08 setembro, 2009

Professores – Escolas - Educação

“Chega ao final mais uma experiência de reforma no sector da educação, que poucas vezes terá suscitado tão acirradas discussões e tais reacções sociais.

Cada qual terá a sua apreciação desta gerência e da situação em que nos encontramos. Mas, sobre a ministra Maria de Lurdes Rodrigues - figura central deste processo - só por manifesta cegueira se não lhe reconhecerão três patentes qualidades: inteligência global e aplicada, coragem, autocontrolo pessoal. Outra virtude instrumental, no palco impiedoso onde a política se faz: ter assegurado uma coesão sem falhas na direcção política do seu ministério. Em contrapartida, terá ficado "nas mãos" do PS para assegurar o preenchimento dos postos mais importantes da sua burocracia central e regional - o que é sempre uma má coisa, embora seja vício antigo da nossa democracia. E, logicamente, submeteu-se às conveniências ditadas pelo primeiro-ministro na gestão global da governação.

Quanto às orientações tomadas, julgamos que elas terão sido, no essencial, as necessárias e adequadas para responder aos principais défices do sistema de ensino instalado, possivelmente com excepção, ou dúvida persistente, no que toca aos níveis de exigência apontados para a obtenção do "sucesso escolar" (graus de dificuldade dos exames, modos de progressão, "programa novas oportunidades", etc.), o que é uma questão difícil e certamente não apenas do foro da escola. E houve também a "abstenção" de mexer nos conteúdos curriculares e na organização das disciplinas, que é sempre a tentação de cada novo ministro ou o sentido da pressão que sobre ele exercem as várias "confrarias" académicas, apesar de ser também matéria decisiva.

Como é óbvio, algumas dessas medidas não terão sido as melhores, ou terão mesmo errado o fim a que se propunham, mas, globalmente, era preciso mexer na organização dos tempos escolares e na forma de gestão das escolas, enquadrar os professores num regime mais rigoroso de carreira profissional e de controlo da sua actividade (essencialmente inter pares), concentrar e equipar melhor o parque escolar, alargar a escolaridade "para baixo" (pré-primário) e "para cima" (secundário profissionalizante) - e em cada um destes grandes objectivos foram dados passos concretos e decisivos, embora naturalmente agora sujeitos a correcções de pormenor ou de aplicação.

Num plano, contudo, a gerência de Maria de Lurdes Rodrigues acabou por falhar estrondosamente: no terreno do combate político, onde foi vencida pela coligação dos sindicatos de professores e minorias activas neste meio profissional, partidos de oposição ao Governo, alguns meios de comunicação social e, finalmente, pelo sucesso da estratégia de vitimização dos docentes que aqueles primeiros actores conseguiram empreender com grande eficácia, acabando por criar no seio das comunidades professorais um sentimento de injustiça, orfandade ou mal-estar, próprio para que aderissem em bloco às directivas das suas lideranças sócio-políticas.

É evidente que, num ambiente democrático, uma profunda reforma da instituição escolar não pode ter sucesso sem a participação activa do corpo docente. É também verdade que as escolas viviam sobretudo da competência e empenhamento de um bom número dos seus docentes (alguns deles agora desencorajados), mas não é menos certo que os seus resultados educativos, globalmente insuficientes, derivam, em grande medida, da qualidade do professorado, onde a filtragem da admissão era quase inexistente, a progressão profissional irrestrita, a atomização dos desempenhos a regra, existindo ainda uma excessiva complacência para com uma minoria de profissionais incompetentes e desajustados â função. De certa maneira, o confronto desenvolvido entre a política avançada pelo ministério e a frente sindical dos professores tinha subjacente o conceito de uma profissão procurando estruturar-se, hierárquica e funcionalmente, no espaço do ensino e da organização escolar versus o modelo de uma ocupação massificada, em parte segura do seu emprego e estipêndio (porque há sempre "precários" disponíveis para atender às flutuações conjunturais), essencialmente regulada pelas regras burocráticas da antiguidade e dos concursos documentais nacionais para a atribuição dos postos de trabalho mais apetecidos.

Um governo presidido pela dra. Manuela Ferreira Leite que acumulasse também a pasta da Educação, devido à sua experiência do lugar e pela importância que tem para o futuro do país, ou a sua ocupação pela dra. Ana Benavente, o dr. Santana Castilho ou o professor Mário Nogueira - apenas para citar alguns dos mais encarniçados críticos públicos desta reforma -, separadamente ou em conjunto, que diferente e melhor política educativa poderia propor e realizar, a não ser a co-gestão do imobilismo que marcou a actuação de sucessivos ministros?! Ou alguém terá a coragem de pôr em causa o sistema público unificado de ensino?
No momento presente, uma questão importante parece ser a de como, face à maré eleitoralista e populista, serão conservados ou desaproveitados os esforços dos últimos anos para melhorar o desempenho da educação e a qualificação, humana, cidadã e profissional, da população.» [Público]

 

 

TVI - Manuala Moura Guedes




A asfixia democrática
O CDS sempre mandava.
MMG chegou a ser candidata a deputada pelo CDS, alguem se recorda?

Isabel Meirelles - candidata a CM Oeiras

Foto do Cartaz - Foto de ???

Foto de 07/09/09
Há algo de errado
Perdeu parte da tinta do cabelo ou será a mesma pessoa?

Caxias



Pormenores - Praia e foz da ribeira

07 setembro, 2009

CRISE

O que vai dizer Manuela Ferreira Leite?

Que é mentira, uma invensão de Sócrates? Do Ministro das Finanças?

 

 A economia global está estabilizada e as perspectivas são melhores do que o esperado anteriormente, consideraram hoje os governadores dos bancos centrais do mundo durante uma reunião do Banco Internacional de Pagamentos.

Júlio Magalhães - TVI

A paz podre existia. Era muito podre a pouca paz que existia.

