteis. Os primeiros 50 mil Magalhães chegaram à Venezuela no mês de Junho e até ao final deste ano estava prevista a entrega de mais 400 mil Magalhães, com remessas mensais. >>

Ponte 25 de Abril


Ao longe, a ponte 25 de Abril, vista da Praia de Paço de Arcos

Isaltino - Autarquicas


Será que a cor verde tinha a ver com a esperança de ser absolvido?

10 agosto, 2009

Manuela Ferreira Leite

De tanto falar antes da escolha dos deputados, ficou muda e queda...

Isabel MeireLLes

Loira e ambiciosa

"ISABEL MEIRELLES, especialista em assuntos europeus, é Sénior Lecturer no Centro Europeu de Juízes e Advogados no Luxemburgo, Assessora Principal do Gabinete de Relações Internacionais, Europeias e para a Cooperação do Ministério da Justiça e comentarista de assuntos europeus na SIC e no Jornal de Negócios.

Licenciada em Direito, Advogada, Curso de Defesa Nacional, Diplomada em "Hautes Études Européennes" no College d'Europe, em Brugges, Bolseira do Conselho da Europa, Mestrado em Política Internacional e Direito Comunitário da Universidade Lusíada e Doutorada em Direito Comunitário pela Universidade Lusíada.

Na esfera académica fez carreira na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Universidade Autónoma; Universidade Moderna; Universidade Lusíada; ISCTE; Escola Superior de Comunicação Social e Universidade Atlântica.

Foi Presidente da Agência Portuguesa de Segurança Alimentar, Representante de Portugal no Advisory Forum da EFSA, Assessora do Gabinete de Direito Europeu do Ministério da Justiça, Adjunta de vários Ministros, Membro do Team Europa da CCE e Administradora do «World Trade Center, S.A», Co-Autora do "Dicionário de Termos Europeus" e Autora dos Livros "Os Novos Institutos Societários de Direito Comunitário: O Agrupamento Europeu de Interesse Económico e a Sociedade Europeia", "Lei Geral do Trabalho" e "Regime Jurídico Geral dos Funcionários Civis".

É ainda Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Mulheres Empresárias e Profissionais de Portugal, Membro da Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias, Associada nº1 da Associação de Defesa Nacional, Sócia Honorária da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra do Brasil, Associada da Associação Portuguesa de Direito Europeu.

Lobo Antunes

Alguem sabe o que passa nas reuniões entre o PR e o Primeiro Ministro?

Nada se sabe ou transpira para os media.

Porquê agora a Casa Civil vir a público com esta lenga lenga ao fim de tanto tempo após as nomeações.

Se não há nada escrito, será que a palavra dum vale mais que a do outro?

Cavaco Silva está por detrás de tudo isto. Ou alguem duvida que a sua Casa Civil não o informou do que ia fazer?

 

A lista esta aqui :

 

«A Casa Civil do Presidente da República está estupefacta. Não apenas pelo facto de o nome de João Lobo Antunes não figurar na lista das pessoas designadas pelo Governo para fazerem parte do Conselho, como também por, até ao momento, sobre o assunto não ter sido dada nenhuma explicação à Presidência», reagiu ao semanário fonte oficial de Belém.

MANUELA FERREIRA LEITE

Não consta que esteja com uma gripe semelhante à que a impediu de ir à Madeira, não há conhecimento que tenha ido uns dias de férias, pois informou a seu tempo que as não iria ter,

Por onde andará?

A esconder-se da trapalhada que arranjou com a listas para deputados?

Será que quem tanto apregoa a verdade agora se esconde dela?

Esperemos pela “verdade” das explicações.

 

 

CRISE

Em momentos de crise,só a imaginação é mais importante do que o conhecimento

(Albert Einstein – 1879-1955)

 

Forte das Maias - Santo Amaro de Oeiras




Estado de degradação do Forte das Maias - Santo Amaro de Oeiras

Eleições em Oeiras



Será que a trapalhada das autárquicas do PSD já acabaram ? Uma longa discussão entre as secções de Algés e de Oeiras, e teve de ser a distrital a assumir o ónus da escolha e propor o nome de Isabel Meirelles como candidata à Câmara. Retiraram os cartazes de Pedro Simões, que estavam colocados nos sítios estratégicos.
Depois de andarem a publicitar, durante cerca de dois meses, Pedro Simões, eis que voltam em coligação, sem ondas, para não dar muito nas vistas.
O CDS já tinha anunciado a sua candidata e eis que aparece agora em coligação de braço dado com a nobreza falida do PPM.

