Última ronda negocial da FNE terminou sem acordo
Sindicatos rejeitam proposta em que desempenho seria factor na graduação dos professores
Os "profissionais dos Sindicatos", pagos pelos contribuintes, muitos deles, terão passado poucas horas pelas escola na sua função profissional de professores, rejeitam aquilo que é fundamental em qualquer profissão – a avaliação profissional.
Não querem ser avaliados.
Se se dizem profissionais competentes, etc, etc., qual o motivo que os amedronta tanto?
A invenção de que não tem tempo, que é complicado o sistema, complexo, moroso, etc, etc., são argumentos estafados que a maioria do "Zé Povinho", oas pais, os Encarregados de Educação e os familiares dos alunos, no fundo aqueles que lhes paga os salários, não entendem.
Os professores no activo, os que estão com baixa, os reformados, todas aqueles que andam a reboque e a mando dos sindicatos, hão-de reparar num próximo dia destes que os seus argumentos não colhem apoio da maioria dos portugueses
Estão fartos de saber que uma grande parte dos professores quer apenas defender o seu "tacho", a partir do meio da carreira dar meia duzia de aulas por semana e por volta do dia 22 de cada mês, conferir na conta bancária se o produto dos contribuintes já lá se encontra para seu uso e fruto.
Manuela tanto pensou, pensou, pensou que . . . aceitou de bom grado tentar arranjar um "emprego" para o seu companheiro de partido. Se não fosse em Lisboa, seria noutro local qualquer onde o aceitassem.
Ele pensou - pelo menos como Vereador, sempre ganho mais uns Euros que sendo Deputado ? Será ?
O seu antigo companheiro, que irá fazer? Continuar na Camara ou ir dar mais umas aulas para contribuir com mais uns Euros para a reforma?







