08 agosto, 2010

Freeport


Será que alguém entende tudo isto?
Mas ninguém fala no que de mais importante se apurou ao fim deste tempo?
Apenas 2 arguidos, por tentativa de extorção'?
Tentativa… o que vai dar?
Absolvição certamente.
Quem pode acreditar nestes profissionais da Justiça?
O que se passou com o Apito Dourado – Pinto da Costa, Valentim Loureiro, Pinto de Sousa, árbitros e dirigentes, alguém se lembra de algum deste peresonagem ser punido com alguma severidade?
Morgado tomou conta dos processos e foi o que se viu. Nada.
Ainda queriam mais tempo? Para voltarem ao inicio?
Que vergonha.
"Em Fevereiro de 2009, a tensão entre os dois responsáveis pelo processo Freeport e Cândida Almeida era já visível.
Em Fevereiro de 2009, Vítor Magalhães e Paes Faria, os magistrados titulares do processo Freeport, não queriam que Cândida Almeida participasse no encontro de Haia com as autoridades inglesas, que foi central para relançar a investigação com a colaboração do Serious Fraud Office (SFO), apurou o DN junto daquela instituição.
A informação foi confirmada por uma fonte do colégio do Eurojust, o organismo Europeu que organizou o encontro entre portugueses e ingleses. Confrontado com esta informação pelo DN, o procurador Vítor Magalhães responde que "é verdade que eu sempre defendi, e continuo a afirmá-lo, que quem deveria ter participado na reunião de Haia eram Maria Alice Fernandes e Carla Gomes e não a Directora Cândida Almeida". O magistrado sublinha ainda que "ninguém conhecia melheor o caso do que a equipa de investigação de Setúbal".
Na reunião em Haia, e contrariamente ao que é regra nas mediações do Eurojust - onde estão presentes dois representantes por país - Portugal enviou a directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), Cândida Almeida, acompanhada pelos magistrados Vítor Magalhães e Paes Faria, enquanto a PJ enviou
Pedro do Carmo e Moreira da Silva, directores adjuntos. Os ingleses fizeram-se representar pelo magistrado titular do processo e por um responsável do Serious Fraud Office (SFO).
Segundo apurou o DN, magistrados e polícias terão viajado separados, alojando-se em hotéis diferentes, sem nunca se reunirem previamente: enquanto os primeiros organizaram a viagem através do Eurojust e foram recebidos e acompanhados em Haia por Lopes da Mota, os segundos pediram apoio à delegação holandesa da Europol e só apareceram no encontro com os ingleses.
Quanto à reunião na sala do Eurojust, é descrita assim por Lopes da Mota: "Os ingleses tinham tudo preparado e conheciam o processo e o caso, quer na vertente inglesa quer no que dizia respeito às investigações em Portugal. Os nossos não tinham preparado nada e apenas se limitaram a dizer que estavam ali para ouvir", acusa, agora, em declarações ao DN, o então presidente do Eurojust.
O magistrado, alvo de uma sanção disciplinar por alegadas pressões para travar as investigações (ver texto ao lado), está em Portugal mas continua a recusar outras explicações acerca do processo.
Este foi, ao caso, o primeiro sinal público
de desentendimento entre os dois procuradores e a sua superior, Cândida Almeida - que tinha pouco antes chamado a si a responsabilidade máxima pela condução das investigações. Esta semana, com o despacho de arquivamento do processo (de parte, já que duas pessoas saíram dele acusadas), surgiram notícias de novos - e mais contundentes - desentendimentos. Ao caso, sobre o facto de José Sócrates, agora primeiro-ministro, e Pedro Silva Pereira, ministro da Presidência, serem ou não chamados a depor.
Ontem, citando os autos da investigação, o jornal Público dizia que os dois procuradores tinham mesmo pedido a Cândida Almeida para chamar os governantes, incluindo nesse requerimento as perguntas a serem feitas. Alegadamente, o pedido não teve resposta - a não ser quando o despacho de arquivamento foi conhecido.
Nessa altura, lia-se já a discordância como pública: os procuradores escrevendo que tiveram esse desejo, só não concretizado por falta de tempo; a directora do DCIAP respondendo que as eventuais respostas nada acrescentariam, face à ausência de matéria probatória contra Sócrates ou Silva Pereira.
Ontem, contactada pelo DN, Cândida Almeida nada quis acrescentar sobre essa notícia. Já o procurador Vítor Magalhães, questionado ainda antes da notícia do Público sobre a mesma matéria (a hipótese de ter prosseguido o inquérito, apesar dos prazos fixados pela Procuradoria-Geral da República), apenas acrescentou que "dado o momento e as circunstâncias" lhe foi impossível ir mais longe.
Mesmo assim, há quem defenda que, não obstante o prazo dado pela Procuradoria-Geral da República para a conclusão do inquérito ao caso Freeport, os magistrados Vítor Magalhães e Paes Faria podiam ter prosseguido a investigação.
Se os dois titulares do caso Freeport julgassem "que era necessário" ouvir o primeiro-ministro, poderiam ter solicitado a prorrogação do prazo a Pinto Monteiro - contornando a ausência de resposta ao pedido anterior.
A hipótese não é, porém, consensual. E em declarações TVI, esta semana, Vítor Magalhães disse até desconhecer a figura de prorrogação do inquérito." (DN)

Fidel Castro


Nem uma palavra sobre a situação das reformas no seu país.

