14 setembro, 2011
Professores
Os PCP´s hão-de nascer, viver e morrer assim.- quem os atura desde 1974 sabe que é assim e assim será.
"Esta história da Branca de Neve é infelizmente pouco educativa embora nos ensine bastante sobre a forma como os sindicatos dos professores nunca deveriam ter actuado.
Os professopras e os seus sindicatos pareciam finalmente ter percebido a forma como as lutas por aquilo que consideram ser justo devem ser feitas. Uniram-se os sindicatos e os professores esqueceram a cor partidária e todos se uniram contra a bruxa Maria de Lurdes Rodrigues. Uma união que desaguou em duas enormes manifestações em Lisboa e que seriam suficientes par o fim do processo de avaliação e para o adeus da Sinistra Ministra. Pela primeira vez em muitos anos uma luta de trabalhadores estava a sair vitoriosa, mas surprendentemente o Mário Noguerira resolveu morder a maça envenenada e assinar o famoso "Memorando de entendimento" que desuniu os professores, manteve tudo na mesma e salvou a Ministra de ir para a rua. A partir dai nada foi o mesmo e, mesmo depois do Sócrates ganhar as eleições e ter substituido a Sinistra pela "Aventura" Isabel Alçada, uma versão light da anterior, nem os sindicatos tiveram as respostas que desejavam nem aceitaram as propostas de avaliação que lhe apresentaram. A luta dos professores deixou de ter um objectivo concreto e mais parecia servir as agendas politicas do Mário Nogueira. A luta deixou de ser contra a Ministra e sobre educação para passar a ter como objectivo o derrube do próprio Sócrates. Compreendo que correr com os Sócretinos fosse uma necessidade, mas já custa a entender que isso seja feito à custa de o substituir por um governo mais de direita e que só veio agravar o que já estava mal. Um governo de direita que o Mário Nogueira parece gostar pois toda a agressividade de mostrou antes foi substituida por uma estranha complacencia. Milhares de professores foram "despedidos" e o sindicato só esboçou um protesto, continuam a fechar escolas e a encafuar mais alunos em cada sala de aulas e isso não parece icomudar muito e finalmente é aprovado uma Avaliação de Prifessores com muito daquilo que antes era considerado inaceitavel e, embora sem o acordo oficial do Mário Nogueira que se ficou pelo aceitar colocar a assinatura numa estranha acta e que aconselhou os professores esquecerem o assunto, sugerindo-lhes "virem a página para outros problemas maiores que têm pela frente". Simplesmente lamentavel.""
Os professopras e os seus sindicatos pareciam finalmente ter percebido a forma como as lutas por aquilo que consideram ser justo devem ser feitas. Uniram-se os sindicatos e os professores esqueceram a cor partidária e todos se uniram contra a bruxa Maria de Lurdes Rodrigues. Uma união que desaguou em duas enormes manifestações em Lisboa e que seriam suficientes par o fim do processo de avaliação e para o adeus da Sinistra Ministra. Pela primeira vez em muitos anos uma luta de trabalhadores estava a sair vitoriosa, mas surprendentemente o Mário Noguerira resolveu morder a maça envenenada e assinar o famoso "Memorando de entendimento" que desuniu os professores, manteve tudo na mesma e salvou a Ministra de ir para a rua. A partir dai nada foi o mesmo e, mesmo depois do Sócrates ganhar as eleições e ter substituido a Sinistra pela "Aventura" Isabel Alçada, uma versão light da anterior, nem os sindicatos tiveram as respostas que desejavam nem aceitaram as propostas de avaliação que lhe apresentaram. A luta dos professores deixou de ter um objectivo concreto e mais parecia servir as agendas politicas do Mário Nogueira. A luta deixou de ser contra a Ministra e sobre educação para passar a ter como objectivo o derrube do próprio Sócrates. Compreendo que correr com os Sócretinos fosse uma necessidade, mas já custa a entender que isso seja feito à custa de o substituir por um governo mais de direita e que só veio agravar o que já estava mal. Um governo de direita que o Mário Nogueira parece gostar pois toda a agressividade de mostrou antes foi substituida por uma estranha complacencia. Milhares de professores foram "despedidos" e o sindicato só esboçou um protesto, continuam a fechar escolas e a encafuar mais alunos em cada sala de aulas e isso não parece icomudar muito e finalmente é aprovado uma Avaliação de Prifessores com muito daquilo que antes era considerado inaceitavel e, embora sem o acordo oficial do Mário Nogueira que se ficou pelo aceitar colocar a assinatura numa estranha acta e que aconselhou os professores esquecerem o assunto, sugerindo-lhes "virem a página para outros problemas maiores que têm pela frente". Simplesmente lamentavel.""
13 setembro, 2011
Militares
Quem quer ser militar, nos dias de hoje, é voluntário.
Os oficiais superiores e oficiais generais, foram para essa profissão porque quiseram.
Por serem militares, já têm tratamento especial.
Tem "emprego, reforma e isenção de subsídio de desemprego garantido.
tem garantidos ainda o alojamento e as refeições.
Em caso de apertar o cinto, nem sequer estamos em teatro de guerra com operações militares a todo o momento, que querem mais.
