12 setembro, 2009

PSD - A VERDADE

Do "Simplex"
Verdade asfixiante
Por Paulo Ferreira Sábado, 12 Setembro , 2009, 14:49
Manuela Ferreira Leite é a única líder dum partido politico com assento parlamentar a recusar o convite duma estação de televisão para mostrar o lado mais pessoal numa reportagem que pretendia dar conhecer um pouco mais de quem dá a cara para nos pedir o voto. Manuela Ferreira Leite "precisa" que Judite Sousa a "ajude" claramente no ultimo debate (na RTP com Paulo Portas) tal foi a "desorientação" e a "necessidade" de corrigir equívocos e lapsos.
Manuela Ferreira Leite é única líder dum partido politico com assento parlamentar a recusar uma entrevista ao Expresso interrompendo uma série de entrevistas que o semanário vinha realizando. Manuela Ferreira Leite repete até à exaustão "que só fala Verdade" ao mesmo tempo que o seu António Preto que "aldrabou" uma perícia de caligrafia com um gesso colocado por um primo cirurgião cardiovascular está nas listas de deputados.Helena Lopes da Costa mais as suas 22 acusações de crimes de abuso de poder passeiam em arruadas do PSD de braço dado com Manuela Ferreira Leite.
Tudo isto é normal. Nada disto motiva questões pertinentes aos jornalistas.

Isto no mesmo país onde sensações de suspeições de escuta são despoletadas pelo assessor do Presidente da República, Fernando Lima (de acordo com acusação de Francisco Louçã) sem que sejam depois desmentidas mas onde uma pequena conversa "escutada e gravada" em off, antes de um debate televisivo com José Sócrates e Francisco Louçã, é motivo de noticia e análise sem qualquer prurido ou pudor.No mesmo país onde atacar o PM por causa do caso Freeport justifica a campanha (manipuladora e exagerada segundo jornalistas da mesma estação televisiva) do casal Moniz mas onde o caso BPN merece nenhuma ou pouca atenção apesar de ser a maior fraude perpetrada em Portugal desde o Alves dos Reis e incluir boa parte do núcleo duro de Cavaco Silva.

As grainhas das uvas de Carolina Patrocínio são mais importantes que uma burla que custou vários milhares de milhões de euros ao país, enchendo os bolsos de ex-governantes sociais democratas (alegadamente até um membro do Conselho de Estado cuja honra foi publicamente atestada por Cavaco Silva) e envolvendo traficantes de armas, bancos a sério e a fingir, falsificações de documentos, desvio de capitais, fuga ao fisco, comissões gigantescas encapotadas e muitos outros crimes...além de um mar de coincidências fiscais!

O BE quer tributar os telemóveis

O BE...tinho tentou mudar a conversa, mas não desmentiu Paulo Portas.

OBIDOS

OBIDOS

BE-CDS frente a frente

PORTAS – LOUÇÃ – dois mestres da demagogia

Debate - QUEM GANHOU

PEREIRA COUTINHO, COLUNISTA

O programa do BE é uma grande obra de ficção científica dos nossos tempos: absolutamente irrealista e com traços lunáticos.

MARTA REBELO, JURISTA

O título deste debate deveria ser : 'Ó dr. Francisco Louçã não seja tão revolucionário.' Portas foi populista, Louçã ideológico.

CARLOS A. AMORIM, COLUNISTA

Venceu Paulo Portas, mas por pouco. Defendeu bem a política de segurança. A obsessão de Louçã com Américo Amorim assusta.

PAULA T. CRUZ, ADVOGADA

Tivemos dois mestres da demagogia e da retórica. Na situação actual do País, nada daquilo que propuseram seria exequível.

Professores – Avaliação – PSD

Ser do contra só para angaraiar votos.

Ainda nem ideia tem em como vai ser o futuro modelo de avaliação.

Partem no escuro e é assim que querem governat o país.

 

PSD: novo sistema de avaliação de professores pode levar um ano a alcançar http://ultimahora.publico.clix.pt/includes/img/vazio.gif

Pedro Rodrigues, presidente da Juventude Social democrata, JSD frisou, em declarações à Rádio Renascença, que, tal como Manuela Ferreira Leite já afirmou, se o partido ganhar as eleições o actual sistema de avaliação dos professores é para suspender “o mais rápido possível”.

Ainda não temos modelo alternativo a apresentar, porque o Partido Social-Democrata está a reflectir sobre ele e a discutir com os parceiros de educação”, disse Pedro Rodrigues.

Segundo a Renascença, o programa eleitoral do PSD sugere outros modelos internacionais como fonte de inspiração. Paulo Mota Pinto, coordenador do programa eleitoral, acrescenta que o partido vai fomentar o diálogo com as partes envolvidas para definir um modelo de transição, reconhecendo que não há uma estratégia definida e que tal pode levar um ano a alcançar.

