SANTANA LOPES – Mente e manipula
Que estava Judite de Sousa a fazer, quem nem conferiu as contas.
SANTANA LOPES – Mente e manipula
Que estava Judite de Sousa a fazer, quem nem conferiu as contas.
CAVACO SILVA – umas no cravo outras na ferradura
Como dá razão a Sócrates, tudo de bico calado, para não ferir as sensibilidades dos BE, PCP, Portas e PSD.
Que é uma vergonha o que andam a dizer, é...
«Em entrevista ao jornal austríaco Kurier, publicada hoje, o Presidente da República falou do défice português que considerou estar ao mesmo nível de outros países europeus. “Portugal encontra-se numa situação semelhante à de todos os outros países da UE, mas de certeza que não comprometemos a Zona Euro”, disse Cavaco Silva, numa conversa realizada em Lisboa antes da partida para a visita de três dias à Áustria.
Cavaco Silva lembra que países como Portugal e a Grécia são criticados pelos seus elevados défices orçamentais, mas acrescenta que há outros países como Espanha, Irlanda ou Alemanha na mesma situação. Quando se inverterem as dificuldades financeiras em todo o mundo, Cavaco frisa que “os défices têm de ser novamente reduzidos »
Um comentário:
« 24.07.2009 - 13h40 - Espectro, Porto |
O que diz Cavaco é tão verdade e óbvio que nem precisaria de ser repetido. Tanto ao nível do deficit como do decréscimo do PIB estamos dentro da média dos países que fazem parte do Euro e muito melhor do que aqueles que desse clube não fazem parte. O Cavaco, a custo, teve que dizer aquilo que todos os organismos da UE (Comissão, Eurostat), do FMI e da OCDE têm repetido ao longo deste ano. Só a oposição, se qualquer pudor e com toda a virulência contradiz esta verdade matemática. Claro que as afirmações da velha do PSD se revestem de especial gravidade, uma vez que foi ministra das finanças responsável pelo descalabro das contas públicas e tem ambições de ser primeira-ministra. Será que agora vai insistir no seu número circense e contradizer o seu protector, mentor e criador Cavaco?! LOL» |
Provedor de Justiça – limpa “tachos”
Uma boa atitude.
Limpa os “old boys” instalados e que viviam à conta do Orçamento
Quer contratar quem está nas listas de “desemprego”
Uma atitude séria e demonstrativa de que algo pode mudar naquele departamento, após anos de letargia e de morte anunciada.
«O recém-leito provedor da Justiça Alfredo José de Sousa dispensou na semana passada 12 funcionários nomeados ilegalmente. De acordo com o Correio da Manhã, uma auditoria do Tribunal de Contas verificou que os funcionários, na Provedoria há dez anos e que exerciam funções diversas, não tinham qualquer vínculo à função pública.
"Com a posse do novo provedor, e como resulta da klei, cessaram automaticamente funções todos os membros do seu Gabinete: chefe de gabinete, adjuntos, secretários pessoais e os 12 referidos colaboradores", disse ao diário a Provedoria-Geral da Justiça.
Alfredo José de Sousa comunicou o sucedido ao primeiro-ministro numa carta datada de 17 de Julho". O provedor pede uma alteração à lei, de modo a poder contratar as pessoas que desempenhavam funções em serviços como as linhas verdes "Recados da Criança" e "Apoio aos Cidadãos Idosos", que neste momento estão suspensas
»
Contas Públicas – conversa fiada
Na verdade, no parlamento, não conseguindo por em causa a veracidade das contas públicas, a maioria da oposição, optou por “mais do mesmo” – falar, falar, falar.
Esqueceu~se a oposição, quem a CE nunca fez nenhum reparo às contas, contrariamente ao que aconteceu às dos Governos anteriores.
«Emanuel Santos, secretário de Estado Adjunto e do Orçamento assegurou que " o Governo "assumiu a transparência e rigor nas contas públicas", testemunhada pelo facto de ao longo dos últimos quatro anos as contas apresentadas por Lisboa "nunca terem merecido qualquer reparo" por parte de Bruxelas. Fazendo questão de se dirigir a " uma certa oposição", Emanuel Santos criticou os que pretendem "lançar irresponsáveis suspeitas" sobre contas validadas pelo Instituto Nacional de Estatística e pelo Eurostat . "Não deixaremos que a crise seja pretexto para uma certa oposição obscurecer o sucesso alcançado por este Governo na consolidação das contas públicas", disse o governante.»
Manuela Ferreira Leite – um poema sem rima
São de louvar as preocupações da “velha Senhora” com as contas do déficit.
Certamente ainda não terá esquecido das “trafulhices” que operou nessa contas quando ludibriou a oposição com a engenharia contabilistica realizada.
Para além da experiência que adquiriu quando Ministras das Finanças de Cavaco Silva, é claro que passou por diversos bancos e saberá eventualmente como se podem fazer essas coisas.
Agora, não pode pensar e muito menos deixar passar a ideia de que todos os Ministros das Finanças e Primeiros Ministros alinham por esse tipo de fraude contabilistica.
Erstá a esquecer-se que o actual Ministro das Finaças, tem demonstrado sempre grande honestidade formal e intelectual no desempenho das suas funçoes.