O programa sempre estava preso por um fio

 

Júlio Magalhães diz:

“Uma redacção em estado de sítio. O fim do "Jornal Nacional" apresentado por Manuela Moura Guedes e a subsequente demissão da direcção de informação da TVI abriram uma guerra sem quartel: as trocas de acusações entre jornalistas sucedem-se na imprensa e na blogosfera, gerando um clima de grande mal-estar nas instalações do canal. "A administração tem de encontrar uma solução rápida. As pessoas estão de cabeça perdida e isto está a tomar proporções inimagináveis. Por este caminho, corremos o risco de pôr em causa um trabalho de 11 anos", admitiu ao i o jornalista Júlio Magalhães.

Segundo as informações recolhidas pelo i, o administrador-delegado da Media Capital, Bernardo Bairrão, tem hoje um conjunto de reuniões para apresentar as primeiras soluções para o futuro da estação. A escolha da próxima direcção de informação da TVI será o primeiro dossiê em análise. E várias fontes contactadas pelo i garantem que "a solução só pode ser externa". "Se alguém for promovido internamente durante esta guerra, será imediatamente queimado", dizem.

Um cenário que as mesmas fontes associam à continuidade de Manuela Moura Guedes nos quadros da estação. "Essa situação tem de ser resolvida. A administração sabe disso:
se ela continuar, será difícil harmonizar a equipa", diz outra fonte. Até ao fecho desta edição, Bernardo Bairrão, Moura Guedes e a administração da Prisa não estiveram disponíveis para comentar o assunto.

Júlio Magalhães, apontado como possível sucessor de João Maia Abreu na direcção de informação da TVI, nega que lhe tenha sido feita qualquer proposta nesse sentido. E recusa alimentar cenários. "Há muita gente válida na redacção da TVI para assumir essas funções. E até pode vir alguém de fora, desde que seja competente. Mas o importante é que temos de estar todos disponíveis para resolver este problema internamente", aponta o jornalista.

Sem comentar os motivos invocados pela administração da Media Capital para suspender o programa, Magalhães admite apenas que "a decisão foi extemporânea". "Não tenho todos os dados para fazer uma análise, mas o timing não tem lógica. A saída de Moniz deixou perceber que as posições podiam extremar-se e talvez tenha faltado algum bom senso na gestão deste assunto", aponta.

Sobretudo porque, diz, a suspensão do noticiário "não foi uma decisão surpreendente". "O que não era previsível era que fosse feito em cima das eleições. Devíamos ter antecipado esta situação, em vez de esperar para ver o que aconteceria. Havia desconforto público em relação ao programa, portanto devíamos ter pensado melhor: ou se suspendia antes de Agosto, ou após as eleições".

Agora, Magalhães espera "que esta semana seja clarificadora". "As administrações da Prisa e da Media Capital têm de ponderar o futuro da empresa e apresentar soluções urgentes. Se continuar o clima que agora se vive, pode ser a morte de uma estação líder", alerta
.”

 

“Contra” – (para ler do princípio ao fim) “Os novos heróis da liberdade

Nesta mentira da asfixia democrática, concebida pelo filósofo da Marmeleira, em que Manuela Ferreira Leite embarcou à falta de melhor discurso político, tem-se tentado identificar em todos os gestos de Sócrates os tiques de um ditador. O perfil pessoal do primeiro-ministro até ajuda, para uma direita que nasceu à sombra do autoritarismo, liderada por uma Ferreira Leite transvertida numa velhinha simpática, dócil, tolerante, sorridente e vestida à Sarah Palin, a melhor forma de afastar os seus fantasmas é chamando ditadores aos outros.

Compreendo que algumas personagens do PSD se sintam em dívida para com os que lutaram pela democracia em Portugal, mas convenhamos que se foram cobardes quando poderiam ter um gesto, mesmo que pequeno, em defesa da liberdade, não é agora aos sessenta ou setenta que poderão inscrever o nome na história da democracia portuguesa, é um pouco tarde. A democracia nada deve à geração cavaquista do PSD, é gente que nunca teve coragem de enfrentar a ditadura, têm-na agora porque é bem mais cómodo chamar ditadura a uma democracia para se armarem em libertadores.

Ouvir Ferreira Leite falar em asfixia democrática ou assistir a Cavaco Silva afirmar “conquistámos a democracia”, como se alguma vez tivesse mexido um dedo contra a ditadura. A democracia surpreendeu-os com mais de trinta anos, é um absurdo virem agora armarem-se em paladinos da democracia. Por mim dispenso que gente que passou a ser alérgica a cravos vermelhos desde que estes se tornaram símbolo da democracia portuguesa, venha agora armarem-se em defensores do que muitos outros, com grandes sacrifício, conquistaram.

Um partido que mantém a Região Autónoma da Madeira refém dos métodos políticos de Alberto João Jardim encontro dois grandes heróis da liberdade: ao professor Charrua juntou-se agora a Manuela Moura Guedes. O primeiro adquiriu o estatuto de herói porque nas horas de trabalho andava pelos corredores a chamar “filho da puta” ao primeiro-ministro. A segunda porque andou a tentar julgar o primeiro-ministro na praça pública, substituindo-se aos tribunais.

O país não tem culpa culpa de que Ferreira Leite tenha preferido ser administradora do Santander em vez de deputada, mas se o tivesse sido saberia que nesta legislatura o Parlamento adoptou regras de debate bem mais democráticas do que as do tempo de Durão Barroso, que José Sócrates foi mais vezes ao Parlamento em seis meses do que Cavaco tinha ido em duas legislaturas, ou que a linguagem e o professor Charrua se tornou em argumento político de um dos seus deputados.