 

 

Obidos

 

Passos Coelho e Miguel Relvas, prestam-se para tudo. Que pena

«Manuela Ferreira Leite exclui-os das listas do PSD, mas Pedro Santana Lopes foi buscá-los para Lisboa. Pedro Passos Coelho e Miguel Relvas vão integrar a Comissão de Honra da candidatura social-democrata à autarquia da capital.

Passos Coelho, adversário da actual presidente do partido e do próprio Santana Lopes na corrida à liderança do PSD, bem como Miguel Relvas, ex-deputado social--democrata, estiveram no centro da polémica quando foram conhecidas as listas do PSD. Vozes críticas da actual liderança do partido, os responsáveis foram afastados por Ferreira Leite, que, no caso de Passos Coelho, justificou a opção com "razões pessoais". Em relação a Miguel Relvas, defendeu: "Não esteve com o partido."» [Correio da Manhã]

 

 

Porto Salvo



Os arbustos entravam nas faixas de rodagem

Hoje, já estão em condições de serem novamente podados

11 setembro, 2009

Política - analogias


Onde já se ouviu isto?

Sobre Pacheco Pereira e A João Jardim, julgo que nada melhor do que recordar o que diziam uns sobre os outros.



Estranhamente, as palavras parecem sábias. Eles conhecem-se bem.

Diz o Pacheco...

"O PSD tem uma crise de credibilidade e uma parte desta crise deve-se ao facto de se ter permitido que alguns militantes enterrassem a imagem do partido a nível nacional, envolvendo-se em processos, em actividades ou tendo comportamentos que punham em causa a dignidade de homens políticos", afirma Pacheco Pereira na entrevista, que tem o título "Jardim afecta imagem da Madeira".

Diz o PSD-M...

"[...]O PSD-Madeira considerou hoje o ex-eurodeputado Pacheco Pereira um "diletante sem qualquer utilidade" que "se pavoneia" a atacar com "asneiras" Alberto João Jardim, e avisou que é contra uma "caça às bruxas" no partido.[...]"


http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1228084&idCanal=10

 

SEMINÁRIO

“ MOBILIDADE, ACESSIBILIDADES E TRANSPORTES”

PORTO SALVO

SALÃO DO GRUPO CULTURAL DE VILA FRIA

12 DE SETEMBRO DE 2009 - 14H30 - 19H

 

 

14H30 – Sessão de Abertura

Dr. Miguel Brito Advogado, Coordenador Autárquico do PSD na Freguesia de Porto Salvo, Vogal da Junta de Freguesia de Porto Salvo e 2º candidato da Coligação Mais Oeiras à Assembleia de Freguesia de Porto Salvo

Drª Isabel Sande e Castro – Advogada, Presidente da Comissão Política Concelhia de Oeiras do CDS e 4ª candidata da Coligação Mais Oeiras à Câmara Municipal de Oeiras

Dr. Júlio Reis Silva Doutorando em Direito Público, Secretário Geral do Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, Coordenador do Gabinete de Estudos da Secção de Oeiras do PSD e 3º candidato da Coligação Mais Oeiras à Câmara Municipal de Oeiras

15H00 - “Organização de um Departamento de Mobilidade e Transportes - suas implicações nas autarquias locais”

Dr. Pedro Precatado – Geógrafo, Técnico Superior Municipal da Câmara Municipal de Azambuja, Mestre em Transportes e candidato da Coligação Mais Oeiras à Assembleia de Freguesia de Porto Salvo

Moderador Hélder Marques de Sá, Encarregado Geral dos Mercados e Feiras na Câmara Municipal de Oeiras e candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Queijas pela Coligação Mais Oeiras

16h00 - “O Transporte Público na Mobilidade Urbana”

Eng. Eduardo Lopes - Técnico Superior de Transportes na Câmara Municipal de Lisboa, Mestre em Transportes, 2º Secretário da Mesa da Assembleia de Freguesia de Porto Salvo e candidato da Coligação Mais Oeiras à Assembleia de Freguesia de Porto Salvo

Moderador - Eng. Nuno Linares Luís - Engenheiro Civil, Quadro Superior do Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística da Câmara Municipal de Oeiras, Tesoureiro da Junta de Freguesia de Paço de Arcos e Vogal da Comissão Política da Secção de Oeiras do PSD e candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Paço de Arcos pela Coligação Mais Oeiras

17h00 - Intervalo

17h30 - Mobilidade Suave – Pistas Cicláveis e Bicicletas Partilhadas

Arqtº Fernando Pedro Moutinho Dirigente Municipal e ex-Vereador da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira

Moderador – Dr. António Macieira Coelho – Economista, Deputado Municipal do PSD na Assembleia Municipal de Oeiras e 11º candidato à Assembleia Municipal de Oeiras pela Coligação Mais Oeiras

18H30 – Sessão de Encerramento

Dr. Luis da Costa Tavares – Advogado e Consultor, Líder da Bancada do PSD na Assembleia de Freguesia de Porto Salvo e candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo pela Coligação Mais Oeiras

Dr. Jorge Pracana – Advogado, Líder da Bancada do PSD na Assembleia Municipal de Oeiras e 2º candidato à Assembleia Municipal de Oeiras na Coligação Mais Oeiras

Drª Isabel Meirelles – Advogada, Consultora e Professora Universitária e candidata a Presidente da Câmara Municipal de Oeiras pela Coligação Mais Oeiras.