"El líder cubano da su primer discurso en cuatro años ante la Asamblea Nacional cubana sin pronunciar una sola palabra sobre la situación interna del país " ( ELPAÍS.com)

Freeport


Zita Seabra escreve assim:
"O caso Freeport, que acabou de encher as páginas dos jornais e os noticiários das televisões, é verdadeiramente paradigmático. Que venham dois senhores procuradores invocar num despacho que não tiveram tempo de fazer perguntas ao primeiro-ministro e ao ministro Pedro Silva Pereira é o exemplo de tudo aquilo que não pode acontecer na Justiça. Os processos de investigação não podem demorar sete anos, nascer, renascer e desaparecer ao sabor da Comunicação Social e de mãos invisíveis que vão tendo acesso aos processos, e chegar ao fim, deixando no ar insinuações sobre pessoas que nem foram ouvidas." (JN)

Freeport


Se não tinham confiança em Candida Almeida, só tinham que o denunciar na altura própria justificando das razões. Agora, passados estes anos, querem encobrir a sua incompetência com este tipo de argumentos?
Agora passa a compreender-se melhor as tomadas de posição do sindicato e as fugas sistemáticas de peças do processo.
O mais ignorante saberá compreender que se houvesse algo contra Sócrates, tinha sido posto nos jornais, como muitas outras partes do processo foram colocadas.
A podridão está instalada naquelas paragens.
Os procuradores do processo são uns cobardolas.
"Os procuradores encarregados do processo Freeport, Vítor Magalhães e Paes de Faria, revelaram, numa reunião conjunta em Haia com as autoridades inglesas, que preferiam não ter a directora do DCIAP, Cândida Almeida, presente. O SFO registou tudo. "
DN

07 agosto, 2010

Freeport

O Zé Povinho é estúpido?

"Para o bastonário da Ordem dos Advogados, o processo Freeport 'nasceu contra uma pessoa, de uma denúncia que era anónima'

O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, disse que os procuradores do caso Freeport estão a chamar 'estúpido' ao povo português, quando alegam falta de tempo para não terem inquirido o primeiro ministro.

Em declarações hoje à agência Lusa, Marinho Pinto considerou lamentável que o inquérito tenha sido encerrado com os procuradores Vítor Magalhães e Paes Faria a colocarem no despacho final as 27 perguntas que gostariam de ter feito a José Sócrates, mas que não o fizeram alegando falta de tempo.

'Encerram o inquérito e têm lá 20 e tal perguntas que dizem que não puderam fazer por falta de tempo. Isso é chamar estúpido ao povo português', afirmou.

Para o bastonário, o processo Freeport 'nasceu contra uma pessoa, de uma denúncia que era anónima, mas não era anónima, que foi combinada, e ao fim de seis anos essa pessoa que foi denunciada, acusada de tudo na comunicação social, não foi ouvida por nenhum investigador'.

Tudo isto, segundo Marinho Pinto, 'só é possível porque os procuradores estão convencidos, aliás têm a certeza, de que podem fazer o que lhes apetece porque sabem que nada lhes acontece'. Marinho Pinto classifica de 'aberração' a forma como o Ministério Público (MP) atua e diz que este procedimento tem 'consequências nefastas para o Estado de direito'.

Em entrevista escrita ao Diário de Notícias, o procurador geral da República, Pinto Monteiro, admite, a propósito do processo Freeport, que 'nunca conheceu um despacho igual, nem tem memória de alguém lho referir'. " (DN)

Achada - Festas 2010

Pormenores dos andores

Lisboa - Rua Augusta

Ao fim da tarde duma sexta-feira de Verão

Justiça

Crise no Sudoeste?


Para os concertos, nunca há crise, sabe-se lá porquê?

Oeiras - Teresa Guilherme - Teatro

Esgota, com os bilhetes pagos pela CMOeiras e pelos SMAS.
Doutra forma, estaria às moscas.
"O mais recente espectáculo teatral de Celso Cleto – ‘Uma História de Dois’, protagonizado por Teresa Guilherme e Guilherme Filipe – actualmente em cena no Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras, esgotou uma semana antes do fim da sua carreira, que termina na próxima segunda-feira." (cmjornal)

Procuradores

Para fazer o que fazem e como o fazem,  seria muito melhor que por lá não andassem a pastar a vaca.
Não gostam dos inquéritos?
Pois a maioria dos portugueses tambem não gostam do que fazem.

