26 janeiro, 2009

Freeport - mais alguns

In "Causa Nossa"
Freeport (4)
[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
Uma coisa são as dúvidas (aliás pouco consistentes) sobre a legalidade da alteração nos limites da zona protegida relativamente aos terrenos onde foi implantado o empreendimento em causa -- que todavia não foi impugnada (salvo erro) por quem o poderia ter feito --, outra coisa é ter havido corrupção no processo, muito menos a nível ministerial. Muitas vezes são os próprios municípios os primeiros interessados em "dar um jeito" nos constrangimentos ambientais, para facilitar um investimento vantajoso para o concelho (em termos de bem-estar dos munícipes e de emprego).
Freeport (3)

[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
Afinal, pela boca do próprio Smith -- o tal intermediário que se terá queixado de lhe terem exigido o pagamento de "luvas" -- ficou a saber-se que
nunca houve nenhum encontro (aliás de todo inverosímil) entre ele e o então ministro Sócrates (como, aliás, este já tinha asseverado de forma categórica).Como toda a especulação mediática contra o Primeiro-Ministro destes últimos dias se baseou nesse fictício encontro, será que os média vão corrigir esse pseudofacto com a mesma ênfase, ou, como é hábito, vão deixar permanecer na opinião pública a impressão que deliberadamente criaram e exploraram?!
Freeport (2)

[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
O Procurador-Geral da República tem razão quando manda esperar serenamente pelo resultado das investigações.Mas há duas outras coisas que Pinto Monteiro deveria igualmente assegurar.
Primeiro, ordenar toda a celeridade a essa investigação (que já leva 7 anos!), sobretudo para evitar que a malévola suspeita lançada sobre Sócrates atinja os propósitos políticos dos "profissionais da lama" que a puseram a circular; segundo, investigar também como é que informações constantes de processos de investigação em segredo de justiça são cirurgicamente "filtradas" nos momentos mais oportunos para atingir objectivos políticos muito evidentes.
Depois do infame assassínio político de Ferro Rodrigues, o Ministério Público não pode deixar-se novamente instrumentalizar em mais uma campanha de "assassínio de carácter" de outro líder político (por acaso também do PS).
Freeport

[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
Nada como alimentar uma campanha suja contra o primeiro-ministro para salvar um jornal em dificuldades financeiras...

Lisboa - Cais da Colunas



Num Sábado à tarde

Freeport mais uma vez

In "O Jumento"
Não será assim?
"Um aldrabão inglês deixou um buraco numa empresa inglesa que investiu em Portugal, na hora de explicar o buraco justificou-o da forma mais elementar, que deu o dinheiro a políticos portugueses, afinal para os ingleses Portugal é um país de corruptos e a desculpa pega que nem ginjas.
Nem a justiça inglesa, nem a portuguesa sabe para onde vai o dinheiro mas andamos todos excitados com a hipótese de ter ido parar ao bolso de José Sócrates. Vinha mesmo a calhar, já só falta Manuela Ferreira Leite prometer aos magistrados, aos professores e a todas as corporações que se for governo devolver-lhes-á todas as mordomias."

25 janeiro, 2009

Freeport em frente

In "O Jumento"

Leia-se com atenção

"Semanada

Esta semana a "fonte anónima" teve descanso, coube ao Caso Freeport alimentar o país de mexericos alimentados por uma oportuna fuga ao segredo de justiça, mal o processo foi avocado pelo Ministério Público a informação chegou aos jornais. Sorte para o Sol que já tinha dificuldades em pagar os ordenados e que graças à sua jornalista especialista em jornalismo de investigação deverá ter conseguido vender mais uns jornais. Só que parece que esta jornalista de investigação é especializada em investigar os processos que estão em segredo de justiça.

Ainda bem que o processo Freeport renasceu, o país já pode superar a depressão da crise económica, a arbitragem do futebol volta a ter tranquilidade e já que a oposição não consegue vingar pela ausência de propostas, anima-se com os processos judiciais. Nada de novo no PSD, já no final do Governo Guterres o Caso Lanalgo deu uma preciosa ajuda a Durão Barroso e Manuela Ferreira Leite. Desta vez o petisco é ainda maior, É a família Sócrates que está na mira e é certo e sabido que este processo vai arrastar-se durante meses e meses e cada passo da investigação chega ao conhecimento do Sol ou do Público muito antes de chegar ao Procurador-Geral.

Enquanto os magistrados vão dando dicas à jornalista do Sol os professores manifestam-se frente ao Palácio de Belém tentando convencer Cavaco Silva que a maioria dos professores, representada por Mário Nogueira e por movimentos ditos representativos, tem uma legitimidade superior à maioria dos deputados, exigindo ser recebidos pelo Presidente e já falando na dissolução da Assembleia da República. Por este andar o próximo parlamento será eleito pelos professores e Mário Nogueira acumulará as funções de Presidente da República com as de primeiro-ministro.

Enquanto a "sociedade civil" das corporações anima as ruas e os jornais parece que os partidos se acalmam, Portas foi confirmado, Santana Lopes confessa-se apaixonado por Manuela Ferreira Leite e Alegre vai almoçar com Santana para lhe dizer quantos deputados do próximo parlamento valem o seu milhão de votos nas eleições presidenciais. "

Professores

Um ensino com professores destes, não pode passar da cepa torta.

Será que se esqueceram que foi Cavaco que promulgou toda a legislação?

"Professores criticam "silêncio conivente" de Cavaco

Os movimentos independentes de professores criticaram o "silêncio conivente" do Presidente da República, Cavaco Silva, com as políticas educativas e prometeram continuar "determinados e firmes" a combater as medidas do Ministério da Educação.

"Queremos estar perto de um local onde tem morado muito silêncio. O Presidente de República não pode esquecer os professores como fez na mensagem de Ano Novo", afirmou Ilídio Trindade, do Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP).

Durante o seu discurso na manifestação de docentes a decorrer frente ao Palácio de Belém, o responsável defendeu que o Presidente da República não pode continuar com um "silêncio conivente com as políticas educativas" e que tem de perceber que o "problema é grave, arrasta-se há muito tempo e não pode continuar".

