Não passa pela cabeça de ninguém que o PS pode ficar definitivamente refem da assinatura do pacote IV com a Troika.
O Governo põe e tira do pacote o que melhor lhe lhe interessa e o PS tem andado a reboque dessa situação.
O PS não pode continuar assim.
Tem que denunciar a todo o momento, não só os atropelos ao pacote, bem como, e principalmente os atropelos aos bolsos da grande maioria dos trabalhadores e pensionistas deste país.
Não basta só condenar as afirmações demagocicas e simplistas de Passos Coelho, o PS tem que se afirmar como uma força de oposição consistente a esta política arruinadora do nosso país.
27 dezembro, 2011
Conselho de Ministros
Mais um extraordinário- conselho de ministros
Porquê?
Vai sair mais uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.
Este Governo vive de ameaças - vai dizendo que vai fazer e não faz nada.
Aliás, depois de Gaspar ter desautorizado e denunciado as mentiras de Coelho e Portas, mais não restava ao Primeiro Ministro que não fosse demitir o Ministro que lhes "chamou de mentiroso". Não fez, tal significa que o "boy" do PSD arvorado a PM, não manda nada no governo, nem nos ministros.
A esta situação vergonhosa, o que se pode chamar?
Hoje na imprensa
Não apresenta algo sobre Sócrates na primeira página
De pequenino é que se começa a... roubar.
Quem são os pais?
A TVI sempre foi fã da pornografia
Os "cubanos" vão pagar
Não é o Governo, Portugal é que não chega lá.
26 dezembro, 2011
Emigrar?
"Pudesse eu, tivesse vinte e poucos anos, não tivesse filhas nem netas, nem casa
para sustentar, fosse licenciado a fazer de professor, não tivesse descontado
mais de 2/3 da minha vida para garantir uma segurança na velhice que me anunciam
não ir ter, não tivesse investido em Portugal, no bem dos portugueses, no ensino
das minhas descendentes, na defesa do meu País, não tivesse deixado o couro (e
literalmente o cabelo) na defesa da democracia, na oportunidade dada ao
Primeiro-Ministro para se educar à minha custa e de ter sido tratado por médicos
que eu ajudei a pagar e de usar as auto-estradas que ainda estou a pagar e que
as minhas filhas e netas irão continuar a amortizar, não fossem todas essas
razões e mais uma mão cheia que não direi aqui, entre elas as que inviabilizam a
partida devido aos roubos na remuneração que me é devida e que servem para pagar
todos os luxos de que os nossos governantes não abdicam, e faria como o Senhor
Primeiro-Ministro sugere.
Emigrava.
Não para os PALOPS ou outros de língua oficial portuguesa, mas para países onde os offshores fossem garantidos, tivesse, claro, tido oportunidade de ter poupado uma vida inteira porque não tinha criado portugueses novos, nem os tinha educado, porque não tinha descontado 2/3 de uma vida para um fundo que foi inúmeras vezes atacado pela ganância e pelo absurdo (como aquilo que agora pretendem fazer com os fundos de pensões dos bancários), não tivesse investido em Portugal e no bem dos portugueses, nem na defesa do meu País, nem tivesse pago os estudos de um homem que hoje é Primeiro-Ministro, nem as auto-estradas que ele usa, nem os médicos que o tratam nem o raio-que-o-parta, mais as meninas que já não vão receber prendinhas, a não ser a pequenina, nem os almoços no Forte de São Julião e as luzinhas de Natal com uma estrelinha que os guie.
Tivesse eu meios para emigrar, para não ter de ouvir estes tipos, não ter de me deprimir cada vez que anunciam que aquilo porque lutei uma vida inteira foi uma fantasia, embora tudo tenha feito e pago para que fosse uma realidade para mim, para as minhas filhas e netas, e já tinha emigrado ou pelo menos tinha emigrado o aforro para evitar que esta gente lhe deitasse a mão." ( barbearia )
Emigrava.
Não para os PALOPS ou outros de língua oficial portuguesa, mas para países onde os offshores fossem garantidos, tivesse, claro, tido oportunidade de ter poupado uma vida inteira porque não tinha criado portugueses novos, nem os tinha educado, porque não tinha descontado 2/3 de uma vida para um fundo que foi inúmeras vezes atacado pela ganância e pelo absurdo (como aquilo que agora pretendem fazer com os fundos de pensões dos bancários), não tivesse investido em Portugal e no bem dos portugueses, nem na defesa do meu País, nem tivesse pago os estudos de um homem que hoje é Primeiro-Ministro, nem as auto-estradas que ele usa, nem os médicos que o tratam nem o raio-que-o-parta, mais as meninas que já não vão receber prendinhas, a não ser a pequenina, nem os almoços no Forte de São Julião e as luzinhas de Natal com uma estrelinha que os guie.
Tivesse eu meios para emigrar, para não ter de ouvir estes tipos, não ter de me deprimir cada vez que anunciam que aquilo porque lutei uma vida inteira foi uma fantasia, embora tudo tenha feito e pago para que fosse uma realidade para mim, para as minhas filhas e netas, e já tinha emigrado ou pelo menos tinha emigrado o aforro para evitar que esta gente lhe deitasse a mão." ( barbearia )
Democratizar a economia
"Passos Coelho arranjou um chavão para entreter os comentadores e embasbacar a populaça: "Democratizar a economia". ...
Reconheça-se, no entanto, que depois da fase catastrofista, Passos Coelho entrou na fase eufemística.
Pode parecer um avanço, mas em nada altera a base da estratégia de comunicação deste governo: mentira, deturpação e engano.
Só muda a maquilhagem... " ( formaeconteudo)
Só muda a maquilhagem... " ( formaeconteudo)
24 dezembro, 2011
Analgésico- top das vendas em 2012 e anos seguintes
A Troika vai montar mais duas ou três fábricas em países onde a mão de obra é barata e não há sindicatos, para a produção dos novos analgésicos de efeito prolongado, nos próximos 3 ou 4 anos, concebidos especialmente para o "pacientes e pouco reenvidicativos" doentes portugueses.
Felizes Festas ?
Dizia-me pessoa amiga - não tenho neste momento qualquer preocupação com os ladrões. Não tenho,, nem vou ter, algo para ser roubado - o Governo está a roubar-me tudo o que tinha e o que poderia vir a ter no futuro.
Uma Festa para os do Governo
Uma Festa para os do Governo
Venezuela à China - um pulinho de pardal
Sócrates criticado pelos actuais governantes por lhe vender o Magalhães
Que bom, deixar nas mãos dos chineses uma empresa estratégica portuguesa (?)
Mário Crespo
Para Sócrates diz que o copo está meio cheio - quando opina sobre o que disse Sócrates em França nem interpreta ou considera o posterior esclarecimento de Sócrates como se isso tivesse que ser necessário
Para Passos Coelho, diz que está meio vazio, quando apoia o que o Primeiro Ministro opinou sobre a emigração dos portugueses, para este bafiento "jornalista", não há qualquer razão para tanta celeuma.
A visão pelo funil. Coloca a parte mais larga conforme lhe interessa.
Passos Coelho - as mentiras
"Nem foi preciso esperar por 2012 para Passos
Coelho dizer às escondidas dos portugueses que o OE para 2012 dificilmente vai
ser cumprido e que o défice é será maior do que os 4,5%. Isto significa que o
orçamento é uma imensa mentira como esta foi montada para vir a justificar mais
medidas de austeridade que o Gasparoika sempre defendeu." ( O Jumento)
23 dezembro, 2011
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