"Os magistrados do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) dizem-se «indignados» com a forma como o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, tem lidado com o departamento, que está na sua dependência directa. E entendem mesmo a sucessão de inquéritos contra alguns dos magistrados do DCIAP, ordenados pelo PGR nos últimos tempos, como uma forma de «pressão interna da hierarquia», que está a tornar insustentável o trabalho no departamento." (SOL)

BPN - para esquecer o BPN

PSD em força nas "festas do Algarve" (Caras)

Juizes

Pelo que se vai sabendo do que fazem e como fazem, fica por aqui uma boa amostra de como são classificados os juizes?

Pasos Coelho desce

A diferença entre PSD e PS voltou a encurtar. Apesar de continuar em vantagem, o PSD perde duas décimas na sondagem de agosto Expresso-SIC-RR/Eurosondagem, ao passo que o PS recupera 1,3 pontos. Uma tendência acompanhada pelos líderes de cada um dos partidos: Passos Coelho perde duas décimas enquanto Sócrates sobe 2,8 pontos.
Mas é o Presidente da República quem continua a ser o mais apreciado pelos portugueses: Cavaco Silva tem um imbatível saldo de popularidade (atingiu os 30 pontos). Nos antípodas está o Governo (com mais de vinte pontos negativos).
Nesta sondagem, efetuada já depois de conhecido o desfecho do processo Freeport, o Ministério Público cai na apreciação dos inquiridos (mantendo um escasso saldo negativo de 1,2), mas o mesmo não se passa com os juízes que, embora continuem a negativo, recuperam 2,5 pontos. (Expresso)

Procuradores

"Estão a gozar com o povo português e ainda por cima ganham muito mais do que a média dos portugueses, pior ainda, vivem melhor do que a maioria dos portugueses trabalhando muito menos graças aos impostos pagos por esses mesmos portugueses com que andam a gozar." (O Jumento)

06 agosto, 2010

Pedro Passos Coelho - mas que "boy"

Pela garndeza e dimensão do seu curriculum se pode apreciar o imenso trabalho desenvolvido sob a égide dum partido político.
Um bom exemplo de como se sobe na vida, em especial para os jovens licenciados à procura do primeiro emprego, mesmo que seja caixa dum banco ou tarefeiro num call centre.
Que maravilha.
Como se entra na vida pelo "telhado"

Fidel de Castro


Tinha reserva de cadeira no seu  Partido.
Os ditadores ... ressuscitam

Hiroshima - 65 anos depois

Recordar o que o passado nos ensina para que no futuro não se repita

Professores

Mário Nogueira, continua a pensar que é ele quem é o Ministro da Educação.
O Ministério não pode continuar a subsidiar as rebaldarias que durante anos e anos tem gasto milhões dos bolsos dos contribuintes, por conta de reenvindicações dos sindicatos e que em nada tem contribuido para a melhoria do nosso ensino.

"Em comunicado, a Fenprof alerta para as medidas que têm vindo a ser divulgadas nas últimas semanas, “a conta-gotas”, destinadas a “reduzir despesas em áreas que são fundamentais para garantir o bom funcionamento das escolas, a boa qualidade do ensino e o carácter inclusivo da escola pública”.
Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral da federação, Mário Nogueira, referiu-se à redução do número de professores bibliotecários, aos cortes nos apoios às escolas de música privadas, às alterações nos cursos de educação e formação e ao encerramento de escolas do primeiro ciclo, por exemplo.
“A intenção é, agora sem disfarçar, ganhar horas, logo horários e, assim, reduzir drasticamente o número de professores. Estas medidas terão o seu primeiro impacto, que será violento, junto dos professores contratados já no próximo mês de Setembro”, acusa a Fenprof. " (Publico)

Freeport

Poderiam ter pedido para Sócrates ser ouvido, na véspera do prazo. Ou até terem pedido a prorrogação do prazo por mais 4,5 ou 6 anos e então teriam tempo bastante para continuarem com a vaca fria.
Ou será que não sabiam que era preciso o Conselho de Estado dar o Ok?
Só no final do prazo é que se lembraram da sua audição?
Como alguem dizia ou escrevia um destes dias: numa empresa privada, já tinham sido todos despedidos com "justa causa".
O curioso é que o despacho, como outros elementos deste e doutros processos, já anda por aí de mão em mão.
Este jornal tambem podria ser mais sério no modo como apresenta a notícia.

"Vítor Magalhães e Paes de Faria, os procuradores responsáveis pela investigação do caso Freeport desde Outubro de 2008, pediram formalmente, no dia 12 de Julho, para ouvir o primeiro-ministro e o ministro da Presidência por escrito." (economico)

Vila Fria - Av (?) 25 de Abril

Nesta dita Avenida os passeios são e estão como as fotografias mostram.
Os peões passam por onde?