É uma ofensa à história da democracia portuguesa que para que Manuela Ferreira Leite corrija uma falha no seu pobre percurso político venha impingir ao país novos heróis da liberdade como o professor Charrua ou a Manuela Moura Guedes, que sob o seu patrocínio um Alberto João, educado para servir a ditadura, venha dar lições de democracia ao PS ou a qualquer partido português. Se Manuela Ferreira Leite tem vergonha do seu passado político ou se sente incomodada porque o cavaquismo em nada contribuiu para melhorar a democracia portuguesa é um problema seu. Foi ela que saneou Passos Coelho ao contrário de Sócrates que respeitou Manuel Alegre, é ela que escolhe candidatos a deputados que têm tromboflebites no braço no dia dos exames periciais na PJ, foi o seu candidato a Lisboa que fez chantagem sobre a TVI para conseguir ver-se livre de Marcelo Rebelo de Sousa, seus os seus antigos amigos dos governos de Cavaco Silva que fizeram uma burla de mais de dois mil milhões de euros, foi o seu partido que tentou afastar Fernanda Câncio do Diário de Notícias, é o seu partido que trata a Madeira como se fosse um principado do Uganda de Idi Amin Dada.

Compreendo que para líder política o seu currículo tenha um grande défice no que se refere ao contributo para a democracia, mas é vergonhoso que supere essa fragilidade impondo ao país novos heróis da liberdade. É coisa que não faltam à democracia portuguesa, foram muitos os cidadãos deste país que deram mostras de grande generosidade em favor da democracia, alguns deles foram mesmo fundadores e militantes do PSD, mas não é o caso de Manuela Ferreira Leite ou de Cavaco Silva.”
In O Jumento

 

 

Manuela Ferreira Leite

Asfixia democrática, por onde andas?

Uma mulher com esta mentalidade alguma vez pode chegar a Primeiro Ministro?

Só se os portugueses estiverem loucos.

Na Madeira, não há. No Continente, SIM.

A maioria  da Madeira é legitima. A do Continente, não é.

Estas afirmações são o cumulo do descaramento e da hipocrisia política

Nota: Uma parte dos jornais da “oposição” tem omitido estas declarações da Vóvó do Restelo

 

 

“”

A líder do PSD rejeitou a crítica de que existe “asfixia democrática” neste arquipélago, argumentando que “quem legitima o poder é o voto do povo e não está ninguém aqui por imposição, é em resultado dos votos”.

“Acho que há asfixia democrática no continente”, adiantou, apontando que “todos os jornalistas, todos os empresários, muitas das pessoas da sociedade civil, percebem que estão sob algum tipo de chantagem".

Em relação à Madeira, “julgo que há comunicação social contra o governo, mas no continente muitas das vozes que são audíveis sofrem a respectiva retaliação”

Contrariou ainda a opinião dos que classificam de virtual a candidatura de Alberto João Jardim à Assembleia da República, sustentando que “ele é muito real e não está a candidatar-se a dois cargos ao mesmo tempo”.

Garantiu também que está no programa eleitoral do PSD a correcção das injustiças que têm sido feitas à Madeira.

“A única coisa que sei é que a Madeira foi altamente discriminada, fortemente perseguida pelo facto de ser do PSD. Não vou governar com base na cor dos eleitores, mas em nome dos interesses de Portugal”, afiançou.

Disse ainda não se sentir “absolutamente nada incomodada” por participar hoje numa inauguração do presidente do Governo Regional, o Centro Cívico das furnas, no concelho da Ribeira Brava, concluindo que tem criticado que se tenha utilizado dinheiros públicos para fazer campanha e fazer uma inauguração não gasta dinheiros públicos”.

 

 

 

Manuela Ferreira Leite, com carro do Estado na Madeira.

Se fosse Sócrates, como era?

 

Manuela Ferreira Leite usou hoje um carro do Governo Regional da Madeira, pertença do Estado Português, para fazer campanha eleitoral no Funchal. A líder do PSD fez várias d

eslocações na viatura oficial, ao lado de Alberto João Jardim, numa visita à ilha que foi sempre apresentada com uma acção da campanha eleitoral do PSD

Pre-escolar e creches

Verdade?

Não basta só dizer mal.

 

“A taxa de pré-escolarização das crianças com cinco anos é de 95 por cento, anunciou esta segunda-feira a ministra da Educação, durante uma cerimónia em que foram anunciadas mais 139 salas destinadas a três mil crianças.”

 

“Portugal é o sexto melhor país da União Europeia na cobertura nacional de creches para crianças dos zero aos três anos, disse à Lusa a directora de Unidade de Respostas Sociais do Instituto de Segurança Social, noticia a Lusa”

 

 

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Afinando a pose para fotos para publicidade

Socrates - Jerónimo de Sousa – Festa do Avante

Na feira das multidões, Festa do Avante,  o Secretário Geral do PCP voltou a dar a ementa habitual,  “ o milho aos pombos”. Estes, que estavam esfomeados e sedentos de ouvir aquilo que o lider dos comunistas sabe que eles gostam de ouvir e engolem, como um copo de água após uma caminhada pelo deserto – a demagogia do costume.

No debate com Sócrates, não deu uma para a caixa.

«Ontem, o líder comunista deve ter desiludido muitos dos militantes do seu partido. Faltou-lhe agressividade política e preparação. Podia ter falado da UGT quando Sócrates se referiu à falta de independência do movimento sindical. Até no conflito dos professores foi mole e mal preparado. Definitivamente, ser simpático não chega.

Francisco Louçã, o ausente, ficou a ganhar. É cada vez mais claro que é ele o líder da esquerda à esquerda do PS. » [Diário de Notícias]

 

 

Manuela Ferreira Leite

Velho do Restelo
É este o caminho - óh tempo, volta p'ra trás

06 setembro, 2009

Manuel Pinho

Perdeu-se um bom Ministro por culpa de um me...(*) deputado.
Alguns desses "artistas" fazem perder a cabeça a um santo.

"Grupo de empresários promove jantar de homenagem a Manuel Pinho"

(*) diocre

Jaime Gama

Manuela F Leite disse que a democracia devia congelar durante seis meses para fazer as reformas do país.
Como não vai conseguir isso, se fosse governo, poderia muito bem acontecer o que Jaime Gama diz.
"Gama alerta para o risco de "recuar ao tempo em que os interesses corporativos dominavam o país"

O presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, afirmou na Convenção Nacional do PS que nas próximas legislativas há o risco de “recuar a um tempo em que os interesses corporativos dominavam o país”.“As escolhas políticas em causa são”, afirmou, “saber se há um governo capaz de enfrentar as dificuldades” ou se, pelo contrário, “a noção de interesse público claudica perante o vociferar constante de interesses sectoriais”."