"Estamos num momento de tudo ou nada. A luta tem sido longa e desgastante, mas não podemos ceder nesta hora. Resistiremos até ao fim", acrescentou.

Já Ricardo Silva, da Associação dos Professores em Defesa do Ensino (APEDE), começou por citar frases que "espelham as ofensas, os insultos e a forma vergonhosa como os professores têm sido tratados pelo Governo e pelo Ministério da Educação".

 "Admito que perdi os professores, mas ganhei a opinião pública", "quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de leite" e "os professores não são avaliados há 30 anos", citou, atribuindo as declarações a Maria de Lurdes Rodrigues, Jorge Pedreira e José Sócrates, respectivamente.

Por isso, defendeu "os professores portugueses merecem uma palavra do Presidente da República, merecem o seu apoio".

"Continuamos determinados e firmes em combater as políticas educativas do Ministério da Educação. Devemos radicalizar a luta, pois só assim podemos obter a vitória pela qual temos lutado", afirmou José Farinha, igualmente do MUP, apelando à realização de novas greves.

Pelo Movimento Promova, Octávio Gonçalves sublinhou que "já não é possível Cavaco Silva ignorar a contestação dos professores", apelando à greve por tempo indeterminado e ao voto em outros partidos que não o PS nas próximas eleições legislativas.

 Presente na manifestação, a professora e deputada do Bloco de Esquerda, Cecília Honório, desvalorizou o apelo dos docentes à intervenção do Presidente da República.

"Compreendo o apelo, mas é uma questão entre os professores e o Governo e por isso não valorizo particularmente este apelo e esta acusação. A solução tem outras instâncias", disse.

A convite dos movimentos, o advogado Garcia Pereira também marcou presença no protesto, adiantando estar a elaborar pareceres sobre legislação do Governo relativa ao Estatuto da Carreira Docente e ao modelo de avaliação de desempenho, entre outras matérias.

"Julgo que há matéria para abrir combate na frente jurídica", afirmou, acrescentando que dentro de duas semanas já terá concluído o trabalho que lhe foi solicitado.

Segundo Mário Machaqueiro, da APEDE, estão presentes na manifestação deste sábado entre dois a três mil professores, enquanto o sub-comissário da PSP Paulo Sousa recusou avançar uma estimativa.

"Não estamos autorizados a dar esse número", explicou à Lusa.

Os coordenadores dirigem-se agora para o Palácio de Belém, onde serão recebidos por assessores da Presidência."

Freeport VII

Comentários in Publico


 

Na

nossa história mais umas dezenas de situações, iguais de todos os partidos.... Só que a nossa memória é curta....Quêm se lembra do despacho assinado no último dia de Agora fala-se destes, porque são eles que estão no Poder....mas quêm quiser temos na Gorverno do Cavaco Silva que permitiu um dos maiores atentados a espaços protegidos que há memória em Portugal....

 

 25.01.2009 - 10h34 - Estranho Juiz, Algures, na Lua

Estranho Juiz, que supõe o que não consegue, ainda, provar. Estranho Juiz, que não sabe que aqui no Planeta Terra / Portugal, da minúscula autarquia ao ilustre governo da nação, de que cor e de que era, os projectos se aprovam, e "andam inusitadamente", por "magistratura" de influência e relações pessoais e não por mérito. E Estranhos Estranhos Jornalistas, que sempre põem a notícia de pernas para o ar. Porque não como título ou a abrir o comentário de C. Guerra. O Governo Sócrates tem telhas de vidro e o país problemas maiores e reais, não se percam com novelas e minudências...

A Velha do Restelo


 

Infelizmente, Socrates tem razão em tudo isto. Pergunte-se ao Zé Povinho se ele tem razão ou não. As sondagens não contam?

Esta Senhora ainda não reparou que está completamente ultrapassada, que não tem idéias próprias, que emite opiniões ao saber do "sopro no ouvido".

MFL, Acusou o Executivo liderado por José Sócrates de "ter tentado abrir caminho às suas pretensas reformas, dizendo que os juízes têm descanso a mais, os professores trabalham pouco, os funcionários públicos são dispensáveis, os militares estão cheios de privilégios e os polícias actuam ora de mais ora de menos, mas nunca na conta certa".

Freeport VI

Entrevistados, entrevistadores e jornalistas

Em entrevista a uma das televisões, em horário nobre, a jornalista-investigadora em dado momento diz que o jornal Sol tem sido alvo de muitas pressões.

Até aqui, nada de "estranho" a considerar.

Só se estranha, que o entrevistador, experiente, desde há anos telejornalista não ter questionado a jornalista sobre as ditas pressões – desde quando, por quem, como? Por telefone, por carttas anônimas, pessoalmente, ma pessoa de quem?

Afinal em que ficamos?

Lançam-se suspeitas e quem publicamente lança a suspeita, nem sequer é questionado?

Que tipo de jornalismo é este?

24 janeiro, 2009

Freeport V

Comentário inserido no "SOL", que sobre esta personagem e sobre este tema, nada diz

"Siga a investigação e rápida.
A lei é igual para todos.
Sigam o rasto do dinheiro que foi entregue pelo Freeport ao Charlie Smith e aonde ele o gastou.
Não esquecer, entretanto, que Charlie Smith já foi condenado em Inglaterra por fraude fiscal.
"

Comentário incluído em IOL Diário

O Juiz Cluny não necessita q se explique q estamos em 2009, ano de eleições. Cluny não pode negar esse facto e Sócrates tem o direito q conhecer o ano em q estamos. Se Cluny entende como insinuação é porque alguém se sente culpado disso.

Freeport IV

Ainda não devia ter lido o comunicado de José Socrates, por tão sofregos que andam em querer "arrebanhar" uns votos ao PS

O líder parlamentar do Bloco de Esquerda, Luís Fazenda, defendeu esta sexta-feira que o primeiro-ministro, José Sócrates, deve «explicações políticas ao país» a propósito do caso Freeport.

