17 novembro, 2012

Outono em Portugal


Durão Barroso visto por Rajoy



A La Minute


Maria Cavaco e Passos


Uma viagem... para a fotografia

Sócrates " O Grande Culpado"

E agora, por andam tdos os que ganharam as eleições à conta de terem mentido ostencisamente aos portugueses?
E todos aqueles que os apoiaram, igualmente com as suas mentiras?
 
"...Deve ter sido esquisito para quem está habituado a culpar "o Sócrates" ter ouvido a todo-poderosa Angela explicar que, por causa da crise financeira desencadeada nos Estados Unidos, e da sua propagação à Europa, os governos europeus desataram a apostar no investimento público para conter o descalabro das suas economias. Só que entretanto os investidores começaram a desconfiar de algumas economias (as mais frágeis) e a duvidar da fiabilidade de alguns para pagar as respectivas dívidas. Esta foi a explicação de Merkel, perante um Passos Coelho que arrumou a um canto o discurso habitual do "vivemos acima das nossas possibilidades" e se concentrou no verdadeiro desastre nacional – um grave problema de produção. Claro que Merkel não recordou a parte em que a desconfiança dos investidores dispara quando o governo grego assume que as suas contas estavam aldrabadas e, mais tarde, essa desconfiança vai para o inferno no dia em que Angela (e já lá vai tanto tempo) começa a defender que os investidores deveriam ser co-responsabilizados pelas falências dos países. E estamos nisto."
"...A zona euro está em recessão oficial, com a contribuição da sua outrora quarta economia, a Espanha, da terceira, a Itália, e daquele país atavicamente contra os preguiçosos do Sul chamado Holanda. No primeiro trimestre de 2013, a exemplar Alemanha e a velha França deverão juntar-se à depressão geral.
A questão já não é do Sul e atinge em cheio o motor europeu. A Europa enquanto espaço económico de sucesso, o território da prosperidade, acabou. Um dia destes chegará a altura de declarar a falência e repartir os despojos e as responsabilidades. A moeda disfuncional euro já não serve para nada. Contrariamente ao pensamento dominante, o fim do euro pode não significar de forma automática o fim da União Europeia enquanto espaço de partilha de algumas políticas; pelo contrário: manter o euro rebentará com tudo em muito pouco tempo."" (I)

16 novembro, 2012

Governo, porque não o mudam antes?

Mais fácil e barato, e esencialmemnte muito melhor para a grande maioria dos portugueses, porque não mudam o Governo?

"O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP vai reunir-se com responsáveis da Assembleia da República para discutir a substituição das pedras da calçada junto às escadarias da AR por outro material, disse à agência Lusa fonte da PSP.

Na quarta-feira, o arremesso de pedras por parte de manifestantes, durante cerca de duas horas, a elementos do Corpo de Intervenção da PSP motivou a carga policial que provocou 48 feridos, dos quais 21 são elementos policiais.

Essas pedras foram removidas dos passeios que se encontram junto às escadarias da Assembleia da República."  ( diariodigital )

Pinto da Costa, sempre ele.

Como ficou a perder no confronto com Paulo Bento, responde agora em comunicado.
Este verdadeiro .... só pode gostar de ser ouvido pelos seus verdadeirtos acólitos.
É um nojo, que nos produz o que diz.
Já não é o mesmo verdadeiro artista do tempo da fruta.  (  revistadeimprensa)

Relvas, cala-tes

Mesmo que um único, seria imoral...., por isso mesmo, Relvas, cala-te.
 
"O número de pessoas nomeadas pelo governo que receberam o subsídio de férias em 2012 sobe agora para 1323, ao contrário do que aconteceu com a maioria da função pública. O número consta da resposta enviada pelo gabinete do primeiro-ministro, enviada ao PS, noticia o Diário de Notícias."  (  ionline)

Cavaco, a Maria e Passos Coelho de férias em tempo de crise

Em tempos de crise, Cavaco Silva e sua esposa, Maria, bem  como o PM Passos Coelho, estão de "ferias" numa dita cimeira em, Espanha.
A uins tiram, tiram, roubam as pensões, enquanto estes, passeiam. ( dinheirodigital )

Socrates - culpado

Sem mais comentários

Passos e Cavaco - temos que os aturar?