Justiça - acabem com ela

Tão mal está que apetece dizer: acabem com a Justiça, com esta Justiça

05 agosto, 2010

Justiça - Procuradoria nas ruas da amargura

Sabia-se que havia uma luta surda pela "gestão" da PGR.
Sabia-se que o dito Sindicato, mais não fazia que cercar o Procurador.
Sabia-se que pouco ou nada andava bem naquelas paragens.
Sabia-se que eram colocadas muitas pedras na engrenagem do funcionamento da Procuradoria.
Sabia-se tudo isto e muito mais.
Não se sabia que o Sindicato tinha perdido qualquer ponta de pudor e que finalmente veio para a praça pública de armas e bagagens deixar claro que é ele quem quer mandar para aquelas paragens.
Não se sabe, por enquanto, desde quando e como era ou não era, antes da chegada deste procurador as manobras do Sindicato.
Tarde ou cedo se saberá.
Hoje, finalmente ficou a saber-se que por alguma razão o segredo de justiça era sistemáticamente violado.
Os meios estão à vista de todos.
Os fins... esses vão surgir dentro daquele velho lema: o programa segue dentro de momentos.

Justiça - que seja denunciada

Talvez assim, algumas das grandes palhaçadas da Justiça, começem a murchar.

"Já que os políticos estão condicionados pelos cargos que exercem, são cobardes ou são oportunistas cabe aos cidadãos organizarem uma reposta e repor a normalidade na justiça. Passem a palavra, vamos reagir com todos os meios à nossa disposição, nos blogues, no Youtube, no FaceBook, em todos os espaços que estes senhores não controlam e imunes ao medo. Vamos denunciar todos os casos de incompetência nas salas dos tribunais, vamos desmontar todas as manobras, vamos dizer tudo o que pensamos sem medo e tudo o que sabemos." ( O Jumento)

Justiça nos media

Media não são instância de recurso

Ontem

No nosso ordenamento jurídico, a Comunicação Social não está prevista como instância de recurso. Apesar dessa falta de previsão do legislador, nos últimos anos os jornais, as rádios e as televisões têm funcionado como primeira e última instância dos processos judiciais findos ou em curso.
Trata-se de uma mistura conceptual entre a falta de confiança dos agentes da Justiça na própria Justiça, quando a Comunicação Social é usada antes ou no decurso dos processos e a justiça feita pelas próprias mãos, quando é depois da sentença que vêm a lume as peças processuais ou as opiniões e estados de espírito do pessoal da Justiça que não viu as suas teses plasmadas na sentença.
Já nem sequer é da violação do famigerado segredo de Justiça que se trata. Falo de verdadeiros julgamentos na praça pública que não só são julgamentos feitos por quem não está preparado para conduzir um julgamento, como são normalmente de uma injustiça atroz porque nunca é devidamente assegurado o famoso princípio do contraditório. Ou porque não dá jeito ao jornal e pode estragar o título, ou porque simplesmente dá muito trabalho.
Não deixa de ser curioso que de cada vez que um tribunal atropela a "liberdade" de um media decidindo contra ele ou impondo-lhe alguma publicação a contragosto, é um ai Jesus que a democracia está em perigo e vai voltar a censura. Já quando é a Comunicação Social que atropela a Justiça atrevendo-se a decidir por ela, a truncar as suas decisões ou a esvaziar de conteúdo e impacte as sentenças que desmentem as teses alimentadas pelos órgãos de Comunicação Social (OCS) durante meses ou anos, não se passa nada, errar é humano e já se sabe que a liberdade tem um preço e a democracia não é um sistema perfeito mas ainda é o melhor que se conhece.
Acontece que porventura ao contrário do que o leitor está à espera, penso que não são os OCS os principais culpados desta situação. Os media fazem o papel de "silent partner" nestas embrulhadas, limitando-se a não rejeitar o que os agentes da Justiça e os "opinion makers" da política lhes oferecem de mão beijada... e gratuita.
Exemplificando com os últimos desenvolvimentos do Freeport, os culpados do costume são os magistrados do Ministério Público que não foram competentes ou no mínimo não souberam perder e os políticos e politólogos que vieram para os media fingir que os procuradores do caso não foram capazes de fazer 27 perguntas ao primeiro-ministro porque não tiveram tempo.
A Comunicação Social nunca arranjaria uma desculpa destas... nem seria capaz de acreditar nela. Limita-se a dar voz a esses pobres de espírito, porque também é deles o reino dos media. "jn.sapo"

04 agosto, 2010

PSD - Comadres já se zangam

Alterações à Constituição
O "menino" nas mãos das bruxas.
Ainda estamos no começo das pressões, intrigas, opiniões do contra, etc.