 

 

Pacheco Pereira não está enganado. Quer fazer dos outros parvos

 

Pacheco Pereira está enganado. O novo crime não é ir à Madeira. O "Crime" (a escolha de palavras de Pacheco Pereira é todo um programa) consiste em ir à Madeira  e dizer o que Ferreira Leite disse — e que, ontem, voltou a dizer — sobre asfixias democráticas, as de cá (tenebrosas) e as de lá (fantasiosas). "Crime" é branquear a forma como Jardim usa (e abusa) do poder na Madeira só porque isso pode dar uns votos. "Crime" é sacrificar "a Verdade" ao calculismo político mais rasteiro e oportunista. "Crime" é confundir democracia com voto popular. "Crime" é pôr em prática a teoria populista defendida por Isaltinos e Valentins de que a justiça é o voto do povo e de que, mais do que a lei, interessa o que as "pessoas sentem". "Crime" é Ferreira Leite dizer que o Governo de Jardim é um modelo a seguir. "Crime" é brincar com os Portugueses acenando com fantasmas irresponsáveis (cá) quando na Madeira há tiros a zepelins, seguranças privados que impedem deputados democraticamente eleitos de entrar no parlamento, atropelos aos legítimos direitos da oposição no parlamento e quejandos. "Crime" é o branqueamento do PR e do PSD aos despautérios de Jardim. "Crime é Ferreira Leite ter encenado um embuste retórico com um único objectivo: a conquista do poder. Já agora, Crime (sem aspas) é quando você acusa, difama e calunia sem provas. Já pensou nisso, Pacheco Pereira?  “In Simplex”

 

PSD e a sua VERDADE

A MENTIRA da VERDADE do PSD

Paulo Portas - Ferreira Leite

Jornal SOL - Margem para Portas

Judite Sousa

O papel de Judite Sousa no debate entre Paulo Portas e Manuela Ferreira Leite não foi o de entrevistadora, ao longo do debate comportou-se como uma assessora de imprensa da líder do PSD. Apercebendo-se do cansaço da líder do PSD Judite Sousa veio várias vezes em socorro de Manuela Ferreira Leite, interrompia-a com perguntas que serviam para a ajudar a organizar o discurso, sintetizava-lhe as conclusões quando lhe parecia que as ideias estavam baralhadas, completava-lhes as frase quando faltavam as palavras.

Chegou mesmo a dar a oportunidade a Manuela Ferreira Leite de corrigir a gafe das taxas do IRC cometida no debate com Jerónimo de Sousa.

Será pensar na Judite Sousa que Pacheco Pereira tanto critica o suposto controlo da RTP pelo Governo?

O DEBATE ENTRE PAULO PORTA E A TIA MANELA

Como coloco no título fiquei com a sensação de que em vez de um debate entre líderes partidários estava a assistir a um debate entre Portas e a Tia Manela, a ternura com que a líder do PSD tratava o líder do CDS e o ar de sobrinho maroto com que este estava.

Não resisto a um outro comentário sobre a forma como se apresentou Manuela Ferreira Leite que ao longo desta pré-campanha parece estar mais em busca do elixir da juventude do que de votos. Hoje até pintou os lábios de forma tão agressiva que parecia a Manuela Moura Guedes com menos vinte quilos.

Gostei de ver Judite de Sousa corrigir o erro que Manuela Ferreira Leite cometeu no debate com Jerónimo de Sousa ao confundir a taxa do IRC com a do IRS. Judite de Sousa até abanou a cabeça com ar de professora primária quando a líder do PSD procedeu à correcção com ar de quem não se tinha enganado. Aliás, Judite de Sousa comportou-se no debate como se fosse a secretária pessoal de Manuela Ferreira Leite, até chegou a sintetizar as intervenções e tirou conclusões, numa tentativa evidente de clarificar o discurso baralhado da líder do PSD, que se apresentou no debate com ar cansado.

Quanto ao balanço do debate parece-me ser evidente, Paulo Portas ganhou por grande margem  “In O Jumento”

 

 

Ferreira Leite e a Verdade na Madeira

Manuela Ferreira Leite e Alberto João Jardim
A omissão da verdade, não será mentir?
Não causa estranhesa a versão de Manuela Ferreira Leite sobre o ambiente democrático na Ilha da Madeira.
Por omissão, mente. Ela que se tem arvorado na paladina da "Verdade".
Ou então, durante todos estes anos, tudo o que viu e soube do que se tem passado na Madeira, não lhe causou transtorno. Comeu e calou, como está a fazer neste momento.
Não será isto o cumulo da hipocrisia politica?
Por falta de argumentos, foge, para a frente.