Não será certo que Manuela Ferreira Leite possa ter alguma autoridade como profissional para lançar esse tipo de suspeição. Os seus antecedentes pelo modo como cozinhou o déficet com enormes encargos e prejuizos de milhões de euros para o Estado, deveriam ser uma boa razão para, sobre esse tema, pelo menos, estar calada.
Manuela Ferreira Leite – porque mentes tanto?
Agora que Manuela Ferreira Leite só fala verdade e que o debate político começam a ser as questões fiscais vale a pena recordar como a então ministra das Finanças tinha um grande apego à verdade.
Não vou questionar os défices orçamentais calculados por Manuela Ferreira Leite e uma grande preocupação de Cavaco Silva, todos sabemos que sem manobras contabilísticas e o recurso à venda ao desbarato do património do Estado os défices orçamentais dos anos de Manuela Ferreira Leite foram um desastre. Sem aumentar os funcionários públicos, sem ter que suportar um aumento das prestações sociais e recorrendo às mais diversas manobras menos transparentes o défice orçamental situou-se a níveis dignos do que resultará da actual crise económica. Quanto à receita fiscal a queda foi tão grande que pela primeira vez desde os anos de 1980 e apesar do aumento da taxa do IVA ocorreu mesmo uma redução da receita fiscal.
Um bom exemplo da aplicação deste novo conceito de verdade ao fisco foi a titularização das dívidas ao fisco, vendidas sem qualquer critério a um grande banco internacional. Vendeu-se tudo o que se tinha para vender, desde dívidas fresca a dívidas incobráveis de contribuintes falecidos. O resultado ninguém conhece, o contrato foi tratado como segredo de Estado e até hoje desconhece-se quanto é que o Estado português já pagou por conta deste negócio destinado a salvar a honra da então ministra.
Mais grave do que este negócio foram as retenções abusivas dos reembolsos do IVA devido às empresas. A mesma Manuela Ferreira Leite que agora anda tão preocupada com as pequenas e médias empresas e com os exportadores recorreu sistematicamente ao congelamento dos reembolsos para inflacionar as receitas fiscais. Ao reter reembolsos do IVA processando-os apenas em Janeiro evitava que fossem contabilizados antes do fim do ano, desta forma aldrabava o défice do ano corrente à custa do défice do ano seguinte. Só que isto tinha um custo, as empresas, principalmente os exportadores que beneficiam da isenção de IVA na exportação, ficavam em dificuldades financeiras, tendo de se financiar na banca, acabando por suportar a esperteza de Manuela Ferreira Leite. O argumento para esta manobra era uma velhacaria, sempre que se aproximava o fim do ano Manuela Ferreira Leite inventava fraudes com os reembolsos para justificar a manobra, o atraso resultava da necessidade de proceder a investigações. Investigações que nunca eram feitas, os reembolsos eram processados mal terminava o ano.
Aliás, esta manobra era usada sistematicamente pois todos os meses a ministra das Finanças usava os dados ajeitados dos relatórios da execução fiscal para anunciar a evidência dos famosos sinais de retoma que nunca surgiram no horizonte.
Se é isto a verdade segundo Manuela Ferreira Leite então eu prefiro as mentiras atribuídas a José Sócrates, ao menos nenhuma delas obrigou os exportadores a recorrerem à banca porque a ministra lhes congelava os reembolsos para benefício político próprio»
JOAO RENDEIRO
Por este andar, a sorte de “arguido” ainda vai calhar a mais uns tantos banqueiros
João Rendeiro, ex-presidente do Conselho de Administração do Banco Privado Português (BPP), já foi constituído arguido no inquérito ao Caso BPP, tendo sido ouvido pelo Ministério Público (MP), revelou à Agência Lusa fonte ligada ao processo.
A mesma fonte disse que «é verdade» que João Rendeiro «foi ouvido» e que foi constituído «arguido», tendo ficando com Termo de Identidade e Residência (TIR).
A fonte não quis precisar a data exacta em que João Rendeiro foi ouvido pelo MP e constituído arguido.
JERÓNIMO DE SOUSA
Pergunta-se a Comunista Conservador se é com atitudes como as de Aljustrel e da Auto-Europa que se criam empregos.
««Parafraseando José Sócrates, está também para nascer o primeiro-ministro que tanto desemprego criou durante o mandato», disse na Assembleia da Republica, considerando que Sócrates fez «um elogio em boca própria».»
SOCRATES – o culpado
Na voz da Oposição, será?
«2,1 milhões de trabalhadores poderão ter de faltar ao trabalho por motivo de doença ou para assistir à família. São estes os pressupostos assumidos pela consultora que prevê que a gripe A possa roubar 0,45% ao PIB português. Os economistas relativizam qualquer previsão, e dizem que o impacto vai sobretudo depender da simultaneidade dos casos »
Manuela Ferreira Leite
O que nos espera:
«Que quer a dr.ª Manuela? Não se sabe, a não ser a sua ânsia de rasgar tudo o que Sócrates fez nos domínios do social. Só isso é, já de si, assustador, e criaria uma tessitura de conflitos cujos resultados seriam imprevisíveis. Os disparates que a senhora diz, com emocionante regularidade, têm uma importância de somenos. Mas reflectem as características do que pensa: uma privação absoluta de consciência social, que a torna extremamente perigosa. Não por ela, sim pelo que consigo arrasta e precipita.» - Diário de Notícias
Será que ainda há por aí alguem que acredite nestes mentores da desgraça. O curioso é que todos estão bem na vida.