Freeport III

[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link

Para haver um caso de corrupção, não basta que alguém tenha dito a um terceiro (para justificar dinheiro supostamente gasto) que teve de pagar "luvas" para obter um licenciamento. Partindo do princípio de que não foi ele próprio que se locupletou com o dito dinheiro, é necessário saber quem foram concretamente os directos beneficiários e como se processou o alegado pagamento.
Aditamento
Independentemente de saber se houve, ou não, pagamento de luvas a alguém (e a quem), este
desmentido categórico de Sócrates varre a sua testada e inverte o "ónus da prova" (mesmo admitindo a lógica perversa de que, quando se acusa um político, é ele que tem de provar a sua inocência, e não os acusadores que têm de provar a acusação...).

Freeport II

Com tão bastas razões para se "entreter", este outro, das muitas centenas de sindicalistas profissionais, certamente, tambem pago pelos contribuintes, aproveita sempre um qualquer motivo para se colocar em bicos de pés e aparecer na "fotografia".

A Justiça no seu todo deveria ser o alvo das suas preocupações


 

O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, António Cluny, apelou esta sexta-feira ao primeiro-ministro, José Sócrates, que clarifique as afirmações que proferiu sobre o caso Freeport vir novamente a público em tempo de eleições, noticia a Lusa

Freeport

Toda esta polémica onde aparece enredado José Sócrates, parece mais fumo que fogo.

Uma análise superficial dos dados conhecidos, confrontados as informações que vão estando disponíveis, entre várias coisas, pode perguntar-se – mas então onde está, por onde para o tal cidadão inglês que é o centro de toda esta incestigação?

A investigação jornalística portuguesa, tão ávida em por em causa a honorabilidade do então Ministro do Ambiente, esqueceu-se do "inglês" ?

O dinheiro da corrupção, não é entregue contra recibo para deduzir no IRS. Quem recebe o dinheiro de outrem para pagar favores, pode perfeitamente dizer que entregou o dinheiro e ter ficado com ele para proveito próprio.

O Sol e a TVI ( Manuela Moura Guedes deve sentir algo de especial, algum gozo afrodisíaco, quando pretende colocar o Primeiro Ministro em causa) desde há muito que têm feito uma perseguição feroz ao Primeiro Ministro. Usam e abusam da facilidade e da faculdade de colocarem em letra de forma e no ar, da maneira e do modo que entendem as notícias.

Muitas delas, não sendo mentiras, também não são verdades. Procuram assim, por todos os meios que detêm, fazer uma guerrilha continuada à honorabilidade de Sócrates.

Pode ser coincidência, mas não será estranho termos voltado aos velhos tempos em que a televisão já estava à porta de um qualquer cidadão que iria ser alvo de prisão ou de uma visita das entidades judiciárias à sua habitação ou escritório?

Quem deixou passar esta informação para a rua?

Vamos recordar as polémicas sobre as actividades de Paulo Portas em tempos. Tudo ficou no esquecimento, não mais houve investigação jornalística.

A Operação Furacão que tem passado despercebida na opinião pública e sobre a qual os meios de informação poucas ou nenhumas notícias dão.

O comunicado de José Sócrates explica o que se terá passado. Vamos aguardar.


 

«As notícias hoje divulgadas pelo Jornal SOL e pela TVI a propósito do caso Freeport merecem total indignação e repúdio.

Desejo esclarecer:
1. Houve, de facto, uma reunião alargada, no Ministério do Ambiente, que contou com a presença de várias pessoas, entre os quais eu próprio, o Secretário de Estado do Ambiente e responsáveis de diversos serviços do Ministério, a Câmara Municipal de Alcochete e os promotores do empreendimento Freeport.

2. Essa reunião teve lugar a solicitação da Câmara Municipal de Alcochete. Admito, embora não recorde esse facto, que também o meu tio, Júlio Monteiro, me tenha pedido para receber os promotores de modo a esclarecer a posição do Ministério do Ambiente sobre o projecto.

3. Essa reunião consistiu, apenas e exclusivamente, na apresentação por parte dos promotores da intenção de reformular o projecto e no esclarecimento pelos serviços do Ministério do Ambiente das condições ambientais que deviam ser cumpridas, em conformidade com a última declaração de impacte ambiental.

4. Nunca participei em nenhum encontro ou reunião, para além desta, com promotores do projecto Freeport ou seus representantes. Quero também afirmar que não conheço pessoalmente nenhum deles. Tudo o que possa ter sido dito a esse respeito constitui uma mentira, um insulto e uma difamação.

5. A Declaração de Impacte Ambiental favorável ao empreendimento Freeport foi emitida pelo Secretário de Estado do Ambiente, tendo em conta as alterações introduzidas no projecto e o cumprimento das exigências ambientais formuladas pelos serviços técnicos do Ministério do Ambiente, sem qualquer interferência da minha parte.

6. Reafirmo, assim, que a aprovação ambiental do empreendimento Freeport cumpriu todas as regras legais aplicáveis à época e rejeito todas as insinuações e afirmações caluniosas que envolvem o meu nome a propósito deste caso.

7. Reafirmo, mais uma vez, o meu desejo de que a investigação em curso se conclua tão rapidamente quanto possível.»


 

23 janeiro, 2009

Professores

Para além de já não aparecer todos os dias nas primeiras páginas dos jornais e nos noticiários das Tv, já se lhe nota uns tiques de nervosismo e falta de confiança quando, debita a sua habitual cassete para aqueles orgãos de comunicação social.
(Será que no final do mês lhe será descontado no salário, o dia de Greve?)

A Fenprof lamenta a rejeição pela maioria socialista na Assembleia da República (AR) de uma proposta do CDS-PP para suspender a avaliação dos professores, reiterando que este processo já foi abandonado por docentes de centenas de escolas.