"Paulo Portas afirmou que «já disse muitas vezes que Sócrates tenta controlar a comunicação social, amedrontar, condicionar quem é discordante e tem uma obsessão pela maioria absoluta que torna num poder absoluto».
«Mas os candidatos já não estiveram de acordo quando a «asfixia democrática» se aplicava à Madeira.

«O doutor Alberto João Jardim foi eleito anos seguidos pelo povo da Madeira, por voto secreto e com maiorias cada vez maiores», disse Ferreira Leite, afirmando que não acredita que pudesse acontecer o mesmo com José Sócrates no continente.
Para Paulo Portas, «o regime de Jardim é caciquista».

«Se fosse na Madeira, não estaríamos a ter este debate», disse o líder do CDS, recordando que Jardim não vai ao Parlamento madeirense debater com os deputados.
Quando questionada sobre se o caso do cancelamento do Jornal de Sexta da TVI não era semelhante ao afastamento de Marcelo Rebelo de Sousa de comentador da TVI, quando o PSD e o CDS era Governo, Ferreira Leite lançou um repto a Judite de Sousa, «se acha que é igual, convide Manuela Moura Guedes para comentadora da RTP».

Óbidos


A Ginginha de Óbidos, apanhou a boleia duma bem gerida e persistente campanha publicitária e aí está a dar os seus frutos, passou a ser conhecida por todo o Portugal e muito pelo estrangeiro.
Um lindo local a visitar, calmamente

Justiça

É este o Portal que os Juízes não querem e os seus Sindicatos ainda mais

Manuela Ferreira Leite

Uma descoberta sensacional que vai dar numa nomeação para o Nobel da Economia.
Só não explicou como...

Ferreira Leite promete "combate tenaz à despesa pública" para baixar impostos
A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, prometeu hoje travar um "combate tenaz à despesa pública" com o objectivo de conseguir "margem para baixar os impostos", caso ganhe as eleições legislativas e forme Governo

Marcelo Rebelo de Sousa

Marcelo terá incluido a Ilha da Madeira nesta crítica?
Esqueceu-se? Ele que tem uma memória de elefante.
Escandalosa a campanha de inaugurações a menos de um mês das eleições! É imoral e mesmo a legalidade em termos de isenção das entidades públicas tem que se lhe diga... Com o coordenador da campanha socialista a ser dos que mais aparecem ao lado do candidato a primeiro-ministro... Como autarca local, nunca avalizei inaugurações a partir da formalização das candidaturas. E, em Celorico de Basto, desde Setembro até Dezembro."

Acidentes de viação

Sistema de indemnização nos acidentes de viação

A quem possa interessar, apresentamos o local onde podem ser simuladas as indemnizações por acidente de viação, face á reforma operada com a sua actualização.

TAP - Greve de pilotos


Pilotos da aviação civil
Sem comentários.
O pior que uma profissão, embora de alto risco e responsabilidade, mas com salários milionários pode fazer numa altura destas, é isto.
TAP admite perdas de cinco milhões por cada dia de greve dos pilotos
Cada dia de greve dos pilotos deverá custar à TAP cerca de cinco milhões de euros, disse hoje à agência Lusa fonte oficial da companhia aérea.

10 setembro, 2009

Dividas ao fisco trocadas por automóveis

 

O regabofe alterou-se. Aqueles que pensavam ser os xicos-espertos, de vez em quando são apanhados.

 

A Direcção-Geral de Contribuições e Impostos (DGCI) quer vender até ao final do ano 75 mil automóveis penhorados em execução fiscal.

 

A garantia partiu do director da Gestão dos Créditos Tributários da DGCI/Ministério das Finanças.

 

«Neste momento, temos 75 mil veículos penhorados. Até ao final do ano, devemos ter os automóveis todos vendidos», disse o director da Gestão dos Créditos Tributários, José Maria Pires, na conferência «A Utilização das Novas Tecnologias na Justiça Tributária», na EGP-UPBS, no Porto, escreve a Lusa.

 

Aliás, de acordo com José Maria Pires, «os bens mais penhorados [por incumprimento fiscal] são automóveis, imóveis e contas bancárias».

 

 

Juizes

A diferença está, para os juizes no seguinte: por exemplo, será fácil face a um inquérito a um juiz, saber quando e quantas vezes acedeu a um processo. Nada a ver com a possibilidade de não credenciados ou habilitados a fazê-lo.

É isto que eles não querem. Todos sabemos que há processos que estão  cobertos de pó por não serem abertos há ... imenso tempo, meses e meses. Muitos preguiçosos, faltosos e incompetentes, face a uma auditoria, podem ser desmascarados

 

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) exigiu, esta quarta-feira, um certificado de qualidade de uma entidade externa ao Ministério da Justiça para o programa informático CITIUS, que tem gerado críticas no que respeita à segurança, informa a Lusa.