Como não são nada honestos, trouxeram novamente à tona do lamaçal para onde tentaram e tentam lançar o Governo através do Compromisso Portugal um novo manifesto para fazer um balanço suspeito, mentiroso e incoerentemente negativo do governo. Enfim, mais lança destes “economistas” politiqueiros que já ninguém leva a sério.
Tribunal de Contas
Mudam-se os tempos, mudam-se a vontades.
A hipócrisia politica é assim.
A diferença entre os politicos e os palradores, tambemn está aqui.
«A escolha de Oliveira Martins, deputado independente eleito pelo PS, é "negativa e preocupante", disse ao PÚBLICO Miguel Macedo, secretário-geral do PSD. "Não estando em causa as suas qualidades e competências, é deputado do PS e foi, num passado não muito distante, ministro da Presidência e das Finanças. Para um órgão que tem como competência a fiscalização do Governo e das contas públicas, não nos parece que tenha sido o mais acertado", prossegue o dirigente social-democrata, lembrando que esta escolha "interrompe uma tradição de muito anos de ser um magistrado a presidir ao Tribunal de Contas".
O deputado comunista Agostinho Lopes vai ainda mais longe na sua apreciação. "Há aqui um problema de julgamento e de isenção que se exige a um presidente do Tribunal de Contas que, na nossa opinião, dificilmente será exercido por quem está de tal forma identificado com o PS e o seu Governo", disse Agostinho Lopes ao PÚBLICO, ressalvando que não estão em causa "a capacidade e os conhecimentos" de Oliveira Martins. O que faz com que os comunistas considerem que "não é uma escolha adequada" não são as competências do escolhido, mas "as grandes responsabilidades que tem assumido no PS".
Pelo CDS, o líder parlamentar, Nuno Melo, enuncia três características que lhe parecem "fundamentais" para um presidente do Tribunal de Contas: competência, independência e colaboração com os órgãos do Estado. "O nome do dr. Guilherme Oliveira Martins, se bem que não me mereça reparo quanto à competência, causa-me apreensão no que toca à independência e à colaboração", disse ao PÚBLICO. "É um deputado eleito do PS, que tem defendido a bandeira e as cores do PS com afinco. É alguém declaradamente comprometido com o PS", continua o presidente do grupo parlamentar do CDS, que diz temer que o dever de colaboração que considera existir "possa ficar condicionado pela cor partidária dos órgãos do Estado com que o Tribunal de Contas se relaciona".
Nuno Melo também diz que não estão em causa as competências de Oliveira Martins, mas lembra o ditado que diz que à mulher de César não basta ser séria, tem também de parecer. "Fica sempre debilitada a imagem do Tribunal de Contas", acrescenta o deputado, concluindo: "O Tribunal de Contas só é credível se não tiver cor partidária."» [Público]
«A verdade é que a esquerda conservadora também quer participar na escolha do primeiro-ministro, basta ler alguns comentários aqui deixados para se perceber quanto admiram Manuela Ferreira Leite. A estratégia do BE e do PCP há muito que é ajudar a direita a chegar ao poder. Em primeiro lugar porque o ódio que nutrem pelas correntes social-democratas é antiga, tão antiga quanto o marxismo-leninismo. Em segundo lugar porque a esquerda conservadora sempre preferiu a direita no poder, só assim se sentem à vontade no seu papel de lutadores anti-capitalistas, a extrema-esquerda sempre se alimentou da direita e quanto mais o governo estiver à direita melhor.
O que está em causa nas próximas eleições é a escolha do primeiro-ministro, uns preferem Manuela Ferreira Leite, outros optam por Sócrates. A direita e a esquerda conservadora há muito que fizeram a sua escolha, por este ou por aquele motivo, preferem Manuela Ferreira Leite. Paulo Portas, Louçã e Jerónimo de Sousa estão juntos ainda que por motivos diferentes, o primeiro porque sonha com o cargo de ministro, os outros porque entendem que o normal, porque se ajusta à sua estratégia, é a direita governar»
Freeport
Porque razão não querem dar publicidade ao caso Lopes da Mota?
Preferem a violação do segredo de justiça a conta gotas?
O CSMP também indeferiu o pedido do presidente da Eurojust para a Procuradoria-Geral da República considerar aberto ao público o processo disciplinar instaurado pelo PGR.
Manuel Alegre
Na verdade, desde há muito que não de dava pela sua presença no Parlamento.
Foi usando as mordomias, e ao que parece não são poucas, da Vice-Presidência do Parlamento.
De resto, pouco ou muito, sempre, dentro do PS, foi do contra.
Já tem a sua reforma.
Nem um voto, para Presidente da República – se não houver outro candidato, abstenção ou voto branco, será esse um poema a seu respeito.