Professores

Com a devida vénia.
In " causa Nossa"

"Salvar o ensino"
[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link]
«Professores vão pedir a Cavaco que dissolva AR e "salve o ensino"» -- anuncia o
Diário de Notícias.E quem salva o ensino destes professores?!

Professores verso PCP

Quem diria?
A luta quando começa a fugir, deitar para o lixo, é o sistema do PCP.

Decisão não foi tomada em conjunto
Quatro dirigentes do Sindicato dos Professores do Norte demitem-se do PCP

23.01.2009 - 20h46 Lusa
Quatro dirigentes do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) demitiram-se do PCP, acusando o partido de se imiscuir na vida interna da estrutura sindical. A decisão, segundo um dos demissionários, não foi tomada em conjunto."Os sindicatos são estruturas independentes quer o PCP goste ou não goste", disse Júlia Vale, membro do secretariado nacional e do conselho nacional da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e dirigente do SPN.

Manuela Moura Guedes

Passatempo das sextas- feiras
"Ouvir" o notíciário sem som
Como se dizia, em calão, há uns anos - é de partir o coco.

Manuela Ferreira Leite

Alguem saberá por onde anda, desde há uns tempos, esta senhora?

Professores

Podemos não estar de acordo com uma Lei da República, mas temos a obrigação e o dever de a cumprir. Mais, a Lei, obrigatóriamente tem que ser cumprida.
O Governo aprovou, o Presidente da República promolgou, foram tiradas as dúvidas na Assembleia da República, a grande maioria dos portugueses, em especial os pais e familiares dos alunos são a favor da avaliação, nada mais há a fazer que cumprir.
Ou será que os professores também não condenam um aluno que vá contra as normas vigentes na escola, só porque diz aos berros e em manifestação insultuosa contra o professor, que não quer cumprir essa norma?
Não sejamos ridículos.
Maioria PS chumba suspensão da avaliaçãoA maioria PS chumbou hoje o diploma do CDS-PP para suspender a avaliação dos professores.
O diploma foi rejeitado com os votos contra de 116 deputados do PS. Os deputados do PS Manuel Alegre, Eugénia Alho, Júlia Caré, Teresa Portugal e a independente Matilde Sousa Franco votaram a favor do diploma.
Os deputados do PS João Bernardo e Odete João apresentaram declarações de voto.
PSD, Bloco de Esquerda, PCP, CDS-PP e os deputados não inscritos, um do CDS-PP e do PCP votaram a favor

Homossexossuais

Quem quiser que se case.
Não estou a pensar ser convidado para uma dessas cerimónias. Liberdade de escolha. Eles e elas existem, todos o sabemos. Que se "amanhem" como e do modo que entenderem


Líder da JS não concorda com SoaresReagindo às declarações do fundador do PS Mário Soares, que colocou a defesa do casamento dos homossexuais como um tema próprio da agenda da extrema-esquerda, o líder da Juventude Socialista (JS) veio já a público defender a discussão do tema como algo fundamental para toda a esquerda, além de não colocar em causa a atenção que deve ser dada a outras questões.

Manuel Alegre - a mania pior que a doença

A mania das grandezas (políticas e pessoais) é muito pior que a doença ( a ideia mórbida de querer ser Presidente da República e de ser o arauto, único, da Esquerda e da Verdade Política.)
Que se dane, não acredito nele, por ser demasiado vaidoso, auto-convencido e presunçoso

Manuel Alegre: «Não respondo perante nenhum ministro»
Manuel Alegre criticou hoje o discurso do ministro Augusto Santos Silva sobre liberdade e responsabilidade, avisando que não responde perante nenhum membro do Governo, mas atacou também a pressão exercida por alguns professores em relação aos deputados.

Obamamania II

Obamamania

Professores - Avaliação

Este senhor Professor Primário, é um lírico.

Então, ele próprio quer enganar alguém ou si próprio de que os professores querem sere avaliados?

Não, está mais que demonstrado que os professores, ao fim de mais de 2 anos - doooooiiiiiiiissssss annnnnoooooossss, nunca quizeram ser avaliados.

Inventaram sempre os mais variados entraves a que a avaliação se consumasse.

Tanta hipocrisia, não.

Este senhor professor deveria ter tomado esta actitude, há dois anos, não agora.

Volte para a sua escola, pois para deputado, terá esgotado o seu crédito.


 


 

O projecto de Lei do CDS que visa a suspensão do Avaliação dos professores é votado hoje na Assembleia da República.


Prevê-se que poderá ser "chumbado", até porque o Deputado João Bernardo, do Partido Socialista já anunciou que, ao contrário do que fez há um mês atrás, irá votar contra.

Que é este senhor ? Nada mais, nada menos do que um Professor do 1º Ciclo do Ensino Básico.

E que disse ele há um mês, na sua declaração de voto ? Cito:


 

"Defendo uma escola pública de qualidade, com profissionais valorizados e que sejam sujeitos a uma avaliação profissional centrada na prática pedagógica, promotora do mérito e que valorize a actividade lectiva.
O processo de avaliação do pessoal docente assente no processo do primeiro concurso de acesso a professor titular tirou rigor e capacidades práticas a uma relação de autenticidade, de competência e de confiança, para que se possa efectuar uma avaliação entre pares.
O modelo de avaliação implementado demonstrou-se demasiado complexo e burocrático, o que provocou um enorme desgaste em todos os agentes envolvidos (conselhos executivos, avaliadores e professores em geral).
Não pode, no entanto, o sistema educativo suspender (anular) um processo de avaliação dos seus profissionais, em nome da credibilidade e da defesa da escola pública, em que assenta todo o nosso sistema educativo.
Neste sentido, considero positivas as recomendações apresentadas no projecto de resolução n.º 405/X (4.ª), do CDS-PP, sobre a suspensão e simplificação de desempenho de pessoal docente e alteração dos mecanismos de avaliação, nomeadamente:
1 — a) O ano lectivo 2008/2009 estabeleceria a suspensão de um conjunto de normas legais que libertaria muita da carga burocrática e supressão de normativos perfeitamente dispensáveis. Além disso, dispensaria do processo de avaliação os professores que já atingiram o topo da carreira;
b) Determinava-se a antecipação do processo de negociações previsto no memorando de entendimento entre o Ministério da Educação e os sindicatos, previsto para o final do ano lectivo, por forma a encontrar um novo modelo de avaliação mais credível, mais simples e mais objectivo.
2 — Apontava ainda o CDS-PP para um modelo de avaliação que nos parece perfeitamente aceitável, ainda que outros pudessem ser propostos e devessem ser fonte de diálogo e solução a estabelecer ente sindicatos e Ministério da Educação.
Estas duas recomendações, a ser aplicadas, trariam à escola pública a tranquilidade, a exigência e o rigor necessários à sua inequívoca melhoria, mantendo a avaliação, mas salvaguardando a qualidade do processo.
"

22 janeiro, 2009

Espanha - Portugal

Zamora
Bom vento, Bom casamento?