 

Justiça

Novo portal

Passa a ser possível, num único site, por exemplo:

a) Utilizar o CITIUS e o SITAF para interagir com o tribunal por via electrónica, através do envio electrónico de peças processuais e documentos e da consulta do estado do processo pelos advogados e solicitadores, evitando deslocações e duplicados.

b) Aceder a informação pública sobre os processos como, por exemplo, informação sobre a distribuição das acções enviadas, as audiências e diligências marcadas na agenda dos tribunais, às citações editais electrónicas e aos anúncios electrónicos de venda de bens.

c) Colocar questões ao serviço “VERA” (a operadora virtual, dotada de inteligência artificial) sobre os meios de resolução alternativa de litígios (centros de arbitragem, julgados de paz, mediação familiar, laboral e penal, etc.), quais os conflitos que eles podem resolver e como utilizá-los.

d) Utilizar o novo instrumento “Justiça no Mapa” para ver, com a tecnologia “Google Maps” qual a localização física dos tribunais, julgados de paz, conservatórias, estabelecimentos prisionais, etc..

e) Aceder a bases de dados de Legislação e Jurisprudência portuguesa, europeia e internacional.

f) Obter informações sobre como utilizar as ferramentas electrónicas nomeadamente através de vídeos demonstrativos.    

 

 


 

 

Justiça

Reformas do Ministério da Justiça elogiadas pelo Banco Mundial

Portugal é "Top Reformer" no "Registo de Propriedade" e tem cobrança judicial de dívidas mais eficiente.

 

 

O Paraíso


Equitação - ao espelho

Equitação - aula vista no espelho

Louçâ - Demagogia e Aldrabice

Louçã - Aldrabão

Demagogia e Auto-Censura na Velha Esquerda Revolucionária do BE

Por Carlos Santos Quarta-feira, 09 Setembro , 2009, 17:25

Facto 1: No debate televisivo de ontem, Francisco Louçã acusou José Sócrates de ter favorecido a Mota-Engil na adjudicação das Auto-Estradas do Centro, por alegadamente o preço de concessão ser mais do dobro do preço de adjudicação. José Sócrates respondeu-lhe que estava enganado, porque a adjudicação ainda não tinha sido feita. Louçã não acreditou. Estava enganado. Como se comprova em notícia de hoje do Diário Económico, a Estradas de Portugal enviou há mais de um mês uma carta à Mota-Engil e à Edifer, consórcios concorrentes, advogando a não adjudicação precisamente com base na diferença entre preço inicial e preço final.

Facto 2: Depois do debate com José Sócrates, Francisco Louçã foi a um comício, em Almada, em que, ciente já do erro que cometera decide produzir mais uma declaração demagógica:

"Esta noite já ganhamos 500 milhões de euros, porque já não vai ser possível o senhor primeiro-ministro manter o negócio com Jorge Coelho.", afirmou tentando capitalizar com a reversão do seu próprio erro. Recorde-se que a carta com a decisão tinha um mês e que por isso Louçã se estava a reivindicar de méritos que não tinha.

Não bastasse aprendermos (?) que o líder do BE mente e faz demagogia, a noite foi ainda elucidativa quando nos apercebemos que o BE se censura a si mesmo. No video que colocou no Youtube omitiu a parte em que Louçã profere a declaração acima.

A censura da esquerda revolucionária no seu melhor. Grita Louçã no fim do vídeo propaganda "Vamos Assustá-los!". O que ele não percebeu é que no debate de ontem já fez isso a muita gente.”” In Simplex””

Louçã: de demagogo a aldrabão

O negócio do  auto-estrada com que tentou rasteirar Sócrates, não era verdade. Disse até que no dia seguinte iria confirmar a informação.

Mas,  saiu do debate e foi para um comício em Almada afirmar que tinha acabado de poupar 500 milhões aos contribuintes:

««Estou certo que hoje à noite, aperceberam-se disso, mas muito mais gente se apercebeu também como nós, já ganhámos 500 milhões de euros, porque depois de hoje à noite já não vai ser possível manter o negócio com Jorge Coelho para uma auto-estrada», afirmou o líder do Bloco de Esquerda no final de um comício do seu partido na Incrível Almadense, enquanto aludia ao frente-a-frente com o secretário-geral do PS, onde acusou os socialistas de estarem prestes a realizar um negócio com a Mota-Engil que custaria dinheiro a mais ao Estado. » [Sol]

 

 

Oslo - Porto

Vista do castelo

Caxias

Cristo Rei e Ponte 25 de Abril ao longe
Restaurante Mónaco ao longe
Esplanada

09 setembro, 2009

BE e Louçã - debate perdido

O debate entre Sócrates e Louçã: o líder do BE perdeu ao ser desnudado o seu programa

Por Carlos Santos Terça-feira, 08 Setembro , 2009, 22:54

Não sei se outro político em Portugal teria a capacidade hoje demonstrada por José Sócrates. Numa semana complexa, em que foi alvo das maiores calúnias por parte das oposições e de alguns comentadores, tendo o debate mais complicado da sua carreira a menos de 3 semanas das eleições, José Sócrates venceu por KO técnico. Um adversário que habitualmente ganha dessa forma os debates em que entra.