Angola

Postais do tempo da Guerra de África

Os “Boys” do PSD reagem


"Marco António, vice-presidente do PSD
Quando a justiça foi abandalhada em jornais ligados a interesses do PSD ninguém ouviu Marco António questionar o estado da justiça, quando o "procurador" da Marmeleira tentou usar escutas ilegais fora da justiça Marco António ficou calado, quando o processo Freeport foi usado por duas vezes para ajudar o PSD a chegar ao poder ninguém ouviu Marco António comentar. Quando a mentira se tornou evidente eis que o agora vice-presidente do PSD descobre que a Justiça vive uma crise de confiança e como se isso não bastasse ainda conclui que é o PS que funciona como "força de bloqueio" (parece que o PSD quer encostar-se às sondagens das presidenciais usando cada vez mais o discurso de Cavaco Silva).
É preciso ter uma grande lata primeiro cala-se enquanto os magistrados tentam destruir o PS, quando a manobra não resulta descobre que aquele partido é uma força de bloqueio. Forma original de continuara fazer render o ignóbil caso Freeport.«O vice presidente do PSD, Marco António Costa, considerou hoje que a Justiça 'está a sofrer uma das crises de confiança mais graves' de sempre, acusando o PS de ser uma 'força de bloqueio' ao recusar 'reformas importantes' nesta área.
'Hoje é inequívoco para os portugueses que os canais institucionais da Justiça estão bloqueados, não funcionam, e a Justiça está a sofrer uma das crises de confiança mais graves das últimas décadas', algo que, acrescentou Marco António Costa, 'preocupa os portugueses e o maior partido da oposição'.» ( O Jumento)

03 agosto, 2010

Tridente

Ora aqui está a explicação para se ter gasto uma pipa de €uros num objecto:

que possue tres pontas.
que se utiliza na pesca submarina, composto de uma vara, terminada em uma peça de metal com tres pontas
que foi uma antiga arma de combate com tres pontas.

Que é o Ceptro!Cetro de Neptuno.

Etc, etc

Rio Guadiana - Pomarão

Freeport

Investigadores do Freeport vão explicar em inquérito porque não ouviram Sócrates. E será que vamos saber do resultado do inquérito? O Sindicato não vai considerar un ingerência na indepèndencia dos Procuradores?

"Já está nomeado o inspector do Ministério Público que vai apurar se houve irregularidades e anomalias no decurso da investigação do processo de licenciamento do outlet de Alcochete" (Publico)

Ministério Público, que mistério!

o Procurador Geral já sabia com o que ia contar quando aceitouy o lugar, ou não sabia?
Só agora, depois de tantos problemas que os seus subordinados lhe criaram é que se vem queixar?
É claro que há um poder político que toma conta da Justiça.
Neste caso, o Sindicato tem a cor do PSD.
Desde há muito que isso se sabe.
Não tem de ficar de boca aberta com o despacho dos seus procuradores no caso Freeport. Ao fim de todos estes anos, não se sentia mesmo que o que queriam era "queimar" o Primeiro Ministro?
O Povo tem razão quando diz que não acredita na Justiça e que ela não é igual para todos.
E aos procuradores que terão feito um mau trabalho, não lhes acontece nada?

"Freeport. Pinto Monteiro acusa Sindicato dos Magistrados do MP de actuar "como pequeno partido político" e garante que enquanto magistrado nunca leu um despacho como o dos procuradores Paes Faria e Vítor Magalhães. O PGR diz que é tempo de o poder político, seja ele qual for, decidir se pretende um MP autónomo ou "o actual simulacro".
O processo Freeport está longe do fim, sentenciou Marcelo Rebelo de Sousa, no seu comentário de domingo na TVI. Isto depois de conhecido o despacho final, em que apenas dois dos sete arguidos foram acusados, por tentativa de extorsão, e em que o primeiro-ministro saiu ilibado de qualquer suspeita de envolvimento no caso. Ao DN, numa entrevista exclusiva por escrito, o procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, insiste que os procuradores encarregues do caso, Paes Faria e Vítor Magalhães, tiveram toda a liberdade na condução do processo, e defende um debate urgente sobre a autonomia do Ministério Público e uma hierarquia a funcionar.
Como foi possível não ouvir o primeiro-ministro e o secretário de Estado, Rui Gonçalves, durante estes seis anos?
Durante os quase seis anos em que o processo se arrastou, os investigadores ouviram quem quiseram, como quiseram e onde quiseram.
Não há nenhuma explicação credível para não ter sido ouvido quem quer que seja, a não ser que não existissem razões para isso ou os responsáveis pela investigação (por qualquer motivo desconhecido) não o quisessem fazer.
Acresce que o prazo limite foi proposto pela senhora directora do DCIAP e podia ter sido prorrogado, bastando para isso que a prorrogação fosse requerida. É um facto do conhecimento de todos os juristas, excepto daqueles comentadores profissionais que fingem ignorá-lo.
É normal incluir num despacho como este questões como aquelas 27? E, no entender do PGR, o primeiro-ministro devia ter respondido?
Na longa vida de magistrado, o PGR nunca conheceu um despacho igual, nem tem memória de alguém lho referir.
Preocupa o PGR que continuem a ser publicadas notícias que levantem suspeitas sobre o primeiro-ministro, apesar de este não ter sido constituído arguido nem acusado neste despacho final?
As notícias divulgadas pela Comunicação Social só vinculam os seus autores e eventuais instigadores. Torna-se fundamental esclarecer tudo o que se tem passado desde a origem do processo até ao despacho final. Existe, por isso, e para isso, o inquérito que foi ordenado pelo Conselho Superior do Ministério Público, por unanimidade e já em 2009, inquérito que teria lugar quando no processo fosse proferido despacho final.
Além disso, é absolutamente necessário que o poder político (seja qual for o governo e sejam quais forem as oposições) decida se pretende um Ministério Público autónomo, mas com uma hierarquia a funcionar, ou se prefere o actual simulacro de hierarquia em que o procurador-geral da República, como já vem sido dito, tem os poderes da Rainha de Inglaterra e os procuradores-gerais distritais são atacados sempre que pretendem impor a hierarquia.
É imperioso que se diga que modelo se deseja para o País:
Se um sistema em que o Sindicato quer substituir as instituições ou um Ministério Público responsável. É preciso que sem hesitações se reconheça que o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público é um mero lobby de interesses pessoais que pretende actuar como um pequeno partido político.
É essa a questão que o poder político deve esclarecer de forma inequívoca, não sendo lícito defender uma posição enquanto poder e outra enquanto oposição. " (DN)