TVI - Manuela Moura Guedes

TVI em foco
"A não ser os que acham que os portugueses são estúpidos ou fazem insinuações mais ou menos cobardes e oportunistas é que poderão pensar que Sócrates interveio para se livrar da família Moniz. Por isso subsiste a dúvida, quem tramou Manuela Moura Guedes ou, melhor, José Sócrates? A Prisa diz que foi a Media Capital e esta diz que foi a Prisa. Uma coisa é certa, se eu fosse patrão da madame Moniz e ela me chamasse estúpido dava-lhe um pontapé no traseiro que ela teria que amortecer a queda com os beiços." in O Jumento

Joana Amaral Dias - Francisco Louçã


Entre os dois venha o diabo e escolha.

Oiça, "menina betinha", aquilo que agora veio dizer, já o podia ter feito na altura.

Toda a gente a procurou e manteve-se escondida.

Agora, depois de todo o alarido que o seu "patrão" provocou é que o vem encriminar?

Lá diz o povo e com razão - farinha do mesmo saco


Líder do BE sublinha que só falou depois da TVI ter dado a notícia
Louçã desvaloriza críticas de Joana Amaral Dias


O líder do BE desvalorizou hoje as críticas de Joana Amaral Dias, que manifestou desagrado por Louçã ter explorado politicamente um convite feito à militante "bloquista" para que integrasse as listas de deputados do PS.Numa entrevista ao "Diário de Notícias", publicada hoje, Joana Amaral Dias diz ter sido "lamentável a utilização que Louçã deu ao convite" que foi dirigido pelo PS à ex-deputada para integrar as listas de candidatos deste partido ao Parlamento.A perspectiva do líder do BE é outra: "A Joana Amaral Dias escolheu, na sua inteira liberdade, telefonar à TVI e dar a notícia. E houve milhões de pessoas que souberam porque ela quis, e tinha o direito de o fazer. Portanto, não é uma questão de alarido, é de respeito pela sua própria posição".

Baviera . Andechs




Arvore com mais de 700 anos na povação da Abadia de Andecks

TVI - Redacção

TVI - Zangam-se a comadres...

Não é de estranhar. Um já não está. A outra levou uma vassourada...

«Gritaria, acusações, insultos. Houve de tudo um pouco no plenário selvagem realizado ontem à tarde na redacção da TVI. Tudo por causa da escolha de Patrícia Matos, uma estagiária contratada no início do ano para a TVI 24, para apresentar o primeiro jornal de sexta-feira sem Manuela Moura Guedes. O plenário transformou-se rapidamente numa imensa algazarra, com João Maia Abreu, director de informação interino, a dar a cara pela escolha e Manuela Moura Guedes a ser acusada por vários jornalistas de ser a responsável pelo afastamento dos pivôs habituais.

As trocas de acusações sucederam-se, os berros também, o ambiente na redacção de Queluz de Baixo fazia lembrar os tempos vividos no PREC em 1975. Manuela Moura Guedes chegou mesmo a insultar a jornalista Paula Magalhães, uma histórica da TVI, mas foi violentamente atacada pelo seu comportamento na estação nos últimos anos. E houve mesmo quem lhe dissesse, cara a cara, sempre num ambiente de grande exaltação, que o famoso ‘Jornal Nacional de 6ª’, cancelado pela administração da Media Capital, era, afinal, ‘uma porcaria’. Tudo isto se passava à frente da estagiária escolhida, que, a duas horas de ir para o ar, assistia a uma violenta discussão sobre a sua presença no ecrã. E mesmo quando o plenário selvagem acabou e as pessoas voltaram aos seus lugares, a tensão não diminuiu, antes pelo contrário.

O CM sabe que o processo de escolha do pivô substituto de Manuela Moura Guedes começou na quinta--feira. A direcção de Informação falou com José Carlos Castro, mas o pivô está de férias e não podia deslocar-se a Queluz. Pedro Pinto tinha uma apresentação de um livro e afirmou que não ia substituir uma pessoa com quem tinha trabalhado dez anos, muito embora tenha ocupado o seu lugar quando os espanhóis afastaram Manuela Moura Guedes dos ecrãs mal chegaram a Queluz. Já Júlio Magalhães tinha uma festa de anos no Porto, mas, sabe o CM, estava disposto a vir a Lisboa. No entanto, um telefonema de Manuela Moura Guedes, que fez tudo para impor a escolha de Patrícia Matos para pivô ontem à noite, fê-lo mudar de ideias. » [Correio da Manhã]

Pacheco Pereira

Se eu disser que PP é Maricas!!

Burlou um amigo com cerca de 1 milhão de euros!!!

Não teria que provar?

Será que não era bom que fosse obrigado a provar o que disse?

Esta é que é a politica de verdade que o PSD quer?

Quem vai acreditar neste deputado quando for eleito?

É uma vergonha.

O vale tudo para chegar ao poder, está aqui bem representado em gente como esta.

Gente sem vergonha

 

TVI: «Sócrates deu a ordem», acusa Pacheco Pereira
O cabeça-de-lista do PSD por Santarém às legislativas, Pacheco Pereira, responsabilizou hoje o primeiro-ministro pelo cancelamento do Jornal de Sexta-Feira da TVI, considerando que José Sócrates "deu a ordem" para o desaparecimento de um noticiário "incómodo para o Governo".

 

Asfixia democrática

Quando  fala  asfixia democrática tem que  pensar no que se passou no PSD – quem discordou de Manuela Ferreira Leite, foi varrido de candidato a deputado.

Dois pesos e duas medidas?