Porque não olham para o civis que tem ajudado a construir este país.
Desde 1974 1975 que acabaram as operações de guerra em África. Que tem feito até hoje?
Iraque, Afeganistão, Servia, Bósnia? De major para cima, quantos andaram por lá?
Não será que hoje há mais generais do que havia em 1974?
Há por aí muitas unidades militares que já deveriam ter sido abatidas ao efectivo, transferidas e alienado o seu património - bens móveis e imóveis. Essas unidades, apenas servem para "justificar" o emprego a umas centenas ou milhares de militares.
Para que servem a Messe de Oficiais em Caxias, a Escola de Electromecanica em Paço de Arcos, o Quartel da Medrosa em Oeiras, etc, etc.
Os oficiais superiores e oficiais generais, foram para essa profissão porque quiseram.
Por serem militares, já têm tratamento especial.
Tem "emprego, reforma e isenção de subsídio de desemprego garantido.
tem garantidos ainda o alojamento e as refeições.
Em caso de apertar o cinto, nem sequer estamos em teatro de guerra com operações militares a todo o momento, que querem mais.
Porque não olham para o civis que tem ajudado a construir este país.
Desde 1974 1975 que acabaram as operações de guerra em África. Que tem feito até hoje?
Iraque, Afeganistão, Servia, Bósnia? De major para cima, quantos andaram por lá?
Não será que hoje há mais generais do que havia em 1974?
Há por aí muitas unidades militares que já deveriam ter sido abatidas ao efectivo, transferidas e alienado o seu património - bens móveis e imóveis. Essas unidades, apenas servem para "justificar" o emprego a umas centenas ou milhares de militares.
Para que servem a Messe de Oficiais em Caxias, a Escola de Electromecanica em Paço de Arcos, o Quartel da Medrosa em Oeiras, etc, etc.
12 setembro, 2011
Mário Nogueira o Judas dos Professores
"Agora só nos resta esperar que o Miguel Relvas convide o Mário Nogueira para seu adjunto, o conhecido sindicalista já fez mais pelo seu governo do que alguma vez farão ministros como o Álvaro até que sejam substituídos numa remodelação governamental. Depois de ter feito o maior frete que alguma vez foi feito à direita em Portugal o Mário Nogueira e outros bem merecem receber os seus trinta dinheiros."
11 setembro, 2011
SOCRATES - curiosidades
Já o Correio da Manhã está no ano 2001 a contabilizar os negócios de um tio de José Sócrates. Não faltará muito para que cheguemos ao s tempos de D Dinis ou de D. Urraca.
Curioso é que da Operação Furacão, onde andaram e andam milhões fuguidos ao fisco, nada. Leia-se a última revista Sábado.
Sócrates deveria pedir parte do lucro do CM pela venda de jornais quando o seu nome surge nas primeiras páginas.
MARIO NOGUEIRA - Professores
O comunista-sindicalista Mário Nogueira, que já se esqueceu do que é uma sala de aulas bem pode começar a fazer contas à vida da derrota que acaba de sofrer.
Andou calado e até chegou a apoiar as medidas do novo prior do -Ministério da Educação- Crato acaba por sair das negocações, cabisbaixo e sem outros argumentos que não fosses as celebres quotas. No seu Partido e nos seus Sindicatos todos são Generais, não há quotas.
Crato provocou o despedimento de milhares de professores contratados a prazo, e Nogueira acaba só e sem razão para continuar qualquer outro tipo de luta. A avaliação já passou de moda, Sócrates já não está no Governo e os sindicatos afectos ao Governo ou a UGT já acompanham o Governo.
Nogueira já está contente.
A escola pública deixou de ser a preocupação, se algumas vez foi, a avaliação está com pernas para andar, já não ha mais computadores para as escolas, aas obras pararam, as turmas aumentaram e milhares de "colegas" seus estão a "banhos no desemprego".
nada disto já conta para Nogueira.
10 setembro, 2011
PS - Congresso
O discurso inaugural do novo líder, Antonio José Seguro foi um discurso consequente, com um forte ataque ao governo do PSD, não deixando ficar no esquecimento a situação da Madeira.
Antonio Barreto
«(...) Barreto foi um dos trânsfugas que permitiram a Sá Carneiro ornamentar a AD (Aliança Democrática) com penas de esquerda. Desde aí nunca mais o abandonou a sedução pela direita. Tem sido tão anti-socialista como foi anti-comunista na medíocre passagem pelo Governo numa pasta onde caiu como Pilatos no Credo e onde os seus despachos eram revogados pelos Tribunais dado o carácter ideológico com que contrariava as leis então vigentes.
A última diabrura do omnipresente comentador televisivo foi o alvitre de uma nova Constituição para Portugal que dispensasse a democracia representativa e fosse votada por referendo. O que parece uma ideia original, felizmente ignorada pela comunicação social e pelos portugueses, o que prova que o País ainda não ensandeceu de todo, seria uma reedição do procedimento salazarista para a Constituição Política de 1933. Só não disse – porque isso ficaria para a ampla discussão popular que preconiza –, se as abstenções voltariam a contar como votos a favor. (...)»
09 setembro, 2011
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