02 agosto, 2010

Porto Salvo

Paço de Arcos

Euro Zone Saving by Gangsters?

Oeiras - Agua paga prejuizos

Em Oeiras a água paga os prejuizos das empresas municipais.
Muito mais que o "utilizador pagador"


"Quem também já enviou resposta ao requerimento do CDS foi o município de Oeiras, liderado por Isaltino Morais, dando conta das 16 empresas onde tem uma participação. No total, 31% destas entidades deram prejuízo em 2009. Se não fossem os elevados lucros dos SMAS de Oeiras e Amadora, 100% detidos pelas câmara e que em cinco anos somaram 76,7 milhões de euros de lucro, a autarquia teria nestes cinco anos prejuízos contabilizados nas entidades onde tem presença superiores a um milhão de euros. Assim, o balanço final das 16 empresas em cinco anos regista lucros de 75,3 milhões de euros." "economico "

Professores

Continuam em férias. As aulas começam em meados de Setembro.

30 julho, 2010

Freepot a preço de ouro

"Os maiores crimes identificáveis no caso Freeport não foi a identificação de dois suspeitos de serem pilha-galinhas, foi o abuso do dinheiro dos contribuintes, a destruição da credibilidade da justiça, a tentativa de linchamento na praça pública, a corrupção da justiça. Mas para os criminosos responsáveis por estes crimes não será deduzida qualquer acusação, estão blindados contra qualquer acusação, podem cometer estes crimes impunemente.

Esses fascistas poderão continuar a beneficiar de ordenados elevados pagos pelos contribuintes, a esta hora deverão estar a fazer as malas para irem de férias descansados enquanto muitos do que pagam os impostos para os alimentar não o poderão fazer por falta de recursos." (O Jumento)

Processo Casa Pia - Justiça?

Que dizer desta nossa Justiça?
Não será bom que os Juizes, alguns, pelo menos e serão muitos, sejam mandados novamente para as escolas para aprenderem a aplicar as leis?

A validade dos actos realizados por Rui Teixeira, o juiz do inquérito, ainda vão ser analisados pelo Tribunal da Relação. Se forem considerados ilegais, o julgamento é anulado  (DN)

TVI - Familia Moniz e Companhia

E agora, continua com baixa? Se a senhora fosse trabalhar, não era muito melhor?

(DN)

MP em causa

O PGR que abrir um inquérito. Mais um, dos tantos que já bariu e que continuam abertos sem que se saiba como e quando vão acabar.
Há por aquelas bandas muitas gargantas fundas que vão debitando, conforme os interesses imediatos ou futuros alguns nacos de carne para uma matilha de cães esfomeados alimentarem a  sua gula interesseira.
Mas agora dizerem e escreverem que não tiveram tempo de ouvir o Primeiro Ministro, bem merecem um inquérito onde tenham que justificar o que fizeram e como o fizeram, para não terem tempo de o fazer.
Do fruto que é o Freeport, não conseguiram espremer nada, apenas umas gotas.

Freeport e Companhia

Todos aqueles que durante anos e anos a fio, fizeram do Primeiro Ministro de Portugal um bombo da festa das suas intenções políticas, e que hoje, como os bons cobardes, ainda querem manter acesa alguma chama da suspeição, pondo em causa, quando lhes interessa, a justiça., mais não devem fazer que enrolar a trouxa e de rabo entre as pernas, dar às de Vila Diogo e passar férias nalgum retiro onde possam fazer uma análise e uma auto critica aos seus comportamentos durante todos estes anos.
Muito do mal que fizeram a Sócrates não tem reparação.  Mas, aquele, terá o doce sabor de uma victória, que sendo anunciada, muitos quizeram que tal não tivesse acontecido.
As carpideiras vão continuar com a sua lenga lenga do costume, mas desta vez, carpindo as suas próprias máguas, por ainda não terem feito o funeral a Sócrates.

