
Junto ao Parque dos Poetas
Conclusão prevista 1º trimestre de 2009
Os edificios vão iniciar construção (?) no 2º semestre de 2008.
Escritórios em Open Space; dois pisos abaixo do solo destinados a arrecadações e estacionamentos;

Anda por aí muita gente que tem por lema " a desunião, faz a força . . . a nosso proveito"
Cavaco Silva apela à união porque 2009 "não será nada fácil"
28.11.2008 - 18h09 Lusa
O Presidente da República apelou hoje à "união" de todos os portugueses para estarem preparados para um 2009 que "não será nada fácil" em termos económicos.
Para o próximo ano, Cavaco Silva disse que a sua preocupação será "procurar mobilizar todos, responsabilizar todos" para que seja possível ganhar "confiança acrescida para enfrentar obstáculos".
In "SOL" – o sublinhado é nosso
1.º Avaliar os professores tendo em conta «a melhoria dos resultados escolares dos alunos» significa a desresponsabilização do aluno e dos pais e a destruição da escola, que deixa de ser um local onde se aprende para se tornar um local onde essencialmente se passam certidões de aprovação. Os alunos não são objectos, são sujeitos da sua própria aprendizagem, e os resultados que têm não dependem só do professor, mas de uma miríade de factores que este não controla.
(Talvez não represente tal situação. Sabe-se que há muitos professores que se estão nas "tintas" para os resultados escolares dos alunos. Alguns até fazem gala disso. Afinal qual é a percentagem que conta, no total da avaliação ?)
2.º A avaliação em função da «redução do abandono escolar dos alunos» é outro aspecto que o professor não controla.
(Não controla mas, tem que passar a controlar. Procurando pela sensibilização dos alunos e dos seus encarregados de educação e até da Direcção da escola, dar mais atenção a esse facto. Qual é a percentagem que conta para o total da avaliação?)
3.º A avaliação dos professores por outros professores da própria escola permite uma avaliação injusta decorrente de situações de amizade, de indiferença ou de conflitualidade entre pessoas que trabalham juntas na escola há vários anos.
(Em todas as avaliações, tal situação pode acontecer, Nas empresass privadas, todos sabemos que isso acontece. É um factor de tal maneira subjectivo que não cabe como argumento para que não se faça a avaliação)
4.º Professores avaliados por outros professores de escalão inferior descredibiliza todo o processo.
(Pode haver alguma razão nesta situação, mas, quais a razões que são aduzidas pelo Ministério para que tal aconteça ?)
5.º Serem avaliados por outros professores com habilitação científica diferente da sua e, ainda, por professores com habilitação académica inferior à sua permite, por exemplo, que um professor de Informática avalie um de Matemática ou que um licenciado avalie alguém com o grau de mestre ou o de doutor.
(Estamos com situação semelhante à questão anterior. A habilitação académica inferior, acontece nos privados e não é questionada. E, não serão tantos casos assim.)
6.º O estabelecimento de quotas de atribuição de Excelentes e de Muito Bons, estipuladas por razões economicistas, não premeia o mérito absoluto dos professores avaliados.
(Podem não acontecer por critérios economicistas. As funções a desempenhar no futuro, em situações de "chefia" conduzem a situações desse tipo. Têm que se esforçar, que competir para serem os melhores. É uma situação que acontece em todas as profissões. O nem todos podem chegar ao topo da carreira. Como estamos agora é que não pode ser.)
7.º Haver quotas diferentes de escola para escola faz com que a mesma qualidade de exercício da profissão tenha oportunidades diferentes de ser reconhecida.
(Pode haver aqui alguma razão)
8.º A avaliação dos professores que já chegaram ao topo da carreira é inútil, dado não progredirem.
(Que sorte, foram premiados – com os vencimentos e o corte nas horas de trabalho, possívelmente antes de muitos outros)
9.º A complexidade e a burocratização do processo de avaliação (elaboração de objectivos individuais, concepção e preenchimento de fichas, análises de dados, aulas assistidas, registos vários, portfólios, reflexões, reuniões, entrevistas, etc.) implicam muito mais do que as 35 horas de trabalho semanais legais.
( A redução do trabalho administrativo compreendem-se. Só não se compreende a grande dificuldade que os "professores passaram a ter" quamdo foram obrigados a fazer algo diferente daquilo que há anos, por sistema e de "olhos fechados", vinham fazendo. Não queremos acreditar que vão apssar 35 horas por semana, 52 semanas por anos a prencher as fichas)
10.º A heterogeneidade de procedimentos na avaliação de escola para escola prevista na lei permite a desigualdade de oportunidades.
(Esse, será um problema que cada escola terá que resolver, não tem nada a ver com os avaliados)
Este modelo de avaliação é, pois, propiciador de injustiça e da deterioração do ambiente de trabalho nas escolas, comprometendo a desejada melhoria do sistema de ensino.
(Todos os modelos de avaliação são propiciadores de injustiças. Pergunte-se a quem foi avaliado numa empresa privada. Por aí tambem há quotas, a coeficientes, etc, etc)
E, com apreensão, verificamos, por um lado, que os sindicatos continuam com um discurso sem alternativas concretas adequadas (que mostrem que os professores querem ser avaliados e que não deixem criar a ideia de que querem uma guerrilha sem fim) e com atitudes francamente discutíveis, como o abandono da comissão paritária; e, por outro, que a ministra da Educação afirma que já foram avaliados 20 000 professores, mas não refere que o foram por meio de uma avaliação simplificada, e não por este decreto que se pretende impor, e defende que não há alternativa a este modelo de avaliação. Ora, é óbvio que há alternativa.