Como o fez? Com uma aposta na mesma estratégia que Louçã usou para derrotar claramente Manuela Ferreira Leite. Estudou o programa do seu adversário. E foi capaz de o colocar à defesa, tal a surpresa de Francisco Louçã. Ele não esperava que o programa do Bloco que tantas vezes escrutinamos neste blogue, fosse exposto daquela forma ao país.

Porque perdeu Louçã? Porque a sua demagogia populista assente no uso de frases feitas e lugares comuns, nomeando "José Eduardo dos Santos", "Américo Amorim" e mais uns quantos, esbarrou na férrea confrontação com um programa eleitoral, o seu, que contém medidas que nunca contou aos seus novos eleitores.

O núcleo de votantes do BE não se terá assustado porque subscrevem a ideologia revolucionária. Mas o voto do protesto que o tem feito crescer nas sondagens, e que não ia para o PCP pela conotação do totalitarismo económico soviético e do PREC, tem agora um problema: tem memória do que os governos PSD-CDS lhe fizeram. Sabe o que foi Manuela Ferreira Leite como Ministra da Educação e Ministra das Finanças. Mas sofre agora o choque de ver que o PCP não se distingue assim tanto do BE, o seu refúgio esperado. Mais, percebe que o voto de protesto tem um preço: 1000 milhões de euros em perdas de deduções e benefícios fiscais que atingem o coração da classe média. A ausência de uma política de promoção de emprego. Um programa de nacionalizações muito mais extenso do que Louçã queria admitir.

O programa do BE significa o atraso e a paragem da economia portuguesa. Não significa uma visão do mercado com uma forte óptica social como o do PS. Antes se traduz no fim do mercado, e do direito à livre iniciativa e propriedade privada dos meios de produção.

A minha pergunta é se o protesto vale o retrocesso em que deixaria Portugal?

Esta dúvida era tudo o que Louçã queria evitar. E por isso, ele perdeu claramente o debate. E José Sócrates mostrou o que é um líder político de esquerda, moderno, moderado, com uma visão social e vontade de modernizar o país.

KO? Sem dúvida. Não foi só vencer. Foi vencer o mais temível dos adversários. A demagogia é sempre difícil de derrotar. Mas quando é derrotada, é a democracia que ganha.

Louçã que responda

“Sabemos pelas páginas 50 e 52 do programa eleitoral do BE que querem nacionalizar a banca, o sector energético e as seguradoras,

 

Contudo, na páginas 10 a 12 está insinuado que outros sectores deverão ser exclusivamente públicos como a educação, a saúde e os transportes.

 

A minha dúvida é se os colégios e universidades privadas, todos os hospitais, clínicas e laboratórios de análises, assim como as companhias de transporte, também seriam nacionalizadas se o BE fosse poder?

 

E já agora, quanto tempo é que demorariam a ilegalizar a propriedade privada?

 

Antecipadamente grato pela resposta.”

 

 

Professores

Professores

“”Aproveitando o facto de todos os professores se encontrarem nos postos de trabalho diáriamente, as organizações sindicais, tem estado a promover plenários de professores para debaterem as suas estratégias e reenvindicação a apresentar ao futuro governo.

Plenários muito concorridos e em que as discussões tem sido muito vivas e interessantes, segundo as informações que obtivemos.

Ãpesar de tudo os sindicalistas reconhecem que muitos professores, por razões profissionais, embora estando dentro das instalações escolares não podem comparecer aos plenários devido aos imensos afazeres que estão a executar nestes últimos dias (de férias).

Denota-se assim da parte destes trabalhadores um imenso sentido de responsabilidade e brio profissional, pois não abdicam das suas obrigações profissionais, trocando-as com os plenários.

Sabemos que foram propostas alterações para as horas e dias dos plenários. Um numeroso grupo de professores-trabalhadores (nas férias) sugeriu que os plenários deveriam ser feitos neste próximo fim de semana, ocupando o sábado e domingo, mesmo com o prejuizo dos dias de descanço e lazer junto dos seus familiares e amigos.

No momento em que escrevemos esta nota, este tema mantem-se em discussão.””

(A trovoada acordou-me no meio deste sonho)

Louçã, Manuel Alegre e o PS

Não há dúvidas, ontem Louçã disse-o, expressamente, à saida do debate. Quer esfrangalhar o PS com a ajuda de Manuel Alegre.

Vamos esperar para ver

“Vale a pena ler a entrevista de Louçã ao Público, animado pelas sondagens o líder do BE diz finalmente o que é a "esquerda moderna", o que pretende de Manuel Alegre e qual o modelo social que preconiza. Veremos se Manuela Alegre ou os meninos da classe média alta vão gostar deste Chavez à civil.

Depois desta entrevista quem vota BE não o faz para protestar ou porque Louçã é a alternativa, fá-lo porque defende que Portugal deve ser o único país comunista no mundo ocidental:

«PÚBLICO – A insistência do Bloco de Esquerda (BE) na necessidade de uma maioria de esquerda dão a ideia de que o Bloco quer tomar conta do PS, ou pelo menos de uma parte dele.