Freeport

Eleições à porta.
Sempre há quem goste de fazer caça às bruxas.
Quando Sócrates foi eleito, nessas eleições, tudo fizeram para denegrir a sua imagem.
A imprensa, usa e abusa da "insinuação" sem que lhes seja pedida responsabilidade.
O primeiro-ministro José Sócrates expressou esta quinta-feira o desejo de que «as autoridades judiciais façam o seu trabalho», num comentário às buscas realizadas à residência e à empresa do seu tio, Júlio Carvalho Monteiro, no âmbito do processo Freeport.

«Espero que as autoridades façam o seu trabalho e que o façam de uma forma rápida. E que produzam resultados», acrescentando: «Eu ouvi falar desse caso em 2005 (ano de eleições) e agora volto a ouvir falar em 2009, quando vamos disputar também eleições».

Sobre o projecto Freeport deu a «garantia de que o licenciamento foi feito obedecendo a todas as normas legais da altura». «Eu era ministro do Ambiente, mas não participei nesse licenciamento», acrescentou, sublinhando uma vez mais a legalidade de todo o processo.

As diligências desencadeadas esta manhã foram determinadas pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal, com o apoio da PJ

Professores – a República das bananas

Começam a perder a batalha e já estão a iniciar mais uma confusão. O PCP não desiste. Hoje é mais fácil criar um quaqluer "Movimento" que passar por uma padaria e pedir um "papo seco".

O PCP precisa da "confusão" para se movimentar.

Alguem diz e com razão - Ainda não terminou a luta contra a avaliação, que por artes mágicas se transformou em luta contra o estatuto, e já os sindicatos dos professores encontraram mais uma bandeira para alimentarem a confusão nas escolas. A agora querem que se continue a entrar para a carreira de professor prestando menos provas do que as exigidas para cantoneiro?

Só que estes professores, por não serem estúpidos, devem ser chamados de "subversivos" – então não sabem que o Presidente da Republica publicou toda a legislação relativa às avaliações e ao estatuto da carreira docente?

«O Movimento de Mobilização e Unidade dos Professores (MUP) vai pedir ao Presidente da República (PR) que dissolva o Parlamento. Este repto é encarado como a única forma de derrotar as "políticas destrutivas do Governo e salvar o ensino em Portugal" e poderá ocorrer no sábado, na concentração em frente ao Palácio de Belém. » [Diário de Notícias]

21 janeiro, 2009

Isto está uma autêntica rebaldaria

A greve 

[Publicado por Vital Moreira] [Permanent Link

Na greve dos professores de anteontem foram de novo encerradas muitas escolas (embora menos do que na greve anterior).
Ora o direito à greve, como recusa colectiva da prestação laboral, não inclui o direito de encerramento dos estabelecimentos públicos (nem aliás de empresas privadas), o que impede o pessoal que não está abrangido pela greve (pessoal auxiliar, pessoal técnico) de trabalhar e prejudica os utentes da escola (bibliotecas, refeitórios, recintos desportivos, etc.). Os conselhos directivos, e os seus membros, nessa qualidade, não gozam do direito à greve, incumbindo-lhes, pelo contrário, manter os estabelecimentos abertos e em funcionamento em tudo o que não dependa da greve.
O encerramento das escolas "à boleia" da greve constitui portanto um manifesto abuso de poderes, que os titulares de cargos públicos, como é o caso, não se deveriam permitir, nem lhes deveria ser consentido.

Magalhães - versão II

Desta vez, o Magalhães não causou tanta polémica, talvez por falta de argumentos dos seus opositores (políticos)

Com novas características diferenciadoras do anterior modelo e um design mais apelativo, foi a 08/01/09, apresentado o novo membro da família «Magalhães».

O momento foi também tido como oportuno para fazer um balanço dos seis meses da chegada deste portátil ao mercado



O novo «Magalhães» aposta no exercício da escrita manual .

O Oceanário de Lisboa foi hoje palco para a primeira apresentação do novo «Magalhães», com data de chegada ao mercado prevista para o início do próximo ano lectivo, que irá co-existir com o modelo já existente.

O novo portátil incorpora uma caneta/rato, que permite à criança exercitar a escrita manual directamente para o computador, tem um ecrã de 10.1 polegadas e uma saída VGA para ligar o computador a um monitor de TV. Além disso, dispõe de uma ranhura interna para ligação 3G/WIMAX e terá uma capacidade de armazenamento de 80 a 160 GB. Um software de leitura que permite usar o portátil em diferentes ambientes de luz e um leitor de cartões 4 em 1, são as restantes características da máquina.

O modelo apresentado deverá ser lançado no início do próximo ano lectivoA apresentação do novo «Magalhães» aconteceu graças à assinatura de um Memorando de Entendimento, em Novembro passado, entre a JP Sá Couto, responsável pelo Projecto Magalhães, a Intel e o Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (CEEIA) que permitiu desenvolver o portátil português.