09 agosto, 2009

 

Conselho de Bioética

 

Desde fins de Maio que a Lei foi publicada e só agora, porque as nomeações não lhes agradam, poem em causa o Governo?

 

 

“Segundo a nova lei que rege a formação e competência do CNECV - a lei 24/2009 de 29 de Maio -, são eleitos 19 membros, menos dois que os 21 da formação anterior. E os organismos que nomeiam os membros, bem como o número de membros eleitos por cada um dos organismos, sofrem algumas alterações.”

 

Eleições em Oeiras


Marcos Perestrello

Perfil

Marcos Perestrello, candidato do PS à Câmara Municipal de Oeiras, tem 37 anos, é casado e tem dois filhos. É advogado de profissão, escreve uma crónica quinzenal no semanário Expresso e integra o painel fixo do programa Corredor do Poder da RTP. Foi até recentemente vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa.Em 1994, com 22 anos, licenciou-se em direito, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e exerceu depois a advocacia.Em 2001, funda e assume a direcção do CIMASA - Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Seguros Automóveis., onde se encontram reunidos representantes das empresas seguradoras, através da Associação Portuguesa de Seguradores, dos consumidores, através da DECO, e dos automobilistas, através dos ACP. Durante seis anos dirigiu este organismo.O seu percurso político começa em 1993, quando, com 22 anos, e ainda estudante na Faculdade de Direito de Lisboa, se torna militante do Partido Socialista. Dois anos depois, assume funções como adjunto de António Costa no Ministério dos Assuntos Parlamentares do Governo liderado por António Guterres, trabalho que o ocupa até 1999. Nesse ano, assume funções como chefe do gabinete do então secretário de Estado da Administração Interna, Luís Patrão.Em 2004, é eleito membro do Secretariado Nacional do PS, função que ainda hoje mantém.Em 2005, é eleito deputado à Assembleia da República pelo círculo eleitoral de Beja. Do trabalho desenvolvido em Beja, destaca-se o papel desempenhado na concretização de investimentos como o do aeroporto de Beja, do IP8, da reabertura das minas de Aljustrel e na antecipação de 2025 para 2015 dos investimentos necessários para a conclusão da rede de rega do Alqueva.É eleito vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS e Integra a Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. No Parlamento, merecem destaque as suas intervenções em defesa da paridade, da Interrupção Voluntária da Gravidez, da criação do cartão do cidadão e na definição de estratégias e orientações para a política criminal.Em 2007, Marcos Perestrello é eleito vereador e assume a vice-presidência da Câmara Municipal de Lisboa, onde tem os pelouros da Mobilidade, Espaço Público e Ambiente, Desporto, Mercados e Obras Municipais e da Protecção Civil. Em Lisboa, dedica-se a repor em funcionamento a Direcção Municipal de Obras, que já sob a sua direcção lançou, iniciou e concluiu inúmeras obras, depois de um período de estagnação resultante da complexa situação em que ficou a CML após os mandatos de Santana Lopes e a saída de Carmona Rodrigues. Dessas obras destacam-se: o plano de recuperação de pavimentos, que abrangerá até ao final do ano de 2009 mais de duas centenas de ruas, (ver fotos); a coordenação dos trabalhos no Terreiro do Paço (ver fotos) e outras intervenções no saneamento da cidade (ver foto), iniciando a resolução de um grave problema ambiental; a recuperação do jardim de São Pedro de Alcântara, diversos miradouros, e jardins (ver fotos); a recuperação da futura Casa-Museu Júlio Pomar e da Casa dos Bicos, para instalação da Fundação José Saramago (ver fotos); o rebaixamento e recuperação de passeios e limpeza do espaço público de obstáculos vários, designadamente de quiosques abandonados e cujos processos se arrastavam há anos (ver fotos); aprovação do projecto de recuperação da encosta do Casal Ventoso, cuja obra está prestes a começar (ver fotos). O projecto mais importante e estruturante, foi o plano de recuperação do parque escolar, que se traduz num conjunto de intervenções em cerca de 80 escolas básicas e jardins de infância do Concelho (o que representa cerca de 90% do parque escolar), a realizar ao longo de quatro anos e na construção de algumas novas escolas. O regime especial aprovado pelo Governo para relançar as obras públicas permitiu que as obras em escolas fossem feitas por ajuste directo, o que permitiu a antecipação dos concursos em 18 escolas – ainda assim, e a