 

«Portanto, quando há muitos casos desta natureza e quando há um sentimento no país que de existe verdadeiramente uma asfixia democrática, no sentido em que quem discorda, quem enfrenta, quem ousa dizer alguma coisa que não está de acordo com os parâmetros do governo, sofre ameaças, sofre retaliações, e quando isso é assim, está criado o clima para que se subentenda que aquilo que se passou na TVI é um grave atentado à liberdade da comunicação social»,

05 setembro, 2009

Uma anedota

Os últimos desenvolvimentos do caso TVI fazem-me lembrar a anedota do compadre que foi convidado para dar um passeio num avião de acrobacias. Terminado o passeio o coitado lá contou a sua experiência: “Quando o avião subiu, já estava à espera de fazer xixi. Quando desceu a pique já estava `espera de me borrar pelas calças abaixo. Mas do que não estava à espera era que o avião desse uma pirueta e a merda e o xixi me caíssem em cima”.

Ora, no caso Freeport não fui apanhado de surpresa como o compadre, já estava `espera que a TVI e o SOL dessem a volta à “merda” para fazê-la cair novamente em cima em cima de Sócrates. Toda a gente sabe que o SOL pertence a um alto dirigente do PSD e do ódio que a família Moniz nutre pelo primeiro-ministro, nem uns nem os outros poderiam perder a oportunidade de usar este caso durante as eleições e muito menos aceitar que o mesmo tivesse a sua conclusão antes do acto eleitoral.

Com a Ferreira Leite a afundar-se depois da escolha de acusados para candidatos a deputado e exclusão de destacados militantes e com a economia a dar sinais de retoma era necessário pegar no que já se disse sobre o caso Freeport e lançar de novo a confusão, era necessário fazer esquecer que há uma investigação em curso e evitar que a mesma seja concluída.

É evidente que o PSD não toma posição, atolado no caso BPN não pode correr riscos, se no caso Freeport ainda não foi produzida prova, já no BPN todos os portugueses sabem que foi cometida a maior fraude na história de Portugal. E esta fraude foi cometida por gente grada do PSD, gente que criou um banco para se amanhar e nem o cidadão Cavaco Silva se escapou de obter alguns lucros com um estranho negócio de acções.

É evidente que os dirigentes do PSD é gente muito bem educada e não toca nestes assuntos, os seus militantes é que mandam milhões de mais e o jornal de um dos seus dirigentes, por sinal um homem da SLN, é que faz o trabalho sujo.

Há muito que aqui disse que esta campanha eleitoral seria uma das mais duras na história de Portugal, a direita aposta tudo na sua sobrevivência e no sonho de deter a Presidência da República e op governo. Sem uma candidata credível e com dimensão para o cargo resta o recurso ao golpe sujo.

Ainda por cima a evolução da economia tem desmentido as teses de Manuela Ferreira Leite, da mesma forma que as últimas decisões de Manuela Ferreira Leite desmentiram a sua tese da verdade. Uma dirigente que escolhe um candidato a deputado que no dia em que ia fazer um exame à PJ teve uma tromboflebite só pode estar a gozar com a própria verdade.

Todavia, esta campanha vai ter a vantagem de forçar muita gente a definir-se, a dizer de que lado está, a afirmar os princípios ou a fazer exercícios de oportunismo eleitoral

 

 

O político, a jornalista, o matador de touros e o touro

 

Vamos lá ver se nos entendemos.

É óptimo opinar sobre temas que não nos dizem directamente respeito.

Palradores, políticos e  jornalistas dão os seus palpites, conforme lhes interessa.

O que se pergunta, é o seguinte: se tivesse acontecido a um deles o que aconteceu a José Socrates, pensavam da mesma maneira?

E o que tem os touros a ver com este tema?

Simples.

Tourada.

Toureiro.

Touro.

Começa a lide.

Alguem acredita que o touro é o responsável por se encontrar na praça de touros?

Claro que não.

Então o touro, pode ser lidado, farpeado e morto na praça e não lhe assiste o direito de dar uma valente cornada no toureiro?

Meus senhores.

Dizerem que Sócrates é o responsável pela destituição de MMG é o cúmulo da hipocrisia.

Pergunta-se, se estivessem no lugar do touro, o que fariam?

Por muito que possam chamar de jornalismo ao que a familia Moniz propiciava na TVI, a perseguição ao Primeiro Ministro era notória e persistente.

Sócrates, no plenário do seu partido tinha que ficar calado?

Só agora é que estas vozes se levantaram justificando a situação criada, tantos meses após o Congresso do PS.

Muit dessa gente, sem preconceitos deveria estar na pele do touro e logo sentia a dor das farpas a entrarem pela carne dentro.

Noruega - Habitação de Agricultor

Pormenor de interior de habitação de agricultor

PROFESSORES

 

Uma  volta pelo centro do país , pelo Concelho de Oeiras e concelhos da área urbana da Grande Lisboa,  com passagem junto de diversas escolas do ensino básico e secundário e o aspecto é o mesmo: nenhum movimento.

As escolas do ensino básico estão mesmo fechadas. Na zona de Porto Salvo, apenas estão a funcionar os CTL’s.

Ainda faltam cerca de 15 dias para o inicio das aulas.

Não será caso para dizer: a boa vida continua à custa dos impostos do ZÉ.

 

 

Vila Fria - Rua Carlos Cardoso


Vila Fria - Rua Carlos Cardoso
Pavimentada - Seta azul
por pavimentar - Seta vermelha
(Será que alguêm se vai lembrar desta situação!!!)

04 setembro, 2009

Super Homem

 

Estes homens do futebol, são mesmo “uma ganda máquina”

Autarca, dirigente da Uefa, comentador de televisão., etc, etc.

Guilherme Aguiar debate Matosinhos no Clube de Pensadores

A luta acesa pela Câmara de Matosinhos passa esta noite pelo Clube de Pensadores, com a participação do vereador de Gaia Guilherme Aguiar (PSD-CDS/PP). Em aberto, está a realização de um debate entre Aguiar, Narciso Miranda (Ind), Guilherme Pinto (PS), Honório Novo (CDU) e Fernando Queiroz (BE)

 

TVI

 

Aqui há gato escondido com rabo de fora.

Afinal donde veio a ordem.

O abaixo assinado que se transcreve foi feito com que sentido?