29 julho, 2010

Antonio Ribeiro Ferreira - jornalista

Este dito jornalista, tem por sistema condenado Sócrates comos seus escritos.
Continua.

"Foi uma semana em grande. Saiu ileso do caso Freeport, o PS está bem colocado nas sondagens e conseguiu extorquir mais 350 milhões aos espanhóis na venda da Vivo. Almeida Santos, um poço de sabedoria, tem razão.
O engenheiro relativo está em todo o lado. Como Deus nosso Senhor. Mais do que isso. Ensinou os incompetentes da PT a fazer negócios. Os factos são factos e não vale a pena disfarçá-los. Tudo o que se passa em Portugal tem o dedo visível ou invisível do homem que chegou ao poder há mais de cinco anos com uma licenciatura manhosa feita numa universidade da treta. E que tem todas as condições para ficar mais uns tantos. A caminho do socialismo, como diz a sagrada Constituição, ou do abismo. Não interessa. O povo é quem mais ordena. Sempre."

Freeport - 5 anos depois, a falta de tempo

Curioso que ao fim de mais de 5 anos de processo, ainda não tinha havido tempo para ouvir Sócrates.
Dá para chorar, o dinheirinho dos impostos dos "portugas" é tão mal gasto por esta gente.

" Os procuradores que dirigiram o caso Freeport escreveram no despacho final que só por falta de tempo ficou inviabilizada a inquirição a José Sócrates.
No excerto do despacho final, citado pelo jornal Público, os procuradores consideram que apesar de não haver qualquer proposta da Polícia Júdiciária, «importaria» ouvir o então ministro do Ambiente e o ex-Secretário de Estado.
Justificação: porque foram eles, José Sócrates e Rui Nobre Gonçalves os principais decisores políticos do processo e porque, acrescenta o texto, os nomes dos governantes foram referidos em vários documentos apreendidos e em depoimentos prestados.
Os procuradores dizem que tinham 27 perguntas para fazer a José Sócrates e dez a Rui Nobre Gonçalves.
Mas explicam que a audição ficou «inviabilizada» porque a 4 de Junho o Vice-Procurador Geral da República fixou o dia 25 de Julho como data limite para o encerramento do inquérito.
Tendo em conta este prazo e que o primeiro-ministro só pode ser ouvido com autorização do Conselho de Estado, os procuradores concluem que a audição se mostra «por ora inviabilizada».
No capítulo das diligências não concluídas, os procuradores referem também que há quatro cartas rogatórias dirigidas a autoridades judiciais estrangeiras sem resposta."

Jose Niza


“Pergunto ao vento que passa

notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz”
(Manuel Alegre – 1965)

Não o diz o vento, mas dizem-no os jornais, as rádios, as televisões. Todos os dias. A todas as horas: “Vemos, ouvimos e lemos / não podemos ignorar” (Sophia de Mello Breyner).