bem da transparência e da livre concorrência, os procedimentos foram antecedidos da publicação de um anúncio nos jornais nacionais (ver fotos).No plano do complexo assunto da mobilidade, coordenou a recuperação da operação da EMEL, que depois de anos a abandonar zonas onde deixava os parquímetros a apodrecer na via pública, voltou a alargar a sua zona de regulação do estacionamento e criou o conceito de estacionamento para residentes, limitando a moradores o estacionamento em ruas de cariz residencial em certas zonas da cidade, onde se tornava impossível aos moradores parar os seus carros (ver fotos). Marcos Perestrello coordenou o lançamento dos programas de eficiência energética na cidade de Lisboa, que se traduz na instalação em edifícios municipais, designadamente nas escolas, de painéis solares para aquecimento de águas e produção de energia para uso próprio e venda à rede (ver fotos) e na substituição de lâmpadas nos edifícios municipais por lâmpadas mais eficientes. Paralelamente, conduziu a integração de Lisboa no plano de instalação de pontos de abastecimento de electricidade para veículos eléctricos, que é já utilizado pela Polícia Municipal, e que, no âmbito do Protocolo assinado pelo Governo com a Renault-Nissan, colocará a cidade e o país como pioneiros na criação de condições para a generalização da utilização de carros eléctricos, cujas vantagens ambientais e energéticas são hoje quase indiscutíveis (ver fotos). É também o vice-presidente que promove o alargamento da rede de corredores bus (ver fotos), há muitos anos pedida pela Carris e pelos operadores de Táxi e lançou o concurso público internacional para instalação em Lisboa, sem custos para o município, da rede de bicicletas de uso partilhado, à semelhança de outras grandes cidades como Paris, Barcelona, Lyon ou Toronto (ver fotos). Ainda no domínio da mobilidade, vinculou o município de Lisboa à Carta Europeia dos Direitos dos Peões, que define a prioridade ao peão na via pública, que se traduziu já na implementação progressiva da alteração da temporização dos semáforos, com incremento do tempo de verde para o peãoNo âmbito do Desporto, relançou os Jogos de Lisboa e lançou o programa de natação para as crianças do básico, que se traduz na abertura das piscinas municipais a cursos de natação gratuitos para todos os alunos das escolas municipais (ver fotos). Em termos de infra-estruturas, concluiu as obras da pista municipal de atletismo, e da piscina da Boavista e deixou prestes a ser concluída a recuperação do campo de futebol do mesmo bairro. Encontrou solução para os equipamentos desportivos encerrados por não estarem concluídos ou por motivos de degradação: lançou o concurso público internacional para as piscinas municipais do Areeiro, Campo Grande e Olivais e celebrou protocolos com clubes da cidade para a gestão das piscinas do Alvito, de Campo de Ourique e da Boavista. Numa parceria com o Instituto do Desporto de Portugal, assegurou a instalação de cinco mini-campos desportivos em Lisboa, dos quais um já está montado (ver fotos); em conjunto com o IDP, encontrou ainda solução para o abandonado Pavilhão Carlos Lopes, que receberá o Museu Nacional do Desporto.No final de Abril último, Marcos Perestrello, deixou as suas funções na autarquia da capital para se candidatar à presidência da Câmara Municipal de Oeiras, propondo um novo dinamismo, uma nova estratégia e uma nova exigência para o concelho

Paço de Arcos - Murais


Mural pintado pela CMOeiras por baixo da Marginal na Praia de Paço de Arcos

08 agosto, 2009

Lobo Antunes

De 23 de Julho até agora, demoraram muito tempo a reagir?

Foi uma encomenda, por falta de temas ou para encobrir outros que não interessam colocar nos media?

Com estes, sempre se encobrem outros.

Os lugares cativos acabaram em muitos lugares, no PSD tambem.

«Na resolução do Conselho de Ministros de 23 de Julho (através do qual o Governo designou cinco dos membros) não constava o nome de Lobo Antunes e de outros conselheiros.

"Acabei o mandato e saí porque não fui nomeado", disse Lobo Antunes à Sábado.  A nomeação de cinco dos 20 membros compete ao Conselho de Ministros.

Daniel Serrão diz que ficou surpreendido. Do gabinete do Presidente da República,  Aníbal Cavaco Silva, ao jornal Sol, a reacção foi de "estupefacção".»

 

 

Vila FRia - Av 25 de Abril

Vila Fria – Av 25 Abril

Engarrafamento

Porto Salvo


Marco divisório das Freguesias de Oeiras e Barcarena
(Aldeia do Meio - Porto Salvo)