Manuel Alegre despede-se do Parlamento após 34 anos
O ‘histórico’ socialista Manuel Alegre despede-se quinta-feira do hemiciclo da Assembleia da República ao fim de 34 anos, na recta final de uma Legislatura onde foi notório o seu afastamento do PS em algumas matérias
Juizes
A justiça por delegação dos Deuses.
Eles, devem ter a mania da “grandeza”, da “opulência” da “gula da dignidade do cargo”.
Ao que se sabe, são tão falíveis, comem, mijam e defecam como qualquer outro mortal.
Ao que se sabe, nasceram como nascem todos os mortais.
Podem reenvindicar muita coisa, não podem reenvindicar a sua vaidade pelo exercício do cargo. Essa já a tem que sobra.
Trabalhem em benefício de quem lhes manda colocar os vencimentos e os valores das mordomias, nos Bancos – o Zé Povinho.
Essa é a sua mais digna e honrosa função
ANA GOMES – Sintra
Acredito na democracia participativa e pretendo ouvir a opinião dos sintrenses antes de finalizar o programa eleitoral que o PS apresentará para a Câmara Municipal de Sintra.
As suas questões, comentários e sugestões para melhorar as políticas sintrenses serão muito bem-vindas. Não hesite em contactar-me através do seguinte e-mail: anagomes@porsintraporsi.net
Aljustrel – Minas – Mineiros – Manuel Pinho
Andam por aí alguns politicos, que bem mereciam levar com u balde de me.... p+ela cabeça a abaixo.
Mas aínda há quem goste deles. Sim, porque nesta coisa dos gostos, não se discutem.
Mas o balde, fazia-lhes falta.
«Repudiamos que os trabalhadores e a empresa sejam usados para aproveitamentos políticos, como aquele que foi feito contra o ex-ministro, Manuel Pinho, que - reconhecemos - se esforçou e fez todo o possível para levantar as Pirites Alentejanas, tendo-se obtido resultados positivos», lê-se no documento.
«É um abaixo-assinado de agradecimento» ao ex-ministro da Economia «pelo que ele fez por todos nós e pelos postos de trabalho» nas minas de Aljustrel, disse aos jornalistas a representante dos signatários Graça Belchior, referindo que trabalhadores da Qimonda e da AutoEuropa «agradecerem» a Manuel Pinho e os da Pirites Alentejanas «não agradeciam».
«Era injusto da nossa parte [dos trabalhadores da mina de Aljustrel] não agradecer» a Manuel Pinho, «porque, realmente, ele fez muito pela Pirites Alentejanas», disse Graça Belchior.
O documento, entregue hoje ao final da tarde, ao Governador Civil de Beja, Manuel Monge, foi subscrito por «126» trabalhadores das minas de Aljustrel, precisou a funcionária da Pirites Alentejanas.
«A maioria» dos signatários são funcionários da Pirites Alentejanas, frisou Graça Belchior, referindo que também assinaram o documento colaboradores da empresa que trabalham para empreiteiros que prestam serviços nas minas de Aljustrel.
A pedido da delegação de trabalhadores, disse Graça Belchior, o abaixo-assinado vai ser enviado, pelo Governador Civil de Beja, ao primeiro-ministro, José Sócrates, ao ministro da Economia, Teixeira dos Santos, e a Manuel Pinho.
Agora, «o importante é a manutenção dos postos de trabalho e a empresa ir para a frente», disse Graça Belchior, referindo que a Pirites Alentejanas «está a chamar de volta trabalhadores que tinham saído» da empresa.
Manuel Pinho demitiu-se no passado dia 2 de Julho do cargo de ministro da Economia, após ter dirigido um gesto inconveniente ao líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, durante o debate do Estado da Nação, no Parlamento.
O gesto de Manuel Pinho - dois dedos indicadores encostados à cabeça, simulando chifres - foi dirigido a Bernardino Soares durante uma intervenção do líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, que falava sobre os trabalhadores das minas de Aljustrel.
Autarquicas - Lisboa
Olha quem fala.
Deixou as finanças da Camara de Lisboa na penúria completa e ainda se dá oa luxo de botar faladura sobre o assunto.
Começa a haver pouca paciência para aturar politicos do “tacho”.
Servem para tudo –deputado – presidente de camara de provincia, presidente de camara da capital, primeiro ministro “cooptado”, deputado de segunda linha, etc, etc
«Santana Lopes defende que lisboetas têm «direito» a saber verdade sobre contas da autarquia
Pedro Santana Lopes, cabeça-de-lista da coligação “Lisboa com Sentido” às eleições autárquicas, afirmou hoje que os lisboetas têm “direito” a saber “a verdade” sobre as contas da autarquia, criticando duplas versões sobre os mesmos factos»
Portas e os submarinos?
E a grande maioria dos portugueses deveriam pensar que a culpa do agravamento do deficit era ... era de quê?
De quem?
Será que este artista da política, que passa a vida a dar uns beijinhos e uns abraços a umas velhotas carentes, não terá o decoro de pelo menos, de vez em quando, ser honesto e consequente naquilo que diz?
«O aumento de 284 por cento no défice das contas públicas no primeiro semestre de 2009 é culpa do Governo, diz Paulo Portas».