 

«A redacção da TVI, reunida no dia 3 de Setembro de 2009, vem por este meio repudiar a decisão da administração do grupo Prisa de retirar do ar o Jornal Nacional de Sexta-Feira.

O prestígio da TVI depende do trabalho livre e responsável dos seus profissionais. Ao retirar o Jornal de Sexta, na véspera da sua emissão, a administração põe em causa a seriedade e a competência de todos os seus profissionais, um dos maiores capitais da empresa.

A redacção da TVI reprova quaisquer actos que ponham em causa a sua dignidade profissional e independência jornalística, bem como a liberdade de imprensa em geral. A redacção da TVI exige que esses valores sejam respeitados e que esta situação seja esclarecida

 

TVI – Jornal de Sexta-feira

 

Hoje, foi assim.

Para tapar o Sol com uma peneira, não era necessário dizer que tinham remetido 6 perguntas ao gabinete do Primeiro Ministro e que  ainda não fora obtida qualquer resposta.

Hoje foi apresentado um dos 3 programas que estavam programados por Manuela Moura Guedes. Um para cada semana, dias 04, 11 e 18 de Setembro. O fim de semana a seguir já era demasido próximo das eleições ou então ainda haveria tempo de sobra para fabricar mais um programa.

Só não vê quem quizer ser cego.

Tudo programado até às eleições.

Será de  notar a facilidade com que a banalidade de algumas notícias são transformadas no sentido de impressionarem os telespectadores, pelo modo como são servidas aos portugas hávidos de sangue e de conflitos do tipo de faca e alguidar.

Depois, confirmar que continuam a sair a conta gotas, furando a malha que deveria ser estreita  do segredo de justiça, notícias sobre o que se passa no ambito das investigações do Freeport.

Inclusive, chega-se ao pormenor de desmentir a procuradora adjunta Candida de Almeida sobre pormenores do processo, o que deverá merecer uma explicação daquela.

Fala-se agora, novamente dum DVD, não explicando se era o mês dos tempos já passados ou se será outro.

Se for outro, apresenta-se uma nova situação de quebra de segredo de justiça. Se for o mesmo, pergunta-se porque ficaram guardadas para estas datas as novas divulgações da possível interveniência dum primo de Sócrates no caso Feeport.

O resto, o bater à porta, falar com os tios de Socrates, são apenas palha. Palha que servia para Manuela Moura Guedes incendiar a opinião pública deixando que esta fosse ardendo em fogo lento, alimentando a polémica.

Podem chamar jornalismo a isto, mas talvez que seja.

A propósito convem esclarecer o seguinte: A Prisa negou esta sexta-feira qualquer interferência na polémica decisão tomada pela TVI de suspender o «Jornal Nacional de Sexta-feira», insistindo que se tratou de uma decisão da equipa de direcção em Lisboa.

 

Em que ficamos, com todas as notícias de ontem que configuravam que a ordem tinha vindo de Espanha e que originou  os comentários mais díspares. Alguns até insultuosos para a empresa.

Vamos aguardar

TVI – Jornal de Sexta-feira

Como é possível nos dis de hoje haver situações como estas.

Admitimos os maus bocados que este desgraçado não terá passado nas mãos daquela gente.

Ex-editor acusa Moniz de o obrigar a alinhar jornal pelo de Moura Guedes 

O ex-editor da TVI Paulo Simão acusou hoje José Eduardo Moniz de lhe ter exigido que "alinhasse" o seu jornal da tarde pelo jornal de sexta-feira, de Manuela Moura Guedes, ordem que o levou a sair da estação.

"No dia 14 de Novembro de 2008 o então director-geral da TVI disse-me: 'O Jornal Nacional de sexta-feira lança os temas e vocês têm que os seguir'", recordou hoje Paulo Simão, 38 anos, ex-editor do Jornal da Tarde da TVI e de outros telejornais, nomeadamente os de fim-de-semana.

"Pediram-me para alinhar o jornal que editava com o Jornal de sexta-feira, com o qual não concordava, por que envergonha o jornalismo. Reflecti e tentei perceber se conseguia continuar a exercer a minha função editorial com liberdade - mas aquilo era demais e ainda não era o jornal das grandes polémicas em que se tornou mais tarde", disse Paulo Simão.

O ex-jornalista, com 14 anos alternados na TVI, abandonou a estação no dia 9 de Janeiro deste ano e actualmente encontra-se a trabalhar como director de comunicação de uma empresa privada. "Eu acho que ser subserviente ao poder é tão grave quanto lançar uma campanha", disse Paulo Simão, que deixou palavras críticas para os jornalistas que "dizem que não se identificam com o Jornal da Sexta mas que admitem que este exista". Acrescenta, no entanto que aqueles jornalistas não enfrentam aquilo que ele teve que enfrentar: "Ou ficava e participava ou vinha embora", disse.

O ex-jornalista disse querer distinguir o Jornal de Sexta da redacção da TVI - "que tem pessoas sérias, isentas e rigorosas", sublinha - e acusou Manuela Moura Guedes de "sequestrar a liberdade de expressão" na estação. "Porque estive tanto tempo calado? Essas pessoas quase que sequestraram a liberdade de expressão como uma bandeira delas quando, na prática, não se viu nada disso". E remata: "Estou a falar de uma pessoa como a Manuela Moura Guedes. Acho lamentável que ela se esconda atrás da redacção, a mesma redacção que ela insultou dez, vinte vezes".