Existe em Portugal outro País.
Mais pequeno, mais escondido, mais misterioso, mais privado, mais “in”.
E mais rico. Podre de rico.
A cada dia que passa – sem escândalo ou revolta – aumenta o fosso que separa a riqueza da pobreza. Cada vez mais largo. Tão largo e tão profundo que separa um Portugal do outro, o dos condomínios fechados para fora e dourados por dentro. Dois países que convivem lado a lado nas páginas dos jornais e nas imagens das televisões. Mas só aí.
Como é possível que, 35 anos passados sobre a generosa e justa revolução dos cravos de Abril, Portugal seja “isto”.
1.O Expresso da semana passada trazia uma notícia que seria banal no Dubai ou nos Emiratos do petróleo, mas que em Portugal – e ainda para mais neste momento – insulta e atenta contra a dignidade, e até contra a sobrevivência, de centenas de milhares de Portugueses. Porque – gritemos alto e bom som! – em Portugal existe fome, miséria, existe gente que não tem comida para dar aos filhos. Que raio de país é este?
Lembram-se do Estoril-Sol, aquele hotel da linha que tinha uma vista esplendorosa sobre o Tejo e a baía de Cascais, e que serviu de acolhimento a muitas celebridades mundiais do cinema e da política?
Pois esse hotel – propriedade da empresa dos Casinos de Stanley Ho – foi há anos demolido para sobre os seus escombros se erguer um edifício de 110 apartamentos.
Relata o Expresso que ainda as obras não acabaram e dos tais 110 já só restam sete para venda. Os mais baratos, os T-1, custam a módica quantia de 1,2 milhões de euros (240.000 contos). E, os mais caros, vão até aos 3,8 milhões (760.000 contos). O preço do metro quadrado de construção também é acessível: apenas 7.630 euros (1.256 contos)!
Quem são os donos destes apartamentos? Que património têm? O que fazem na vida? Que impostos pagam? Que rendimentos declaram?
2. Cada um desses apartamentos dá direito a uma garagem com quatro lugares para estacionamento. Que tal um Porche? Ou um Bentley? E, já agora, um Jaguar? E porque não um Ferrari para o filho mais novo e um Lamborghini para o mais velho?
Contam-nos os jornais e as televisões que a Jaguar e a Porche, no passado mês de Junho, aumentaram as suas vendas em mais de 100%.
Não é gralha, são mesmo cem por cento. Mas a Ferrari, a Aston Martin, ou a Maserati, não ficaram muito atrás.
O director de marketing da Porche dizia: “a marca está a vender muito bem, sobretudo na região norte”. Curioso: então não é excatamente a Norte que há mais falências de empresas e mais desemprego?
Quem são os donos destes carros? Que património têm? O que fazem na vida para além de acelerar? Quanto pagam de impostos? Que rendimentos declaram?
3.No âmbito das próximas eleições presidenciais acompanhei há dias Manuel Alegre numa reunião com os órgãos sociais do NERSANT. Gente que sabia do que falava e das dificuldades que a maioria das empresas sofre. O que lá ouvi – mais do que queixas e lamentos – foi um retrato dramático e actual da maioria das empresas: dificuldades de acesso ao crédito e ao financiamento, carga fiscal elevadíssima, margens de lucro mínimas, prepotências do fisco, infinita morosidade da justiça, atrasos nos pagamentos do Estado às empresas.
Neste emaranhado de problemas e dificuldades os bancos ocupam o primeiro lugar na fila das responsabilidades: estrangulam os créditos à economia, mas continuam a apresentar lucros supermilionários; cobram juros altíssimos nos empréstimos, mas pagam pouco mais de zero às poupanças depositadas.
E, para além de tudo isto, o escândalo: enquanto qualquer vulgar empresa paga 25 % de IRC sobre os seus lucros, aos bancos é permitido que paguem apenas 4 %, isto é, seis vezes menos!!!
Como é possível que, dos 230 deputados do nosso parlamento, ainda não tenha ouvido um único a fazer esta simples pergunta: “Senhor Ministro das Finanças, porque é que o governo permite que no meio da borrasca que atravessamos, os bancos paguem de IRC seis vezes menos que qualquer outra empresa? ”
Eu, cá por mim, gostava muito de saber a resposta.
Ou será que, no outro País, alguém “cala a desgraça” e “nada nos diz”?

28 julho, 2010

Freeport

No blog hojehaconquilhas.


A investigação ao licenciamento de um empreendimento comercial, em Alcochete – o caso Freeport –, em 2001, manteve um primeiro-ministro debaixo de fogo cerrado durante 6 anos. Passados estes largos anos de investigação, onde se desenvolveram múltiplas perícias urbanísticas, ambientais e financeiras, executadas por peritos da Polícia judiciária, e «analisada exaustiva e rigorosamente a prova carreada para os autos», o Ministério Público concluiu que não existiu qualquer acto ilícito no licenciamento do Freeport, nem qualquer crime de «corrupção activa e passiva, tráfico de influência, branqueamento de capitais e financiamento ilegal de partidos políticos».
É à luz do que agora foi concluído pelo Ministério Público que se deve fazer um exercício indispensável, a bem da saúde democrática do regime: projectar o «filme» ao contrário, de trás para a frente. Percorrer, um a um, todos os textos de opinião, em jornais, revistas e blogues; revisitar os Jornais de Sexta-feira, de Manuela Moura Guedes; desenterrar o defunto Independente durante a campanha eleitoral de 2005; até chegarmos à origem do processo: a denúncia «anónima» feita por gente ligada a partidos políticos.
O que se passou à volta do «processo Freeport» durante estes últimos 6 anos é um filme perverso, com muitos protagonistas e várias cenas hardcore, tendo o enredo um chão comum: a incúria, a perfídia, a maledicência e, sobretudo, uma visão policial de fazer política. Não pode, por isso, ser varrido para debaixo do tapete.

Silencio dos (não) inocentes

Como escreve O Jumento

"Hoje é um dia de silêncios cobardes, um dia em que muita gente vai tentar esquecer o que fez, o que escreveram ou disseram, os mails caluniosos que enviaram, os comentários oportunistas que escreveram, as opiniões manhosas que produziram, as intervenções políticas que protagonizaram, nenhum deles vai assumir culpas ou responsabilidades. Os políticos que se aproveitaram, os magistrados que tentaram dar um golpe de estado, os jornalistas que promoveram um linchamento na praça pública e muitos outros cobardes vão ficar calados, provavelmente a pensar noutro golpe."

Munique

Freeport nas capas dos jornais


Professores

Nogueira voltou de férias.
Quer preservar mais umas dezenas de lugares pagos pelos contribuintes nas bibliotecas das escolas.
Professores são para leccionar.
Haverá por aí, bibliotecários no desemprego.

"A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) estima que a redução dos rácios professor bibliotecário/alunos, determinada pelo Ministério da Educação, provoque o corte de 150 lugares, classificando a medida puramente economicista." (Publico)