Vamos lá dizer que este sistema não presta, não funciona, etc, etc, etc
«Mais de 90% dos portugueses e empresas estão «satisfeitos» ou «muito satisfeitos» com os serviços on-line e balcão único criados pelo Ministério da Justiça.
Segundo um estudo da Universidade Nova de Lisboa apresentado esta terça-feira, citado pela Lusa, «50% dos inquiridos estão satisfeitos com os serviços on-line, enquanto 42% manifestaram-se muito satisfeitos», quando a questão colocada dizia respeito à avaliação da Percepção da Qualidade dos Novos Serviços de Registo e de Propriedade Industrial do Ministério da Justiça.
Quanto aos serviços de balcão único, 37% disseram estar «satisfeitos», subindo para 59% no caso dos «muito satisfeitos».»
Monasterio de Santa Clara, en Coimbra.| "Neste sítio um ministro pode ir para a rua por um par de cornos infantis ou por uma piada de mau gosto. As roubalheiras, os negócios escuros, os compadrios, a corrupção a céu aberto e o tráfico de influências, não só são tolerados como premiados nas urnas". |
| António Ribeiro Ferreira, jornalista, "Correio da Manhã", 20-07-2009 |
Ex-ministro enleado na tramóia do BPN – Arlindo Carvalho
Mais um amigo de Cavaco Silva.
Não é nenhum “boy” do PS que tanto gostaram os PSD de apregoar.
No melhor pano cai a nódoa.
O PSD tem muitas nódoas dos “old boys”.
Estas já estão a descoberto, não haverá mais por aí?
«O antigo ministro da Saúde Arlindo Carvalho e dois administradores da sociedade Pousa Flores foram constituídos arguidos no caso BPN e serão ouvidos hoje no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), revelou à Lusa fonte ligada ao processo.
Un miembro de la Guardia Nacional venezolana
DEPUTADOS FALTOSOS
Curioso, que dos mais faltosos constam, os mais palradores – Paulo Portas (CDS), Paulo Rangel ( PSD) e Aguiar Branco (PSD).
Que bons exemplos.
Saiba quem são os deputados mais e menos faltosos
Com uma enorme “chapelada” ao “Jumento”
Cobardia ou conivência?
Alberto João Jardim não pode ser tratado com a mesma indiferença com que os jornalistas tratam o conhecido “emplastro” que costuma importunar as reportagens em directo do futebol. Também não é um militante secundário cujas declarações não merecem mais do que uns sorrisos.
Alberto João Jardim é presidente de um governo regional, antes de Ferreira Leite se candidatar a líder do PSD chegou a equacionar a hipótese de o fazer, há alguns tempos chegou mesmo a falar-se da sua vinda para o Continente e até se falou de uma candidatura presidencial. É uma figura do Estado que nos últimos meses mereceu a visita de Cavaco Silva e Jaime Gama, as mais altas individualidades do Estado, a própria Ferreira Leite já confirmou a presença na festa de Chãs de Lagoa onde, como os seus antecessores, vai ao beija-mão de Alberto João.
O que Alberto João propôs foi nem mais nem menos do que a ilegalização dos partidos que nas eleições europeias receberam o voto de 20% dos portugueses, o que ele propôs é que muitos mais portugueses do que aqueles que o elegem na Madeira deixem de poder votar no partido da sua preferência. O que ele propôs foi que os50 mil militantes do PCP mais os do Bloco de Esquerda não possam ter qualquer actividade política, a não ser que não lute pelo seu projecto político.
E o que fez o PSD e Manuela Ferreira Leite? Nem verdade, nem mentira, o silêncio, ainda por cima justificado por um truque de linguagem.
Que o PSD não queira discutir agora projectos de revisão constitucional compreende-se, o projecto político de Manuela Ferreira Leite é um segredo, se é que existe. Mas não está em causa uma revisão constitucional cuja discussão pode ser adiada, o que um líder do PSD propôs foi que Portugal fosse o único país da Europa a banir os partidos comunistas, que Portugal fosse o único país da EU a não poder eleger deputados comunista para o Parlamento Europeu.
O que Alberto João disse envergonha qualquer democrata e deveria envergonhar todos os dirigentes e militantes do P”SD” e, em especial, da sua líder. Que a questão do ministro da República seja uma questão a discutir mais tarde compreende-se, mas proibir a liberdade política em Portugal não é discutível e a mera decisão de deixar a discussão para mais tarde significa que Manuela Ferreira Leite aceita discuti-la antes de lhe dizer não.
Depois de meses a criticar o Governo de excessos de autoritarismo o mínimo que se esperava de Manuela Ferreira Leite é que fizesse a afirmação pública da defesa da democracia e condenasse a proposta de Alberto João. Compreende-se que Manuela Ferreira Leite, tal como Cavaco Silva, não tenha mexido uma palha contra a ditadura, mas agora que é líder de um partido que até se diz social-democrata não pode ficar a assobiar para o ar. Muito menos quando há poucos meses teve o desplante de defender a suspensão da democracia como a melhor solução para implementar reformas.