Seria importante saber quem, para o Presidente, diz a verdade ao País: o governo ou todos os que não acreditam nas suas previsões

O ministro da propaganda nazi Joseph Goebbels disse um dia que "uma mentira muitas vezes repetida torna-se verdade".

As declarações novamente proferidas hoje pelo primeiro-ministro inspiram-se na frase tristemente famosa desse personagem sinistro:Disse o PM que "Portugal está no caminho certo e que o processo de ajustamento em curso vai ter sucesso e que a direção que estamos a seguir é a correta".

(É, como se vê, uma questão de fé…mas o pior é se o primeiro-ministro acredita no que diz…)

Para ajudar a paranóia em que estamos mergulhados, o Presidente da República veio hoje citar-se a si próprio no discurso de 1 de Janeiro de 2010, lembrando que nessa altura alertou para a "situação insustentável". Pois é…mas enquanto então omitia a situação europeia e internacional, hoje atribui-lhe quase em exclusivo a responsabilidade dos maus resultados de todos os indicadores económicos do País. Para o Presidente " «nenhum outro país tem sido tão afetado pela situação que se vive em Espanha como Portugal», o que a «União Europeia não pode deixar de ter em conta». E até faz apelos e deixa recados ao Conselho Europeu para que "seja tida em conta a situação de países como Espanha, Itália, Grécia, Irlanda e Portugal."

Não duvido dos argumentos agora invocados pelo Presidente, apenas constato que usa dois pesos e duas medidas. E, mais notório ainda, ninguém lhe ouve uma opinião sobre se considera que, como afirma o primeiro-ministro, "a direcção que estamos a seguir é a correcta", limitando-se a invocar teorias e a fazer comentários circunstanciais e abstractos, como fez relativamente às novas previsões do Banco de Portugal, dizendo que «não são boas notícias».

Ficamos pois sem saber o que pensa o Presidente sobre os resultados do caminho que o governo e a troika consideram um "sucesso": continua o Presidente a pensar que ao fim de ano e meio de governo do seu partido a situação ainda é "insustentável"? E é mais ou menos sustentável? Ou o Presidente pensa que o governo não quer ou não sabe fazer nada e prefere fazer apelos à União Europeia?

Disse também o Presidente que está convencido que a chanceler Angela Merkel regressou ao seu país conhecendo melhor «a situação de Portugal e dos portugueses». Ora, na conferência de imprensa, realizada depois do encontro da chanceler com o Presidente, Merkel omitiu qualquer referência ao falhanço do programa da troika em Portugal, ignorando as perguntas dos jornalistas portugueses nesse sentido. Assim, das duas uma: ou a chanceler não ligou ao que o Presidente lhe disse sobre "a situação portuguesa e os portugueses" ou houve um problema de tradução…

Mas, enfim, ainda que a chanceler não queira falar sobre o que ficou a saber da "situação portuguesa e dos portugueses", vá que não vá…agora que o Presidente ouça o primeiro-ministro e o ministro das Finanças dizerem que está tudo a correr bem e que o caminho está correcto e fique calado perante estas afirmações, quando o Banco de Portugal, o INE, o Conselho de Finanças Públicas, o Conselho Económico e Social, todos os economistas e políticos da sua área dizem o contrário… é estranho, incompreensível e inaceitável.

Seria importante saber quem, para o Presidente, diz a verdade ao País: o governo ou todos aqueles que não acreditam nas suas previsões. ( vaievem )

 

15 novembro, 2012

Passosn Coelho -O Sabujo

«O discurso de Passos Coelho, pretendidamente de boas-vindas a Angela Merkel, ultrapassou a indispensável cortesia para se transformar numa inqualificável sabujice. A alemã esteve seis horas em Lisboa apenas para apoiar e aplaudir a política do primeiro-ministro português. Afinal, a sua política. E aquele perdeu completamente o mais escasso decoro e o mais esmaecido pudor. Qualquer compatriota bem formado sentiu um estremecimento de vergonha ante o comportamento de um homem, esquecido ou indiferente à circunstância de, mal ou bem, ali representar um país e um povo.
A submissão a Angela Merkel e ao sistema de poder que ela representa atingiram o máximo da abjecção quando Passos estabeleceu paralelismos comparativos entre trabalhadores alemães e portugueses, minimizando estes últimos, e classificando aqueles de exemplares. A verdade, porém, é que as coisas não se passam rigorosamente como ele disse. Os portugueses trabalham mais horas, recebem muito menos salário, descansam menos tempo, dispõem de menores regalias e de cada vez mais reduzida segurança.