Francisco Louçã – Não, o que tenho dito, e que é o centro da estratégia do BE nestas eleições e que vai ser nos próximos anos, é utilizar como critério para definir a política a necessidade de resposta à crise social e em particular à recessão económica. E isso exige uma arrumação da política, das ideias, e das alternativas. Creio que o PS fracassou na gestão política da resposta à crise. Por razões que têm que ver com o absolutismo da sua maioria, a fractura social que a sua política acentuou (com o Código do Trabalho, a desregulação da vida social e com a facilitação da vida económica, com os grandes negócios a prejudicarem os interesses da economia do país, a prejudicarem o orçamento, as contas públicas) e por isso é que me parece indispensável dizer com toda a clareza que para uma esquerda que governe, para uma esquerda de maioria, é preciso formar essa maioria.


Como é que se forma essa maioria sem o PS?


Com uma recomposição que atravesse todo o espaço da política portuguesa.


Isso implica uma cisão do PS ou uma transformação do PS.

Implica uma reconfiguração, certamente com uma clarificação contra as políticas passadistas e conservadoras que têm vindo a acentuar a crise. Já existiram diálogos, como aconteceu com Manuel Alegre. É a partir desse trabalho de diálogo que se encontrarão pessoas que fazem parte de todas as cores da política e das alternativas políticas à esquerda.

Essa reconfiguração passa também pela mudança do líder do PS?
O PS fará o que quiser. A esquerda precisa sobretudo de ter uma força para ter maioria. Essa força não é o PS.


Mas tem necessariamente de ter uma parte do PS.
Tem de ter, seguramente. Tem de ter muitas pessoas que certamente hoje se reconhecem no PS ou são críticas do PS. E de muitas outras opiniões da esquerda.» [Público]”  In O Jumento

 

 

FREEPORT

Será por estas e por outras que que o processo continua a arrastar-se?

«Os depósitos foram alegadamente feitos por Charles Smith, representante da Freeport em Portugal e sócio da consultora Smith & Pedro, contratada para licenciar a superfície comercial de Alcochete. Uma informação a que os procuradores do Ministério Público Paes Faria e Vítor Magalhães terão tido acesso quando há mais de quatro meses estiveram a trabalhar em Londres com a polícia daquele país. Contudo, segundo o "Correio da Manhã" não foram recolhidos movimentos suspeitos nem sobre José Sócrates nem sobre os seus familiares.» [Público]

 

 

Alberto João Jardim e Manauela Ferreira Leite

O idolo de Manuela Ferreira Leite diz assim:

 

«Farto das perguntas sobre o facto de Manuela Ferreira Leite ter usado um carro do Estado em campanha eleitoral na Madeira, Alberto João Jardim fez uso do inglês para insultar os críticos: "fuck them", disse o líder madeirense aos jornalistas.»

[Jornal de Notícias]

Caxias


Forte de S Bruno e praia

08 setembro, 2009

Partidos –empresas comerciais

Os partidos políticos tornaram-se empresas comerciais com especial aptência para a comercialização dos seus deputados ao núcleo dos seus clientes eleitores.

A filosofia  e a prática política segue a orientação dos  seus mentores de marketing  no sentido de ao melhor preço, colocar a mercadoria fora das prateleiras dos seus supermercados.

A gama variada de produtos que cada partido comercializa está a condizer com as diversas categorias etárias e sociais dos compradores, estando o

  lucro na razão directa dos empregos que conseguem angariar ao fim de cada safra de eleições.

Empregos chorudos e bem remunerados com direitos e regalias que não se encontram em qualquer outra das grandes areas que fornecem empregos.

Alêm de mais existe a possibilidade de ao fim de bem poucos anos de ofício regatear o direito a uma ou mais reformas que enchem de inveja muitos dos que lhes compraram os produtos.

Em época de crise ou fora dela, o apetite redobra-se e passa a sentir a enorme pressão dos vendedores pois serão remunerados em função do que conseguem vender.

No final da época e por um período de cerce de 4 anos, ainda terão a oportunidade de receber um volumoso bónus, em função do número de empregos que conseguiram colocar nessa maravilhosa empresa estatal, paga com os impostos de todos, mas beneficiando uma minoria, que se chama Parlamento.

Com esse e com outros bónus, conseguem gerar ainda mais uns empregos que servirão, normalmente, de apoio aos da area comercial.

 

 

 

                                    Cascais – Palácio Conde Castro Guimarães

Louçã – um bom vendedor

Um bom vendedor dum produto que não existe no mercado

 

«Eu não aceito que Portugal tenha esta tragédia de ficar nas mãos de um PS e de um PSD que estão desinteressados da resposta à crise económica. O primeiro-ministro anuncia que acabou a recessão técnica», mas «o próprio governador do Banco Portugal ainda nos diz que vai haver mais 200 mil desempregados neste ano e no próximo: isso é que é recessão, isso é que é crise!».