Se Manuela Ferreira Leite não tem coragem para enfrentar Alberto João Jardim como é que terá coragem para enfrentar os problemas que se poderão colocar ao país se os eleitores tiverem a infeliz ideia de a eleger?
Manuela Ferreira Leite é uma líder política fraca, sem projecto político e sem discurso próprio, ainda por cima é cobarde e evidência um grande défice de formação democrática.
João Salgueiro
Afinal, o BPP teve “azar”, não terá sido mais nada?
Aqui temos uma análise profunda e sintética do que se terá passado no banco.
«A falência do BPP não tem impacto nenhum no sistema financeiro português. Infelizmente, tem impacto para as pessoas [clientes do BPP], agora para o sistema não tem, porque é um banco muito pequeno», considerou o responsável que presidiu até ao final de Junho à Associação Portuguesa de Bancos (APB), agora liderada por António de Sousa.
«O azar foi que eles [responsáveis do BPP] estavam em práticas de risco para terem rentabilidades altas e o mercado tornou inviáveis essas práticas de risco», afirmou João Salgueiro.
Luis Filipe Menezes
Não conseguiu sobreviver no campeonato das primeiras figuras, sempre é melhor uma Camara que nada ...
«Candidato-me porque gosto à brava disto e acho que tenho muito ainda para fazer por Gaia». Foi esta a primeira de muitas razões que Luís Filipe Menezes apresentou esta sexta-feira para voltar a ser candidato à Câmara de Gaia. Mas, antes, fez questão de dizer que queria que não restassem dúvidas: «Sou candidato a mais um mandato». Adiantando, mais tarde, que este «é para cumprir até ao fim».
Dormir, acordar, escrever ou falar
Neste momento, talvez o que mais falte neste país é quem decida, quem inove, quem trabalhe.
Discutir o sexo dos anjos, ao que se sabe, não adianta.
Terão chegados atrazados.
Quando a vida é bela, então discuta-se.
Agora, não.
Contra a “excessiva fulanização” da política
Os 14 redactores do documento provêem de diversas áreas (economia, universidade e cultura) e assumem-se como independentes. São eles: Ana Luísa Amaral, Ana Maria Pereirinha, António Pinto Ribeiro, Clara Macedo Cabral, Isabel Allegro de Magalhães, Isabel Hub Faria, Jean Barrocas, Joana Rigatto, João Ferreira do Amaral, João Sedas Nunes, Laura Ferreira dos Santos, Luís Filipe Rocha, Luís Moita, Luís Mourão, Margarida Gil, Maria do Céu Tostão, Maria Eduarda Gonçalves, Maria Helena Mira Mateus, Maria Manuela Silva, Mário Murteira, Mário Ruivo, Miguel Caetano, Philipp Barnstorf, Teresa Pizarro Beleza e Soromenho Marques.
Liedson na selecção....NÂO
E os portugueses, jogadores de Futebol, não dizem nada?
A selecção já perdeu muito do que tinha ganho, com este “vaidoso” chamado Queiroz. Agora ainda querem estrangeirar mais a selecção?
Com Queiroz deixámos de ver a selecção, com Liedson deixaremos de saber o que se passa com ela.
“A Direcção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) pediu um “parecer técnico” ao seleccionador Carlos Queiroz sobre a intenção manifestada pelo brasileiro Liedson, do Sporting, de representar a selecção.”
PROFESSORES
A FENPROF quer que a bandalheira continue.
A avaliação de que foram alvo os professores ao longo deste ano nas escolas do país não deve ter qualquer consequência para efeitos de progressão de carreira ou concurso. Todos devem ser tratados como se tivessem tido “Bom”. A reivindicação não é nova, mas a três dias de mais uma ronda negocial com a ministra da Educação, os sindicatos voltam a insistir.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) ameaça: a luta contra o modelo de avaliação “manter-se-á acesa podendo comprometer a tranquilidade do início do próximo ano lectivo”.
O Público reduz salários
Ainda não se viu nenhuma manifestação da CGTP por aquelas bandas.
Que terá contecido?
«O acordo foi assinado por 90 por cento dos trabalhadores, afirmou a mesma fonte, explicando que este número permite à administração avançar para reduções salariais escalonadas entre os três e os 18 por cento nas retribuições brutas superiores a 1200 euros.
A administração do jornal anunciou quarta-feira à redacção, através de e-mail, que a proposta de reduções salariais que tem sido rejeitada pelos jornalistas teria de ser aceite por 90 por cento dos trabalhadores até sexta-feira ao meio-dia sob pena de se recorrer a outros métodos que, segundo fontes do título, seriam o despedimento colectivo.» [Diário de Notícias]
Corrupção
A notícia agora publicada, talvez venha dar azo a que se pergunte: Desde a sua formação, o que tem feito este conselho?
É constituido por figuras importantes dos meios politicos e públicos.
Será que tem “tempo” de sobra para gastar neste tipo de actividades?
Desde a sua criação, até ao momento, o que produziram?
«A Falta de verificação dos trabalhos a mais nas empreitadas. Ausência de verificação dos termos em que os contratos públicos são celebrados. Falta de controlo sobre conflitos de interesses e favoritismos. Ausência de sensibilização dos funcionários públicos para a intolerância face a casos de corrupção. São algumas das falhas detectadas pelo Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) na actuação dos organismos públicos. E representam “riscos elevados de corrupção”.»