Em 2008, a JP Sá Couto facturou 165 milhões de euros, dos quais 14,5 milhões correspondem ao «Magalhães». Actualmente, a companhia produz 150 mil portáteis por mês, não deixando de parte a hipótese de aumentar o número de unidades para as 250 mil, a partir de Abril. No que diz respeito às vendas, o ano passado foram comercializadas 65 mil unidades (50 mil no âmbito do e-escolinha e 15 mil no comércio a retalho). Para este ano, a JP Sá Couto tem previsto um investimento no valor de 30 milhões de euros, 10 milhões em equipamento básico e 20 milhões de infra-estrutura, que, a partir do último trimestre, contemplará o novo modelo «Magalhães».

Ambos os modelos do «Magalhães» vão co-existir nos mercados em que serão comercializadosA nível internacional, foram já vendidas 1 milhão de unidades para a Venezuela e está prevista a exportação de 1 milhão de unidades para a Angola, 1 a 2 milhões para a Líbia e, em quantidade ainda a determinar, para o Equador. Em vista, a JP Sá Couto tem ainda a realização de negócios com Moçambique, Argentina, México, África do Sul e Quénia, sendo que o «Magalhães» poderá também chegar a Cabo Verde, Macau, Timor, Emirados Árabes Unidos, Bélgica, Hungria e Roménia.

A apresentação mundial do novo elemento da família «Magalhães» terá lugar amanhã na CES, o maior evento de electrónica do mundo, a decorrer em Las Vegas. No entanto, o modelo físico só será dado a conhecer em Setembro. <In PCGuia>

Obama


Quem consegue ser prior numa Freguesia destas?
Afinal trouxe ou não trouxe?

"O discurso de Obama não trouxe nada de novo. Mas trouxe princípios. Novos princípios. Princípios que não estamos habituados a ver proclamados e seguidos nos EUA".
José Leite Pereira, "Jornal de Notícias", 21-01-2009

20 janeiro, 2009

Barak Obama






Fotos <20minutos.es>

Professores - que porca miséria


Comenbtário a um comentário de uma senhora "professora", no Público de hoje

Finalmente, alguém que sabe o que diz (a grande maioria deve ser estúpida)
e que vê o que mais ninguém quer ver...(para alem de estúpidos, são cegos)
Que a escola pública está uma desgraça, ( a culpa deve ser deste Governo e desta Ministra) ( qual tem sido a "ajuda" dos professores?)
os miúdos (pelos menos os meus) chegam ao 8º ano sem saberem escrever, (a culpa deve ser da Ministra e do governo ou não será dos professores?)
sou de ciências e muitos dos trabalhos de casa que mando fazer são de português... O facilitismo tem imperado, (qual facilitismo?)
cada vez é mais difícil chumbar um aluno, ( a ideia desta professora é chumbar os alunos e não os ajudar a passar - claro dá menos trabalho, porque não haverá esforço para puxar pelo aluno)
há decretos a torto e a direito,(que têm os decretos a ver com a qualidade dos professores)
planos de recuperação, de acompanhamento e sei lá mais o quê. ( Claro, trabalhos a mais para os professores, isso é que não)
Os miúdos não sabem nada de nada, poucos são os que têm um mínimo de cultura geral sobre seja o que for... (pelos vistos os professores em nada contribuiram para que tal esteja a acontecer)
e para ajudar à festa vem esta avaliação da treta ( esta é uma avaliação da treta e a outra pseudo avaliação era de quê')
que ninguém entende e que não serve para coisa nenhuma...( Pelos vistos, estes senhores professores, terão que fazer um estágio para aprenderem o que têm que fazer sobre a avaliação - não será este tipo de argumento, uma bela treta?)
Os professores, com as novas alterações, ( com o sistema antigo, para alem de ser a mesma coisa, tem uma outra diferença - bons e maus, subiam sempre na carreira)
só têm aulas assistidas se quiserem e só são avaliados na sua componente lectiva se pedirem Mt Bom ou Excelente... Ora, um mau professor fica no seu canto, (pelo menos, fica-se a saber quem é MAU e não progride na carreira como até aqui )
contenta-se em tentar chegar ao Bom e nunca chega a ser avaliado dentro de uma sala... e eu pergunto: então qual é o objectivo da avaliação? (Não tem moral para dizer que os alunos não sabem nada - não tem capacidade de raciocínio para ver a diferença apenas não quer ser avaliada para que tudo fique na mesma)
não deveria ser avaliar os professores na sua competência para ensinar? (Não é isso que se pretende e que os professores não querem?)
Já sei, temos o Magalhães! (Que têm o Magalhães a ver com a avaliação ?)
Até deve ter corrector ortográfico e tudo... ( Claro que para este tipo de professores, não será necessário um corrector ortográfico - terá que ser um "avaliador" de vocação e de inteligência)

Professores


O Sindicalista professor, cujo curriculum se desconhece, como docente, se alguma vez o foi, Mário Nogueira, mesmo antes do início das aulas, já adiantava os 90% de adesão à greve. Talvez tenha consultado alguma bola de cristal, para adiantar tal percentagem de adesão.
Como sempre, nestas ocasiões, aproveita uma das poucas televisões que esteve disponível para ouvir a sua habitual "cassete" onde promete outras formas de luta, sempre com aquele seu ar de gozo. Não sabemos se estaria a pensar nos professores ou nos pais dos alunos, em especial daqueles que tiveram que faltar aos seus empregos para ficarem em casa para cuidarem dos seus filhos.
Curioso é que utilizou desta vez o slogam da razão da greve como greve para uma educação de qualidade.
Por estranho que parece, Mário Nogueira só há muito pouco tempo passou a falar de EDUCAÇÃO. Antas falava de tudo, menos da educação, das escolas e dos alunos. Decidiu desta vez, gozar com a grande maioria dos portugueses, pois até parece que todas as actitudes que os professores têm tomado, são a favor de uma educação de qualidade.Quase que começamos a ficar convencidos que as suas propostas, como a da auto-avaliação, melhor, da não avaliação, são no sentido da educação de qualidade. Só agora Mario Nogueira diz que se preocupa com uma educação de qualidade quando as formas de luta dos professores começam a ser postas em causa?
A educação de qualidade é precisa, mas no ensino, todos têm de criar e produzir esse ensino com qualidade. Isso não poderá nunca acontecer enquanto não se souber e escolher entre os bons e os maus produtores no ensino. Para tanto e para o sabermos é preciso e obrigatório avaliar a sua prestação.
Mário Nogueira e a grande maioria dos professores, quando não havia restrições à progressão automática da carreira nem avaliação digna desse nome, as escolas nunca produziram um ensino de qualidade?