 

 

Isabel MeireLLes - Oeiras

Transcrição de comentário no "Oeiras Local"
"Open Your Eyes disse...
Estive presente.
Não gostei.
Faltou o povo!!!
Entre os presentes, apenas potenciais candidatos a tachos e outros "ilustres", a verificar quem entre si tinha um bronzeado mais jeitoso...
Dos discursos, nada de novo, nada de empolgante, nenhum rasgo de convicção, novidade ou motivação genuina. Apenas palco para um "jotinha" se promover, e um Paulo Rangel que ainda estará a pensar porque é vai para a Europa quando neste momento é dos mais cotados dentro do partido para assumir a liderança do partido.Teresa Zambujo, Eduardo Costa e Rui Soeiro. Muito sinceramente, ficariam melhor em casa, pois o eleitorado que votou nestes senhores em 2005 nem saberá que estes ainda existem. Mais, de facto, estava mais gente de Cascais e Lisboa junta do que "militantes" de Oeiras.
Meus caros, não auguro nada de bom para o PSD Oeiras nas próximas eleições autárquicas. E a questão é que temos muita gente responsável, desde as secções locais, passando pela distrital e por ultimo a direcção nacional. Paira um nuvem de silencio compactuado sobre esta candidatura que, quanto a mim, enquanto militante do PSD, deveras lamento.
Por outro lado, paira uma nuvem de felicidade e harmonia nas sedes de campanha dos mais directos adversários, assistindo de forma hilariante à fantochada que é esta candidatura. E pelos vistos, pouco ou ninguém se importa, pois muitos já se contentam com um lugarzinho de vereador com as devidas mordomias e visibilidade.
Duvidam ? pensam que isto é apenas falar mal ?
11 de Outubro meus caros..."

ÓBIDOS

 

 

 

Coreia do Norte

Fome e miséria resolvida com armas nucleares

 

A Coreia do Norte afirmou hoje ter atingido a última fase do enriquecimento de urânio e que vai fabricar novas armas nucleares com barras de urânio usado, noticiou a agência sul-coreana Yonhap, citando a agência norte-coreana.

 

Debate Jerónimo-Louçã marcado por convergência anti-PS

O avó boca Doce e o Betinho das Esquerdas, deliram no bota abaixo ao PS e a Socrates.

Para eles, seria muito melhor que o PSD estivesse a governar. Sabe-se lá porquê..


“O frente-a-frente desta quinta-feira entre o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, e o líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, foi marcado pela convergência nas críticas às políticas seguidas pelo Governo liderado por José Sócrates.”

 

Mercado das Caldas da Rainha

Regateando os preços da fruta

Selecção da Federação de Futebol

“O "capitão" da Dinamarca, Jon Dahl Tomasson, provocou hoje Portugal, ao acusar, em tom de brincadeira, a equipa das "quinas" de "comprar" Liedson no Brasil para suprir a necessidade de um ponta-de-lança.

"Eles estão necessitados de um verdadeiro ponta-de-lança e então foram ao Brasil comprar um", disse, entre sorrisos, o avançado nórdico.

O jogador dos holandeses do Feyenoord revelou, no entanto, pouca preocupação com o assunto. "Não fazemos isso na Dinamarca, nem no resto da Escandinávia, comparando com o que acontece nos países do Sul da Europa. Mas por mim está tudo bem".

Também hoje, o central Simon Kjaer prometeu marcação implacável a Cristiano Ronaldo, desafiando os limites do jogo limpo.

"Temos de o irritar desde o início, dar-lhe pancadas e derruba-lo algumas vezes, mas sem receber cartão amarelo", resumiu Simon Kjaer, que actua no Palermo.

A Dinamarca tinha previsto treinar hoje, mas a sessão foi cancelada.

O avançado Nicklas Bendtner (Arsenal), forte candidato à titularidade, apresentou pequenos problemas físicos, mas que não devem ser impeditivos de ser utilizado.

Portugal e Dinamarca defrontam-se sábado, em Copenhaga, em encontro do Grupo 1 de apuramento para o Mundial de 2010, com os nórdicos a surgirem com sete pontos de avanço sobre a equipa das "quinas", após seis jogos”

 

 

TVI

Só que não é Sócrates quem tem interferido na TVI, é Manuela Moura Guedes que abusando o estatuto de favor que resultava do cargo do marido que tem intervido na política e condicionado a justiça.

PS - Eleição para a Junta de Freguesia de Porto Salvo

Apresentação de candidato

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Katembe - bebida em Moçambique


Katembe - Moçambique
Cola e vinho branco

Boca do Inferno - Cascais


Pesca - Boca do Inferno

03 setembro, 2009

Selecção de Futebol


Bandeira de Portugal

Selecção com Brasileiros, não


Bandeira da Selecção de Futebol da Federação
Concordo com esta senhora


Há muitos portugueses para jogar.

Não são tão bons, paciência. São portugueses, não são naturalizaods portugueses. Aqui está a diferença.

Tem que haver sangue português.

Claro que toda aquela gente que vive à conta da Federação, tanto lhe interessa semelhante situação.

É vulgar dizer: - " ÓH Abreu, eu quero é cá o meu"



Marta Rebelo vai deixar de ver os jogos se Liedson jogar. "Não é discriminação", garante.

Marta Rebelo, ex-deputada do PS (durante grande parte desta legislatura teve assento no Parlamento) foi ontem acusada na blogosfera de xenofobia. Em causa um texto seu defendendo que a selecção nacional de futebol deveria estar fechada a brasileiros naturalizados, texto que também espantou o seu próprio partido. Deixará de assistir aos jogos se Liedson jogar, "não por qualquer espécie de discriminação contra os estrangeiros" mas porque "gostava que a selecção não fosse constituída por brasileiros naturalizados, e caminhamos para a ausência de portugueses." "Verdade que depois de naturalizados são, para todos os efeitos, portugueses. Mas para efeitos futebolísticos não. Na selecção, não!"
Celeste Correia, deputada do PS natural de Cabo Verde (e especialista em questões da imigração e da nacionalidade) colocou o post à conta da paixão de Marta pelo futebol: "Deixa-a obnibulada. Fica outra!" Acrescentou "lamentar" a teoria. Marta Rebelo disse ao DN ser contra a naturalização de jogadores "com o fim único" de os colocar a jogar na equipa nacional. Isso, disse, "é contra o espírito da selecção

Freeport

Freeport /TVI

Augusto Santos Silva comentou notícias relativamente ao facto de o Jornal de Sexta estar a preparar-se para divulgar novas informações sobre o caso Freeport, lançando um repto.
«Gostaria de desafiar, em nome do PS, todos aqueles que sugerem ou afirmam que têm elementos com valor informativo, que têm a ver com o PS, que o publicitem», apontou.