O sistema de poder que Angela Merkel representa e simboliza, imitado por Pedro Passos Coelho, fornece a imagem e a prova de um clamoroso défice político. Além de ser uma dissolução ética. A associação entre a alemã e dirigentes portugueses não é de agora: José Sócrates (apesar de tudo recatado na subserviência) caracterizava-se por uma fórmula intermédia, que queria resistir à fragmentação da identidade. Quero dizer: demonstrava um outro carácter.

Nem mais tempo, nem mais dinheiro, disse a chanceler à jornalista Isabel Silva Costa, na RTP. O estilo peremptório não suscita dúvidas. Pode Passos Coelho proceder a todo o tipo de reverências e de abandonos da decência que ela não dissimula o facto de mandar, e de impor uma política, uma doutrina e uma ideologia. Aliás, dominantes na Europa. A passagem por Lisboa constituiu uma distanciação do povo: cancelas, baias, dispositivo policial invulgar, um corredor absurdo que, no fundo, implicam a ausência ou a fraqueza de mecanismos institucionais.

Há qualquer coisa de inanidade nesta encenação que aparta governantes de governados. O receio de haver algo de grave contra a visita é a extensão do medo que envolve os membros do Governo. Todos eles sabem os riscos que correm de ser insultados, logo-assim põem pé na rua. A dualização da sociedade está, também, a dar cabo da identidade colectiva. A simbiose do Estado e do povo foi dissolvida. Há dois Portugais em Portugal, assim como há duas Europas na Europa. Merkel e Passos representam uma delas, certamente a mais ameaçadora. Na outra, estamos nós, os ameaçados. A contra-conduta, a dissidência não são, somente, actos políticos; sobretudo, representam urgentes condutas morais.» [DN]

14 novembro, 2012

Greve Geral

Uma boa parte das televisões, apresentaram nos seus primeiros telejornais, imagens das greves em Espanha e em Portugal e deram a informação de que para Bruxelas estavam marcadas manifestações, igualmente contra a austeridade

Merkel em Lisboa como Hitler em Paris

Como muito bem escreve O Jumento
 
"Afinal a senhora Merkel apenas veio a Lisboa para uma sessão de fotografias, se o Hitler visitou Paris no tempo da ocupação nazi, fazia todo o sentido que em pré-campanha eleitoral a senhor Merkel também exibisse as suas conquistas. Foi só isso que a senhora veio fazer a Lisboa, apanhar um pouco de sol e aproveitar o bom tempo para se fotografar no Forte de São Julião da Barra, um antigo bastião na defesa da capital."

Portugueses - estúpidos ou enganados?

O Governo continua a vender gato por lebre e Daniel Amaral explica assim;
 
"Falemos então de Portugal. Ninguém sabe como é que o Eurostat vai reagir à contabilização da concessão da ANA no OE-2012. E, sobre o tema, o Governo vai assobiando para o ar. Mas tudo leva a crer que, sem receitas extraordinárias, o défice se situe à volta dos 6,5% do PIB. Como o objectivo para 2013 é de 4,5%, a redução é de 2 pontos, logo, conduz a uma recessão situada entre 1,8% e 3,4% do PIB. Como é que o Governo orçamenta apenas 1%? A quem pretende ele enganar? Por que acha que todos os portugueses são estúpidos?"

Merkel - ainda ela

Onde se gasta o dinheiro dos nossos impostos
 
"O Governo garantiu na terça-feira, pela voz do ministro Administração Interna, que Portugal não gastou "nenhuma enormidade" com a segurança da chanceler alemã, Merkel Merkel."(noticiasaominuto  )

Cavaco Silva - não serve para nada

CAVACO SILVA por onde anda?
 
Finanças Governo falha nova meta do défice - Este Governo,Composto posto por mentirosos e incompetentes, está a levar os portugueses e Portugal para a míséria e não acerta uma previsão ou não consegue cumprir os Orçamentos.
 
O Executivo de Pedro Passos Coelho vai informar a troika (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) que não vai conseguir cumprir a nova meta do défice de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano, devido à derrapagem da execução orçamental de Outubro. (noticiasaominuto  )