Ordens Profissionais, para que vos quero
| Ordens profissionais e guerras deprimentes As Ordens profissionais existem, não para defesa dos seus associados, mas para defesa dos cidadãos e para garantia da qualidade dos serviços prestados ao consumidor. Não se trata da defesa de um qualquer corporativismo, mas de proteger as pessoas, e por essa razão as ordens profissionais são públicas – porque prosseguem interesses públicos | |
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Esta protecção ainda mais se justifica se estamos perante profissões cujo exercício envolve particulares exigências de natureza científica, técnica e deontológica, cuja qualidade não é facilmente aferida pela maioria das pessoas, o que as torna vulneráveis como consumidores: por isso, as ordens profissionais representam a própria profissão perante a sociedade e o Estado.
Uma das grandes vantagens desta administração associativa consiste na proximidade das pessoas e dos problemas e no apelo à dedicação voluntária e desinteressada dos seus associados.
Em suma, as ordens profissionais nascem de uma necessidade de regulação da profissão para defesa dos cidadãos, que justificam a sua existência.
Podemos até encontrar algum paralelo com o Estado: ele existe para defender os cidadãos e, por isso, os políticos devem agir com sentido de Estado, sem descontinuidade de políticas interrompidas só pela novidade, pela caça ao voto, sem análise de risco ou de custo/benefício, quando isso prejudique as pessoas – os políticos devem agir de olhos postos no interesse colectivo e no futuro.
Vivemos uma época em que os portugueses estão deprimidos: os discursos dos seus representantes não os animam, não informam, nem inspiram confiança… e muito menos a guerra pelo poder, sobretudo com a crise que atraves- samos, que faz de uns mais iguais do que outros...
São tempos de forma e de pouca substância.
Mas a Justiça é, talvez, uma das áreas em que este desânimo mais se faz sentir.
Os agentes da Justiça não são ouvidos e são acusados pelos políticos quando tudo corre mal, em resultado das suas políticas desavisadas.
Mas, ainda assim, os agentes da Justiça devem dar o exemplo e têm uma especial responsabilidade para com os portugueses: os interesses colectivos devem estar sempre antes da sua carreira, da sua remuneração, das suas regalias, dos seus lucros, dos seus interesses pessoais.
Afinal, quando falham os órgãos de soberania, cujos protagonistas são escolhidos por sufrágio universal (minoritário, dada a abstenção deprimente), o que sobra? A Justiça!
Nos tempos que correm, a Ordem dos Advogados atravessa um período negro.
Confundem-se interesses corporativos de classe com os interesses dos portugueses e guerras que não informam e só assustam as pessoas ocupam demasiado tempo na televisão e exagerado espaço nos jornais (tal como as outras guerras, as dos políticos).
Ora, se estes agentes não dão um exemplo de contenção, de correcção, de transparência, de solidariedade e de defesa do interesse público, como podemos exigi-lo de quem vive com dificuldades, de quem sobrevive dia após dia, ou até dos políticos?
Quer-me parecer que, seja qual for o desfecho daquelas guerras, ele só deixará de ser deprimente se a substância prevalecer sobre a forma e se os advogados, que só existem enquanto tal – como, aliás, qualquer profissão – porque servem o cidadão, se derem ao valor e tiverem em devida conta o valor Justiça.
Carla Cristina Soares
Bastonária da Ordem dos Notários
Jardim
Faz o que quer.
Cavco no seu tempo nada fez, que iria agora fazer a “Velha Senhora”?
Enquanto os jornais e a TV tiverem um artista deste tipo de telenovelas, sem lhe pagar um cêntimo pelas sua apalhaçadas actuações, ele ainda reserva uma certa esperança de um dia ser o “chefe de quina” do PSD
«O porta-voz do PS considerou «inaceitável» o «silêncio» da direcção do PSD sobre a ideia do líder do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, de pretender ilegalizar o comunismo no âmbito de uma revisão constitucional.
Uma proposta de revisão constitucional do PSD/Madeira propõe que «a democracia não deverá tolerar comportamentos e ideologias autoritárias e totalitárias, não apenas de direita - como é o caso do fascismo, esta expressamente prevista no texto constitucional - como igualmente de esquerda - como vem a ser o caso do comunismo, não previsto no texto constitucional».
Em reacção a esta posição, o porta-voz do PS disse que o seu partido «considera absolutamente inaceitáveis» as posições de Alberto João Jardim, «que é um responsável social-democrata».»
PROFESSORES
Os professores portugueses em final da carreira são os mais bem pagos da União Europeia atendendo ao nível de vida do país, revela um relatório divulgado hoje pela Comissão Europeia em Bruxelas.
A edição 2009 dos Dados Essenciais da Educação na Europa apoia-se na análise de 121 indicadores para dar uma imagem do conjunto das tendências mais recentes (a maior parte dos dados utilizados são de 2006/2007) em matéria de organização e de funcionamento dos sistemas de ensino de 31 países europeus (27 da União Europeia mais Islândia, Liechtenstein, Noruega e Turquia.