 

Paulo Portas – Boca de Trapos

Vai aos mercados mas não compra nada.

Só empata.

Quem vende e quem compra.

Depois, diz umas larachas para a TV passar à hora do telejornal das 20h.

 

Paulo Portas não é da mesma opinião de Manuela Ferreira Leite, no que diz respeito à «asfixia democrática». O líder do CDS-PP concorda que José Sócrates é «controleiro», mas coloca Alberto João Jardim no mesmo saco.

«Este Governo, Sócrates, é controleiro, interfere nos negócios, na comunicação social e tenta amedrontar quem é descontente. Na Madeira também há caciquismo e é bom que isso se diga com clareza», disse, depois de visitar o mercado de Évora.

 

                       to Palace  - Lisboa

 

Daniel Proença de Carvalho, escreve assim:

«Voltou em força ao debate eleitoral a questão da liberdade de expressão em especial no campo da Comunicação Social.

Claro que a liberdade de expressão é um valor inerente à Democracia, está inscrito na nossa Constituição como um dos direitos fundamentais e cabe à entidade independente ERC zelar pelo seu escrupuloso respeito. Compreendo que as oposições estejam atentas à preservação desse valor. Convém no entanto não esquecer que a liberdade de expressão tem como limite outros direitos fundamentais de todos os cidadãos, de igual dignidade constitucional: o direito "à integridade moral", o direito "ao bom nome e reputação", o direito "à reserva da intimidade da vida privada e familiar", o direito à presunção de inocência. Se quisermos com objectividade avaliar o grau de respeito pelos dois valores constitucionais em causa, a conclusão parece óbvia: em Portugal, os meios de Comunicação Social pura e simplesmente ignoram e desrespeitam diariamente os direitos de personalidade. Sob o pretexto da liberdade de expressão e de crítica, são espezinhados os direitos ao bom nome e à reputação; e quanto à presunção de inocência, foi substituída pela presunção de culpa, quando se trata de cidadãos com notoriedade e em particular dos políticos. Sou dos que pensam que não há verdadeira e saudável democracia sem o respeito tanto pela liberdade de expressão como pelos direitos que sustentam a dignidade das pessoas.

Este desequilíbrio vem envenenando o espaço público. A discussão dos nossos problemas políticos, económicos ou sociais, deu lugar a campanhas de pura difamação e calúnia, perante a indiferença geral. Os políticos babam-se de gozo quando os adversários são causticados com suspeições sem objectividade, insinuações pérfidas ou acusações sem fundamento. Assim se vai degradando o espaço político. Vai longe o tempo em que os fundadores da nossa Democracia e que se bateram pela sua institucionalização - Mário Soares, Sá Carneiro, Freitas do Amaral, Mota Pinto - compreenderam a absoluta necessidade de preservar esses valores ligados à dignidade das pessoas.

Quando Sá Carneiro foi cobardemente vilipendiado pelo jornal "Diário", do Partido Comunista, não me recordo de o Partido Socialista ou o CDS terem alinhado, por acção ou omissão, nessa campanha, nem vi alguém acusá-lo de por em causa a liberdade de imprensa quando perseguiu criminalmente nos tribunais os responsáveis pela calúnia. Quando Leonor Beleza foi vilmente perseguida com acusações absurdas, vi levantar-se a voz do socialista Mário Soares e do democrata cristão Freitas do Amaral contra essa perseguição. Quando Roberto Carneiro (que foi ministro pelo CDS) foi acusado pelo MP, sem ponta de fundamento, não só nenhum político do PS ou do PSD se aproveitou dessa injustiça, como os seus líderes se solidarizaram com a vítima do justicialismo que o acusou.

No actual momento, decretou-se um requiem pelos valores da pessoa no altar da liberdade de expressão. Perante a indiferença geral, cometem-se todos os dias crimes de violação do segredo de justiça para imolar cidadãos indefesos. Os responsáveis pela justiça não cumprem o seu dever de sancionar esses comportamentos ilícitos, sendo mesmo suspeitos de os praticarem. Cobardia de uns, aproveitamento de outros, pagaremos caro essa deriva.» [Diário Económico]

 

 

Sondagens

Legislativas. Aximage, 1-4 Setembro, N=750, Tel.

Resultados tal como apresentados aqui:
PS: 34,5%
PSD: 28,9%
BE: 10,4%
CDS-PP: 8,1%
CDU: 7,8%
"Indecisos": 6%

A soma destes valores corresponde a 95,7%. Os 4,3% que faltam devem corresponder a outros partidos, brancos e nulos. A notícia é omissa sobre qual a percentagem entre os 750 que afirmou que não iria votar. Mas é possível, e tem sido hábito, que a edição em papel do CM traga informação mais completa.

Redistribuindo proporcionalmente os indecisos pelas diferentes opções, ficamos com:
PS: 36,7%
PSD: 30,7%
BE: 11,1%
CDS-PP: 8,6%
CDU: 8,3%
OBN:4,6%