Forte S João das Maias



Olhem por ele


19 janeiro, 2009

Socrates-Portas-Professores

Sem papas na língua . . .
Sócrates quer maioria absoluta, promete referendo à regionalização e defende casamento homossexual
O "teatro" de sempre . . .
Congresso CDS/PP: Portas elege nova comissão política com seis vice-presidentes

Ainda as aulas acabaram de começar e os resultados já aí estão.
O poder da advinhação . . .
Greve/Professores: Adesão superior a 90%, diz FenprofO porta-voz da plataforma sindical dos professores, Mário Nogueira, afirmou que os primeiros dados sobre a adesão à greve de hoje apontam para «adesões superiores a 90 por cento» em todo o País

Mnauela Ferreira Leite

Que não nos leve a mal, mas por favor, de vez em quando, mude, troque, o colar de pérolas que obstinadamente, trás sempre ao pescoço

18 janeiro, 2009

Jardim e o Gonçalvismo

Jardim deveria andar distraído por alturas do "gonçalvismo".
Não admira, daquele personagem, tudo é possível, se não for hoje será amanhã.
Recordam-se daquela do "SR SILVA". Pois tudo é possível
O presidente do PSD/M e do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou hoje que a sua luta «é contra Sócrates» e «contra o gonçalvismo», durante um jantar-comício no concelho de São Vicente.
Jardim, que tornou a não confirmar a recandidatura do actual presidente da Câmara, Humberto Vasconcelos, escolhas autárquicas que «serão analisadas a devido tempo», perante cerca de 900 militantes, criticou a política executiva do governo socialista da República, que comparou ao «período gonçalvista».
«A minha luta é contra Sócrates, não estou nada preocupado com a oposição de terceira ou quarta categoria», disse.
O dirigente «laranja» madeirense, no seu discurso de cerca de 15 minutos, apenas dirigiu críticas a José Sócrates, que «mentiu quando disse que ia baixar os impostos, diminuir o desemprego, reformar a saúde e a educação».
«O povo português tem que dizer que já não está disposto a aturar mais Sócrates e encetar os processos de luta contra o seu governo», apelou, isto porque, no seu entender, «Portugal voltou ao gonçalvismo».

Pedro Passos Coelho - TGV

A "festa" do PSD continua, um diz, outro diz, mas, o contrário
«Acho que o TGV não é um projecto para abandonar, porque é estratégico para Portugal, agora manifestamente não temos condições este ano e para o ano para avançar», adianta Pedro Passos Coelho em entrevista ao «DN» e à «TSF», contrariando a posição de Manuela Ferreira Leite.
O ex-candidato à liderança do partido afirma ainda Manuela Ferreira Leite continua a não conseguir passar a mensagem e que o PSD está a perder demasiado tempo.

Manuela Ferreira Leite

Continuamos com os "economistas" a dizerem das suas, para os seus.
Gostam de se ver ao espelho e de ouvir o som da sua própria voz, já que uma grande parte dos portuguesas lhes dão pouca importância.
Junta-se a Jardim pois aquele ficou com a certeza de que esta iria ganhar as eleições - foi ela que lhe garantiu
A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, acusou este domingo o primeiro-ministro de ser o «coveiro da pátria» ao conduzir o país por «caminhos errados», garantindo que o seu partido tem «crédito» para aplicar as medidas «correctas».
«Sócrates apresenta-se como o salvador da pátria. Não tenho dúvidas em afirmar que ele é o coveiro da pátria», disse Manuela Ferreira Leite, no encerramento do XVIII congresso regional do PSD/Açores.

Campos e Cunha - chegou tarde

O antigo Ministro das Finanças de José Socrates, deveria ter dado esta entrevista há um ano ou dois anos atrás.
Hoje, só demonstra, tal qual como Miguel Cadilhe, quem continua com uma "pedra nos sapato" e, o único argumento que apresenta, é tentar morder nosa calcanhares do Primeiro Ministro.
Com "economistas" destes, o país não teria ido longe, não.
Campos e Cunha, ex-ministro das Finanças do Governo de José Sócrates, acusa o Governo de ter perdido a oportunidade de implementar algumas das grandes reformas necessárias em Portugal e de estar a esconder a verdade aos portugueses

Praça do Comercio - Lisboa - Exp de Fotografias














Camara Municipal de Lisboa - Edifício




17 janeiro, 2009

TGV – em frente

O polémico projecto conhece um ponto final na próxima quinta-feira, na 24ª Cimeira Luso-Espanhola.

O projecto do TGV deverá ficar fechado na 24ª Cimeira Luso-Espanhola, no próximo dia 22, em Zamora.

Seis anos depois de os governos de Portugal e Espanha -ainda com Durão Barroso José Maria Aznar no poder - terem aprovado, na Figueira da Foz, os traçados de alta velocidade ferroviária, José Sócrates e Luís Zapatero vão, por fim, acertar e ratificar oficialmente os últimos detalhe do TGV.