Se o salário bruto de um professor português no início da sua carreira é de 97,3 por cento do PIB per capita (indicador do nível de vida de um país), essa percentagem aumenta para 282,5 por cento no final dos seus anos de trabalho, de longe o valor mais elevado dos países analisados.
Para os professores alemães, o país com maior percentagem depois de Portugal, recebem entre 108,9 (início de carreira) e 209,1 (fim de carreira) por cento do PIB per capita, enquanto em Espanha as percentagens são 115,2 e 187,6, respectivamente.
Cavaco Silva
Deixem-me trabalhar!!!!!
Onde é que já se ouviu esta frase?
Cavaco Silva passou o dia do seu 70º aniversário a trabalhar normalmente no gabinete. «Foi um dia de trabalho normal no gabinete e com uma iniciativa pública», disse aos jornalistas no final da inauguração da exposição «Encompassing The Globe. Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII».
Freeport
Haverá por aí alguem que ainda se lembre que foi instaurado um inquérito às fugas de informação?
Que se sabe do que aconteceu ou está a acontecer?
Num destes dias, mais uma fuga?
Cirurgica? Claro!!!!
Não será melhor abrir todo o processo a quem o quizer consultar?
Procuradores?
NÃOOOOOOOO.
“E anunciou que apresentará hoje um requerimento ao PGR, Pinto Monteiro, para que torne público todo o processo, na sequência do apelo oral que já lhe tinha lançado na quarta-feira. “A confidencialidade do processo está a ser usada para denegrir a reputação e a imagem do doutor Lopes da Mota”, sublinhou, em declarações à Lusa. »
Esta faz-nos recordar a bagunça do caso Freeport, com aqueles fugas de informação a cada momento que interessava ao PSD e à Oposição.
Isaltino lá sabe.
Andou muitos anos pelo PSD e ainda por lá deve ter muitos amigos
«O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, acusou hoje o Ministério Público de ter sido “permeável a certas influências do PSD” ao longo do julgamento em que o autarca é arguido»
Mais um iluminado que tem vivido á conta dos contribuintes.
A recusa da ida á reunião, é mais um tristíssimo episódio das gentes do PCP.
Talvez haja alguma lógica nesta “gazeta”, ou não será que a grande maioria dos trabalhadores-professores estão de férias desde meados de Junho?
«ME volta a reunir com sindicatos sobre avaliação
Mário Nogueira não participa em reunião porque ministério “desrespeitou” negociação »
Com uma vénia ao «O Jumento»
«Os partidos portugueses: O P"SD" (3)
Se o P”SD” fosse a marca de um produto alimentar há muito que a ASAE o teria retirado das prateleiras dos supermercados por designação enganosa, chamar PSD ao PPD é o mesmo que inscrever “Açúcar” num pacote de farinha de milho. Além de uma acusação por falsa designação os seus responsáveis deveriam responder por utilização abusiva de uma marca da concorrência.
O PSD não é, nunca foi e com os actuais dirigentes nunca será um partido social-democrata no sentido histórico e europeu da designação, tal como a extrema-esquerda se disfarçou num partido multicolor para esconder os seus símbolos e esqueletos ideológicos a direita nascida das cinzas da ANP disfarçou-se de social-democrata com vergonha da herança da direita portuguesa. Nenhum dos dirigentes do PSD à excepção, talvez, de Sousa Franco foi ou é social-democrata, Manuela Ferreira Leite é tão social-democrata como eu sou marroquino, com um pouco de praia fico mais escuro mas nunca deixarei de ser algarvio.
O PPD foi a solução encontrada pela direita portuguesa para disputar o poder, toda e qualquer refundação ou alterações programáticas são inúteis e desnecessárias, os dirigentes são escolhidos em função das expectativas de levar o partido ao governo. Ainda hoje o PSD é marcado pela forma como nasceu, uma ANP na província e a ala liberal na capital, o chamado cavaquismo suavizou este dualismo, mas os cavaquistas de hoje mais não são do que os membros da ala liberam do tempo de Marcelo Caetano.
O que une o P”SD” não é a ideologia ou o programa, é o poder, o P”SD” é um partido quando está no poder e é um saco de gatos quando está na oposição, sem poder desilude muitos dos que se unem sob a sua bandeira para chegarem às mordomias dos cargos políticos ou politizados, quando chega ao poder une-se em torno do líder que os levou à fortuna.
O P”SD” não tem projecto político como se tem visto com a liderança de Manuela Ferreira Leite, perante as situações difíceis, como o boicote às lotas ou as manifestações de camionistas, opta-se pelo silêncio, quando as corporações são mobilizadas pelo PCP promete eliminar as reformas incómodas, se o povo se manifesta revoltado com o rendimento mínimo promete rasgar as políticas sociais, se o povo sofre com os efeitos da crise económica acusa o governo de má aplicação das boas políticas sociais que adoptou.
Para conquistar o poder o P”SD” não recorre a um projecto político coerente, limita-se a explorar os sentimentos gerados pelas crises económicas que não teve de resolver, foi assim com Cavaco Silva, é com a mesma receita que a dupla septuagenária tenta reeditar a solução bem sucedida dos anos 80.»