TVI - Informação

Para a maioria dos portugueses pensantes, a demisão desta triste senhora, seria algo já esperado.
Na TVI estava a acontecer, mas ninguem pensa que seria possível uma actuação semelhante na estação de Pinto Balsemão, por mais vantagens politicas que lhes pudesse advir.
Tal actuação só foi possível com a aquiscência e, especialmente com o patrocínio de Jose Eduardo Moniz.
A TVI transformou-se num vasculho de lama sobre a vida de José Socrates, como pessoa e como político.
MMG deveria sentir um espamo erótico por cada vez que trazia à pantalha da TVI notícias, cuidadosamente escolhidas no tempo e no modo.
É claro que há por aí muito potuguês que só se revê na desgraça alheia.
Como se este fosse o caso.
O exagero e a persistência com que trabalhava as notícias, que na maioria dos casos, passavam a ser mais opiniões de MMG, passaram a começar a enojar muita gente séria e honesta.
Por muito que esta linha editorial desse gozo e servisse interesses e conjurações politícas bem indiciadas, não começava a defender os interesses daqueles que lhes pagam os principescos salários no sentido de que eventualmente já se deveria estar a começar a sentir quebras de audiência.
Vai daí, os deuses com pés de barro, caem do pedestral mais depressa do que eles nunca pensaram.
Os patrões contabilizam os prós e contras e as mais valias do retorno.
Assim foi.

Transito

No mapa pode referenciar-se a area de serviço na A5 e a ponte que cruza o Auto estrada.
Existe um caminho de terra batida que entronca junto ao campo do União de Vila Fria e que poderia aliviar muito do trânsito nesta zona se fosse transformado em arruamento pavimentado.

ERC

Porque há eleições, não se “limpa a casa” ?

Noutras situações a ERC não foi tão lesta a dar opinião.

Vamos lá saber porquê!!!

O presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), considera «absolutamente inaceitável» e de «total ausência de oportunidade» o cancelamento do Jornal de Sexta da TVI, anunciado pela administração da estação esta quinta-feira.

«Tenho por absolutamente inaceitável e de uma total ausência de sentido de oportunidade com uma consequência objectiva de interferência num processo eleitoral a decisão que foi hoje tornada pública e tomada pela administração da TVI», afirmou à Lusa José Azeredo Lopes.

O presidente da ERC salientou a «estupefacção» que sentiu perante as notícias que dão conta do cancelamento do Jornal de Sexta, apresentado por Manuela Moura Guedes.

 

 

Vasco Polido Valente

Vasco Polido Valente

Já não vamos voltar a ver este cavalheiro a gaguejar continuamente, parecendo que está com um valente “pifo”.

Com centenas de “palradores” que proliferam pelos media, mais um, menos um, que diferença faz?

“Qualquer que seja o argumento invocado pela administração para suspender o Jornal Nacional de sexta-feira, este é um acto que não se pode praticar a um mês de eleições. Não se pode fazer uma coisa destas”, defendeu Pulido Valente. “Por isso, na sequência desta suspensão, entendi que não fazia sentido continuar”, defendeu.

TVI - Manuela Moura Guedes

Manuela Moura Guedes de malas aviadas.

Manuela Moura Guedes terá uma solução: montar a sua própria TV, emitir duma estação clandestina a bordo duma traineira, ou ir para Argel, como refugiada política.

Agora, ficou a saber que os patrões aceitam muita coisa, mas há um limite e esse esgotou-se.

Desejo-lhe uma viagem sem regresso à comunicação social atravès dos écrans das TV. A não ser que Pinto Balsemão a queira lá no seu orfanato.

Manuela Moura Guedes comentou já que "nada fazia adivinhar este desfecho". Esta manhã foi conhecida a decisão da administração da TVI de cancelar o Jornal de Sexta. A direcção e chefes de redacção demitiram-se em bloco.

Tribunais - Advogados

Pelo texto acima, carta de um distinto advogado, pode verificar-se o seguinte:

A - O Tribunal não conseguiu localizar o queixoso porquê? Não se deu ao trabalho sequer de contactar o seu advogado de defesa, pois se o tivesse feito, o queixoso está facilmente contactável como demontra o recebimento da carta em questão.
B - O advogado de defesa, o que andou a fazer? Certamente que não defendeu convenientemente o seu constituinte, porque nem com o queixoso trocou o mínimo de impressões que poderiam justificar um melhor desfecho da sentença.

Ao fim de 3 anos passados sobre os factos, certamente que o Tribunal e o advogado cobraram e bem, pelo seu "trabalho"

Cavaco Silva e as promulgações

Mesmo com as perdas de tempo dos assessores a darem bocas para os  orgãos de informação, Cavaco Silva ficou com calo no dedo e o jeep mais vazio com 1 veto e tanta promulgação.

 

Cavaco Silva promulgou 113 diplomas em Agosto e vetou uma lei  http://ultimahora.publico.pt/includes/img/vazio.gif

O Presidente da República promulgou 113 diplomas em Agosto e vetou um diploma no mesmo período, encontrando-se presentemente em análise outros 54, informa a Presidência da República.

 

Manuela Moura Guedes: "Temos pronta uma peça sobre o Freeport" 

Não seria bom a PGR contratar esta senhora e a sua equipa para resolverem o caso da investigação do Freeport?

Continuam a surgir a conta gotas informações do Freeport que estão em segredo de justiça?

 

 

“Manuela Moura Guedes confirmou hoje ao PÚBLICO a demissão da direcção de informação da TVI depois da suspensão do Jornal Nacional que apresentava e coordenava e que amanhã regressava depois de um período de férias. Moura Guedes revelou que tem pronta uma peça com notícias novas sobre o caso Freeport, feita por uma jornalista da sua equipa. “Temos pronta uma peça sobre o Freeport, com dados novos e, como sempre, documentados”, disse a jornalista, recusando-se a fazer mais comentários.”