O primeiro-ministro português espera que este seja o último capítulo de uma novela que já fez correr muita tinta e que continua a marcar a actualidade nacional

TGV - PSD e Manuela Ferreira Leite

Cada dia que passa, gosto mais de alguns economistas.
TGV: Bruxelas confirma atribuição de 383,38 milhões de euros ao projecto português
16 de Janeiro de 2009, 18:16
Lisboa, 16 Jan (Lusa) - A Comissão Europeia confirmou a atribuição a Portugal de um financiamento de 383,38 milhões de euros para o projecto ferroviário de alta velocidade, referem documentos do Executivo comunitário a que a Lusa teve acesso.
Os documentos, datados de Dezembro de 2008, confirmam os montantes avançados em Novembro de 2007, aquando da divulgação da decisão preliminar Comissão Europeia sobre o programa das Redes Transeuropeias de Transportes para o período 2007-2013.
"Para a acção designada "Estudos e trabalhos na interoperabilidade das linhas de caminho-de-ferro de alta velocidade na Península Ibérica - Eixo Porto-Vigo: Troço transfronteiriço Ponte de Lima - Vigo (...), é concedido um apoio financeiro comunitário num montante máximo de 244.140.000 euros", lê-se no documento.
Deste montante, 140,64 milhões de euros foram atribuídos a Portugal, enquanto os restantes 103,5 milhões de euros foram concedidos a Espanha, uma vez que os dois países apresentaram uma candidatura conjunta aos fundos das Redes Transeuropeias de Transportes (RTE).
Para o troço transfronteiriço Évora-Mérida, da linha Lisboa-Madrid, refere o documento, "é concedido um apoio financeiro comunitário num montante máximo de 312.660.000 euros aos beneficiários [Portugal e Espanha]".
Deste total, a parte portuguesa do projecto recebe 191,43 milhões de euros, enquanto à parte espanhola são atribuídos 121,23 milhões de euros.
Bruxelas vai ainda financiar com 51,31 milhões de euros os estudos e obras da componente de alta velocidade da terceira travessia do Tejo, que ligará Chelas ao Barreiro.
Em Julho de 2007, o Governo português apresentou a candidatura a um financiamento comunitário de 600 milhões para os três projectos da rede de alta velocidade.
O investimento previsto para o projecto português de alta velocidade ascende a 8,2 mil milhões de euros (3,8 mil milhões de euros para a linha Lisboa-Porto, 3 mil milhões para a linha Lisboa-Madrid, 0,8 mil milhões para o troço Braga-Valença e 0,6 mil milhões para a sinalização
).

Madeira - Alberto João Jardim

Madeira, independencia, já.
Muitos de nós, estamos fartos de aturar este fulano.
De tanta asneira que ele diz, o homem já enjoa.
Ele terá perdido o juízo desde há muito, mas os jornalistas gozam em ouvir e publicar as enormidades que esse fulano diz.
Fora com ele.
Que fique com a Madeira e que goze muito com isso.
Nem mais um cêntimo dos contribuintes do continente para a Madeira

"Se os portugueses elegerem Sócrates primeiro-ministro, primeiro vai ser muito complicado, aqui, aturá-lo até 2013 e, por outro lado, se os portugueses o elegerem primeiro-ministro é sinal que o País perdeu o juízo".
Alberto João Jardim, Lusa, 16-1-2009

Professores - Avaliação

Isto, era de esperar, para além de se saber que iria acontecer.
No mínimo, alguns responsáveis, teriam que se demarcar do PCP e seus acólitos.
Mantemos a nossa - eles não querem ser avaliados.
Querem chegar todos a generais no "professorado"

Almeida dos Santos não fará greve
Modelo de avaliação dos sindicatos não satisfaz presidente do Conselho das Escolas
O presidente do Conselho das Escolas (CE) concordas que o modelo de avaliação de desempenho dos professores deve ser revisto, mas defende que os sindicatos deveriam apresentar outra proposta que fosse “justa, credível e séria”. Álvaro Almeida dos santos considera que os resultados da aplicação deste modelo poderão “ficar aquém do esforço realizado”.

Manuela Ferreira Leite - O Funil

Qualquer político neste país, pode dizer o que bem lhe interessar, quando quizer e como quizer, que não é chamado à responsabilidade.
Começa a ser demasiado grave o que se ouve da boca de alguns políticos ditos responsáveis.
É demasiado grave o que MFL disse.
Lusa diz que se trata de uma "acusação grave, falsa e injusta"
Ferreira Leite acusa Lusa de mandar jornalista a Espanha ouvir comentários socialistas às suas declarações sobre o TGV .
A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, acusou ontem à noite a Agência Lusa de ter mandado propositadamente a Espanha um jornalista para "ouvir os socialistas espanhóis" sobre as declarações que proferiu sobre o TVG. A Lusa já reagiu às declarações da líder da oposição, indicando, em comunicado, que se trata de uma “acusação grave, falsa e profundamente injusta”.

TGV - Manuela Ferreira Leite, dia sim, dia não

Será que esta senhora, alguma vez poderá servir para Primeiro Ministro?
Hoje diz que sim, amanhã dirá que não. Ora toma...
Líderes de vários partidos espanhóis criticaram esta sexta-feira os comentários da presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite sobre o TGV, afirmando que o projecto é essencial para as ligações entre Portugal e Espanha e que deve avançar.
Ouvidos pela Lusa, os representantes das várias forças políticas declararam-se surpreendidos pelos comentários da líder social-democrata, com um responsável do PP a considerar mesmo que o PSD se deve «retratar».

16 janeiro, 2009

Escola – agressão grave à facada

Estudante de 20 anos esfaqueado à porta duma escola.

Notícia pela hora do almoço, na boa maneira portuguesa, não dizia a idade do aluno, pelo que sabemos, coisa importante para se poder, pelo menos fazer uma analise ao sucedido

Viseu:

Um jovem de 20 anos, aluno de uma escola secundária da cidade de Viseu, foi hoje esfaqueado nas imediações da escola, tendo o seu agressor sido detido poucos momentos depois, informou fonte da PSP.

A certeza antes da eleições

Juntou-se o útil ao agradável – alguma bruxa informou Jardim do resultado, antecipado, das eleições


Líder madeirense gostou da entrevista televisiva

João Jardim diz que Ferreira Leite lhe afirmou que "iria ganhar ao Sócrates"

O presidente do Governo Regional e do PSD da Madeira afirmou hoje ter gostado da entrevista da líder nacional do partido à RTP e disse que esta lhe garantiu que o partido irá derrotar José Sócrates nas eleições legislativas.