(De facto, se o Ministério, que é o Patrão e tem mantido uma certa intransigência, não é menos certo que os sindicatos e os professores, têm sido muito piores, utilizando continuadamente essa intransigência e má fé, repetidas vezes, sempre e só no sentido da promoção da não avaliação.)
Maria Regina Rocha
Professora na Escola Secundária José Falcão, em Coimbra, e mestre em Ciências da Educação
CA
Conversa da "treta"
Afinal onde está o esquema de avaliação da FENPROF ?
Algum Sindicato a conhece?
Algum professor o conhece?
Alguem a conhece?
A reunião da Fenprof com o Ministério da Educação terminou sem entendimento sobre as medidas de simplificação do modelo de avaliação dos professores, apresentadas na semana passada. O secretário-geral deste sindicato, Mário Nogueira, pediu no final do encontro uma adesão de «100 por cento» dos docentes à greve de 3 de Dezembro e exigiu a demissão da ministra Maria de Lurdes Rodrigues.
Ministério critica posição de sindicatos
Fenprof apela a compreensão da ministra
«Nós, no dia 3, temos que dar uma resposta em que 100 por cento dos professores tem que fazer greve», disse o sindicalista. «Todos os professores com p maiúsculo deste país, preocupados com o funcionamento das escolas e que estão preocupados com os alunos, no dia 3 temos de dar a maior resposta de greve a este Ministério da Educação».
Mário Nogueira disse que é «lamentável que a obsessão do Ministério com este modelo da avaliação esteja a por em causa, de facto, aqueles que são os superiores interesses das escolas». No final de uma reunião que se prolongou por uma hora, disse que a ministra «acusou a Fenprof de estar de má de má fé por não estar com o seu modelo». «É inaceitável esta postura», considerou.
«A senhora ministra pretendia que a Fenprof viesse aqui hoje não defender as posições dos professores, mas defender os interesses do Ministério da Educação», acrescentou. E pediu a demissão da ministra Maria de Lurdes Rodrigues.
«Se a senhora ministra não tem capacidade, não tem coragem e não tem vontade política, nem condições para avançar com outro modelo de avaliação, então, sinceramente, eu acho que a Fenprof, de uma vez por todas, assume, aquilo que os professores há muito reivindicam, que se demita a senhora ministra da Educação», disse.
Mário Nogueira, que antes do encontro disse aos jornalistas estar preparado para apresentar uma solução transitória para a avaliação deste ano, caso o actual modelo de avaliação fosse suspenso, no final, explicou que essa proposta não foi apresentada. «A senhora ministra acha que primeiro temos que lhe dar as propostas e depois ela não reafirma que não suspende».
A senhora ministra da educação acha-se com toda a legitimidade de andar a dizer às escolas que antes de haver legislação, as escolas devem fazer de uma forma ou de outra ainda que sem enquadramento legal».
Ministra reunida com estruturas sindicais
Ministério da Educação acusa sindicatos de intransigência sem avançar alternativa ao modelo de avaliação
O que eles queriam era isto.
"... O governante recusou um eventual modelo de avaliação de docentes baseado na auto-avaliação, considerando que "seria absolutamente inaceitável, porque não permitiria nenhuma fiabilidade dos resultados, não considera nenhuma responsabilidade, não considerava nenhuma intervenção da hierarquia e não faria sentido".
Onde está o modelo que a FENPROF disse que ia apresentar ?
Assim, ficava tudo na mesma
"Jorge Pedreira disse que o ministério está empenhado em encontrar soluções para desenvolver uma avaliação "porque todos reconhecem que no serviço público de educação há que prestar contas" e realçou que "não há alternativa" em relação ao modelo do Ministério da Educação. "As leis existem para ser cumpridas. Não há nenhuma classe, por mais importante que seja a sua qualificação e a sua função, que possa eximir-se ao cumprimento da lei", afirmou, negando que 350 escolas tenham recusado fazer avaliação."
Que se cumpra a Lei
São estes os professores das nossas crianças?
Será que o povo deste pais não está a ver o que está acontecer? Uma classe com privilegios que mais ninguem tem, a hipotecar a educação dos nossos filhos, só para não perder os privilegios que tem. Quando milhares de familias lutam para sobreviver nesta epoca de crise, temos uns quantos lutar para não preencher umas fichas. Vergonha. Ainda por cima ignorantes, que nem estão interessados em saber as impicações da avaliação, como se pode constatar na RTP com aqule porf. filosofo, que para ele dar aulas de filisofia tinha de ser como no tempo do Socrates e Platão, só que á sombra do chaparro.
TENHO VERGONHA DOS PROFESSORES DO MEU PAIS.
O deputado socialista António José Seguro negou hoje à agência Lusa estar a preparar uma candidatura a secretário-geral do PS em oposição ao actual líder do partido, José Sócrates, mas avisa que nunca abdicará de ter «opinião própria».
Salário mínimo sobe para 450 euros no próximo ano